porto alegre

Grupo DRSUL trás marca GAC ao RS

O Grupo DRSUL inaugura, no dia 4 de junho, às 19h, a primeira concessionária da montadora chinesa GAC no Rio Grande do Sul. A unidade funcionará na Rua Edu Chaves, 363, em Porto Alegre, e marca a 37ª loja do grupo no Brasil. A chegada da GAC ao estado ocorre por meio da gestão do Grupo DRSUL, braço automotivo do Grupo Ferrosul, e integra a estratégia de ampliação da rede de distribuição de veículos. A escolha de Porto Alegre se deu pelo peso da capital como principal mercado automotivo gaúcho e sede de outras operações do grupo. Durante a inauguração, serão apresentados os modelos Aion Y, Aion V, Aion ES, GS4 e o Hyptec HT, SUV 100% elétrico com oito radares e porta traseira com abertura tipo “asas de gaivota”. A GAC é uma das maiores fabricantes da China e produz veículos também para Toyota e Honda no país asiático. Seu portfólio inclui modelos elétricos, híbridos e a combustão. A empresa projeta investimentos de US$ 1 bilhão no Brasil. Segundo Rafael Santarem, diretor do Grupo DRSUL, a expectativa é comercializar cerca de 100 veículos por mês em 2025, com meta de crescimento de 50% no ano. A concessionária terá 1.500 m² e oferecerá serviços de vendas, pós-venda e estoque de peças. Informações: Karen Cunha/Assessoria de Imprensa Foto: Divulgação

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Auto Clássico Clube completa oito anos

O Auto Clássico Clube, clube de carros antigos de Porto Alegre, está completando oito anos. Nesse sábado, dia 07 de dezembro, aconteceu uma das ações de final de ano, no Boulevard Laçador, na capital gaúcha. “A gente nunca teve a intensão de criar um clube. Foi se criando espontaneamente. E o encontro foi tomando esse formato, que hoje está fazendo oito anos”, conta Marco Escada, fotógrafo automotivo e um dos fundadores do Auto Clássico Clube. O clube faz encontros mensais às quintas-feiras no Boulevard Assis Brasil. Qualquer carro abaixo de 1999 pode participar, independente do modelo ou da versão. “O Auto Clássico não restringe nenhum tipo de carro. Tu podes vir com o carro que for, vai participar”, garante Robinho Xavier, um dos membros mais antigos do grupo. “A gente não é rigoroso. Até mesmo alguns Marea dois mil e poucos, alguns carros, aí, passando um pouco dos 2000, já são aceitos também porque já são novos clássicos, né”, completa Marco Escada. No evento de sábado, o encontro foi eclético, exatamente como são os eventos do Auto Clássico. Um Chevrolet dos anos 1950 estava ao lado de um Corsa Wind anos 90. Outra presença confirmada são os Volkswagen quadrados. Tinha Gol Star, Gol GTS, Voyage e um Passat. Ao lado deles, Fuscas dos anos 1970 e 1990. A era dourada dos carros brasileiros estava presente com um Ford Galaxie, um Dodge Dart coupé e um Dart sedã. Este, aliás, ainda da primeira safra de produção, com a grade mais antiga. No meio deles, vários modelos dos anos 1990, como Ford Escort e Fiat Uno. O encontro do Auto Clássico conseguiu um feito raro nos dias de hoje: colocar frente à frente um Uno Mille EP 1995/1996 com um Uno Turbo, também 1995/1996. Os dois originais e com suas características totalmente preservadas. Para ficar por dentro dos encontros do Auto Clássico Clube, siga o perfil no Instagram @autoclassicoclube. Veja o vídeo do encontro no nosso canal:   reportagem e imagens: Guilherme Rockett

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Concessionária Audi Porto Alegre reabre após quatro meses

Após quatro meses, a concessionária Audi Porto Alegre, do grupo Top Car, reabriu as portas no endereço da avenida Ceará. A unidade havia sido fechada em 4 de maio por conta da enchente que atingiu a capital gaúcha em 2024. A loja da Audi ficou pouco mais de um mês sem operação. Só no dia dez de junho foi possível reabrir de forma provisória, no endereço antigo, da avenida Sertório. De lá, pra cá, o showroom novo passou por limpeza e reforma. Agora, o espaço com uma das maiores vitrines Audi do Brasil, volta a receber clientes. Ricardo Cezimbra, gerente de pós-venda, destacou o sentimento de “voltar para casa” com a reabertura da loja. Diretores locais trabalharam em conjunto com o Grupo Sogitz, que mantém a operação, além de receber suporte da Audi. “Pra nossa alegria, hoje a gente está com essa reabertura”, afirma. O espaço ainda não está finalizado mas deve voltar a ser dentro do padrão mundial das concessionárias Audi como antes. A expectativa do grupo Top Car é chegar até o fim do ano com 295 carros vendidos ao longo de 2024. A meta havia sido estipulada no começo do ano junto com a marca. Hoje, o modelo Q5 predomina dentro do showroom, tanto na configuração SUV quanto na Sportback, com desenho de caimento mais suave na traseira. Destaque para as versões S-Line, que acrescentam personalidade aos carros. Além da venda de veículos, a loja vai inaugurar um serviço de estética automotiva, incluindo higienização, polimento e aplicação de películas protetoras (PPF), operados por um parceiro terceirizado. A estética vai operar dentro do showroom, em um espaço reservado.   Leilão para os que molharam Nenhum dos carros que foram atingidos pela enchente será revendido. O grupo Top Car teve 55 veículos pegos pela água em Porto Alegre. Todos eles foram encaminhados para leilão e já foram vendidos com a informação de que se tratavam de veículos de enchente.   Reportagem: Guilherme Rockett Fotos: G. Rockett e Top Car

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Uma Rampage e 1,2 mil km para fazer doação ao RS

O canal Opinião Sincera trouxe doações de São Paulo para Rio Grande do Sul na caçamba de uma Rampage R/T. A ação mobilizou montadoras, funcionários e o Gustavo Dias, integrante do canal no YouTube, que dirigiu a picape carregada da capital paulista até Porto Alegre. A ideia de trazer donativos nos carros da frota de teste das fábricas surgiu em uma conversa com o Jorge Augusto, do canal Compre Car TV. “Ele teve essa ideia, de poder trazer os donativos com carros e fazer testes com esses carros já carregados. Lá com o Jorge Augusto quem se mobilizou foi a Volkswagen para emprestar a Amarok e conosco quem se mobilizou foi a Stellantis, pra emprestar a Rampage”, conta Gustavo. Ele viajou até São Paulo no final do mês de maio e recebeu a picape e as primeiras doações dos funcionários da Stellantis, empresa que reúne as marcas Fiat, Abarth, Jeep, Ram, Citroën e Peugeot no Brasil. Depois, a primeira parada foi na Honda, no bairro Morumbi, para receber mais donativos arrecadados pelos funcionários da empresa. Antes de pegar estrada, o Gustavo ainda esteve com a oficina e loja Garage 665. Na tarde de sexta-feira, o Gustavo pegou estrada rumo ao Rio Grande do Sul. Eram tantas doações que veio mochila até nos pés do banco do passageiro. A Rampage vermelha emprestada pela Stellantis é a versão R/T, topo de gama, equipada com o motor Hurricane 2.0 turbo e o câmbio de nove marchas. Os 272 cv de potência deram conta suficiente para ultrapassagens e os trechos de serra entre São Paulo e Curitiba. “O carro, ele se comportou muito bem. Ela é uma picape que não parece uma picape, parece um SUV”, conta Gustavo. “É muito boa pra fazer ultrapassagens porque ela não sente. A carga que estava nela, ela não sente porque tem muita potência realmente. O consumo é um pouco alto até, por causa da serra ali em São Paulo. Termina que o consumo no final da viagem foi de 9,6 km/L.” A viagem até Curitiba levou seis horas. O Gustavo passou a noite na capital paranaense e no sábado seguinte pegou estrada para Porto Alegre. Mas logo no trecho de descida de serra, na divisa do Paraná com Santa Catarina, um acidente fez com que ele ficasse três horas parado no trânsito. Isso fez o retorno durar doze horas de percurso ao total. Ainda assim, com a tranquilidade da Rampage para percorrer os 1,2 mil km. As doações O canal Opinião Sincera está mobilizado desde que os resgates de pessoas ainda aconteciam em Porto Alegre, quando a água do Guaíba superava os cinco metros. Vale lembrar que o transbordamento do lago acontece aos 3,6 m segundo o padrão mais recente. Desde então, Gustavo Dias e Felipe Hill receberam da Chevrolet uma Trailblazer para transportar doações na paróquia Santa Ana, na zona leste de Porto Alegre. O SUV raiz ajuda na arrecadação e também para levar donativos até as regiões afetadas. A última ação reforçou esse trabalho. “Eu trouxe basicamente roupas, calçados, brinquedos e livros para as crianças”, reforça Gustavo. “E essas doações são entregues para pessoas que necessitam. Então as pessoas são selecionadas. No começo as pessoas apareciam na paróquia e levaram as coisas. Agora a gente está começando a selecionar mais as famílias, as pessoas que precisam, e a gente leva até essas pessoas.” A paróquia Santa Ana fica na rua Emílio Otto, 98, bairro Morro Santana, em Porto Alegre.   Imagens: arquivo pessoal Reportagem: Guilherme Rockett

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Jipes e barcos: comuns nas ruas de Porto Alegre

Jipes e barcos tomaram conta das ruas de Porto Alegre em meio à enchente. Carros preparados para trilha pesada e barcos em reboques, incomuns em dias normais, surgem a todo o momento nas ruas e avenidas da capital gaúcha. O maior ponto de concentração é no viaduto José Eduardo Utzig, que dá acesso a rua Souza Reis, no complexo viário conhecido como Terceira Perimetral. A rampa de descida do viaduto termina no meio da água. De lá, partem barcos e Jet Ski’s das forças de segurança e voluntários para os resgates nos bairros da zona norte da cidade, inundados pela cheia no Guaíba. A rua tem aproximadamente um quilômetro de extensão até o aeroporto Salgado Filho e está totalmente inundada. Não há como carros circularem. Apenas embarcações. A todo o momento, chegam picapes com barcos no reboque e os colocam e tiram da água. Até chegarem lá, esses barcos circulam por outras avenidas principais de Porto Alegre e já se tornaram comuns nas ruas. Imagine você estar parado no sinal no seu Kwid e encostar ao lado uma Ranger rebocando uma embarcação. Quando o nível do Guaíba ainda não havia superado os 5m, o último veículo que cruzou a rua Souza Reis foi um General Humvee M998, que pertenceu ao exército americano. O veículo hoje é particular e o proprietário ajuda nas ações de resgate. Perto dali, na avenida Cairu foi uma Ford F75 azul que encarou a água para fazer resgates no bairro São Geraldo. Pela mesma avenida, um Troller T4 também circulou no meio da água. É o jipe que aparece na foto do início dessa reportagem. São esses carros que auxiliam no envio de suprimentos, água e ainda ajudam no transporte de voluntários para os pontos de resgate. Texto e fotos: Guilherme Rockett

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Cinco estados em um HB20 1.0 aspirado

Uma viagem de Porto Alegre ao Rio de Janeiro no hatch da Hyundai   Levamos um Hyundai HB20 ano 2021, com motor 1.0 aspirado para uma viagem de 3,5 mil km. Cruzamos cinco estados em um percurso de ida e volta e a gente conta como foi. Partimos da capital gaúcha no dia 13 de março de 2023 pela manhã, por volta das 9h, com a meta de chegar em Curitiba para o pernoite. O trecho gaúcho foi tranquilo, rodando pela BR-290, a Freeway, e depois na BR-101. As estradas têm boas condições e mantêm limites entre cem e 110 km/h, exceto na região do litoral gaúcho em que há trechos com limites mais baixos. Em Santa Catarina, o limite passa para 110 km/h e a viagem fica bem mais tranquila. O HB20 é um carro firme no chão e bem ajustado para rodar na estrada. O primeiro abastecimento já veio um pouco antes da capital de Santa Catarina, Florianópolis. Usando gasolina, a média de consumo do carro ficou em 17km/l, usando ar-condicionado ligado. Um número bastante interessante. Seguindo pela BR-101, adiante de Florianópolis, o limite baixa para 100 km/h. O primeiro percalço da viagem aconteceu próximo à Joinville, quando o trecho da BR-376, que dá acesso ao Paraná, havia sido interditado por conta das chuvas. Uma parada para olhar o mapa e resolvemos desviar o percurso por São Bento do Sul para acessar a BR-116 e entrar em Curitiba pelo outro lado. Da BR-101 para São Bento do Sul há um trecho de serra que pegamos com muita chuva e uma fila enorme de veículos, fazendo o mesmo percurso. Subindo em primeira ou segunda marcha com ar-condicionado ligado, o consumo caiu para uma média de 12 km com litro. Cruzando trechos urbanos em estradas de pista simples e chegamos em Curitiba por volta das 9h da noite, já com uma hora de atraso em relação ao previsto. O caminho para o Rio de Janeiro Na manhã seguinte, partimos em direção ao Rio de Janeiro pela rodovia Régis Bittencourt, a BR-116. O trecho até a cidade de Registro é marcado pela descida da serra e, na nossa viagem, foi acompanhado pela chuva, bastante intensa em alguns momentos. O Hyundai HB20 reforça o ajuste de suspensão que o mantém sempre agarrado no chão e bem firme para fazer curvas. Ainda que o motor 1.0 aspirado exija reduções de marcha para subir aclives, ele é perfeitamente adequado para manter o carro nas velocidades limites das estradas e em nenhum momento a gente fica com receio de acessar uma curva, mesmo entrando um pouco mais forte. O carro continua firme com pista escorregadia. A versão 1.0 Vision já é equipada com os retrovisores elétricos, vidros traseiros elétricos e a central multimídia com Apple CarPlay Android Auto. Isso ajudou para o espelhamento do celular com o mapa do GPS. Usamos outro aparelho preso ao pára-brisa com um aplicativo para a indicação dos radares, o Radarbot, bastante eficiente mesmo quando não há sinal de celular. O trecho da cidade de Registro até Juquiá é marcado por trechos mais retos e com limite de 110 km/h. Bom para uma viagem segura e uma velocidade tranquila. Até aí já estávamos acompanhados pelo sol. Mais próximo de São Paulo, o GPS indicou um caminho alternativo, pois havia bloqueio na chegada da capital paulista no percurso pela BR-116. Desviamos à direita em direção à Peruíbe e ao litoral norte de São Paulo. Cruzamos todas as praias até chegar ao sistema Imigrantes. Iniciamos a subida da serra e a sequência de viadutos com muito trânsito, andando em primeira marcha e permanecendo sem rodar por alguns minutos em vários pontos. A quantidade de carros e caminhões sobre os viadutos chegava assustar. Mas adiante, após subir a serra, acessamos o anel viário de São Paulo para voltar à BR-116, já no trecho da Presidente Dutra. Entretanto, o GPS nos encaminhou para a rodovia Ayrton Senna, com limite de 120 km/h. Praticamente sem movimento, fizemos uma viagem rápida e tranquila até o acesso com a Via Dutra. Nesse trecho, paramos para abastecer mas duas vezes, sempre comédias de 17km/l. Seguimos pela Via Dutra até a divisa de estado com o Rio de Janeiro. Com longas retas e limite de 110 km/h ainda no estado de São Paulo, é mais uma vez possível fazer viagem tranquila, sem parecer lenta. O percurso passa ao lado da Basílica de Aparecida. Depois, após a divisa de estado com o Rio de Janeiro, aos poucos a serra Já aparece a esquerda e começamos a descer. Cruzamos próximo das cidades de Porto Real e Volta Redonda. Depois, a Serra das Araras é o ponto mais perigoso. A descida já foi no início da noite, com caminhões cruzando pela esquerda, bem acima do limite de 40 km/h nas curvas muito fechadas. É o trecho de maior atenção. Para frente, voltam limites altos, de 100 ou 110 km/h, superior até ao que a gente considerava seguro. Até que entramos no Rio de Janeiro pela Avenida Brasil.   O retorno para Porto Alegre Dois Dias depois iniciamos o retorno. Dessa vez, a saída do centro da cidade foi pela Linha Vermelha, em direção a zona norte da capital fluminense. Andando no elevado, o limite de velocidade ainda é alto e há policiamento. Mais adiante, acessamos de volta a BR 116 no sentido contrário. A subida da Serra das Araras tem curvas menos acentuadas do que a descida, já que as duas pistas se separam no trecho. Ainda assim, é um percurso que exige marchas reduzidas e atenção o limite de velocidade. Se o carro tem pouca potência, é melhor deixar veículos mais rápidos ultrapassarem. Mas adiante, voltam os limites de 110 km/h, mesmo nos trechos com muitas curvas ainda no estado do Rio de Janeiro, em que o motorista às vezes nem se sente tão encorajado a rodar com essas médias de velocidade. O percurso até São Paulo levou aproximadamente 6h, com paradas para reabastecer, mantendo as médias de consumo de 17

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