Guilherme rockett

Tracker aposenta Cruze na Stock Car

Acabou. É o fim de uma era. Opala, Omega, Vectra, Sonic, Astra e Cruze foram os representantes da Chevrolet nas pistas da Stock Car ao longo dos 44 anos. Com excessão do Opala, coupé, todos os outros eram sedãs. Agora, isso vai mudar. O Tracker foi confirmado pela marca como o próximo carro “bolha” nas provas. A partir de agora, a GM brasileira vai competir apenas com o que chama de SUV – e nós aqui na “Eu Dirijo”, chamamos de crossover – na Stock Car. A diretora de marketing da GM América do Sul Chris Rego afirma que esses modelos já representam mais de 40% das vendas de veículos de passeio. “O Chevrolet Tracker é referência nesse sentido, motivando a decisão de levá-lo também às pistas”. Por enquanto as imagens são digitais. O carro e mais detalhes vão ser apresentados em 2024. O Tracker vai suceder o Cruze, que encerrará o seu ciclo em 2024, após oito anos e cinco títulos somados, sem contar o ano de 2023. O fim de ciclo nas pistas é mais uma “pista” do fim de ciclo também nas ruas. Boatos do fim da produção do médio da GM já surgiram há algum tempo. Hoje, apenas ele, o Corolla e agora o Sentra estão nesse nicho. Muitas mudanças para a Stock Car 2025 Um novo capítulo do automobilismo brasileiro está a caminho. A Stock Car antecipa características da futura plataforma que servirá de base para os veículos que competirão a partir de 2025. Será o carro de corrida mais avançado já concebido até então, construído com um aço específico, inovações em conectividade e captação de dados com foco em desempenho e segurança, além de atributos para elevar ainda mais o nível de competitividade. Ficará mais veloz e estável. Um exemplo será a adoção da asa móvel em fibra de carbono, mesmo conceito utilizado pela Fórmula-1. O atual motor V8 será substituído por um 2.1 turbo com faixa semelhante de potência (500 cavalos), com nova transmissão, chassi e suspensão para ficar mais leve e ágil. A arquitetura eletrônica do Stock Car também será atualizada e contará com recursos digitais que permitirão ao fã, por exemplo, acompanhar a corrida pela perspectiva do piloto que ele quiser ou buscar um ângulo de visão alternativo para conferir uma determinada disputa por posição.   Informações e imagens: assessoria GM

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Corolla Cross XRX 2.0: versão topo, motor a combustão

A Toyota lançou a versão XRX do Corolla Cross, agora equipada com o motor 2.0 Flex. Antes, o XRX só era oferecido na configuração híbrida, com motor 1.8. Essa opção chega para complementar a linha, que agora conta com seis versões. “Através de uma escuta ativa junto à nossa rede de concessionárias, identificamos que muitos clientes buscavam o nível de equipamentos anteriormente disponível apenas na versão XRX Hybrid”, afirma José Ricardo, diretor comercial da Toyota do Brasil. Ou seja, os clientes queriam o pacote do XRX mas com o motor 2.0 a combustão que era oferecido até a versão intermediária XRE. Veja o review do Corolla Cross XRE no canal Veículos & Velocidade   Equipamentos Desde a versão de entrada XR, o modelo possui ar-condicionado digital automático com saída traseira, banco do motorista com regulagem para seis ajustes – altura, distância e inclinação, bem como banco do passageiro dianteiro com regulagem manual para quatro ajustes (distância e inclinação) e direção elétrica. Já a nova versão XRX 2.0 Flex do Corolla Cross chega ao mercado com os mesmos itens já conhecidos da versão topo híbrida flex. Entre eles, bancos de couro com ajuste elétrico de altura para o motorista, cluster com tela TFT de 7 polegadas, central multimídia de 9 polegadas com espelhamento para Android Auto e Apple CarPlay, volante com regulagem de altura e profundidade, direção elétrica, ar-condicionado de duas zonas e teto-solar. O crossover apresenta rodas de 18” com acabamento na cor preta e diamantada, faróis de LED e retrovisores externos rebatíveis. Veja o vídeo da versão Híbrida no canal Veículos & Velocidade   Motor 2.0 na versão topo de linha O destaque da nova versão XRX é o motor flex 2.0 Dynamic Force de quatro cilindros em linha e 16 válvulas com comando variável, que mantém a eficiência sem aumentar o consumo de combustível. Também vem equipado com um sistema de injeção direta e indireta de combustível que adapta a injeção às condições de direção, oferecendo mais potência e menor consumo de combustível. A marca afirma que é o mais potente já equipado em um Corolla, com 177 cv de potência a 6.600 rpm, quando abastecido com etanol, e 169 cv, a 6.600 giros, com gasolina. O torque máximo abastecido com etanol ou gasolina é 21,4 kgf.m a 4.400 rpm. A transmissão é a Direct Shift que simula dez marchas. Ela combina a suavidade de um câmbio CVT com uma sensação de aceleração direta, graças a uma engrenagem mecânica que atua na arrancada do veículo. Ou seja, o carro tem uma espécie de “primeira marcha” real. Depois ele entra na simulação.   Segurança e assistências Desde a versão de entrada XR, o modelo já vem com sete airbags (dois frontais, dois laterais, dois de cortina e um de joelho para o motorista), câmera de ré com projeção na central multimídia, controle de estabilidade, controle de tração, assistente de partida em rampa, sensores de estacionamento traseiro, faróis com acendimento automático, faróis de neblina em led, luz de frenagem emergencial automática, alarme volumétrico e sistema para fixação de cadeirinhas no banco traseiro. As versões GR-S, XRV e XRX ainda contam com limpador do para-brisa com sensor de chuva, alerta de ponto cego e alerta de tráfego traseiro. As versões também têm o pacote Toyota Safety Sense, com sistema de pré-colisão frontal, que detecta veículos, pedestres e ciclistas, sistema de permanência de faixa, farol alto automático e controle de cruzeiro adaptativo. As cores disponíveis são Branco Polar (sólido), Branco Lunar Perolizado, além das cores metálicas: Preto Infinito, Prata Lua Nova, Cinza Granito, Vermelho Granada e Azul Netuno.   Tabela de Preços Corolla Cross XR R$ 162.590,00 Corolla Cross XRE R$ 177.390,00 Corolla Cross XRX R$ 190.290,00 Corolla Cross GR-Sport R$ 196.290,00 (+R$1.900 dualtone) Corolla Cross XRV Hybrid R$ 202.690,00 Corolla Cross XRX Hybrid R$ 210.990,00   Informações e imagens: assessoria Toyota

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VW Virtus ganha mais personalidade

O novo desenho deu ar mais sofisticado ao volkswagen Virtus e deixou o sedã diferenciado em relação ao hatch Polo. O modelo ainda é único na categoria que oferece já na versão intermediária o controle de cruzeiro adaptativo e os sistemas do Front Assist, que podem fazer frenagens ao detectar situações de colisão. A plataforma Eu Dirijo recebeu o Volkswagen Virtus na versão intermediária Comfortline para o teste. Em uma semana, foi possível analisar o comportamento do modelo em várias situações. Veja o vídeo no canal Veículos & Velocidade.   Mas antes de falar sobre isso, é importante destacar as mudanças no visual. Na frente, todas as versões tem faróis principais em led. Enquanto que as configurações de entrada, chamadas apenas “TSI” tem desenho de pára-choque mais simples e até mesmo mais pratico, é a partir da Comfortline que o desenho na frente muda. O aplique inferior passa a ser em preto brilhante com frisos cromados e ele recebe faróis de neblina, semelhantes ao do Volkswagen Nivus. Nas laterais, as rodas de liga-leve são aro 16, menores que as versões Highline e Exclusive. No entanto, o pneu tem mais altura lateral e isso é bom para quem enfrenta estradas mais esburacadas. A lateral mostra um sedã encorpado com mais porte em relação aos concorrentes. Frisos e linhas retas reforçam essa imagem. Na traseira, lanternas em led avançam para o centro da tampa. O porta-malas tem 521 litros, todo forrado com carpete mas sem ganchos para pendurar sacolas. Uma discreta luz apenas está na parte superior.   Interior sofisticado, mídia e painel digital O cluster, painel de instrumentos, digital é de série em todas as versões. Mas só a partir da Highline vem o Active Info Display. O Comfortline adota uma tela menor, também configurável e cheia de informações. É possível alternar entre visor de velocímetro, conta-giros e definir quais informações de computador de bordo estarão mostradas. A mídia VW Play é um opcional de R$ 1,5 mil no Virtus Comfortline que vale a pena. Se não a melhor, está entre as melhores centrais multimídia do mercado. Com fundo preto, fica em harmonia com o interior do carro. Oferece telas de áudio, contagem de consumo e ainda uma série de configurações do veículo. Também permite pareamento com celulares e o Virtus ainda tem carregador por indução. Bancos em couro tem bom apoio lateral e o motorista fica exatamente alinhado com o volante e o centro do cluster. A posição é a mais correta possível para conduzir. Característica do modelo é sentar em nível mais baixo, com mais esportividade, embora o banco tenha regulagem de altura. Atrás, o espaço para pernas é um verdadeiro latifúndio. A posição do ocupante é a mais correta, com boa movimentação de pés e corpo em posição inclinada, com joelhos apoiados no assento. Isso acontece também pelo molde da peça e os rebaixos no desenho.   Dirigindo A partida do Virtus Comfortline acontece por botão. Depois, o posicionamento das marchas no pomo da alavanca de câmbio é iluminado, tal como um Audi. Na primeira acelerada, um hiato de dois segundos e em seguida o motor 200 TSI que equipa a versão intermediária já entrega boa parte dos 20,4kgfm de torque que oferece com gasolina. E aí fica por conta do motorista controlar a velocidade. Veja o segundo review em vídeo neste link:   O motor 200 TSI de 116cv com gasolina chega no Virtus a partir desta versão Comfortline e também está na Highline. As de entrada usam o 170 TSI, mais fraco. A Exclusive, top, recebe o 1.4 turbo 250 TSI. Assim, o VW é o sedan intermediário que mais oferece opções de motor. Para o motorista, as respostas são fortes tanto na cidade quanto na estrada. O casamento de potência com economia se completa quando percebemos médias urbanas de 12,5km/l na cidade e mais de 17km/l na estrada. E isso num motor que permite tocadas em altas velocidades, acima dos 120km/h, ainda que fora dos limites. Em ciclo urbano, o carro tem suspensão bem acertada para equilibrar o conforto com o dinamismo. Virar esquinas, mudar de faixa… Basta apontar o volante que o Virtus obedece sem inclinar ou balançar. Característica aliás que sempre acompanha os carros da Volkswagen. Na estrada, o bom comportamento dinâmico se repetiu tanto na chuva quanto em piso seco. Suspensão, câmbio e o motor trabalham em conjunto para garantir ao sedan uma performance diferenciada em relação aos outros do segmento. O Virtus tem um apelo emocional que empolga e instiga mais o motorista, ainda que ele esteja a bordo de um sedã sem pretenção esportiva.   ACC Na categoria, é o Virtus talvez o único sedã a oferecer controle de cruzeiro adaptativo já na versão intermediária. Com ele é possível programar uma velocidade limite e a distância mínima em relação ao carro da frente. Depois é tudo por conta do Virtus. Ele mantém essa distância e acompanha a velocidade dos outros carros. Quando a pista fica livre, ele ganha velocidade até o limite estabelecido pelo motorista. O condutor ainda conta com o Front Assist, que pode auxiliar em frenagem de emergência, pré-condicionando os freios ou até mesmo iniciar uma frenagem no caso do motorista não reagir. Além disso, quando o carro detecta uma proximidade maior com veículo que vai à frente, um ícone aparece no painel.   A conclusão A busca por um sedã, em geral, ocorre por um gosto mais clássico comparado com um hatch ou por quem precisa de mais espaço. O Virtus é um dos que melhor atende, aliás, neste segundo quesito. Mas vai além. Mantém características de condução da Volkswagen que o deixam mais interessante na hora de dirigir. Além disso, ainda oferece bom consumo de combustível e talvez o melhor sistema de mídia.   Reportagem e fotos: Guilherme Rockett  

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500 mil Fiat Toro

A Fiat alcançou no início de dezembro de 2023 a marca de quinhentas mil Toro produzidas no complexo de Goiana, em Pernambuco. A picape abriu caminho para o segmento das “intermediárias” no Brasil. A Fiat Toro chegou ao mercado brasileiro em 2017 no conceito de Sport Utility Pick-up (SUP). O modelo trouxe mudança também para o Polo Automotivo Stellantis Goiana, sendo a segunda marca da empresa a ser fabricada no estado de Pernambuco. A Toro ultrapassou as fronteiras brasileiras é exportada para Uruguai, Paraguai e Argentina. A chegada da picape foi responsável por consolidar a Fiat no segmento. Hoje ela é a segunda mais vendida do Brasil, atrás apenas da Fiat Strada. No acumulado do ano de 2023 (até novembro), foram mais de 46 mil unidades de Toro vendidas no Brasil com uma participação de 50% no segmento C picapes. Somando aos resultados da Strada, a Fiat é a número um no segmento de picapes com 43% de market share. Nos primeiros anos, as versões com motor 1.8 E-Torq flex foram as mais vendidas. Na cidade, o carro passou a ser visto como uma opção mais versátil para quem precisava transportar muita coisa no porta-malas e passou a usar a caçamba. Já as opções a diesel e tração 4×4 conquistaram espaço entre produtores rurais que encontraram na Toro mais conforto quando comparado com as picapes com base de chassi. Ainda que a aplicação para off-road mais severo não seja o “chão” nem a proposta da Toro, ela agradou quem precisava se deslocar pelo asfalto e precisava fazer trechos em estradas de terra. Hoje, a motorização T270 1.3 turbo flex melhorou o desempenho e é a opção que está mais em conta no portifólio da Toro. A linha 2024 ganhou a grade mais robusta para toda a gama, antes exclusiva das versões Ranch e Ultra.

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Novo asfalto da Petrobrás seca mais rápido

A Petrobrás lançou um asfalto com aplicação mais eficiente e menos poluente. O chamado “Cimento Asfáltico de Petróleo CAP Pro W 30/45” gera economia de energia na etapa de usinagem, que é a preparação do concreto asfáltico. Segundo a empresa, ele reduz cerca de 65% a emissão de gases de efeito estufa. Isso se deve a redução da temperatura do processo de aplicação. A Petrobrás estima uma redução em cerca de 70% dos chamados “fumos” do asfalto, os vapores gerados pela alta temperatura do produto. Com isso, diminui a exposição dos trabalhadores envolvidos na atividade. Outra vantagem é menos custo de pavimentação de ruas e estradas. O CAP Pro W 30/45 pode ser aplicado a cerca de 40°C, sem prejuízos para o desempenho do concreto asfáltico. Ao mesmo tempo, pode proporcionar um aumento de 15% de produtividade na usinagem sem necessidade de alteração de equipamentos nos processos de pavimentação. O novo asfalto foi apresentado pela empresa a clientes no final de dezembro de 2023. Para o usuário, também tem benefício. É que o asfalto seca mais rápido e a via pode ser liberada antes.

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Stellantis e BYD com promoção no fim de ano

Seja para fechar o mês ou até mesmo para impulsionar as vendas em 2024, as empresas anunciaram promoções neste fim de dezembro. A Jeep preparou a campanha “Last Chance” com condições especiais e bônus de valorização dos seminovos que chegam em até R$ 15 mil. Essa condição vale na troca do usado por um Commander Longitude T270, oferecido a partir de R$218.390. O Jeep Renegade entra na promoção com a versão de entrada, chamada apenas Turbo 1.3, com preço de R$125.990 e dez mil reais de Bônis na troca. No caso do Compass, a ação comercial ofecere a versão Sport por R$ 171.690 e bonus de R$ 12 mil no seminovo.     Na Fiat, a oferta vem para o Fastback, mas só a partir de janeiro de 2024. A versão de entrada Turbo 200 vai custar R$117.990 e poderá ser oferecida com os descontos para Pessoas com Deficiência (PCD). Trata-se de uma redução de R$ 4 mil reais para todos os clientes, e o público PCD consegue uma condição ainda melhor, por R$101.620, valor que inclui as isenções e descontos que são direito da categoria. Mesmo na porta de entrada da gama, o Fastback Turbo 200 Automático tem bom apelo visual com as rodas de liga-leve. O motor turbo 200 Flex com potência de 130 cv com etanol (125 cv com gasolina) e torque de 200 Nm, aliado ao câmbio automático de 7 velocidades. Com este conjunto, o modelo vai de 0 a 100km/h em apenas 9,4 segundos, sendo o mais rápido entre os concorrentes com motor 1.0 turbo na categoria, sem deixar de lado o consumo, que registra até 14,6 km/l na estrada. O Fastback Turbo 200 também tem uma lista de itens de série recheada com central multimídia de 8,4”, Apple CarPlay e Android Auto wireless, freio de estacionamento eletrônico, ar-condicionado automático e digital, piloto automático, sensor de estacionamento traseiro, câmera de ré, faróis e lanternas em LED, roda de liga leve 17”, 4 Airbags, Controle de Estabilidade (ESC) e Traction Control Plus (TC+). Na Peugeot, a oferta é para toda a linha. Destaque para o hatch 208 nas versões Like 1.0 MT a partir de R$ 73.990, Style 1.0 MT a partir de R$ 84.990, Roadtrip 1.6 AT a partir de R$ 100.990 ou nas versões recém-lançadas com motor econômico e potente, Turbo 200, a partir de R$ 99.990.  O modelo é hoje o que oferece o melhor custo-benefício na categoria. O crossover 2008 a combustão está com bônus de R$5.000, versões com motor flex 1.6 e câmbio automático de 6 marchas a partir de R$ 102.990 e versões com motorização turbo THP Flex de 173 cv com etanol e 165 cv com gasolina, classificado entre as mais potentes da categoria, a partir de R$ 120.990. Veja o review do Peugeot 2008 Style aqui: https://youtu.be/hl465_8mYwk   A opção premium 3008 também tem condições especiais neste final de ano. A partir de R$ 219.990 é equipado com o motor turbo THP de 165 cv, com design elegante e pacote tecnológico e de conforto que propiciam auxílios de última geração de condução ao motorista, como PEUGEOT driver assist plus, piloto automático adaptativo, correção e alerta de permanência em faixa, leitor de sinalização de velocidade, frenagem automática de emergência e muitos outros. Além de painel de instrumentos digital de 12,3”, tela sensível ao toque de 10 polegadas, faróis full led e teto solar panorâmico.   Painel solar para instalar em casa   Veja o vídeo em https://youtu.be/Tn32vpPjQZI Para os clientes do SUV grande BYD Tan (2022/2023) ou o sedan grande BYD Han (2023/2024), 0 km, na rede de concessionárias da marca, o cliente vai receber um kit Painel Solar da BYD Energy totalmente grátis, para instalar em sua propriedade. O presente será entregue e disponibilizado em até 25 dias (exceto para a região norte e nordeste do país, com prazo previsto de até 40 dias) no endereço indicado na compra. A condição é válida para todas as vendas consolidadas entre os dias 09/12/2023 e 31/12/2023. O kit Painel Solar BYD contém 24 placas de painel solar da marca, modelo, inversor BYD Pro Tri 12 KW 2 MPPT 380V, estrutura completa, trilhos em perfil de alumínio, cabos solares e todos os conectores necessários para a fixação do material. Os custos com serviços de instalação serão de responsabilidade do cliente.

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C3 Aircross tem espaço e quer custo-benefício

Se os consumidores e as marcas de carros sepultaram as station wagons, o surgimento de um crossover derivado de carro compacto faz lembrar o tempo em que pra cada hatch havia uma SW aqui no Brasil. É assim que chega o C3 Aircross, com uma proposta parecida com aquela que as stations ofereciam em relação aos seus modelos de origem. O novo Citroën ainda quer ser o crossover turbo mais acessível do Brasil. O carro destinado à América do Sul foi desenvolvido pelo time de engenharia da Stellantis na região. Ele será o único crossover compacto – que as fábricas chamam de B-SUV – com opção de sete lugares e já é produzido no Polo Industrial de Porto Real (RJ). Uma das premissas é que ele seja desejado e também possa ser comprado. Ou seja, que tenha preços acessíveis. São três versões, todas com a opção de sete lugares. Os preços partem de R$ 109,9 mil e chegam aos R$ 129,9 mil no top de linha.   Design Por óbvio, lembra o C3. Mas vai muito além, com alterações na dianteira e a traseira alongada, que casaram bem com o estilo do carro. O para-choque tem elementos pintados no tom preto brilhante que contrastam com as cinco cores disponíveis: Preto Perla Nera, Cinza Artense, Cinza Grafito, Branco Banquise e o marcante Vermelho Rubi. Como em todo Citroën, esses tons podem ser combinados em diferentes opções de teto bitom, que pode ser Preto Perla Nera ou Branco Banquise. As luzes de condução diurna de LEDs de série se ligam às barras cromadas da grade do radiador. O visual mais impotente vem pelas bitolas maiores e para-lamas alargados em relação do C3 hatch. Esse porte avança pelas laterais, que destacam portas maiores para facilitar o acesso. As rodas de até 17 polegadas complementam, assim como a altura mais elevada do solo. O porta-malas é destaque com 493 litros de volume (padrão VDA) em todas as versões. Por dentro, o desenho é próximo do hatch mas com tecido e cores diferenciadas.   Motor Primeiro a Fiat, depois a Peugeot. Agora é a vez da Citroën receber o 1.0 Turbo T200, que equipa todas as versões. São até 130 cv com etanol (125 cv com gasolina) e 200 Nm presentes em uma ampla faixa de rotação, graças a recursos como o exclusivo controle MultiAir III. Com ele, a gestão eletrônica do motor faz um monitoramento contínuo do acionamento das válvulas, incluindo o duplo acionamento das válvulas de admissão em um mesmo ciclo do motor. Esse conjunto está sempre atrelado ao câmbio automático CVT de sete marchas simuladas e três modos de condução. No dia a dia seu gerenciamento otimiza a eficiência energética, privilegiando rotações mais baixas. O modo Sport é acionado ao toque de um botão, alterando o mapa de trocas para entregar ainda mais performance. E quem busca um passo além em esportividade pode optar pelo modo sequencial, onde o condutor poderá fazer trocas de marcha por meio da alavanca de câmbio. A suspensão foi calibrada para conter imperfeições e buracos sem que a carroceria se incline excessivamente em curvas, acelerações e frenagens. Aqui na Eu Dirijo, esperamos poder comprovar isso quando pudermos dirijir o carro. O Aircross tem bons ângulos de entrada (23,8º), saída (32º) e vão livre entre-eixos (233 mm). Assim, ele é capaz de passar pelos mais diferentes tipos de pisos e obstáculos, dentro e fora da cidade.   Espaço interno A plataforma CMP permite mudanças na arquitetura para melhor aproveitamento da cabine. São 2,67 metros de entre-eixos e promessa do espaço para as pernas dos ocupantes da segunda fileira ser o maior do segmento. Todo o interior do Novo Aircross foi pensado para o conforto de seus ocupantes: do apoio de braço para o motorista, passando pelas amplas portas traseiras com mais de 62 cm de vão livre, disponibilidade de até 15 porta-objetos espalhados pela carroceria e chegando, claro, ao acesso à terceira fileira.   A terceira fileira Até mesmo o ar condicionado foi reforçado para garantir frio a todos. Em duas rápidas etapas os bancos da segunda fileira se erguem, apoiados por uma mola a gás para dar acesso aos dois últimos assentos, favorecidos pelas portas traseiras maiores. Lá atrás também tem entradas USB. No teto está o sistema de climatização, que é um ventilador capaz de jogar ar frio para o fundo e funciona independente do ar condicionado. Segundo a Citroën, o sistema ajuda a temperatura a baixar até cinco graus para os últimos passageiros. Quando não estiverem sendo usados, os bancos podem ser removidos. Cada assento pesa pouco mais de oito quilos. Com eles fora, há mais espaço para bagagens e menos peso.   Porta-malas Com cinco ligares, o espaço é de 493 litros de capacidade. Já com os bancos da segunda fileira rebatidos são mais de mil litros de volume útil dentro da cabine. Nos carros com sete lugares, as malas podem ser colocadas sobre os bancos da terceira fileira dobrados. Mas se todos os assentos estiverem ocupados, o Aircross pode receber barras transversais no teto para transportar bagagens. Sem elas, as que vem de série não são preparadas pra isso.   Painel digital e mídia O cluster digital TFT de 7 polegadas tem seis opções de telas e duas opções de cor. Entre as opções há o Ecodriving, que analisa a forma em que o veículo está sendo conduzido para indicar se o Aircross está entregando o máximo de eficiência. A informação é apresentada de duas maneiras, sendo uma na tela principal do painel digital, ao redor do velocímetro, e outra por meio de uma discreta folha no canto do quadro de instrumentos, que muda de cor conforme o veículo chega à melhor economia de combustível. A mídia é o Citroën Connect Touchscreen de 10” com Android Auto e Apple Carplay sem fio reúne facilidade de uso, rapidez de acionamento e até cinco conexões USB, na primeira, segunda e terceira fileira de bancos. Simples de operar, ele pode ser comandado tanto pela tela

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Renegade com 101 mil km vale?

Com uma série de lançamentos posteriores, inclusive dentro da própria linha da Stellantis, o Jeep Renegade ainda vende bem mas não tem mais cara de novidade. Quase oito anos depois do seu lançamento, muitos carros já estão com mais de um dono e quilometragem alta. Em parte, é o que acontece com este Jeep Renegade preto, avaliado em um review pelo canal VEÍCULOS & VELOCIDADE. Estamos falando da versão intermediária Longitude 1.8 Flex, motor e-Torq, ano 2017 e 101 mil km rodados com uma única dona. Será que um Renegade usado e mais rodado vale a pena? O lado bom é que por fora as mudanças não transformaram o Renegade em um carro de nova geração no modelo atual. Neste de 2017 a dianteira ainda é a tradicional, da primeira safra, em que os modelos flex sem tração 4×4 vinham com uma saia mais baixa na frente. Neste, em específico é possível notar que os faróis de neblina estão íntegros, quase como se estivessem saindo da fábrica. É bem comum ver na rua carros com os faróis escurecidos pela infiltração de água. Esse já é um item que o futuro dono do Renegade pode analisar para verificar se está comprando um carro em melhor estado de conservação. Outro destaque está na traseira do veículo, mais precisamente dentro do porta-malas. A primeira safra tinha o compartimento com tamanho menor, 260 L. A vantagem disso é que ele trazia um estepe exatamente igual ao pneu de rodagem, uma roda de liga leve. Neste, o estepe original está preservado e é aro 17. A versão Longitude tinha as rodas diamantadas aro 18 como opcionais. Em anos seguintes, o estepe do Renegade passou a ser menor e, para aumentar a capacidade do porta-malas, o piso podia ser rebaixado ou elevado. No interior do carro analisado, pouco se percebia que era o veículo de mais de cem mil quilômetros. A hidratação no couro, feita regularmente, manteve assentos e volante intactos e perfeitos. Segue em preservados o painel suave ao toque, que abriga o sistema de mídia. Este, uma tela menor, mas que era novidade quando o modelo foi lançado e oferece tecnologias ainda atuais. Mesmo que o visor seja pequeno, ele possui câmera de ré com linha de guia dinâmica e até navegação embarcada. O ar condicionado digital de dupla zona está presente neste Longitude e é até comum no modelo. Mas era um opcional na época. Embaixo do capô, o motor 1.8 e-Torq ainda é da safra cuja potência era mais baixa, 130 cv cavalos com gasolina. O Renegade nunca foi um carro de proposta esportiva nem pretendia empolgar. É um carro para manter velocidade de cruzeiro com muita suavidade e é exatamente isso que o motor proporciona. Suavidade, aliás, é o que fica garantido com a suspensão independente nas quatro rodas, em que, num carro com mais de cem mil quilômetros, ainda garante muita capacidade para andar em ruas de pedra, estradas de terra e situações com buracos. Minimamente é possível perceber que se trata de um carro mais rodado e que pode haver desgaste natural nos componentes. No entanto, nada de batidas ou amortecedores no fim da vida útil. Longe disso. O que mostra a capacidade e durabilidade do veículo. Dentro do carro, a sensação de conforto é garantida e também a imersão quando o motorista se posiciona. O capô longo com o “nariz” ao centro, o pára-brisa largo e a sensação de tamanho predominam e garantem identidade ao modelo. A média de consumo entre cidade e muitos percursos de estrada estava em 10,2km/l. Número razoável para um carro médio, com motor 1.8 e que exige um pouco mais de pressão no acelerador para retomadas mais vigorosas.   Manutenção Com muitos sensores e equipamentos tecnológicos, a manutenção de um Jeep Renegade pode ficar mais cara quando houver a necessidade de substituição de peças. Há casos de panes em sensores de estacionamento ou componentes eletrônicos. Por isso, é importante perceber nos detalhes o cuidado dos donos anteriores. No caso do Renegade avaliado, um carro bem tratado, mesmo com quilometragem alta, podemos perceber que ele tem capacidade de ser durável e preservar as características de conforto e suavidade. O que mostra que o que o número do hodômetro pode ser apenas relativo.   O trocador de calor O equipamento merece atenção do futuro proprietário é uma peça em que nela entram dois canos em paralelo. Um líquido de arrefecimento e outro com o óleo de lubrificação do câmbio. Proprietários que misturavam água no líquido de arrefecimento provocavam uma oxidação dentro dessa peça e a água se misturava óleo, até parar dentro da transmissão automática de seis marchas. Os danos podiam ser muito grandes, com problemas nas engrenagens, ou “apenas” a limpeza e troca dos fluidos. Consertos mais simples ainda assim são caros, por volta dos R$ 3 mil. Se o câmbio for comprometido, a cifra aumenta e muito. Há relatos de problemas em carros pouco rodados. No entanto, a gente destaca aqui a experiência de dois proprietários cuidadosos. Neste carro analisado, ano 2017, com todas as revisões na concessionária, não houve problema. Em outro, um Longitude 2019, o proprietário fez revisões em concessionária e em mecânica de confiança. O profissional identificou o problema ainda no em fase inicial, aos 93 mil km. Isso mostra que carros que usaram fluído de arrefecimento sem mistura com água não sofreram danos significativos. A primeira manutenção a ser feita com um Renegade automático é a inspeção na peça, que pode ser realizada em oficinas especializadas nas transmissões automáticas. Outra opção são oficinas mecânicas mais experientes, que já possuem familiaridade com problema e conseguem apresentar soluções.   Redação e imagens: Guilherme Rockett

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C3 ganha versão básica automática

A versão Live Pack do Citroën C3 ganhou opção do motor 1.6 16V com câmbio automático de seis marchas. A partir de agora, ele passa a ser o carro automático mais acessível do Brasil. Quando foi lançado, o C3 ofereceu esse conjunto mecânico na versão Feel, mas a opção foi descontinuada em seguida. Agora a marca entendeu que o Live Pack, mais simples, seria uma melhor aposta. Para diferenciar do 1.0 manual, este veio com as rodas de liga-leve, pintadas em cinza. O motor 1.6 16V é conhecido dos consumidores e mecânicos. É, basicamente, o mesmo que chegou com o Peugeot 206 em 1999. Hoje ele gera até 120 cv e está combinado a um câmbio automático de seis marchas autoadaptativo com opções de trocas sequenciais pela alavanca e modo Eco. Pra deixar claro: não é a caixa AL-4, problemática, que equipou carros da Peugeot e Citroën anos atrás. O Novo C3 Live Pack 1.6 Automático agrega todos os itens da versão Live Pack 1.0, incluindo a mídia Citroën Connect Touchscreen de 10” com Android Auto e Apple Carplay sem fio, direção elétrica, ar-condicionado, vidros dianteiros e travas elétricas (com telecomando na chave) e controle de estabilidade e tração com assistente de partida em rampa. Ele também agrega rodas de liga-leve de 15”, alarme e bancos dianteiros com encosto de cabeça ajustáveis. Em compensação, deixa de fora os vidros traseiros elétricos e os retrovisores elétricos, que só estão disponíveis na versão Feel. Seguem lá os bons ângulos de entrada e saída, 18 cm de vão livre do solo e porta-malas com 315 litros. A versão ficará posicionada entre o Novo C3 Feel 1.0 e o Novo C3 Feel Pack 1.6 Automático. O modelo, que já começou a ser vendido nas concessionárias Citroën de todo o país, parte de R$ 93.990 na modalidade e-commerce.   Informações e imagens: assessoria Stellantis

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Rampage roda mais de mil km em 24h

A Nova Rampage entrou na pista do Circuito Panamericano, em São Paulo, e rodou sem parar por 24 horas. O teste equivale a seis meses de uso em apenas um dia. O teste teve a chancela da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), e contou com dezenas de pessoas envolvidas na execução e centenas de convidados, entre jornalistas, pilotos e amantes da marca Ram. A versão escolhida para o feito foi a R/T, a picape mais rápida produzida no Brasil, com 272 cv de potênciam aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 6,9 segundos e velocidade máxima de 220 km/h. A principal pista do complexo da Pirelli contou com a presença de quatro unidades da Rampage R/T, sendo que uma das unidades percorreu mais de 1.850 km. Somadas as distâncias das quatro Rampage que rodaram no Circuito Panamericano neste intervalo de 24 horas – um total de mais de 5 mil km – já seria o suficiente para traçar um paralelo de uso normal de um cliente de aproximadamente seis meses. Nenhuma das unidades sofreu preparação, permanecendo original, idênticas às vendidas nas concessionárias. Até a calibragem dos pneus se manteve dentro dos padrões originais. A Rampage R/T que mais rodou completou, em 24 horas, 546 voltas neste traçado extremamente técnico, mas que demandava uma velocidade de competição, exigindo muito da parte mecânica, sobretudo pneus e freios. Assim, a melhor volta de todas contou com uma média de velocidade de 95 km/h. Este valor nas demais unidades não necessariamente se repetiu, já que não existiu um procedimento ou limitação de velocidade. Cada motorista dirigiu no seu próprio ritmo, levando em consideração apenas a segurança. Uns eram mais rápidos, exigindo mais do veículo, e outros mais conservadores, poupando combustível, pneus e freios. Em linhas gerais, os condutores se revezaram ao comando das quatro unidades, alguns dirigindo por 20 minutos, outros por até duas horas. Ao todo, foram trocados dois pares de pneus dianteiros e um par traseiro, além de ter sido usado um jogo de pastilha de freios após cerca de 12 horas de prova. “Essas trocas não tiveram ligação direta com o consumo dos componentes, mas sim à segurança, ou seja, após a análise dos nossos fiscais e técnicos, mesmo que os pneus ou pastilhas de freio ainda estivessem em condições reais de uso, eram preventivamente trocados para garantir segurança aos pilotos”, revelou Ricardo Dilser, Gerente de Imprensa Produto da Stellantis. Já pela manhã do segundo dia do desafio, um número quase mágico ligado às provas de longa duração – as 1.000 milhas (equivalente a 1.600 km) – foi alcançado por uma das Rampage na volta 474, gerando enorme emoção a todos os integrantes do time. E, exatamente às 15h33 do dia 25 de novembro de 2023, a Nova Rampage conquistou o recorde de maior tempo de rodagem em pista em 24 horas seguidas.   Informações e imagens: assessoria Stellantis  

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