Guilherme rockett

Spin: quase uma nova geração

Se a gente olhar de fora, não dá para dizer que se trata de uma nova geração. Mas quando a gente olha por dentro, o banho de loja foi grande. A nova Chevrolet Spin preservou a estamparia lateral mas ganhou muito em tecnologia e refinamento e se despediu daquele acabamento que lembrava muito o Onix de primeira geração. Antes de seguir com o texto, uma ressalva. Aqui na Plataforma Eu Dirijo, vamos tratar Spin como “a Spin”. Isso porque nós entendemos a Spin como uma minivan, tal como a Zafira que a antecedeu. A marca afirma que o modelo é um crossover. O que pra nós é outro tipo de carro. Dito isso, vamos ao que interessa. A dianteira é o que mais chama atenção. O capô está mais alto e com vincos. Faróis são em led com a barra da grade integrada. Eles melhoram em três vezes a iluminação comparado com os anteriores. Na lateral, molduras pretas contornam para-lamas e a parte inferior, exatamente na ideia de dar um ar mais aventureiro. A traseira tem lanternas com elementos em led, maiores que na Spin anterior. A Spin antiga era mais baixa e raspava a frente com frequência. Essas mudanças melhoraram a transposição de obstáculos, como lombadas, valetas e rampas de garagem. O ângulo de ataque foi de 15,5 graus para 16,6 graus, e o de saída, de 22,9 graus para 24,4 graus. A altura subiu 1,6 cm. Interior de outra geração O espaço está garantido. São até sete lugares ou 756 litros de volume no bagageiro. As melhorias no interior aumentaram a percepção de conforto para todos os ocupantes. O modelo ganha opção de ar-condicionado digital e de saída de ar dedicada para a segunda fileira de assentos. O volante é o adotado na linha Onix atual, com base reta. Finalmente, o desenho de três raios que surgiu no Camaro e foi usado em toda a linha desapareceu. Já foi tarde. Materiais são mais requintados, suaves ao toque. Há novos nichos, como um apoio para smartphones e um segundo porta-luvas emborrachado. O espaço aumentou 50% para porta-objetos. O cluster tem tela digital de oito polegadas, que agora está integrada com a mídia de onze polegadas. É o estilo adotado na Montana e que deve seguir para toda alinha, chamado Virtual Cockpit System. O motorista pode escolher entre seis tipos de layouts, desde um visual minimalista até um mais completo, com a tensão da bateria ou o percentual da vida útil do óleo, por exemplo. A mídia tem Wi-Fi nativo e entradas USB dos tipos A e C, além de projeção para Android Auto e Apple Car Play sem fio. Sete lugares: o diferencial A configuração de sete lugares tem terceira fileira de bancos fixada à carroceria e que pode ser rebatida. A opção pela configuração fixa, em vez da removível pelo usuário, melhora a segurança e reduz de ruídos. Na geração anterior, essas peças móveis geravam grilos. Motor 1.8: a mágica da GM Quando a Spin 2020 chegou, o motor 1.8 SPE família 1 foi aprefeiçoado e ficou muito econômico. Agora a GM afirma que o propulsor foi novamente aperfeiçoado e ficou onze por cento mais eficiente. Acelerações e retomadas também ganharam mais agilidade. São 111 cavalos de potência e 17,7 kgfm de torque. O novo módulo de gerenciamento eletrônico tem o dobro da capacidade de processamento e é o mesmo utilizado pelo Tracker. Ele que deu vigor extra para a nova Spin. Nas configurações que dispensam o pedal da embreagem, o 0-100 km e o 80-120 km/h ficaram quase um segundo mais rápidos, considerando gasolina no tanque. Agora a aceleração máxima é feita em 11,8s (g) e 11,0s (e), enquanto a retomada é feita em 9,8s (g) e 9,3s (e), respectivamente. De acordo com o Inmetro, a Spin é capaz de percorrer 13,4 km/l na estrada e 10,5 km/l na cidade (com gasolina). Se usar apenas etanol, as médias são de 9,3 km/l e 7,4 km/l. Números bons para um veículo de 4,42 m de comprimento, 1,2 tonelada e mais de 500 kg de capacidade de carga. A nova Spin estreia em três versões de acabamento: LT, LTZ e Premier. São duas caixas de transmissão, manual ou automática, ambas com seis marchas.   Informações e imagens: assessoria GM  

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Frota elétrica na prefeitura

A prefeitura de Criciúma, em Santa Catarina, comprou cem unidades do Jac E-JS1, o hatch compacto elétrico da marca. A aquisição faz parte de um projeto do município, que integra o programa Criciúma Sustentável, e ainda inclui uso de lâmpadas tipo LED na iluminação pública e a apresentação da Fazenda Solar Nikola Tesla. Os Jac vão substituir 110 carros a combustão da frota da Prefeitura. O município recebeu 75 carregadores, que serão instalados em prédios públicos em diversas regiões da cidade. Segundo o secretário municipal de Governança, Tiago Pavan, este é um projeto ambicioso e inédito para o futuro de Criciúma. “A iniciativa coloca o município no caminho para se tornar uma cidade inteligente. Quando falamos em cidades inteligentes, não nos referimos somente aquelas que usam alta tecnologia. Mas, também, que se preocupam com a sustentabilidade, diversificação da economia e com as pessoas”, destacou. Nicolas Habib, presidente do Grupo SHC e da JAC Motors Brasil, ressaltou a realização de estudos técnicos e pesquisas. “A filosofia trazida pelas novas políticas de ESG não pode ser adotada somente por empresas, mas também, e principalmente, por autoridades públicas, que são diretamente responsáveis pela geração de ações de sustentabilidade”. O executivo afirma que a adoção dos cem veículos elétricos vai gerar uma economia anual de cerca de R$ 750 mil anuais com combustível. “E vai deixar de emitir cerca de 240 toneladas de CO2, o que melhora a saúde da população local”, reforça Habib.   Informações e imagens: assessoria Jac

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Arena Dream Car é o novo autódromo de SP

A Arena Dream Car foi inaugurada nesse final de semana , dias 13 e 14 de abril de 2024, em São Roque, SP. É a nova atração do Dream Car, complexo gastronômico, cultural e de lazer já composto por museu com 151 veículos antigos, shopping a céu aberto com 23 lojas e parque de diversões temático. “Há muitas pistas de kart no Brasil, mas só a Arena Dream Car oferece uma completa infraestrutura de lazer para as famílias acompanharem os pilotos com muito conforto”, conta o responsável pelo kartódromo, Eduardo Gliorio Gozzano. O público lotou o complexo já no sábado, primeiro dia de visitação. Na abertura, vinte e um modelos Ferrari participaram de um desfile pela pista e aceleraram forte em um dos trechos. Pela manhã, também foi feita uma homenagem ao ex-piloto Wilsinho Fittipaldi, falecido em 23 de fevereiro passado, aos 80 anos. O piloto Lucca Pagotto utilizou, como carro madrinha da prova inaugural de kart, um monoposto da Fórmula Vee, categoria na qual Wilsinho começou no automobilismo. No domingo teve kart, drift de carros, aeromodelismo, microcarros e motos pré-guerra do grupo Pé na Tábua. Dois encontros de clubes reuniram 21 Porsches e dezenas de Dodge. Pilotos aprovam a infraestrutura Não apenas os fãs, mas também os especialistas aprovaram a Arena Dream Car, a exemplo da piloto e jornalista automotiva Suzane Carvalho. “Fiquei maravilhada com o complexo, um lugar muito agradável e cercado pela natureza. Enquanto você espera a sua bateria de kart, moto ou drift de carro, é possível passear no shopping e no museu. Gostei muito de andar no circuito e também da segurança dos karts de aluguel”. O também piloto e jornalista automotivo Carlos Garcia elogia a estrutura pensada para quem acompanha os praticantes: os familiares, que não necessariamente são fanáticos por esse esporte a motor. “Fiquei impressionado com o traçado da pista, com a qualidade do kart de aluguel e com as opções de compras e de gastronomia.” A infraestrutura conta com 23 boxes, torre de cronometragem, arquibancada coberta com capacidade para mil pessoas, ambulatório, salas de comissários e de imprensa. Outro diferencial é a tecnologia de ponta: além de sistema de cronometragem, há sistema de TV para transmissão das provas ao vivo e armazenamento das imagens.   São 1.030 metros de extensão por sete metros de largura de pista. Para 2024, por meio de parceria com a Federação Paulista de Motociclismo, já estão programadas dez etapas do Super Moto, além de cinco provas de campeonato de drift e dez etapas de kart. Ou seja: pelo menos 25 eventos serão realizados até dezembro próximo. Onde: Estrada do Vinho, 7.901, bairro Canguera, São Roque, São Paulo. Da redação com informações Adair Santos/Assessoria de Imprensa Fotos divulgação: Carolina Loppo e Adair Santos

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Saveiro é melhor que Strada?

A Saveiro é melhor de dirigir, melhor de acelerar e mais confortável que a Strada. Os dois produtos aliás são bem distintos ainda que tão próximos na categoria em que disputam mercado. Experimentamos a Saveiro cabine dupla na versão Extreme, a topo de gama da marca para mostrar os pontos fortes da picape compacta da Volkswagen, último descendente da família Gol ainda em produção no Brasil. Veja nosso vídeo no YouTube: O exterior da Saveiro recebeu mudanças mas não uma nova geração. E a gente nem imagina que isso deva acontecer. A dianteira ganhou pára-choque com mais volume, em um desenho que até lembra o Volkswagen Nivus. Esse desenho melhorou em um centímetro o ângulo de ataque da picape, que está com a frente mais alta. Faróis agora são de parábola simples em todas as versões mas tem a luz de condução diurna incandescente. A versão Trendline tem faróis de neblina entre os opcionais e a versão Extreme tem esse item de série. A Extreme é vendida com cabine dupla. A intermediária Trendline só vem com cabine simples e a de entrada Robust pode vir dupla ou simples. Na versão topo as rodas aro 15 de liga-leve são de série e diamantadas. Na versão intermediária, a roda de liga é opcional e toda preta. A versão Robust tem calotas. Na versão mais cara, a barras terminam com um aerofólio no teto e se prolongam com o santo antônio na caçamba. O espaço para cargas é protegido pela capota marítima em lona e também tem revestimento. As lanternas traseiras são incandescentes. O destaque fica por conta da abertura da tampa do compartimento, com sistema de molas que alivia o peso e faz com que a tampa não despenque. São 580 litros e 605 kg de capacidade de carga. Sensor de estacionamento é de série em todas as versões, até mesmo na mais barata. Interior de Gol Por dentro, o painel de instrumentos é o mesmo com linhas horizontais que foi utilizado nos últimos anos do Gol e do Voyage. O desenho ainda agrada, especialmente pelo cluster bastante tradicional na linha Volkswagen. É o mesmo que surgiu no Fox, com ponteiros para velocímetro, conta-giros, marcador de combustível e de temperatura. Ao centro, a tela monocromática e de baixa resolução mostra informações do computador de bordo, velocímetro e faz configurações do veículo. Um sistema simples mas que funciona. Tanto que as médias do computador de bordo foram equivalentes aos nossos cálculos na bomba do posto. Bancos da versão Extreme são revestidos e material sintético, assim como as portas. Eles têm bom apoio lateral mas o do motorista segue com a regulagem de altura naquela alavanca tradicional Volkswagen que apenas levanta a parte de trás do assento. O espaço traseiro merece uma ressalva. A Saveiro tem apenas duas portas e precisa reclinar os encostos dos bancos dianteiros para dar acesso. Sabemos que em tempos de carros quatro portas, essa solução não é a mais prática. Mas descontando isso, a posição dos ocupantes no banco de trás não é ruim. É no estilo “cadeirinha” e não precisa muito espaço longitudinal para acomodar as pernas porque essas ficam em posição mais vertical. Além disso, com o acento mais alto, o conforto melhora. Dentro da proposta do carro, permite sim levar dois passageiros atrás até mesmo para uma viagem. É lógico que o conforto não será de um sedã. Mas não dá para dizer que é ruim porque não é. Equipamentos Direção hidráulica, ar-condicionado, vidros, travas e espelhos elétricos e ainda o alarme com acionamento naquela chave que surgiu no final dos anos 90 no Golf aqui no Brasil. Tudo isso é de série assim como o sistema de mídia Composition Touch, que aliás tem um som bom. O único pacote opcional na versão Extreme inclui o espelho retrovisor interno fotocrômico e o controle de cruzeiro, que traz mais conforto mesmo em um carro manual. Um dos únicos motores 1.6 ainda à venda O EA 211 foi mantido em todas as versões da Saveiro, ainda que a especulação pensava em um motor 1.0 turbo. Mas quando a gente entende a proposta desse carro, percebe que o propulsor mais tradicional é muito melhor. Ele tem manutenção mais fácil, já é conhecido dos mecânicos e tem fácil acesso para as peças dentro do compartimento. São 106 cavalos de potência quando abastecido com gasolina e 116 com etanol. O toque máximo com esse combustível pode chegar a 16,1 kgfm com etanol. Ele garante a acelerações vigorosas para Saveiro, boas retomadas de velocidade e até mesmo disposição para arrancar em aclives. O torque é bem melhor do que quando a gente compara com a Fiat Strada com motor 1.3 aspirado. E tudo isso acontece com um consumo de combustível equivalente ao da picape da Fiat. Em trânsito pesado são dez quilômetros com litro na cidade e em trânsito leve, ela passa dos 12 km/l. Em rodovia, com velocidade moderada, é possível alcançar 16 km/l ou até mais. A Saveiro mantém a posição de dirigir do Gol e Voyage, com um pouco mais de altura do solo. Olhar para o painel ainda é agradável pra quem gostava de Gol e Parati nos anos 2000. O manuseio do câmbio manual de cinco marchas é preciso e direto. O comportamento dinâmico do carro segue a tradição da picape: bem acertada, dinâmica e aquela dirigibilidade “raiz” da Saveiro que agrada os mais puristas. É exatamente na condução que Saveiro mostra que preserva sua essência. Isso é o ponto alto da picape. O conjunto de suspensão traseira usa molas helicoidais. Lá na Fiat Strada a mola é parabólica e feita para durar a vida toda da picape com muita carga e muito peso. Na Saveiro, o conjunto prioriza o conforto e a dinâmica de dirigibilidade. Essa mola funciona em dois estágios, uma para rodar vazia e o outro para a carga. Nas duas condições a caçamba não fica quicando em pisos irregulares. No fim do percurso, a gente entende que Saveiro e Strada são concorrentes

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Mustang de sétima geração chega ao Brasil

O Ford Mustang GT Performance de sétima geração já está à venda no Brasil. O cupê esportivo mais vendido do mundo há oito anos consecutivos evoluiu no desempenho, na tecnologia e no design. Essa edição é histórica, também, por marcar a comemoração de 60 anos de lançamento do ícone. O Mustang chega oferecido na versão única GT Performance, topo de linha. As linhas modernas unem elementos clássicos do modelo original dos anos 60. Na frente, faróis full-LED e entradas de ar no capô. A traseira, em formato de cunha, exibe novas lanternas de três barras e aerofólio. A silhueta mantém as proporções clássicas de capô longo, traseira curta e teto baixo, com uma nova leitura de design. As linhas da carroceria exibem vincos mais fortes e raios mais curtos, com transições rápidas que destacam sua aerodinâmica aprimorada em tunel de vento. Potência e inovação O Mustang GT Performance é equipado com motor Coyote V8 5.0 de quarta geração, de 488 cv, e transmissão automática de dez velocidades com nova calibração. É o Mustang GT mais potente de todos os tempos. A suspensão adaptativa MagneRide tem quatro opções de ajuste, sistema de detecção automática de buracos e barras estabilizadoras herdadas do Mach 1, que aumentam a rigidez torsional. Os freios são Brembo de alta performance tanto na dianteira como na traseira, com discos maiores e pinças com seis e quatro pistões. As rodas exclusivas de 19 polegadas têm medidas de pneu diferentes: 255/40 R19 na dianteira e 275/40 R19 na traseira. O freio de estacionamento eletrônico Drift Brake, que permite fazer manobras de derrapagem controlada das rodas traseiras. Por dentro, mais modernidade O cockpit totalmente novo foi inspirado em caças a jato. As telas de 12,4” e 13,2” do painel de instrumentos e do multimídia SYNC 4 formam um conjunto único. O pacote inclui também GPS embarcado, Android Auto e Apple CarPlay sem fio, carregador por indução e som B&O de alta qualidade. O volante esportivo deixou o desenho clássico e ganhou base reta, com revestimento em couro e aquecimento. Os bancos parcialmente em couro contam com ajustes elétricos, ventilação e aquecimento. Os itens de segurança incluem monitoramento de ponto cego, assistente de manobras evasivas e sensor de ré, além de piloto automático adaptativo com Stop & Go, frenagem autônoma de emergência, assistente de manutenção e centralização em faixa, entre outros. O esportivo conta ainda com atualizações “over the air” para melhorar a sua segurança e performance ao longo do tempo. O novo Ford Mustang GT Performance 2024 já está à venda nas mais de cem concessionárias da Rede Ford no Brasil por R$ 529.000, com previsão de entrega das primeiras unidades até o final de junho.   Informações e imagens: assessoria Ford  

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RAV4 de ligar na tomada

Um Toyota para ligar na tomada. A nova versão XSE Plug-in Hybrid chega acima da SX Connect Hybrid com mais sofisticação e a possibilidade de carregamento das baterias sem depender unicamente do motor a combustão. Essa possibilidade dá autonomia de 55 km no modo totalmente elétrico e potência combinada de 306 cv ao RAV4. Outras novidades da versão XSE Plug-in Hybrid são o cluster com tela TFT de 12,3 polegadas, a nova multimídia com tela de 10,5 polegadas e um head-up display com informações sobre trajeto, velocidade e piloto automático. Motorização eficiente O RAV4 tem dez milhões de unidades comercializadas no mundo. Ele já era híbrido. Agora a marca afirma que a versão híbrida plug-in redefine os padrões. Ele une um motor a combustão de 2.5 litros, com 185 cv e 223 Nm, a dois motores elétricos. O dianteiro de 182 cv e 270 Nm, e o traseiro de 54 cv e 121 Nm. Este conjunto entrega uma potência combinada de 306 cv. Aliado à transmissão CVT, leva o RAV4 de 0 a 100 km/h em apenas seis segundos. Por se tratar de um híbrido plug-in, ele pode rodar em modo totalmente elétrico. Nessa condição, a autonomia é de 55 km. O que representa o percurso urbano diário. Com um carregador em casa, por exemplo, o motorista vai ao trabalho e volta sem gastar combustível. Quando o motor a combustão é acionado, a Toyota afirma que a média estimada de consumo chega a 35 km/l em ambientes urbanos. Mas para isso, é preciso que a bateria também seja carregada em casa. Em rodovias, o consumo pode alcançar 30 km/l. O RAV4 possui quatro modos de operação diferentes para seu sistema híbrido plug-in: Normal, ECO, EV (elétrico) e Sport. O crossover vem equipado com um carregador portátil convencional 2,3Kw e um wallbox de 7,4Kw, que permite a recarga das baterias em 2,5 horas. Multimídia e conveniência O modelo apresenta novidades em relação à versão SX Connect Hybrid. A linha 2024 chega com tela de alta resolução de 10,5 polegadas, com conexão para smartphones, por meio do espelhamento com Android Auto ou Apple CarPlay. Câmera de ré tem linha guia dinâmica. O computador de bordo tem tela TFT colorida de 12,3 polegadas, que facilita a visualização do condutor. O Head-up display é colorido e apresenta informações de velocidade, reconhecimento de placa, informação central multimídia. O conforto é garantido com ar-condicionado digital de duas zonas e abertura e fechamento da tampa do porta-malas pela chave do veículo. O RAV4 nesta versão híbrida plug-in ainda oferece espelhos retrovisores externos autorretrateis com ajustes elétricos, indicador de direção e desembaçador. Assistências O RAV4 possui assistência de permanência de faixa e alerta de oscilação, projetado para monitorar as marcações da estrada e ajustar automaticamente a direção na pista. Além disso, o sistema traz câmera de reconhecimento frontal, radar e sensor de monitoramento de ponto cego e assistência de farol alto automático. O Toyota Safety Sense mantém o sistema de pré-colisão frontal, que também detecta pedestres e ciclistas, com frenagem automática de emergência. O controle de cruzeiro adaptativo foi melhorado e pode ser ajustado em todas as velocidades, com reconhecimento de placas de trânsito e redução de velocidade em curvas. A lista de segurança do veículo inclui ainda sete airbags: dois frontais, dois laterais, dois de cortina e um de joelho, para o motorista. Também estão presentes controle de estabilidade, assistente de partida em rampa e dois pontos de ancoragem Isofix. O crossover chega ao mercado em cinco opções de cores: Branco Lunar, Prata Metálico, Cinza, Azul Topázio e Vermelho Emoção. O teto do RAV4 Plug-in Hybrid sempre é na cor preta. Em abril de 2024, o preço é de R$ 400 mil, cerca de R$ 50 mil a mais em relação a versão SX Híbrida.   Informações e imagens: assessoria Toyota

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Kia Bongo tem mesmo preço na linha 2025

A Kia Brasil iniciou a venda do Bongo K2500 4×4, ano modelo 24/25, com preços mantidos de R$ 174.990,00 para a versão sem ar-condicionado e de R$ 181.990,00 para a versão com ar-condicionado. O utilitário tem faróis de neblina com lâmpadas halógenas e para-brisa degradê de série. O principal atributo do Bongo 4×4 é o motor 2.5 litros, 4 cilindros em linha, 16 válvulas, turbo diesel intercooler, com injeção eletrônica Common Rail (Bosch), que entrega potência de 130,5 cv a 3.800 rpm e toque de 26 kgf/m a 1.250 rpm. Seja para a cidade ou para o campo, o Bongo 4×4 foi desenvolvido para atender quem precisa transportar cargas e mercadorias em baú, carroceria metálica ou de madeira, com capacidade de carga de 1.811 kg no chassi. O comercial leve da Kia oferece tração integral 4×4, com reduzida, sistema de controle de estabilidade (ESC), alerta de frenagem de emergência (ESS), cintos de segurança de três pontos para o motorista e dois passageiros para empresas que precisam de veículos com essas características para o transporte de cargas.  Nas grandes cidades, o Bongo K2500 é um Veículo Urbano de Carga, o que permite livre circulação onde os caminhões pesados são proibidos de transitar. O motorista pode conduzi-lo com carteira de habitação categoria B, a mesma dos veículos de passeio. Já no campo, o Bongo com tração 4×4 é capaz de enfrentar condições mais rigorosas de rodagem, onde prevalecem estradas de terra, em regiões de produção agrícola. O Kia Bongo 4×4 conta ainda com computador de bordo com indicação do nível de ureia e controle no volante, bancos revestidos com tecido sintético, luzes de condução diurna e chave com controle de abertura remota das portas, além de garantia de 3 anos ou 100 mil km. Informações e imagens: assessoria Kia

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Nova S10 ganha imponência e tecnologia

Frente mais imponente, painel e interior novos. Ah, e o volante também. A nova S10 foi apresentada pela Chevrolet com mais tecnologia, conectividade e conforto. O interior foi revisado e ganhou a versão mais atual do sistema multimídia MyLink, combinado com o painel de instrumentos digital. O desenho da dianteira é o destaque da nova S10. Segundo a GM, todas as peças são novas, incluindo capô e para-lamas. Apliques e o conjunto ótico totalmente em led aumentam a imponência. Na lateral, além dos para-lamas posteriores, muda o acabamento inferior das portas, o desenho das rodas e os emblemas. A traseira também recebeu atenção dos projetistas. Destaque para as lanternas com led e a tampa da caçamba que evidencia o nome Chevrolet gravado em baixo relevo. Na versão Z71, a grade, retrovisores e maçanetas são pretos; há lanternas escurecidas, estribo e santo antônio tubulares e pneus de uso misto. Na LTZ, o acabamento é mais sóbrio, com elementos na mesma cor da carroceria e rodas com acabamento exclusivo. Já a High Country diferencia-se pelo santo antônio esportivo e cromados bem ao estilo norte-americano. Interior mais sofisticado A cabine ganhou sofisticação com volante de quatro raios da mesma família da Silverado. Além da tradicional regulagem de altura, agora a coluna de direção tem ajuste de profundidade. O cluster agora recebe o conceito “cockpit virtual” e novos bancos estão ligeiramente mais largos e macios. A parte do assento, do encosto e dos suportes laterais ganham espuma de diferentes densidades. O nível de conforto na picape foi aprimorado pela engenharia com recalibração da suspensão, novos amortecedores, coluna de direção telescópica, aumento das bitolas e novas rodas e pneus. Placas acústicas adicionais nas portas, nas colunas, no teto e até na parede corta-fogo reduzem ruído. Motor 2.8 A picape da Chevrolet chega equipada com a nova geração do motor Duramax 2.8 turbodiesel. Pela primeira vez um propulsor nacional é gerenciado por inteligência artificial (IA). Esta tecnologia potencializa o desempenho do veículo em um patamar nunca visto no segmento. “A inteligência artificial é capaz de processar centenas de simulações por microssegundos, considerando também a condição de componentes do motor para encontrar o parâmetro de calibração mais próximo do ideal”, explica Fabio Daumichen, engenheiro-chefe da Nova S10. “Isso traz uma vantagem sem precedentes por conseguir combinar performance, consumo de combustível, dirigibilidade e emissões”, acrescenta. A nova geração do motor Duramax 2.8 turbodiesel de quatro cilindros traz avanços de hardware e software. Ela vai de zero aos 100 km/h em 9,4 s – um segundo a menos que a anterior. De acordo com o Inmetro, a S10 automática a diesel percorre 11,4 km/l na estrada e 9,5 km/l na cidade. O motor entrega 207 cavalos e 52 kgfm, trabalha em conjunto com uma transmissão automática sequencial de oito marchas. A sintonia entre os dois garante melhor aproveitamento do torque e menor atrito de seus componentes internos. Na prática, isso se traduz em acelerações lineares, fortes retomadas e trocas de marcha mais suaves. O novo câmbio AT8 de última geração é o mesmo que equipa a Colorado norte-americana, porém, com calibração customizada para o uso que o brasileiro faz deste tipo de picape. Sistema conectado A S10 mantém o sistema OnStar da Chevrolet e o Wi-Fi nativo com sinal até 12 vezes mais estável. A mídia MyLink de onze polegadas agora está integrada ao painel digital de oito polegadas. Há carregador por indução e entradas USB tipo A e C na dianteira e na traseira. A picape ganhou assistências ao condutor como alerta de tráfego cruzado traseiro, alerta de ponto cego, farol alto automático e chave presencial. Esses itens se somam aos equipamentos já disponibilizados para a linha S10, como partida remota, acendimento automático dos faróis, câmera de ré, controle eletrônico de oscilação de reboque, ar-condicionado digital, banco do motorista com ajuste elétrico, sensor de chuva, alerta de colisão com frenagem automática de emergência e alerta de saída de faixa. A pré-venda da nova S10 já está aberta no site oficial da marca.   Informações e imagens: assessoria GM

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Basalt: o crossover coupe da Citroën

Mais um integrante da linha C-Cubed vai ser lançado no Brasil. É o Basalt, o crossover coupe que chegará na mesma base do C3 e Aircross. O modelo foi desenvolvido na América do Sul, mercado em que a marca quer reforçar as vendas. “Desenvolvido e produzido localmente, estamos confiantes de que o Basalt Vision atrairá um grande número de clientes e fortalecerá a nossa posição nos principais mercados. Estamos ansiosos para contar mais sobre isso em breve”, afirma Thierry Koskas, CEO global da Citroën. O conceito crossover coupe O Citroën Basalt Vision quer reunir várias características em um único carro. O caráter “SUV” é aspiracional, por isso a gente chama esses carros de “crossovers” aqui na Eu Dirijo. Há mais altura do solo, capô alto, dianteira vertical, para-lamas alargados e molduras das caixas de roda com formas geométricas distintas. Sua porção traseira tipo Coupe acrescenta fluidez e dinamismo. Junto com os novos C3 e Aircross, o Citroën Basalt Vision é o terceiro modelo do programa C-Cubed implantado especificamente para garantir o crescimento da Citroën em regiões estratégicas, incluindo Ásia e América do Sul. A ambição da marca é desenvolver uma oferta de produtos forte e distintiva, com um design único e facilidade de utilização. Todos os três modelos são baseados na mesma plataforma, configurada especificamente para atender às necessidades desses mercados.   Informações e imagens: assessoria Citroën

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Vendas de carros novos começam a crescer no RS

As vendas de veículos novos no Rio Grande do Sul aumentaram no primeiro trimestre de 2024. O número surge após uma década de redução nas vendas de carros 0km. Os números ainda mostram que o estado comercializou em 2023 menos da metade do que em 2013. Os dados foram apresentados pelo Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos no Estado do Rio Grande do Sul (Sincodiv) em colaboração com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Em 2013, o mercado gaúcho registrava uma média mensal de vendas de 27 mil unidades em todos os segmentos. Entretanto, em 2023, essa média havia diminuído para 14 mil unidades comercializadas, resultando em uma perda acumulada de quase 300 mil unidades ao longo da última década. “O Rio Grande do sul deixou de vender 297 mil veículos de 2013 pra cá. Então vocês imaginem que é menos IPVA, menos ICMS”, afirma o novo presidente do Sincodiv-RS Jefferson Fürstenau, empresário que representa a marca Kia em Porto Alegre. Vários fatores contribuíram para essa transformação: as altas taxas de juros, a restrição de crédito, uma nova cultura de compartilhamento, a entrada de novos players no setor de mobilidade, as mudanças nos padrões de consumo das novas gerações, a evolução do conceito de veículos básicos, o cenário político do RS e a redução do poder aquisitivo da classe média. Os dados apresentados mostram que em 2013, o Rio Grande do Sul vendeu 323 mil veículos, entre todas as categorias analisadas (carros, motos, caminhões, ônibus e implementos rodoviários). Em 2024, esse número ficou em 166 mil unidades. O que é menos da metade dos números da década passada. Mudança para 2024 Ao analisar o primeiro trimestre de 2024, o setor de veículos novos registrou um crescimento de 11,60%, totalizando 39.567 unidades comercializadas, abrangendo automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motos e implementos rodoviários. Em relação ao mês anterior, março apresentou um aumento de 19,61% nas vendas, porém, comparado a março de 2023, registrou uma pequena queda de 1,65%, justificada pelo menor número de dias úteis, em função do Feriado de Páscoa. Na avaliação por segmentos, o setor de implementos rodoviários se destacou com um crescimento de 36,06% no trimestre, oferecendo uma alternativa importante para o modal rodoviário, especialmente diante dos altos valores dos caminhões modelo Euro 6, que estão em vigor desde 2023. São carrocerias e carretas, por exemplo, muitas delas fabricadas aqui no Rio Grande do Sul. A Randon é uma das empresas de destaque no setor. Os carros e comerciais leves fecharam o trimestre com 25.151 unidades comercializadas, representando um crescimento de 14,93% em relação ao mesmo período do ano anterior. No entanto, em comparação com março de 2023, o crescimento foi de 2,72%. O setor de caminhões ainda enfrenta uma queda de 10,87% no trimestre, com 1.853 unidades vendidas. Em março, foram vendidos 634 caminhões, registrando um aumento de 14,44% em relação a fevereiro, mas acumulando uma queda de 24,61% em comparação com março de 2023. “A gente acredita que seja por causa do Euro 6”, acrescenta o presidente do Sincodiv. Para a entidade, muitos empresários já haviam comprado caminhões antes da mudança da norma de emissões e apenas mudaram as carretas. O segmento de ônibus apresenta uma queda de 38,87% no trimestre, mas somente em março, as vendas já registraram um crescimento de 30,36%. Com o ano eleitoral em curso, espera-se uma movimentação positiva neste segmento ao longo de 2024. Nas motos, o segmento de duas rodas acumula alta de 9,70%. Foram comercializadas nos primeiros três meses do ano 8.693 unidades contra 7.924 em 2023. Este é um segmento bastante impactado pelo setor de crédito, visto que a maior parte das vendas está relacionada a baixas cilindradas, em março as vendas de motocicletas tiveram um incremento de 11,38% se comparado a fevereiro, mas em relação a março do ano passado o número é negativo com queda de 8,70%. As expectativas das entidades para o ano de 2024 incluíam um crescimento de dez por cento nos emplacamentos, mantendo um índice otimista com base nos esforços da indústria e da distribuição de veículos em promover negócios no Estado. “Continuo acreditando no crescimento do setor para o ano de 2024, vemos com otimismo a retomada de segmentos como autos e comerciais leves que apresentaram crescimento superior aos índices nacionais, que nos faz acreditar na possibilidade de um crescimento ainda maior do que os dez por cento previstos para o ano, podendo chegar a 11,5%, em se concretizando uma redução da taxa SELIC e taxa de juros menor que irá fomentar negócios no setor”, diz Jefferson Fürstenau, presidente das entidades. Em 2023, o setor se beneficiou do incentivo do pacote do governo nos meses de junho e julho, o que contribuiu para aquecer as vendas que vinham declinando significativamente. Entretanto, há uma preocupação com a perda de competitividade do RS em relação a outros estados da federação. Em 2024, o RS caiu para a 8ª colocação no ranking nacional, ficando atrás de estados como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Bahia, Santa Catarina e Goiás.   Da redação, com informações assessoria Sincodiv-RS/Karen Cunha

Vendas de carros novos começam a crescer no RS Read More »