Carro Zero

Polo é o novo VW Rock In Rio

Chegou a vez do Polo receber a série especial Rock in Rio,  em homenagem aos 40 anos de história do festival. A versão exclusiva terá produção limitada e segue um pouco da receita do que já esteve em outros modelos da marca. “Com o desempenho de vendas do Polo neste ano, não poderíamos ter escolhido um modelo melhor para celebrar os 40 anos de Rock in Rio”, comenta Roger Corassa, Vice-presidente de Vendas & Marketing da Volkswagen do Brasil. O Polo Rock in Rio é baseado no Polo Track, vendido como modelo de entrada da marca. Ele tem motor 1.0 MPI de 84 cv e 10,3 kgfm de torque. Essa será a terceira edição especial já feita com o Polo no Brasil, começando com o Polo Beats em 2019, passando pelo Polo Track First Edition em 2023 – edição numerada para o lançamento do modelo no mercado nacional. Para a versão especial do Rock in Rio, o Polo Track traz roupagem exclusiva focada no estilo e na música. No exterior, as três cores disponíveis, Branco Puro, Cinza Platinum e Vermelho Sunset, recebem acabamentos em Preto Ninja no teto, maçanetas, retrovisores, nas calotas exclusivas e faixa que cruza a tampa traseira do modelo. Ainda traseira, o adesivo com nomenclatura Track dá espaço ao nome do festival, assim como o capô dianteiro, que recebe o logo aplicado do lado do direito. Nas laterais, adesivo com design exclusivo do Rock in Rio percorre a parte inferior das portas dianteiras e traseiras. No interior, ouvir música é prioridade. No console, a central multimídia VW Play com tela de de 10” polegadas é de série com conexão Apple CarPlay e Android Auto sem fio e sistema de som com seis alto-falantes. Os bancos dianteiros e traseiros trazem revestimento exclusivo em duas cores com a marca do festival em baixo relevo para os quatro ocupantes. O painel também recebe emblema com acabamento em preto piano, inédito na linha Track.   Edições Especiais Rock in Rio Os primeiros foram o Fox e o Gol, ainda em 2011. Este último, chamado de “novo Gol” ainda não tinha recebido atualização no desenho. O Fox, por sua vez, ainda tinha o primeiro desenho de rodas após a mudança. Ambos com três opções de cores exclusivas – branco, azul e vermelho, – estavam equipados com rodas escurecidas, acabamentos em vermelho no interior, sistema de som e volante multifuncional. Já em 2013, na segunda participação da Volkswagen, apenas o Fox ganhou a série especial. Com revestimento de bancos exclusivos, soleiras exclusivas e retrovisores em acabamento fosco para contraste com a pintura, o compacto já tinha grade diferenciada e novas rodas, iguais as que eram usadas na versão topo da época. A lista de oferta ficou mais completa em 2015, quando Saveiro, Gol e Fox receberam edições exclusivas do Rock in Rio. Pela primeira vez, a picape, baseada na versão Highline Cabine Dupla, foi equipada com os revestimentos exclusivos do evento, faixa alusiva na lateral e lanternas escurecidas. No interior, sistema de som mais potente com volante multifuncional acompanhavam as pedaleiras esportivas e os detalhes em vermelho no painel. Encontrar uma delas hoje é missão difícil. Poucas foram vendidas e muitas hoje estão descaracterizadas, sem as faixas laterais. Isso acontece também com os Gol e Fox desse mesmo ano. O pacote de equipamentos era completo, com computador de bordo, sensores de estacionamento, faróis e lanterna de neblina e o som original. Mas muitos carros ficaram nas concessionárias e foram vendidos depois, para clientes que não procuravam pela série e pediam para remover os adesivos laterais. Ou seja, mesmo zero km, teve Gol Rock in Rio que já saiu como se fosse um modelo comum. Tarefa ainda mais difícil é encontrar um dos modelos na cor Azul Night, que surgiu ainda na primeira safra dos Rock In Rio e depois, em anos posteriores, foi adotada na linha. O adesivo cinza combinava com o tom escuro e a decoração do carro. A linha Rock In Rio de 2016 foi a mais completa em termos de gama e também de modelos. Outro destaque desse ano são as rodas de liga-leve, raiadas, que eram diferentes das usadas nas outras versões. Para as outras edições, a VW selecionava versões mais intermediárias na gama para se tornarem Rock In Rio. Desta vez, a escolha foi pelo produto que mais vende, mas em uma configuração de entrada. Será a primeira vez que um Rock in Rio vem com calotas, por exemplo. E também sem opção dos faróis de neblina. Ainda assim o som bom está garantido. Informações e imagens: assessoria VW

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R/T: a despedida da Ram Classic

Para celebrar o legado do motor V8 HEMI, a Ram está oferecendo cem unidades de uma série especial da picape Classic: a versão R/T, uma sigla que tem história. A série marca também a despedida da Ram Classic do Brasil. A Ram Classic R/T valoriza o caráter esportivo com elementos exclusivos desta última safra, a começar pelos faróis e lanternas com máscara negra. Na dianteira, a exclusiva grade com formato em cruz, característica das picapes Dodge desde o lançamento da segunda geração da Ram 1500 com o carneiro montanhês ao centro, no lugar do nome da marca. Por trás da grade, colmeias aspiram muito ar para alimentar o motor e um logo R/T no canto inferior. Adesivos foscos remetem aos Dodges Chargers R/T fabricados pela Chrysler no Brasil nas laterais da caçamba e no capô completam o visual. A marca quer tornar essa Ram colecionável. Por isso, serão vendidas apenas 100 unidades da R/T. Metade na cor Preto Diamond e 50 no tom Vermelho Flame. Cada uma será numerada. Os donos recebem um kit com uma caixa metálica de ferramentas e uma pasta de couro com certificado de aquisição com o número do chassi da unidade e uma carta escrita por Juliano Machado, Vice-Presidente da marca Ram para a América do Sul, parabenizando pela compra. No mais, a picape que é a caminhonete full-size mais acessível do Brasil, entrega muita força, capacidade e conforto para cinco ocupantes adultos, atributos que conquistaram quase 3 mil clientes somente em 2023. Tudo isso com o motor V8 HEMI de 5,7 litros, que entrega incríveis 400 cv de potência e 556 Nm de torque, com tecnologia MDS, que desativa quatro dos oito cilindros para reduzir o consumo, e acoplado à caixa automática de oito velocidades TorqueFlite. O volume da caçamba de 1.424 litros e a capacidade de reboque de 3.534 kg demonstram mais uma vez toda a capacidade de uma picape Ram, além da tração 4X4 com reduzida. Por dentro, a central multimídia Uconnect de 8,4 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay e navegação embarcada, som premium Alpine de 10 alto-falantes com 506 watts de potência, bancos dianteiros aquecidos e ventilados e com comandos elétricos, bancos traseiros rebatíveis e com diversos porta objetos, e muitas outras tecnologias embarcadas. Completam o visual esportivo da picape as rodas de 20 polegadas e o escapamento duplo. A Ram Classic R/T marca a despedida da picape do mercado brasileiro e estará à disposição com preço público sugerido de R$ 359.990 a partir do dia 4 de junho às 10h até acabarem os 100 exemplares. A marca Ram seguirá com seus modelos importados 1500 (também equipado com o motor 5.7L V8 HEMI®), 2500 e 3500 e também com a picape produzida no Brasil, a Rampage. Além da Ram Classic R/T, limitada a 100 unidades, as últimas unidades da Classic Laramie e Laramie Night Edition seguirão disponíveis aos clientes enquanto houver estoque. A picape Dodge e a sigla R/T No Brasil, nascia em 1969 a picape mais potente produzida no país, a Dodge D 100. Fabricada pela Chrysler no ABC Paulista, utilizava o mesmo motor do Dodge Dart, um V8 5.2 L de 198 cavalos. A D 100 foi produzida no país até 1975 e ainda há alguns exemplares rodando por aí ou nas garagens de alguns colecionadores. A sigla R/T veio no Dodge Charger para o Brasil. O modelo era a variação mais desejada do Dart e foi fabricado até o início dos anos 1980. Mas ele não foi o único modelo com a sigla R/T no Brasil. Em 1998, a então Chrysler inaugurava uma planta industrial na cidade de Campo Largo, Paraná, de onde saía uma das picapes mais potentes do mercado e a mais luxuosa, a famosa Dodge Dakota nas configurações básica, com um motor 2.5, e Sport, movida por um 3.9 L V6, ambos a gasolina. Mas nos anos 2000 foi a lançada a versão mais apimentada do modelo, a R/T. Equipada com o motor V8 Magnum 5.2 L com 232 cv, era não só a picape mais potente, como o automóvel mais potente produzido no país à época. Em 2023, a picape Rampage também recebeu versão R/T e segue em produção. Informações e imagens: assessoria Stellantis  

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BYD Song Plus ganha bateria maior

O novo BYD Song Plus DM-i, chega na versão 2024/2025 com a bateria com mais que o dobro de autonomia. Passa de 50km para 105km, para atender às demandas dos consumidores brasileiros. A nova autonomia do BYD Song Plus DM-i 2024 é de 1.200 quilômetros no total. Isso graças a bateria com 18,3 kWh de capacidade. No quesito tecnologia, também foram feitas melhorias no modelo, que agora tem a sua tela multimídia central giratória de 15,6 polegadas, abertura do carro via cartão NFC e utilização da ferramenta NFC também via celular, além do retrovisor traseiro passar a ser fotocrômico. Quem comprar o novo BYD Song Plus DM-i também passará a ter no modelo de ano 2024/2025 a bateria com a mesma garantia de oito anos, mas agora sem limite de quilometragem. A garantia do veículo foi aumentada para seis anos e também sem limite de quilometragem. O novo BYD Song Plus DM-i 2024/2025 chega ao Brasil com com preço público sugerido de R$ 239.800,00, nas cores Time Grey (cinza), Snow White (branco), Delan Black (preto) e Dome Blue (azul).   Informações e imagens: imprensa BYD

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Commander de 5 lugares

A versão de entrada Longitude do Jeep Commander passa a ter agora cinco lugares. Antes, o modelo tinha sete assentos. Mas essa possibilidade agora se tornou opcional. Para a Jeep, uma parcela do público do Commander não usa a terceira fileira de bancos. Por isso, a marca decidiu retirar os assentos na versão de entrada e oferecê-los como opcional. O kit dos sete lugares oferece a terceira fileira de bancos e o do motorista ganha ajuste elétrico por R$ 8,7 mil. Sem esse equipamento o Commander Longitude custa R$ 217.290,00 em maio de 2024. Menos bancos, mais porta-malas Essa nova configuração garante 661 litros de volume livre no porta-malas. E foi exatamente pensando em quem precisa de espaço para bagagem e não para mais ocupantes que essa configuração doi pensada. Sem os assentos extras há também menos peso “morto” dentro do carro e, ainda que pouco, influencia no consumo. As outras versões do Commander continuam com as três fileiras de bancos. Com todos os passageiros a bordo, o porta-malas fica com 233 litros de capacidade. Mas com as duas fileiras de bancos rebatidas são 1.760 litros de espaço. Veja em detalhes: 7 ocupantes = 233 litros 6 ocupantes = 448 litros 5 ocupantes = 661 litros 4 ocupantes = 736 litros 2 ocupantes (motorista e passageiro) = 1.760 litros (até o teto) O acesso para a terceira fileira de bancos é feito por uma alavanca, que puxa e rebate a segunda fileira. Assim abre espaço para que duas pessoas se acomodem. A segunda fileira pode correr 14 centímetros para frente ou para trás. Com mais ocupantes, é possível por o banco mais para frente para melhorar espaço dos que estão na terceira fileira. Mas se não há ninguém lá, pode jogar o assento para trás e aumentar o espaço para pernas. Tanto a segunda quanto a terceira fileira de bancos do Jeep Commander têm assentos reclináveis. Nos bancos dianteiros há ajuste elétrico, e a partir da versão Overland, memória de posição para o banco do motorista.   Informações e imagens: assessoria Jeep

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Rampage Night Edition: cromado escurecido

A versão cheia de cromados da Rampage ganhou uma opção escurecida. A Night Edition tem detalhes em preto brilhante e na cor da carroceria no lugar das peças cromadas típicas da versão Laramie. Grade dianteira, molduras dos faróis, espelhos retrovisores, molduras das janelas e rodas de 18 polegadas passam a ser em preto brilhante. Maçanetas na cor da carroceria, skid plate e badges escurecidos ficam na cor Granite Crystal. O para-choque traseiro recebe pintura preta especial no lugar do cromado e ponteiras do escapamento também são na cor preta. Por dentro, a Rampage Laramie Night Edition vem com acabamento e bancos revestidos em couro preto. A Laramie “padrão” tem o revestimento marrom “Mountain Brown”. As colunas e o teto preto também completam o visual escurecido, que pode ser incrementado com a adição do Pack Elite, composto pelo som premium de 10 alto-falantes com subwoofer certificado pela Harman Kardon, luzes ambiente em LED e banco elétrico do passageiro. É preto, mas é diferente da Rebel A pergunta que fica é: a versão Rebel já não é toda em preto? Sim. Mas a Rampage “rebelde” não tem cromados. A grade é em plástico sem pintura, no tom preto fosco, inspirada na Ram 1500 Rebel. É diferente da Laramie com barras horizontais. O que a Ram fez foi manter o desenho da grade cromada, mas em preto brilhante. O pacote de itens de série é o mesmo da Laramie com central multimídia Uconnect de 12 polegadas, quadro de instrumentos digital dez polegadas, ar-condicionado de dupla zona, chave presencial, carregador por indução e faróis em led. No quesito segurança, são 7 airbags, controle de cruzeiro adaptativo, alerta de colisão frontal com frenagem autônoma, sistema de monitoramento de ponto cego e alerta de saída de faixa. A Rampage Laramie Night Edition não tem opção diesel. Vem apenas com o motor 2.0 Hurricane Turbo gasolina de quatro cilindros que gera 272 cv de potência e 40,8 kgfm de torque. O conjunto é acoplado à transmissão automática de nove marchas. A tração é 4×4 automática, que distribui a força entre os dois eixos. Há função reduzida, que usa marchas baixas para aumentar a força em terrenos de baixa aderência. O preço público sugerido da Rampage Laramie Night Edition é a partir de R$ 277.990,00.   Informações e imagens: assessoria Ram

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Commander ganha motor Hurricane

O Jeep Commander, o primeiro Jeep desenvolvido no Brasil, ganha nova motorização, novas versões, mais tecnologia e até opção de cinco lugares na versão Longitude. O modelo também passa a oferecer cinco anos de garantia. O grande destaque é a chegada do motor Hurricane. Mas não só isso. A Jeep aumentou a oferta de itens de tecnologia de série desde a versão de entrada. Além da tecnologia de assistência (ADAS) de nível 2, todas as versões receberam como item de série o painel de instrumentos de 10,25” e o som Premium Harmann Kardon, garantindo aos clientes do modelo um nível de equipamento superior desde a versão de entrada.   Destaque da linha 2025, o motor Hurricane 2.0 turbo a gasolina gera 272 cv de potência e 400 Nm de torque. No Commander esses números geram aceleração 0 a 100 km/h em sete segundos e uma velocidade máxima de 220km/h.   O motor Hurricane é feito com alumínio e conta com injeção direta e duplo comando variável de válvulas, além de turbocompressor de dupla voluta de baixa inércia, válvula de alívio eletrônica e recirculação refrigerada dos gases de escapamento. Esse motor, que chegou também na linha do Compass, trabalha associado a um sistema de transmissão automática de nove marchas de alto nível e sistema de Tração 4×4 Jeep Active Drive Low, que apresenta o eixo traseiro e a unidade de transferência de força (PTU) totalmente desconectáveis. Isso permite um alívio na transmissão quando a tração nas quatro rodas não é necessária, gerando economia de combustível. O sistema de tração conta, ainda, com um seletor de terrenos para os modos automático capaz de detectar mudanças abruptas no terreno, Snow para utilização em terrenos de baixa aderência e Sand/Mud com mais força e marcha mais reduzida para areia e lama. Motor novo em versão nova O motor Hurricane chega no Commander em duas versões: a Overland, que já existia, e a nova Blackhawk, que fica no topo da gama. Ela agrega estilo e personalidade, com elementos mais esportivos. O interior tem bordado da versão nos bancos e acabamento especial no painel, com tratamento em suede preto e filme escurecido. A versão também dispõe com exclusividade da cor cinza Sting Gray para a carroceria. No lado de fora, há rodas escurecidas e saídas duplas de escapamento. Assistências nível 2 A Blackhawk e outras da gama estão equipada com assistente ativo de direção, que combina o uso do Lane Centering e do ACC (Piloto automático adaptativo). Essa combinação permite que o carro faça curvas de forma autônoma em vias sinalizadas enquanto mantém a velocidade pré-definida. Esse é outro destaque do novo Commander, que sobe o nível em relação ao que já existia. Além desse sistema, há centralizador de faixa, piloto automático adaptativo com Stop&Go, farol alto automático, aviso de mudança de faixas, aviso de colisão frontal com frenagem de emergência capaz de detectar pedestres e ciclistas, alerta de tráfego cruzado traseiro e reconhecimento de placas de trânsito. Motores 1.3 Turbo e 2.0 Diesel seguem na linha Além do novo motor Hurricane, a Jeep mantém a oferta do motor 1.3 turbo T270, de 185 cv de potência com tração 4×2, e o motor 2.0 diesel TD380, de 170 CV de potência com tração 4×4. Confira a gama de versões e os preços em abril de 2024: Commander Longitude 5 lugares Turbo Flex AT6: R$ 217.290,00 Commander Limited 7 lugares Turbo Flex AT6: R$ 240.990,00 Commander Overland 7 lugares Turbo Flex AT6: R$ 262.990,00 Commander Overland 7 lugares Turbo Diesel 4×4 AT9: R$ 298.290,00 Commander Overland 7 lugares 2.0T Gasolina 4×4 AT9: R$ 308.290,00 Commander Blackhawk 7 lugares 2.0T Gasolina 4×4 AT9: R$ 321.290,00   Informações e imagens: assessoria Jeep

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GLI: um sedã esportivo. E de nicho?

Na linha da Volkswagen, sedã médio virou carro de nicho. O Jetta só é vendido na versão esportiva GLI, ao preço de R$ 245.390,00 em abril de 2024. Espaço interno, performance, conforto, tecnologia e segurança estão alidas ao DNA equivalente a um Golf GTI. Desde o lançamento, o Jetta já contava com controle de cruzeiro adaptativo e frenagem autônoma de emergência. Desde a linha 2023, o modelo recebeu mais assistentes ao condutor: – Assistente Ativo de Mudança de Faixa (Lane Assist): monitora a faixa em que o veículo se encontra e corrige o volante automaticamente, caso o motorista tenha uma distração e comece a invadir a outra pista. – Assistente de Condução Ativo (Travel Assist): mantem o veículo centralizado na faixa de rodagem. Permite também configurar a velocidade do GLI e a distância em relação ao carro da frente. O carro emite alertas sonoros e, no caso de falta de resposta do condutor, começa a reduzir a velocidade até sua parada total, quando acende o pisca-alerta. – Assistente Traseiro de Saída: em manobras em marcha ré, como ao sair de uma vaga perpendicular, o sistema detecta outros veículos cruzando a traseira e emite alertas ao condutor. – Detector de Ponto Cego (Blind Spot Monitoring): já presente no Taos, os sensores em todo o perímetro do carro detectam veículos, motocicletas e/ou bicicletas no ponto cego do espelho retrovisor. – Detector de Pedestres com Frenagem Autônoma: o radar frontal fica constantemente monitorando a via e também é capaz de detectar pedestres que estejam na rota do GLI, acionando a Frenagem Autônoma de Emergência. Um sedã único no segmento Embaixo do capô, o motor 350 TSI, gera 231 cv e 35,7 kgfm de torque. A transmissão DSG automática de dupla embreagem tem sete marchas. Na linha 2023, trouxe um escalonamento melhor das marchas, graças à sétima velocidade. Assim, o giro fica mais baixo em velocidades de cruzeiro. O sedã atinge os 100 km/h em apenas 6,7 segundos e alcança velocidade máxima de 249 km/h. Para uso na pista ou nas ruas, basta navegar entre os diferentes modos de condução (Eco, Comfort, Sport e Individual), para ajuste da direção elétrica, conjunto mecânico, ACC e climatização. No interior, destaque no acabamento do painel. Os bancos têm ajuste elétrico e memória para o motorista. Teto-solar panorâmico é de série. A mídia VW Play de 10,1 polegadas tem controle de todas as funções e faz espelhamento de Apple Carplay e Android Auto sem fio. Há também um HD interno de 10 GB e opção de download de aplicativos nativos da VW Play Apps, além de modo vallet, entre outras funções. O GLI segue com a oferta de cinco cores: Cinza Puro, Branco Puro, Preto Mystic, Vermelho Kings e Azul Rising. Em sua edição para 2023, o sedã mais completo do segmento tem versão única, sem opcionais.   Informações e imagens: assessoria VW  

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Compass hurricane: o mais rápido

A linha 2025 do Jeep Compass chegou com duas versões novas, mais uma única opção com o motor 2.0 a diesel e um novo motor além do 1.3 turbo. O Hurricane 2.0 turbo de 272 cv tem números dignos de carros esportivos. O novo powertrain chega acompanhado de um câmbio automático de nove velocidades e da Tração 4×4 para máxima eficiência de combustível e engates instantâneos quando a performance 4×4 é necessária. Além disso, foram realizados ajustes de suspensão especialmente para essa motorização, para garantir um desempenho incomparável e a máxima capacidade em qualquer tipo de situação fora de estrada. Outra novidade de peso é que a linha 2025 do SUV médio da Jeep passa a oferecer assistências ao condutor ADAS nível 2 com a adição do ADA, assistente ativo de direção. É a combinação do uso do Lane Centering e do ACC. Essa combinação permite que o carro faça curvas de forma autônoma em vias sinalizadas enquanto mantém a velocidade pré-definida. Além dessa novidade, desenvolvida localmente pelas equipes de engenharia, todos os demais recursos ADAS que já eram oferecidos aos clientes foram recalibrados, considerando sempre as condições de rodagem nas ruas e estradas brasileiras. Além desses sistemas, há sistema de áudio Premium Beats, plataforma de serviços conectados Adventure Intelligence Plus com Alexa in-vehicle, porta-malas automático com sensor de presença e bancos elétricos para motorista e passageiro, entre muitos outros. O desenho externo foi preservado mas a grade dianteira é nova. Há também novas rodas com desenhos exclusivos com opções de 18 e 19 polegadas. As novas versões seguem o estilo “painted lowers”, a pintura das partes plásticas da carroceria que já fazia sucesso no Série S. O pacote de mudanças passa também pela gama, que ganha uma nova composição para atender a demanda do mercado. O motor diesel ainda está na linha mas agora restrito a uma única versão: Limited. A nova Blackhawk fica no topo da gama e corresponde à máxima representatividade da performance e esportividade Jeep. O mais rápido O motor Hurricane 2.0 turbo torna o Compass o mais rápido da categoria. São 272 CV de potência e 400 Nm (40,1 kgfm) de torque gerados pelo propulsor 2 litros de quatro cilindros em linha a gasolina, que permite ao modelo acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 6,3 segundos e a velocidade máxima é 228 km/h. O motor Hurricane é todo feito de alumínio e conta com injeção direta e duplo comando variável de válvulas, além de turbocompressor twin-scroll de baixa inércia, válvula de alívio eletrônica e recirculação refrigerada dos gases de escapamento. Para lidar com toda a força desse motor, o sistema de transmissão é automática de nove marchas, com possibilidade de trocas manuais pelo volante ou alavanca. Atrelado ao motor Hurricane está também o sistema de Tração 4×4 Jeep Active Drive Low, que apresenta o eixo traseiro e a unidade de transferência de força (PTU) totalmente desconectáveis. Isso permite um alívio na transmissão quando a tração nas quatro rodas não é necessária, gerando economia de combustível – quando a tração 4×4 se faz necessária, ela é acionada instantaneamente. O sistema de tração conta, ainda, com um seletor de terrenos. Auto/Standard – detecta automaticamente a necessidade de acionamento da tração 4×4. Snow – para utilização em terrenos de baixa aderência, como por exemplo grama molhada. Sand/Mud – apresenta calibração do acelerador otimizada para a performance em areia e lama. Ele Permite trocas de marchas em rotações mais altas e 4×4 full time. A suspensão independente nas quatro rodas está preservada. Ela faz com que as rodas operem de forma independente, proporcionando maior estabilidade. Sua principal vantagem é o fato de permitir grande controle das forças que atuam nas rodas. ADAS nível 2 Poder fazer curvas e manter a velocidade programada coloca o Compass no nível 2 de autonomia. Todo restante do sistema ADAS foi recalibrado e isso foi desenvolvido pensando na melhor utilização para as vias brasileiras. Veja os sistemas: ADA – Assistente ativo de direção – ADAS L2 É a combinação do uso do Lane Centering e do ACC. Essa combinação permite que o carro faça curvas de forma autônoma em vias sinalizadas enquanto mantém a velocidade pré-definida. Lane Centering – Centralizador de faixa Esse é um avançado recurso que mantém o carro centralizado entre as faixas em uma estrada, monitorando outros veículos em faixas adjacentes através dos sensores do veículo. ACC – Piloto automático adaptativo com Stop&Go Escolha uma velocidade e uma distância constante que você deseja manter de outros veículos e deixe a tecnologia do seu Jeep acelerar ou diminuir a velocidade. Em caso de paradas totais até 2s, o sistema volta automaticamente. AHB – Comutação automática dos faróis: por meio de uma câmera frontal identifica quando outros veículos se aproximam em sua direção, e regula a intensidade do farol de forma automática. Um auxílio muito bem-vindo especialmente para condução na estrada. Funciona também para casos em que identifica outro motorista à frente, para não ofuscar o retrovisor deste. DDT – Detector de fadiga do motorista: tecnologia que analisa o comportamento do condutor em viagens longas. Se detectar sinais de fadiga ou queda de atenção, ativa alertas e uma mensagem no painel, sugerindo que o motorista faça uma pausa. LDW – Aviso de mudança de faixas: uma câmera no para-brisa ajuda a monitorar marcações na pista, e em caso de um desvio, o sistema emite alertas no painel e começa a corrigir a direção gradualmente, a fim de manter o veículo na faixa. FCW + PEB – Aviso de colisão frontal com frenagem de emergência com detecção de pedestres e ciclistas: sistema que identifica obstáculos na via (por meio de sensores de detecção de pedestres, ciclistas e motociclistas) para evitar acidentes. e fornece alertas no painel e no volante. Caso o condutor não apresente reação, ele aciona os freios automaticamente. TSR – Reconhecimento de placas de trânsito: sistema capaz de reconhecer placas de trânsito, como as de velocidade permitida, e emite alertas visual e sonoro caso o condutor esteja dirigindo acima

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RAV4 de ligar na tomada

Um Toyota para ligar na tomada. A nova versão XSE Plug-in Hybrid chega acima da SX Connect Hybrid com mais sofisticação e a possibilidade de carregamento das baterias sem depender unicamente do motor a combustão. Essa possibilidade dá autonomia de 55 km no modo totalmente elétrico e potência combinada de 306 cv ao RAV4. Outras novidades da versão XSE Plug-in Hybrid são o cluster com tela TFT de 12,3 polegadas, a nova multimídia com tela de 10,5 polegadas e um head-up display com informações sobre trajeto, velocidade e piloto automático. Motorização eficiente O RAV4 tem dez milhões de unidades comercializadas no mundo. Ele já era híbrido. Agora a marca afirma que a versão híbrida plug-in redefine os padrões. Ele une um motor a combustão de 2.5 litros, com 185 cv e 223 Nm, a dois motores elétricos. O dianteiro de 182 cv e 270 Nm, e o traseiro de 54 cv e 121 Nm. Este conjunto entrega uma potência combinada de 306 cv. Aliado à transmissão CVT, leva o RAV4 de 0 a 100 km/h em apenas seis segundos. Por se tratar de um híbrido plug-in, ele pode rodar em modo totalmente elétrico. Nessa condição, a autonomia é de 55 km. O que representa o percurso urbano diário. Com um carregador em casa, por exemplo, o motorista vai ao trabalho e volta sem gastar combustível. Quando o motor a combustão é acionado, a Toyota afirma que a média estimada de consumo chega a 35 km/l em ambientes urbanos. Mas para isso, é preciso que a bateria também seja carregada em casa. Em rodovias, o consumo pode alcançar 30 km/l. O RAV4 possui quatro modos de operação diferentes para seu sistema híbrido plug-in: Normal, ECO, EV (elétrico) e Sport. O crossover vem equipado com um carregador portátil convencional 2,3Kw e um wallbox de 7,4Kw, que permite a recarga das baterias em 2,5 horas. Multimídia e conveniência O modelo apresenta novidades em relação à versão SX Connect Hybrid. A linha 2024 chega com tela de alta resolução de 10,5 polegadas, com conexão para smartphones, por meio do espelhamento com Android Auto ou Apple CarPlay. Câmera de ré tem linha guia dinâmica. O computador de bordo tem tela TFT colorida de 12,3 polegadas, que facilita a visualização do condutor. O Head-up display é colorido e apresenta informações de velocidade, reconhecimento de placa, informação central multimídia. O conforto é garantido com ar-condicionado digital de duas zonas e abertura e fechamento da tampa do porta-malas pela chave do veículo. O RAV4 nesta versão híbrida plug-in ainda oferece espelhos retrovisores externos autorretrateis com ajustes elétricos, indicador de direção e desembaçador. Assistências O RAV4 possui assistência de permanência de faixa e alerta de oscilação, projetado para monitorar as marcações da estrada e ajustar automaticamente a direção na pista. Além disso, o sistema traz câmera de reconhecimento frontal, radar e sensor de monitoramento de ponto cego e assistência de farol alto automático. O Toyota Safety Sense mantém o sistema de pré-colisão frontal, que também detecta pedestres e ciclistas, com frenagem automática de emergência. O controle de cruzeiro adaptativo foi melhorado e pode ser ajustado em todas as velocidades, com reconhecimento de placas de trânsito e redução de velocidade em curvas. A lista de segurança do veículo inclui ainda sete airbags: dois frontais, dois laterais, dois de cortina e um de joelho, para o motorista. Também estão presentes controle de estabilidade, assistente de partida em rampa e dois pontos de ancoragem Isofix. O crossover chega ao mercado em cinco opções de cores: Branco Lunar, Prata Metálico, Cinza, Azul Topázio e Vermelho Emoção. O teto do RAV4 Plug-in Hybrid sempre é na cor preta. Em abril de 2024, o preço é de R$ 400 mil, cerca de R$ 50 mil a mais em relação a versão SX Híbrida.   Informações e imagens: assessoria Toyota

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Kia Bongo tem mesmo preço na linha 2025

A Kia Brasil iniciou a venda do Bongo K2500 4×4, ano modelo 24/25, com preços mantidos de R$ 174.990,00 para a versão sem ar-condicionado e de R$ 181.990,00 para a versão com ar-condicionado. O utilitário tem faróis de neblina com lâmpadas halógenas e para-brisa degradê de série. O principal atributo do Bongo 4×4 é o motor 2.5 litros, 4 cilindros em linha, 16 válvulas, turbo diesel intercooler, com injeção eletrônica Common Rail (Bosch), que entrega potência de 130,5 cv a 3.800 rpm e toque de 26 kgf/m a 1.250 rpm. Seja para a cidade ou para o campo, o Bongo 4×4 foi desenvolvido para atender quem precisa transportar cargas e mercadorias em baú, carroceria metálica ou de madeira, com capacidade de carga de 1.811 kg no chassi. O comercial leve da Kia oferece tração integral 4×4, com reduzida, sistema de controle de estabilidade (ESC), alerta de frenagem de emergência (ESS), cintos de segurança de três pontos para o motorista e dois passageiros para empresas que precisam de veículos com essas características para o transporte de cargas.  Nas grandes cidades, o Bongo K2500 é um Veículo Urbano de Carga, o que permite livre circulação onde os caminhões pesados são proibidos de transitar. O motorista pode conduzi-lo com carteira de habitação categoria B, a mesma dos veículos de passeio. Já no campo, o Bongo com tração 4×4 é capaz de enfrentar condições mais rigorosas de rodagem, onde prevalecem estradas de terra, em regiões de produção agrícola. O Kia Bongo 4×4 conta ainda com computador de bordo com indicação do nível de ureia e controle no volante, bancos revestidos com tecido sintético, luzes de condução diurna e chave com controle de abertura remota das portas, além de garantia de 3 anos ou 100 mil km. Informações e imagens: assessoria Kia

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