Guilherme rockett

Ford Territory volta em nova geração

A Ford quer escrever de novo a história do Territory no Brasil e lançou a nova geração do modelo. Para isso, a marca aposta em tecnologia, custo-benefício e um novo padrão de conforto. Junto com isso, ainda há serviços novos agregados ao cliente. Na dianteira, a grade se sobressai. O bloco superor de iluminação tem o DRL, enquanto que os faróis principais estão na porção mais baixa. Todo o comjunto é em led. Na lateral, para-lamas salientes mostram um pouco mais de musculatura ao carro. As linhas tem sintonia e criam vincos em diração à parte traseira. A tampa do porta-malas, por sua vez, desce em linha com o para-choque, sem uma saliência maior na parte inferior. Ainda há molduras em vidros e apliques em tom cinza nas portas. São seis opções de cores da carroceria: Azul Metálico, Cinza Catar, Vermelho Vermont, Marrom Roma, Preto Toronto e Branco Bariloche. As rodas de liga leve de 19”, com pneus 235/50, possuem desenho dinâmico, com fundo escuro e face diamantada. O crossover tem 4.630 mm de comprimento, 1.936 mm de largura (2.177 mm com os espelhos), 1.706 mm de altura e 2.726 mm de entre-eixos, ele é o maior SUV da categoria. Internamente, é líder em espaço para os ocupantes. O porta-malas de 448 litros garante versatilidade no uso diário e viagens e pode ser ampliado para 1.422 litros com o rebatimento do banco traseiro, incluindo acionamento elétrico sem as mãos. O design minimalista da cabine combina diferentes materiais para criar um ambiente de requinte e qualidade. Equipamentos e assistências O pacote de itens de série do novo SUV é completo. Ele vem com painel de instrumentos digital de 12,3”, teto solar panorâmico, ar-condicionado digital de dupla zona com saídas traseiras, bancos de couro com ajuste elétrico e assentos ventilados, câmera 360°, farol alto automático, central multimídia com tela de 12,3”, carregador por indução e luz ambiente configurável, entre outros. Suas tecnologias de segurança incluem assistente de frenagem autônoma com detecção de pedestres, controle de cruzeiro adaptativo com stop & go, sensor de ponto cego, alerta e assistente de permanência em faixa, sensor e assistente de estacionamento e seis airbags com detecção inteligente de ocupantes. Todos esses equipamentos são oferecidos pelo Novo Territory na versão Titanium, exclusiva e topo de linha, por R$ 209.990. Motor e potência O novo motor 1.5 EcoBoost a gasolina, com turbo, injeção direta e comando variável, gera uma potência de 169 cv (@ 5.500 rpm), torque de 250 Nm (@1.500-3.500 rpm) e recebeu uma calibração exclusiva para o estilo de condução e combustível do Brasil. Ele funciona acoplado a uma nova transmissão automática de sete velocidades, com dupla embreagem banhada a óleo, que tem trocas suaves e contribui para otimizar as respostas de aceleração e o consumo. Com tração dianteira, o Novo Territory acelera de 0 a 100 km/h em 10,3 segundos, faz a retomada de 80-120 km/h em 4,4 segundos e tem velocidade máxima limitada em 180 km/h. É equipado com sistema start-stop e roda 9,5 km/l na cidade e 11,8 km/l na estrada, números que garantem boa autonomia com o tanque de combustível de 60 litros. A suspensão dianteira é independente, do tipo MacPherson, e tem amortecedores com batentes hidráulicos. A suspensão traseira é independente multilink. Esse conjunto também foi refinado para as condições brasileiras, melhorando a absorção das imperfeições em diferentes tipos de piso para oferecer um rodar confortável e estável. Outros serviços Com o aplicativo FordPass, o cliente do Novo Territory tem acesso a várias facilidades que aprimoram a experiência de uso do veículo. Elas incluem, por exemplo, agendamento e acompanhamento de serviços online, serviço de concierge com retirada e entrega do veículo e consulta do valor dos serviços e revisões com preço fixo, com total transparência. Toda a tecnologia embarcada do veículo, como o próprio painel digital, foi desenvolvida para proporcionar um uso simples, intuitivo e eficiente. Sua central multimídia tem a maior tela da categoria, de 12,3”, com alta definição, ajuste de brilho e conexão sem fio com Android Auto e Apple CarPlay. Além de comandos permanentes de climatização, ela controla à câmera 360 e dispõe de atalhos para os modos de condução. Há direção elétrica com controles no volante, seletor de marcha rotativo, freio de mão eletrônico com auto-hold e teclas de comando de áudio e chamadas no console são outros recursos presentes no SUV. O porta-malas de 448 litros garante versatilidade no uso diário e viagens e pode ser ampliado para 1.422 litros com o rebatimento do banco traseiro. Além de abertura e fechamento elétrico, ele conta com sensor de acionamento sem as mãos, sistema antiesmagamento e permite configurar o ângulo de abertura da tampa pela central multimídia. A linha do teto com perfil mais horizontal, desde a coluna B até o encontro com o vidro traseiro, facilita o acesso à bagagem. Informações e imagens: assessoria Ford

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Nova Saveiro: roupa nova, mas mesma essência

Carroceria nova? Quatro portas? Motor turbo? Quem esperava pela nova Saveiro com tudo isso terá de continuar aguardando porque o que a Volkswagen apresentou foi um facelift no modelo. Mas não estamos aqui dizendo que isso é ruim. A Saveiro continua a mesma essência de sempre: motor consagrado, construção robusta e agora com um tapa no visual pra deixar a picape xodó dos brasileiros mais atraente. Imagens do conceito VW Tarok chegaram a circular na internet como se fossem o protótipo da nova Saveiro. Na verdade esse foi um esboço para a picape do crossover Taos, que não foi levado adiante. Na nova Saveiro, a maior novidade está na parte dianteira. O capô está mais alto. As grades foram resedenhadas e ganharam linhas horizontais ao estilo VW Nivus. Embaixo, o mesmo padrão e uma grade maior. Os faróis principais deixaram de ser em dupla parábola na versão topo, que agora se chama Extreme e não mais Cross. Mas a linha interna no bloco dá mais estilo, mais próximo dos VW atuais. Faróis de neblina agora são redondos e estão nas exremidades do para-choque. Pouca coisa muda na lateral. Há um aplique plástico nessa versão Extreme. Na Trendline, é possível encontrar um adesivo com um efeito até o degrau da caçamba. Na versão Robust, a Volkswagen afirma que a novidade são novas calotas pintadas em preto. Mas se a gente olhar bem o desenho, elas não são tão novas assim. Já estiveram na versão Robust em 2019, 2020, pintadas em cinza. Na nova versão Extreme, as rodas são parecidas com as da anterior Cross, mas tem raios mais largos. Atrás, o para-choque não é pintado e tem vincos no desenho. O adesivo que une as lanternas, no estilo Montana, tenta passar um ar de maior largura do carro. Mas olhando atentamente, a gente percebe que os painéis da lataria são os mesmos. As lanternas tem desenho interno novo mas as mesmas dimensões. São cinco cores disponíveis: Cinza Oliver (exclusivo para Trendline e Extreme) e Cinza Moonstone (exclusivo para Extreme), novidades para 2024, além de Preto Ninja, Prata Sirius e Branco Cristal. Por dentro, o volante de direção ganhou o emblema novo, minimalista da Volkswagen. No mais, saudosistas da linha Gol vão se encontrar na Saveiro, com o mesmo painel da última safra, com desenho de linhas horizontais e que deu melhor impressão aos modelos Gol e Voyage quando foi lançado. Materiais são em plástico duro, resistentes e prontos para durar mesmo no uso mais severo. É a Saveiro sendo Saveiro.   As versões e o motor 1.6 A gama da Saveiro conta com quatro versões: a de entrada, Robust Cabine Simples e Robust Cabine Dupla, a intermediária Trendline Cabine Simples, e completando a família, a Extreme Cabine Dupla. Para 2024, todas as versões passam a contar, de série, com itens exclusivos no segmento: sensor de estacionamento traseiro, ESC (controle eletrônico de estabilidade), Hill Hold Control (Assistente de Partida em rampa) e freio a disco nas quatro rodas. Aqui a Saveiro se destaca porque a principal concorrente Fiat Strada não tem os sensores traseiros na versão Endurance nem freio a disco na traseira. De baixo do capô, toda a linha acompanha o consagrado motor 1.6 EA211, 1.6l de 116 cv e 16,1 kgfm de torque, com o câmbio manual de cinco marchas. A suspensão dianteira recebeu 10 mm de altura livre do solo, permitindo uma resposta mais confortável das imperfeições do solo e um melhor ângulo de ataque em valetas ou em situações off-road.   Saveiro Extreme No topo da gama, a Saveiro recebe a versão Extreme, herdada da sua irmã maior, a Amarok. Com roupa exclusiva, o exterior conta com as novas cores de acabamento, emblema em preto piano na coluna B alusivo a versão, adesivos no capô e laterais, e faixa em preto fosco que conecta as lanternas na tampa traseira. As rodas, de 15” polegadas, são exclusivas da Extreme, pintadas em preto piano e acabamento diamantado. O rack de teto se une ao santo antônio, facilitando a amarração de todos os itens de sua aventura, além da capota marítima, protegendo os pertences na caçamba. No interior, os bancos são revestidos em couro com detalhes em Cinza Oliver, assim como os painéis e apoio de braço nas portas. No encosto, o escrito Extreme reforça o nome da versão. O painel recebe friso com acabamento em aço escovado e novo grafismo no painel de instrumentos. Da série, a já conta com multimídia Composition Touch com conexão Apple Carplay e Android Auto, quatro alto-falantes, câmera de ré, coluna de direção com ajuste de altura e profundidade, orientações de neblina, indicador de controle da pressão dos pneus e volante multifuncional em couro. No pacote opcional Tech, o motorista encontra o botão off-road na parte superior do painel, ativando as funções fora de estrada da Saveiro como o HDC (Hill Descent Control), que utiliza o sistema de ABS para controle em rampa na terra, sem a necessidade de acelerar ou frear. O pacote ainda traz retrovisor fotocrômico, piloto automático, sensores de chuva e crepuscular.   Imagens: assessoria Volkswagen

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Mesma grade em toda a linha da Toro

A Fiat unificou a grade para toda a linha da Fiat Toro. A linha 2024 trouxe o desenho mais robusto das versões Ranch e Ultra para Volcano, Freedom e Endurance. Além da grade, as rodas têm novo desenho para as versões Ultra e Ranch. Já por dentro, itens indispensáveis como wireless charger, ar-condicionado digital dual zone com comando touch screen e central multimídia 10,1” vertical seguem nas versões topo.   Fiat Toro Ultra Uma das versões topo de linha, a Ultra traz novidades como uma nova grade com inserções volumétricas que entregam exclusividade e robustez para a versão, além de moldura em preto brilhante com detalhes em vermelho no logo da Fiat e no friso decorativo da grade, a linha frontal acima do para-choque dianteiro. A nova proposta do exterior cria uma harmonia perfeita com as costuras dos bancos em vermelho, exclusivos desta versão. Além disso, as novas rodas que adicionam um toque de sofisticação e modernidade ao conjunto completam o visual, mantendo a elegância da cor preta, porém, com moldura diamantada, exclusivas para os pneus Off-Road da versão Ultra.     Fiat Toro Ranch Outra versão topo de gama, a Ranch ganhou ainda mais exclusividade. Ela recebeu uma nova grade com detalhes em bronze (premium brown) no friso decorativo, que proporciona uma aparência única e refinada, e traz design com inserções volumétricas que garantem mais robustez e estilo. Aliás, essa novidade combina perfeitamente com os bancos na cor marrom exclusivos da versão. Para completar, agora conta com novas rodas de 18” diamantadas que aprimoram ainda mais o seu visual.     Fiat Toro Volcano A versão Volcano, tanto na opção flex quanto na diesel, passa a contar com conectividade como item de série, saindo de fábrica com o Fiat Connect Me, plataforma de serviços conectados da marca, que oferece funcionalidades como wi-fi, operações remotas, informações sobre o veículo, localização, navegação, assistentes de chamadas e muito mais. A versão também traz nova grade cromada de série e novos wheel fenders. Para completar, na Volcano Flex, o opcional com Design Black agora ganha grade em preto brilhante, além dos itens escurecidos que já fazem do pack um sucesso (rodas pretas, logo fiat escurecido e interior escurecido).     Fiat Toro Freedom Elevando o nível de sofisticação e tecnologia da versão, a Freedom passa a oferecer como item opcional o Fiat Connect Me com navegação embarcada. Além de trazer mudanças no visual, como nova grade em preto brilhante, logo da Fiat cromado e atualização no wheel fenders.     Fiat Toro Endurance A versão de entrada também está com novidades. Agora, a Endurance traz nova grade em preto fosco, logo da Fiat cromado e novos wheel fenders, garantindo ainda mais estilo. Nesta configuração, não há opcionais. Mas pelas imagens, a gente percebe que o conjunto ficou interessante pra quem gosta de um estilo mais simples, limpo e minimalista. A grade sem pintura chama a atenção com mais imponência na dianteira. Até as calotas em tom grafite ficam interessantes nessa versão.   Mesma essência A Toro traz duas opções de motorização. Traz o Turbo 270 Flex, o turbo flex mais moderno, potente e de maior torque produzido no Brasil com 185 cv e 270 Nm junto com a transmissão de 6 velocidades e o propulsor 2.0 16V turbo diesel com 357 Nm de torque (MultiJet II) combinado ao sofisticado e eficiente câmbio automático de última geração de 9 marchas e tração 4×4. A picape mantém a essência que a tornou popular entre os brasileiros. Sua versatilidade permanece intacta e as dimensões da Toro seguem as mesmas para todas as versões: 4.945 mm de comprimento, 1.845 mm de largura e 1.678 mm de altura. Para completar, ainda traz luzes de direção full LED e DRL com identidade Toro, rodas de até 18” e bancos em couro com ajuste elétrico. A caçamba transporta 937 litros é capaz de carregar até 750 kg nas versões flex e uma tonelada nas diesel, além de 400 kg de reboque. Ainda conta com suspensão traseira Multilink, a mais forte e confortável do segmento. Além disso, a abertura bipartida da caçamba garante mais praticidade para o dia a dia, ergonomia e zero esforço. Confira os preços sugeridos de todas as versões da Toro no MY24: Endurance Turbo 270 Flex AT6 Flex: R$ 149.900,00 Freedom Turbo 270 Flex AT6 Flex: R$ 164.190,00 Volcano Turbo 270 Flex AT6 Flex: R$ 178.590,00 Volcano Turbodiesel 4×4 AT9 Diesel: R$ 192.390,00 Ranch Turbodiesel 4×4 AT9 Diesel: R$ 209.990,00 Ultra Turbodiesel 4×4 AT9 Diesel: R$ 210.990,00

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Série especial do Eclipse Cross

O Mitsubishi Eclipse Cross Sport 2024 é a nova versão do crossover da marca. Com visual esportivo, o veículo é produzido sobre as configurações topo de linha do Eclipse Cross. O modelo já está disponível para encomenda no site da Mitsubishi Motors e na rede de concessionárias da marca com valores de R$ 237.990,00 na versão HPE-S e de R$ 248.990,00 na versão HPE-S S-AWC. A série especial chega para reforçar o visual e ressaltar a veia esportiva que toda a linha de SUVs Eclipse Cross oferece a seus clientes. Com elementos estéticos que imprimem dinamismo e entregam sofisticação, o modelo chega em duas versões: Eclipse Cross Sport HPE-S (2WD) e Eclipse Cross Sport HPE-S S-AWC (AWD). Ou seja, você pode comprar com tração 4×4 ou 4×2. Por fora, o acabamento em “black piano” está presente em diversas partes como aerofólio traseiro, antena, teto, colunas A e C, moldura lateral e inferior nas portas, rack de teto, retrovisores externos, spoilers dianteiros e traseiros, além da antena tipo “barbatana de tubarão”. O emblema “Sport” e “S” em vermelho na tampa traseira junto à moldura das caixas de rodas pintadas na mesma cor da carroceria, para-choques na cor do veículo e detalhes em vermelho engrossam a lista de itens exclusivos que equipam a edição limitada. A temática esportiva segue pela lateral do veículo com as rodas em liga leve aro 18” exclusivas na nova cor Bronzo Opaco e calçadas com pneus 225/55.   Interior esportivo e tecnológico A esportividade presente no exterior do modelo se mantém no interior do veículo, onde a cor preta predomina, especialmente no acabamento em couro dos bancos e nos diversos itens revestidos em “black piano”, o que oferece ao Eclipse Cross Sport um ar arrojado e sofisticado. Detalhes e molduras em vermelho brilhante presentes no cluster e no acabamento da manopla de câmbio dão o contraste esportivo perfeito para a versão. O toque final fica por conta da plaqueta “Sport” exclusiva no painel de instrumentos, além do teto solar duplo. Todos os comandos ficam integrados a um cockpit ergonômico, que realça o prazer e conforto ao dirigir. Acompanhando a série especial, os bancos dianteiros também contam com um design esportivo, com ajustes elétricos e aquecimento. Já os bancos traseiros, reclináveis, contam com descansa braço central e porta-copos. Para comodidade dos ocupantes, a série especial Sport oferece tecnologias como o sistema Keyless para abertura das portas pelos botões nas maçanetas, botão Start/Stop para acionamento do motor, câmera de ré com linhas dinâmicas (Parking Line), assistente de partida em rampa, sensor crepuscular e de chuva, sistema de monitoramento de pressão dos pneus (TPMS) e trava elétrica central automática, inclusive do porta-malas. Nos itens de segurança também estão presentes os já conhecidos da linha Eclipse Cross: sistema de monitoramento de pontos cegos, assistente de frenagem de emergência, sistema de frenagem autônoma, freios ABS com EBD, função Auto Hold, aviso de saída de faixa de rolamento (LDW), sistema de aviso de tráfego traseiro, sistema de prevenção de aceleração involuntária, controles de tração e estabilidade (ASC + ATC), sistema Full Airbags, DRL em LED nos faróis e luzes de neblina, integradas ao bloco principal do farol. O ar-condicionado é digital, automático e de duas zonas, permitindo a seleção de temperatura para cada lado do veículo. O volante em couro, com acabamento em “black piano” e detalhe cromado reúne os comandos de voz, áudio e telefone, além do controle dos sistemas de Piloto Automático Adaptativo (ACC) e do limitador de velocidade. A central multimídia premium da marca JBL completa o rol de itens de composição do interior da série especial. O sistema adiciona ao painel uma tela capacitiva de 7 polegadas com respostas rápidas, GPS offline, áudio streaming de última geração e conexão WiFi, que permite acessar aplicativos como Spotify e Waze. O dispositivo também oferece as tecnologias Android Auto e Apple Car Play, para conectividade com smartphones.   Motor de última geração A série especial Eclipse Cross Sport conta com o moderno motor 4B40 MIVEC Turbo de injeção eletrônica dupla, direta e indireta resultando em 165 cv de potência e 25,5 kgf.m de torque. Desenvolvido sobre o conceito de downsizing, o propulsor entrega o torque máximo em baixas faixas de giro, proporcionando maior eficiência energética e desempenho, acarretando menor consumo de combustível e um rodar agradável. O powertrain é combinado à transmissão CVT, que simula oito velocidades, com sistema INVECS III, que se adapta ao modo de dirigir de cada motorista. Há Paddle-Shifters na coluna de direção que permitem trocas manuais de marcha. E a série limitada Sport oferece a tração integral nas quatro rodas (4×4).   Segurança completa A série especial Sport também oferece o pacote de tecnologia MiTEC com diversos sistemas inteligentes de segurança ativa e passiva. São eles o FCM, ACC, LDW, BSW + RCTA e AHB + UMS, além de sensores de obstáculos dianteiros e traseiros. BSW (Blind Spot Warning) – Aviso sonoro e de luz nos espelhos retrovisores indicando região de ponto cego. UMS (Ultrasonic Misacceleration Mitigation System) – Sistema de prevenção de aceleração involuntária, que reduz as chances e o perigo de atingir obstáculos a até quatro metros, na frente ou atrás do veículo, caso o motorista pressione fortemente o acelerador por engano com o carro parado ou até 10km/h. RCTA (Rear Cross Traffic Alert) – Sistema de aviso de tráfego traseiro, que ajuda a evitar colisões ao sair de uma vaga em marcha a ré. Speed Limiter – Limita uma velocidade pré-estabelecida pelo motorista. ASC (Active Stability Control) – Controle ativo de estabilidade, evitando escorregamento em curvas. ATC (Active Traction Control) – Controle Ativo de Tração, atua em pisos de baixa aderência ou em situações de aceleração brusca. ACC (Adaptative Cruise Control) – Piloto automático adaptativo de nova geração, que diminui e acompanha automaticamente a velocidade do veículo à frente. FCM (Forward Collision Mitigation) – Sistema de frenagem autônoma, que ajuda a prevenir colisões frontais identificando veículos ou pedestres por meio de câmeras e radar. LDW (Lane Departure Warning) – Aviso de saída de

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Nova Silverado será apresentada na Expointer

A Chevrolet inicia a pré-venda da nova Silverado no dia 26 de agosto no Rio Grande do Sul. Para esta ação, a marca vai disponibilizar um lote especial de 500 unidades. Todas da versão topo de linha High Country e caracterizada pelo motor V8, transmissão automática de 10 marchas e por uma configuração de equipamentos exclusiva para o mercado brasileiro. As entregas estão previstas para começar na virada do ano. Os interessados podem fazer as reservas na rede de concessionárias ou no estande da Chevrolet na Expointer, feira agropecuária que acontece de 26 de agosto a 3 de setembro em Esteio (RS). É lá que a Nova Silverado será exibida publicamente pela primeira vez no país.   O topo da montanha A Silverado é o modelo mais vendido da Chevrolet no mundo e desembarca no Brasil na sua geração mais avançada e que foi recentemente atualizada nos Estados Unidos. Resultado: o design ficou mais imponente, o nível de conforto foi aprimorado e as atualizações mecânicas e de software deixaram o veículo ainda mais eficiente. Para maior resistência, a carroceria utiliza diferentes materiais, com variações de composição e espessura. Capô, portas e tampa traseira são de alumínio, enquanto a caçamba, por exemplo, tem um piso de aço reforçado capaz de aguentar impacto até 50% maior que o de picapes tradicionais. A Nova Silverado utiliza processo produtivo inovador que lhe garante maior poder torsional, algo importante para situações extremas, como o fora-de-estrada. Neste sentido, vale destacar que ela já traz de série chassi com preparação Off-Road. O acabamento, no entanto, é o High Country, o mais luxuoso disponível. Por fora, ele conta com sistema de iluminação inteligente Full LED; grade e frisos cromados, além de elementos como estribo e tampa traseira com acionamento elétrico. As rodas são de 20 polegadas com superfície usinada, e os pneus, tipo All Terrain de perfil alto para melhor absorção de impactos. O porte do veículo também chama a atenção. São 5.913 mm de comprimento, 2.063 mm de largura e 1.945 mm de altura. Não à toa a Nova Silverado tem o maior entre-eixos (3.745 mm) e a maior caçamba da categoria, o que se traduz numa picape realmente polivalente para o dia a dia, para o lazer ou trabalho. Por dentro, a Nova Silverado se destaca pelo amplo espaço para os cinco ocupantes, pela seleção de materiais nobres e pela extensa lista de itens de comodidade, que inclui ar-condicionado com diferentes zonas de temperatura, bancos e volante com regulagem elétrica e climatização, sistema de áudio premium Bose e teto solar. O pacote de itens de segurança é igualmente completo: airbags frontais, laterais e de cortina; alerta de colisão e atropelamento dianteiro e de tráfego cruzado traseiro ambos com frenagem autônoma de emergência; alerta de ponto cego com sensor de aproximação repentina e assistente de manutenção em faixa. Resposta automática em caso de acidente e botão SOS do OnStar são outros exemplos. Já o motorista tem a sua disposição recursos avançados de condução como controle de cruzeiro adaptativo, seletor eletrônico de marchas, painel digital configurável de 12,3 polegadas, Head Up Display colorido com projeção de informações do veículo na base do para-brisa, banco com memórias de ajuste e opção de alerta vibratório, retrovisor interno com câmera e visão 360 graus com múltiplos sensores para manobras.   A primeira com Google Built-in A Nova Silverado chega ao mercado com o mais alto nível de conectividade. O veículo inaugura um novo patamar para a marca Chevrolet com a estreia do Google Built-in, que agrega atualmente Google Assistant, Google Maps e o Google Play. Além de garantir maior integração do multimídia com o próprio veículo, o sistema conecta-se automaticamente ao perfil digital do usuário para importar da nuvem desde os apps preferidos, passando pela sua relação de destinos até a agenda pessoal. Outro diferencial relevante é que este sistema opera de forma independente, não necessitando da conexão de um smartphone para funcionar. O Google Built-in ainda possibilita comandar itens como o ar-condicionado e o sistema de áudio do carro por comando de voz, além de interagir com a tecnologia baseada em inteligência artificial para consultar sobre a previsão do tempo e buscar informações específicas. É possível estabelecer diversos perfis, um para cada motorista, selecionáveis na própria tela do multimídia. Há inclusive um “modo manobrista”, que bloqueia o acesso a configurações do sistema e aos dados pessoais dos usuários. A picape premium se destaca ainda pelo multimídia MyLink de última geração com tela de 13,4 polegadas, a maior da categoria. Por ser horizontal, os dados ficam na altura do campo de visão do condutor.   Performance surpreendente A Nova Silverado vem com motor V8 de última geração, com 5.3L capaz de otimizar a ativação do número de cilindros conforme a condição de rodagem. Este propulsor é da mesma família do superesportivo Camaro, mas com aperfeiçoamentos para atender as particularidades do usuário de picape grande. Com foco no menor consumo de gasolina, a tecnologia exclusiva DFM (Dynamic Fuel Management) da Silverado adequa automaticamente a quantidade de cilindros ativos de acordo com a necessidade instantânea. Enquanto outras picapes contam com até dois padrões de gerenciamento eletrônico de ativação dos cilindros (quatro ou oito), a Nova Silverado tem 17 combinações, o que dá a ela um leque muito maior de opções e permite que a picape rode mais de 60% do tempo sem a necessidade de acionar os oito cilindros simultaneamente. Outra atualização global feita recentemente no veículo é a combinação do motor 5.3L V8 com a moderna transmissão automática de 10 marchas. Em relação ao consumo de gasolina, o modelo da Chevrolet percorre 6 km/l na cidade e 7,2 na estrada pelo padrão do Inmetro. A tração é inteligente e pode distribuir a força dos 519 Nm entre as quatros rodas conforme o tipo de terreno e condição de carga. O conjunto soma ainda reduzida, diferencial blocante e controle eletrônico de aclive e declive. O condutor também pode facilmente configurar o mapa de calibração do veículo para diferentes situações: Off-Road, Normal e Esporte.

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Mustang das pistas para a rua

No fundo de um galpão, atrás de um túnel de vento no centro de desenvolvimento e testes da Ford em Allen Park, Michigan, um grupo de engenheiros se reuniu em 2021, após o expediente, para uma nova missão que parecia um sonho impossível: projetar um Mustang para enfrentar o melhor dos carros esportivos europeus. Assim nasceu o Mustang GTD 2025, um carro de alta performance de edição limitada, homologado para as ruas e com a alma do Mustang, apresentado hoje pela Ford nos EUA. O modelo é um “tour de force” tecnológico, inspirado no Mustang GT3 programado para correr em Le Mans no próximo ano. Basta um olhar na carroceria larga esculpida em fibra de carbono e na asa traseira para imaginar o desempenho. É um Mustang como nenhum outro já feito. “O Mustang GTD destrói todas as noções preconcebidas do que é um supercarro”, diz Jim Farley, presidente e CEO da Ford. “É uma nova abordagem para nós. Não projetamos um carro de rua para as pistas, criamos um carro de corrida para as ruas. O Mustang GTD pega a tecnologia do nosso Mustang GT3 de competição, a envolve numa carroceria de fibra de carbono e a libera nas ruas”. Todas as peças de precisão do Mustang GTD foram especialmente projetadas. Cada forma é determinada pela função. Ele foi projetado com um propósito: ser mais rápido na pista, com mais tecnologia que os carros de corrida nos quais se baseia. O Mustang GTD tem uma força descendente para rodar plantado no asfalto, graças à aerodinâmica ativa e à aderência dos pneus, montados em uma avançada suspensão dianteira de braços curtos e longos, com altura dupla, e suspensão traseira multi-link. Ele para com autoridade graças aos freios de carbono-cerâmica, tem transmissão de oito marchas com dupla embreagem montada na traseira e eixo de transmissão de fibra de carbono leve para oferecer uma distribuição de peso próxima de 50/50. “Quando você olha para a engenharia, a aerodinâmica e como o trem de força funciona, o Mustang GTD é um foguete de rua”, diz Mark Rushbrook, diretor global da Ford Performance Motorsports.   Legado vencedor de Le Mans O Mustang GTD nasceu do conceito do Mustang GT3 de competição que retorna a Le Mans no próximo ano. Ele vai ocupar o topo da família Mustang, agora formada por modelos de rua e outros exclusivos para as pistas, como o Mustang GT4, o Mustang GT3 e o Mustang Dark Horse R. Eles vão rodar nas ruas e pistas de todo o mundo para manter o legado do Mustang como o modelo de maior sucesso da Ford nas corridas. O nome GTD vem da categoria IMSA “GTD”, que segue a regulamentação GT3 da FIA. “Esta é a nossa empresa, estamos lançando o desafio e dizendo: venham pegar”, diz Farley. “Estamos à vontade para anunciar a todos: estou pronto para levar o Mustang GTD para a pista contra qualquer outro chefe da indústria em seu melhor carro de rua.” O Mustang GTD foi projetado pela Ford em parceria com a Multimatic, que desenvolveu o Mustang GT3, o Mustang GT4 e o Ford GT vencedor de Le Mans. Ele incorpora décadas de avanços de engenharia, gerados pelo aprendizado contínuo em corridas, e está destinado a ser uma parte icônica da história do Mustang e da Ford.   Esculpido para explorar o ar O design do Mustang GTD é puro propósito. Cada detalhe é focado no desempenho aerodinâmico e na velocidade, desde o divisor dianteiro, o capô e os para-lamas até a asa traseira ativa com controle hidráulico, montada no pilar C. O uso extensivo de fibra de carbono contribui para reduzir o peso, baixar o centro de gravidade e melhorar a capacidade de resposta. Os para-lamas, o capô, a cobertura que substitui a tampa do porta-malas, as soleiras das portas, os divisores dianteiro e traseiro e o teto são de fibra de carbono. Os painéis dianteiro e traseiro também podem vir opcionalmente no mesmo material. O pacote aerodinâmico opcional inclui cobertura de fibra de carbono sob a carroceria e tecnologias que seriam ilegais em corridas, como abas dianteiras controladas hidraulicamente para gerenciar o fluxo de ar junto com a asa traseira ativa. O espaço que seria do porta-malas é ocupado pela suspensão semiativa, pelo sistema de controle hidráulico e pelo sistema de refrigeração da transmissão. A sua tampa é substituída por uma cobertura inspirada em corridas, com duas entradas de ar direcionadas aos trocadores de calor. Essa combinação de recursos aerodinâmicos resulta em uma “downforce”, equilibrada nos eixos dianteiro e traseiro, que aumenta a velocidade em curvas e permite um controle apurado do veículo.   Extrema performance e tecnologia “O hardware foi cuidadosamente selecionado e desenvolvido para permitir um tempo de volta excepcional”, diz Greg Goodall, engenheiro-chefe de programa da Ford. “O objetivo deste projeto era claro – ir muito, muito mais rápido que nunca, com tempo de volta de menos de 7 minutos em Nürburgring. Isso faz dele o Mustang de rua mais rápido da Ford.” O Mustang GTD usa um V8 supercharged de 5,2 litros, desenvolvido especialmente com entradas duplas de ar e o primeiro sistema de cárter seco em um Mustang de rua, para manter o motor lubrificado em curvas contínuas e exigentes. A linha vermelha de rotação do motor, a mais de 7.500 rpm. É o Mustang homologado para as ruas mais potente já desenvolvido pela Ford com potência estimada de mais de 800 cavalo. Toda a potência do motor é enviada para as rodas traseiras por meio de um eixo de transmissão de fibra de carbono, conectado a uma transmissão traseira de oito marchas para uma distribuição de peso próxima de 50/50 na frente e na traseira. O desempenho do Mustang GTD é aprimorado pela suspensão semiativa de última geração, que pode variar tanto a força de mola como a altura do curso. O amortecedor com válvula adaptativa de acionamento hidráulico, com dupla regulagem de mola e altura, permite aprimorar o desempenho nas ruas e nas pistas de forma independente.

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Nova versão na gama do Pulse: S-Design

A Fiat incluiu uma nova versão na gama do Pulse. A S-Design tem motor 1.3 Firefly e está posicionada entre a Drive automática e a Audace equipada com motor 1.0 turbo. Já no Pulse Abarth, há atualizações no design interno e nova opção de roda maior com aro 18″, trazendo design mais esportivo. O S-Design destaca o visual mais esportivo do Pulse. Esse conceito, que nasceu na Itália, traz mais conteúdo para o Argo, Cronos e Toro, com elementos escurecidos e tecnologias que oferecem uma combinação de elegância e sofisticação. Agora, ele chega ao Pulse como uma nova versão, oferecendo uma dose extra de requinte ao modelo. O Pulse S-Design ganhou um acabamento escurecido nos detalhes, como no logo da Fiat e retrovisores na cor preta. Além disso, acrescentou roda 16” escurecida, moldura superior do para-choques que liga os faróis em preto brilhante e também trouxe o requinte da versão superior, a Audace, no acabamento do rack de teto e skid plate interno e externo. Os emblenas “S-Design” também estão nas laterais. Mas ficaram de fora do pacote os faróis de neblina, presentes nas mesmas versões de Argo, Cronos e Toro. Poderiam estar neste, já que muitos donos tem comprado o equipamento como acessório na concessionária quando já poderia vir de fábrica. As rodas de liga-leve são as mesmas escurecidas que vinham de série em todas as versões no lançamento e que depois viraram opcional no Drive. No pacote há também a oferta de itens que normalmente só são encontrados nas versões de topo de gama, como central multimídia de 10,1” com navegação GPS embarcada, carregador por indução, chave presencial, partida remota via chave, sensor de estacionamento traseiro e câmera de ré. A nova versão mostra que a estratégia inicial de oferecer mais opções com o motor 1.0 turbo para o Pulse se inverteu agora. Saiu de linha o Drive Turbo e uma lacuna ficou entre o Drive e o Audace, agora preenchida com o S-Design.   No Abarth, um painel mais sofisticado Na linha 2024, o Pulse Abarth ganhou mais requinte. O painel escurecido, que já abriga a central multimídia de 10,1″ com serviços conectados, recebeu um acabamento em couro, que deixa o design interno mais premium. Algo que fazia falta para oferecer um pouco mais de exclusividade na versão esportiva, que tinha painel em plástico tal como os outros. Além disso, o modelo passa a contar com pintura soft touch nas laterais. Em relação à parte externa do veículo, na linha de 2024 foi introduzida uma opção adicional: a possibilidade de escolher rodas de 18”.   Preços Pulse modelo 2024 Fiat Pulse Drive 1.3 MT – R$ 102.990,00 Fiat Pulse Drive 1.3 AT – R$ 109.990,00 Fiat Pulse S-Design 1.3 AT – R$ 114.990,00 Fiat Pulse Audace Turbo 200 AT – R$ 121.490,00 Fiat Pulse Impetus Turbo 200 AT – R$ 133.490,00 Pulse Abarth Turbo 270 AT – R$ 149.990,00   Imagens e informações: assessoria Fiat

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Golpe do posto: nunca abra o capô!

O modo de agir é o mesmo: o carro está abastecendo no posto, o frentista se oferece para verificar água e óleo. O motorista abre o capô e o suposto problema começa. Foi o que aconteceu com a jornalista e editora do SBT de Porto Alegre Mônica Rossi. Ela se preparava para uma viagem de 300km quando parou para abastecer em um posto de combustíveis na avenida Getúlio Vargas, bairro Menino Deus, na capital gaúcha. Enquanto o Toyota Etios era abastecido, o frentista se ofereceu para a tal “revisão” de água e óleo, ainda que o pedido da motorista fosse apenas para encher o reservatório do lavador do parabrisa. “Quando eu vi, estavam três na volta do motor do carro olhando”, afirma a jornalista. Até aí, o frentista já se dizia apavorado e alertando que a situação era perigosa, que a motorista poderia ficar na estrada por causa da água do radiador. Nesse instante, ele abre a tampa do reservatório do radiador enquanto o motor ainda estava quente. Com a perda de pressão, o líquido entra em ebulução e vem para fora, sujando o motor e o cofre. Para um leigo, isso pode parecer um grande problema. Mas nada mais é do que a reação normal do carro quando se abre a tampa. No posto, Mônica já desconfiou da situação mas ainda assim, os frentistas continuaram insistindo que havia um problema e que ela deveria comprar um líquido aditivo de radiador. A jornalista recusou e foi embora. Depois indagou um amigo sobre o ocorrido. O Etios em questão tem baixa quilometragem e recentemente havia sido revisado por profissionais. “Era um posto de confiança, eu sempre abastecia ali”, afirma Mônica.   Além de Porto Alegre, o mesmo no Rio de Janeiro Em viagem de férias, o editor da plataforma EU DIRIJO Guilherme Rockett seguiu de Porto Alegre até o Rio de Janeiro em um HB20 alugado. No segundo dia, foi abastecer em um posto na Barra da Tijuca. O frentsta se ofereceu para revisar “água e óleo”, mas apenas foi orientado a repor a água do lavador de parabrisa, que havia acabado na viagem. “Você tem que dar uma olhada aqui, isso não está bem”, argumentou, apontando para o reservatório do radiador. “Mas aí é o líquido de arrefecimento, não é pra mexer aí”, respondeu o editor. Ainda assim, o frentista insistiu: “mas o senhor precisa ver isso, não pode ficar assim”. A água estava no nível correto e para dar um basta na conversa, o editor apontou para a marcação e ressaltou: “esse carro veio de Porto Alegre até aqui. Não há nada de errado com ele”.   Lugares diferentes, mas o mesmo modo Assustar motoristas que não conhecem o funcionamento do carro é a tática dos frentistas e das empresas sem respeito com o consumidor. Com isso, clientes pagam por frascos de produtos desnecessários e ainda podem ter avarias posteriores. O falso problema cresce aos olhos do dono do carro quando o reservatório é aberto com o motor quente e a água jorra pelo cofre do motor. Importante ressaltar que não é na maioria dos postos em que a tática de tentar enganar o consumidor acontece. No entanto, quando o cliente chega para abastecer é difícil saber se o estabelecimento é sério. Por isso, a recomentação é: nunca abra o capô. Nem permita que o frentista abra o reservatório do radiador. Além disso, é importante conhecer o veículo que você dirije. Tenha um mecânico de confiança e peça para que ele mostre onde fica a o fluído do radiador, onde está o reservatório do lavador de parabrisa e o que não deve ser mexido nessas situações. Se puder, coloque água no lavador ainda em casa e deixe para o mecânico a execução da troca ou manutenção do fluído de arrefecimento.

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Só o que o manual manda. Mais nada!

O problema do trocador de calor do Jeep Renegade trouxe à tona uma questão importante quando a gente considera o futuro dos carros atuais: será que os motores e componentes vão ser tão duráveis, a ponto de aguentarem “gambiarras” e manutenções erradas à medida que o veículo envelhece? No caso do trocador de calor, a origem do problema não foi oficializada pela Stellantis, mas até onde a gente sabe, pode estar ligada ao fluido de arrefecimento do carro. Em outras palavras, à “água” do radiador. Chamar de “água” é hoje um erro, pois a parte de água que vai no compartimento é a menor ds mistura, conforme a indicação prevista para cada veículo. E ainda assim, não se trata de água da torneira. A água em questão é a desmineralizada, comprada nas concessionárias ou em lojas de autopeças. O restante da mistura é o aditivo de radiador. Esse produto, entre outras funções, evita o congelamento do líquido de arrefecimento e, principalmente, tem propriedades para não gerar corrosão nas partes internas do motor e dos componentes. O caso do câmbio automático de seis marchas da linha Jeep e Fiat tem uma pequena peça como principal o vilão: o trocador de calor. Ele oxida e permite que o líquido do radiador se misture com o óleo do cambio automático. Isso pode provocar até a quebra da caixa pelo atrito interno das peças. Pelas informações que nós obtivemos como atribuídas ao fabricante, a montadora aponta que bastaria o proprietário seguir rigorosamente a manutenção prevista no manual para o veículo, que o problema não iria surgir. Em parte isso faz sentido. Recentemente, o editor da plataforma EU DIRIJO conversou com um proprietário de Jeep Renegade. O carro em questão é um Longitude 1.8 2019, comprado zero quilômetro e hoje está com 93 mil km rodados. Foi no final de julho que o mecânico particular apontou para o problema. Por sorte, a caixa não foi afetada e o conserto saiu em R$ 3,5 mil. Importante ressaltar que o proprietário fez todas as manutenções do carro e as revisões na concessionária. Fora esse problema, houve apenas a troca da bomba da água nesse período. Mais nada. No entanto, um ex-proprietário de Jeep Renegade 1.8, que comprou o carro usado, contou para a redação da plataforma EU DIRIJO que fez a primeira revisão no carro e não teve problemas. Na segunda, veio a surpresa. A concessionária apresentou diagnóstico condenando o trocador de calor e o concerto com troca de peças da caixa chegou a oito mil reais. O argumento da concessionária é que a antiga proprietária não havia seguido a manutenção correta do veículo, que ainda tinha quilometragem baixa. A questão que fica é como vai estar o carro para o terceiro, quarto ou quinto dono? Em que condições o carro vai chegar? E será que esses futuros proprietários vão conseguir dar a manutenção devida? O exemplo do Jeep Renegade é apenas um porque cada carro hoje exige uma manutenção, líquidos e librificantes específicos. Outro exemplo importante é quanto ao óleo lubrificante. Cada vez mais os motores exigem que a especificação seja seguida à arrisca para cada veículo. O Fiat Argo por exemplo, se mostrou um modelo resistente e durável. Mas utiliza um óleo bastante fino, 0W20. No canal “O Mecânico”, no YouTube, um dos profissionais aponta que em hipótese alguma a especificação do óleo deve ser alterada, especialmente se for por um produto mais barato. Além de atender a lubrificação do motor, o Firefly do Fiat Argo tem uma peça que é movimentada pelo próprio óleo lubrificante. A troca por outro de viscosidade maior pode interferir no funcionamento desses componentes que tem precisão milimétrica. Com tudo isso, a régua do custo de manutenção dos carros se eleva mais uma vez, tal como foi quando os modelos passaram a ser equipados com injeção eletrônica e exigiram computadores e uma tecnologia mais avançada para diagnóstico. Por consequência, o custo dos reparos também aumentou quando a gente compara com os carros com carburador. Nunca foi tão importante e necessário seguir estritamente a recomendação do manual do proprietário. Ficou para trás o tempo em que o proprietário levantava o capô do carro na garagem e completava o nível da água do arrefecimento apenas abrindo a torneira de casa. Mas se o custo aumenta, em algum momento da vida dos carros, isso será uma barreira. O que resta saber é se os motores atuais podem ter a mesma durabilidade dos que tínhamos. Não porque são ruins. Mas porque podem não resistir tanto aos maus tratos dos donos.

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Sai Ford, vem BYD para a Bahia

A Ford e o governo do estado da Bahia celebraram um acordo para dar destino a fábrica de Camaçari. A montadora afirmou que o processo vai seguir a legislação vigente, que prevê posterior indenização para a empresa em valores compatíveis com o mercado. De acordo com a Ford, o acordo vai simplificar e dar agilidade ao processo de transição de propriedade da fábrica. A informação divulgada pela Agência Brasil aponta que a montadora chinesa BYD está mais próxima de ter sede no Brasil com a venda do terreno da Ford para o governo da Bahia. Vai ser possível avançar na negociação com a BYD, que anunciou a proposta de investir R$ 3 bilhões no Brasil, com a instalação de três fábricas para gerar cinco mil empregos. Uma das unidades da montadora chinesa seria dedicada à produção de chassi para ônibus e caminhões elétricos. Na outra, seriam para fabricação de automóveis híbridos e elétricos, com capacidade estimada em 150 mil carros por ano na primeira fase. A terceira fábrica deve processar o lítio e o ferro fosfato para as baterias destinadas à exportação. A informação divulgada pela EBC ainda aponta que a BYD aguarda as decisões sobre os incentivos fiscais, que serão herdados da Ford no regime especial para montadora do nordeste. O atual benefício está previsto para encerrar em 2025. Na Câmara dos deputados, a prorrogação do incentivo até 2032 foi derrubada por um voto em segundo turno. No Senado, a extensão do benefício poderá ser recolocada no texto, já que os estados do norte e nordeste tem maior peso de parlamentares. A fábrica de Camaçari na Bahia está parada desde 2021 quando a Ford anunciou o fim da fabricação de carros no Brasil. No local eram fabricados os modelos Ecosport, Ka e Ka sedã. A criação da unidade na Bahia aconteceu depois do desacerto com o governo do Rio Grande do Sul e a criação de incentivos para a instalação da Ford no nordeste do país. Foi de lá que veio O próprio Ecosport, um dos projetos mais bem sucedidos da montadora no Brasil e que foi responsável pela manutenção da Ford entre as principais montadoras brasileiras por mais de uma década.

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