Guilherme rockett

Peça para o freio da Fiat Toro

A medida que o tempo passa, carros que eram lançamento já não estão mais tão novos assim. A Fiat Toro é um exemplo disso. Lançada em 2016, muitas unidades já estão em fase de exigir reparos. Pensando nisso, as fábricas de autopeças começam a oferecer componentes. É o caso da Controil, fabricante de componentes para sistema hidráulico de freio, que lançou produto para a reposição de cilindros de roda para a Fiat Toro. O sistema tem duas placas antirruído que atuam para promover frenagens confortáveis e silenciosas, de acordo com projeto original da montadora. O novo cilindro de roda da Controil, comercializado com o código C-3571, tem aplicações na Toro a partir de 2016. Com cobertura da frota circulante de componentes para sistema de freio hidráulico e também fornecedora na linha de polímeros, mangueiras e itens de borracha tanto para montadoras quanto para o mercado de reposição, a marca disponibiliza componentes produzidos com materiais resistentes que garantem maior durabilidade e segurança. A empresa reforça que investe no desenvolvimento de novos produtos e ampliação de linhas, inclusive com a modernização da sua planta de São Leopoldo-RS que teve a renovação do processo produtivo com novas máquinas e equipamentos que garantem mais precisão, oferecendo agilidade e aumento de capacidade. A Controil fabrica componentes para freios hidráulicos e polímeros com atuação em OE e no mercado de reposição. No mercado nas linhas de cilindro mestre e servo freio, a Controil produz também cilindro de roda, cilindro de embreagem, kits de reparo, além de mangueiras injetadas e materiais de borracha para vedação, reunindo o portfólio mais completo em seu segmento de negócio.   Imagens e informações: assessoria Contoil; divulgação Fiat

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Pulse chega nos cem mil e vira até viatura

O Pulse chegou à marca das cem mil unidades produzidas no país. O modelo criado no Brasil ajudou a Fiat a se reposicionar no mercado e voltar a oferecer um produto mais sofisticado, um degrau acima dos hatches de entrada. E já tem até carro na frota da segurança pública. Depois de encerrar o mês de junho como um dos crossovers mais emplacados e apresentar um crescimento de 26% comparado com o mês anterior com recorde no volume de vendas, o Fiat Pulse ultrapassou a marca de cem mil unidades produzidas. O modelo, que foi idealizado, desenvolvido e é produzido no Polo Automotivo Stellantis em Betim (MG), é comercializado em 13 países da América do Sul (incluindo o Brasil). Desde os anos 90, a Fiat sempre ofereceu um modelo acessível ao consumidor, mas que fosse opção mais sofisticada aos compactos de entrada. Foi assim com o Tipo e tempos depois com o Punto. O problema é que a fórmula do carro hatch médio não atende mais o desejo do consumidor. A solução para isso foi criar um produto que, mesmo compartilhando peças e componentes com o Argo, pudesse ser oferecido como um crossover. E a fórmula deu certo. A Fiat afirma que graças ao Pulse e ao seu irmão Fastback, a marca liderou no sexto mês do ano em B-SUV nas Vendas Varejo, ficando com 22% de market share nesta categoria. Ainda no canal de vendas aos clientes Pessoa Física, o Pulse está entre os dez veículos mais vendidos em 2023 com 15.496 unidades emplacadas. Além do consumidor final, o carro também está em frotas de locadoras e até já virou viatura. Em junho de 2022, quando o Pulse ainda era lançamento nacional, a concessionária San Marino, representante Fiat em Porto Alegre, venceu uma licitação da prefeitura da capital gaúcha e entregou 20 unidades do Pulse para a Guarda Municipal. Para atender as exigências de potência e equipamentos previstas no edital, a versão escolhida foi a Drive equipada com motor turbo e câmbio automático. Cada uma custou R$ 158,9 mil, já com todos os equipamentos de policiamento. Os carros estão nas ruas e, segundo fontes da Guarda Municipal de Porto Alegre, já estão até fazendo as primeiras revisões. Teve servidor que torceu o nariz quando soube, mas até hoje os carros não apresentaram problemas.   “Além de ser um dos maiores representantes do reposicionamento da Fiat no Brasil, o Pulse chegou com a missão de expandir ainda mais a participação da marca no mercado e inserir a Fiat no segmento que mais cresce no país. Ele surpreendeu nossos clientes e tem cumprido muito bem seu papel, como podemos ver pelos ótimos resultados no último mês. O sucesso do modelo foi tanto que foi escolhido também para ser o primeiro SUV da Abarth do mundo”, destaca Herlander Zola, vice-presidente sênior da Fiat na América do Sul. A versão Abarth foi a última a ser testada pelo canal Veículos & Velocidade e surpreendeu pelo acerto esportivo que oferece. Ela é equipada com o motor 1.3 turbo T270 da Stellantis, o mesmo da linha Jeep. No Pulse Abarth os ajustes de suspensão, entrega de força, retomadas, são pensados para o desempenho. Além dele, o canal também experimentou todo o resto da linha, desde o Drive 1.3, passando por dois Audace Turbo e até mais dois na versão topo de linha Impetus. O comportamento dinâmico do carro é uma característica que chama atenção. A barra estabilizadora maior deixa o Pulse firme e bom pra fazer curvas. O motor 1.0 turbo responde bem, enquanto que o 1.3 Firefly é mais econômico. O sucesso do Fiat Pulse tem sido reconhecido também por diversas premiações desde que foi lançado. O SUV foi eleito o Carro do Ano pela Autoesporte, venceu nas categorias Destaque e SUV Compacto da premiação do UOL Carros, foi escolhido o Melhor Carro Nacional pelo Car Awards Brazil, o SUV Compacto pelo Carsughi L’Auto Preferita, o Melhor Utilitário Esportivo Nacional até R$ 135.999 e o Carro do Ano pelo Top Car TV. Além disso, o design do Fiat Pulse foi aclamado pelos prêmios especializados e o modelo levou quatro troféus: o prêmio internacional iF DESIGN AWARD 2022, na categoria Produto Automóveis/Veículos, Prêmio Design MCB e os destaques em Design Interno e Design Externo pelo portal Mecânica Online. Para completar, recentemente o modelo recebeu da Quatro Rodas em conjunto com KBB (Kelley Blue Book) o prêmio de Melhor Revenda de 2023 na categoria SUV Compacto de Referência. Quer saber mais sobre o Fiat Pulse? Então assista os vídeos do canal VEÍCULOS & VELOCIDADE com todas as versões do modelo. Pulse Abarth https://youtu.be/HmVIsPTmtsw Pulse Drive https://youtu.be/JGw1WwI-14s Pulse Audace https://youtu.be/zJrN_5btnqw https://youtu.be/7lwFtDoEznY Pulse Impetus https://youtu.be/w7Xd8IMWxY0 https://youtu.be/f6HoHbiuICA   Imagens: Pedro Viegas/PMPA; Canal Veículos & Velocidade

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Eu Dirijo inicia intermediação de venda

A plataforma EU DIRIJO inicia seu segundo passo na oferta de serviços. A partir de agora, a EU DIRIJO passa a oferecer carros à venda, com intermediação própria. Para acessar os anúncios, basta clicar na guia “classificados” no topo da página inicial. Já para solicitar o anúncio, o interessado clica no botão vermelho “anunciar”, na mesma página inicial. Acesse os classificados aqui no link: http://eudirijo.com.br/classificados/ Desde que foi criada, a plataforma EU DIRIJO deu seu primeiro grande passo com o portal de notícias relacionadas ao mundo dos automóveis. Lançamentos, tendências, economia, todos os assuntos estão reunidos em reportagens completas. O segundo passo, apresentado agora, é a oferta de carros certificados para a venda. Nosso time faz busca no mercado por exemplares em perfeito estado, analisados e avaliados pelos especialistas da plataforma. Para o CEO da EU DIRIJO Allon Roysen, é uma nova forma de trazer os produtos, com análise prévia. “Apresentando um produto selecionado, um produto com procedência, fazendo essa pré-análise, coisa que outras plataformas não têm”, reforça Allon. Só estarão anunciados os modelos que corresponderem em todas as expectativas. “A gente quer trazer um produto mais selecionado” completa o CEO. A proposta é oferecer segurança ao consumidor para fazer uma compra sem dor de cabeça. Na EU DIRIJO, o cliente terá a certeza de que vai encontrar carros confiáveis. “Se trata de uma plataforma gerenciada por aficionados por automóveis, gente que gosta de automóveis, de carro, mecânica, história, notícias. Não é apenas um pessoal que vê como um negócio, mas sim como um prazer pessoal. No processo de seleção dos produtos, a gente tenta escolher como se estivesse comprando pra nós”, resume o CEO da EU DIRIJO, Allon Roysen. Além de oferecer carros à venda, a plataforma também vai contar com o serviço de anúncio para os proprietários interessados em expor seus veículos. Serão duas modalidades. Em uma delas, o proprietário informa os dados do carro e a plataforma se encarrega pelo anúncio e produção das fotos. Na outra modalidade, mais completa, a plataforma produz fotos e ainda um vídeo com um “review” detalhado do carro para a postagem em rede sociais e em canais do YouTube.   Veja a tabela de preços 1) Anuncio com produção de fotos: R$ 150,00 2) Anuncio com produção de fotos e review: R$ 500,00 3) Anuncio com intermediação de venda: consulte nossa equipe

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Os “trabalhadores” da BYD

A BYD está lançando no Brasil uma linha completa de veículos. O compacto Dolphin – que já está sendo vendido – e o sedã médio Seal – que ainda não foi lançado – são os representantes mais novos da gama luxuosa e tecnológica da marca. O que muita gente não sabe é que além desses, há também dois modelos pensados essencialmente para o trabalho e que estão à venda nas concessionárias da marca, entre elas a do grupo Iesa, em Porto Alegre, onde nós conhecemos os modelos. Um deles é o MPV D1 e o outro a van eT3.   BYD D1 MPV é uma sigla em inglês para veículo de múltipla proposta. Exemplos deles nós já tivemos aqui no Brasil com a Chevrolet Meriva e o Honda Fit. O D1 segue essa linha e é uma releitura chinesa dos táxis londrinos. Aliás, é exatamente pra isso que ele serve: o modelo é completamente pensado para o transporte individual de passageiros. O D1 foi desenvolvido em conjunto com uma plataforma de mobilidade. Para isso, portas traseiras foram levemente alongadas e o espaço entre o assento traseiro e os bancos dianteiros é duas ou três vezes maior que o encontrado em um crossover tradicional. O principal diferencial é a porta traseira direita corrediça, que se abre com sistema elétrico. Basta o motorista parar, acionar um botão, que a abertura é feita de maneira silenciosa para permitir o acesso do passageiro ao banco traseiro. A altura do solo de 12cm facilita a entrada e a acomodação. O assento traseiro tem rebaixos para melhorar o conforto dos ocupantes. Os bancos aliás, são forrados em um material sintético que se assemelha a um couro emborrachado. Fácil de limpar, assim como o revestimento do carro, onde o plástico predomina. Tom cinza escuro e branco estão nas portas e no painel, em plásticos rígidos, não pensados para o luxo mas sim para o trabalho. Na tela central, o motorista comanda a climatização do carro, um ar-condicionado digital. Nela também estão configurações do veículo, como o modo de regeneração de energia e até mesmo o comportamento do carro, se o condutor quiser mais esportivo ou mais econômico. Ao contrário dos outros BYD, o D1 não rotaciona a tela, ela é fixa. Atrás do volante de três raios, há um minúsculo painel, com não mais do que quatro centímetros de altura. Ali estão apenas informações essenciais como o velocímetro, o modo de condução, a carga da bateria e autonomia do carro. Poderia ser uma tela maior, mais vistosa e mais interessante para o condutor, já que ele merece poder olhar para um painel bonito se ele terá de ficar o dia todo trabalhando no veículo. Rodar dentro da cidade com o BYD D1 mescla a experiência de conforto dos modelos luxuosos da marca com uma vocação mais interessante para o trabalho. A suspensão é macia e vai agradar os passageiros no banco de traz. O desempenho não impressiona e o carro tem acelerações retomadas suaves. Não foi feito para correr mas ainda assim sobe aclives com competência. Na estrada, a velocidade máxima é limitada em 130 km/h. Os percursos rodoviários fazem com que a autonomia do carro diminua, assim como o padrão dos carros elétricos, que consomem mais energia em altas velocidades. Rodando em condições melhores e com uma carga da bateria completa, a marca promete uma autonomia superior a 350km. Algo que varia muito conforme o estilo de condução. Durante avaliação do modelo no canal VEÍCULOS & VELOCIDADE, foi possível levar uma passageira usuária de aplicativo, que elogiou a forma de abertura da porta, o acesso ao veículo e o conforto do banco traseiro. O espaço, inclusive, impressionou.   A van elétrica   O transporte de cargas e encomendas dentro da cidade se mantém em alta após a pandemia porque muita gente percebeu que é mais fácil fazer compras pela internet. É exatamente esta a vocação da van eT3. O furgão leva motorista e passageiro na frente, tem a área traseira totalmente fechada e revestida com piso de metal. É um baú para 808kg de carga. O acesso pela tampa traseira é facilitado por que a abertura vai até a parte de baixo, junto ao pára-choque. Como a tampa é grande, ela também oferece abrigo para carregar ou descarregar mesmo com chuva. Facilita o processo o fato do eT3 ter duas portas laterais corrediças. Assim o acesso para o compartimento de carga pode ser feito pelos dois lados do carro A vocação da van é urbana e para o trabalho. No entanto, ela trata muito bem o motorista e o passageiro. Os bancos tem formação em material sintético e aquecimento. O sistema de ar-condicionado digital e pode ter a temperatura programada. Há tela multimídia no painel e o cluster tem instrumentação analógica em conjunto com uma tela digital com o computador de bordo e as configurações do modelo. A velocidade máxima limitada em 100km/h e a van tem acelerações mas progressivas. Nada de colar o corpo no banco, até porque nem essa é a proposta. A suspensão é rígida e firme para aguentar tanto buracos quanto o carro carregado. O conjunto traseiro usa eixo rígido e feixe de molas semi-elípticas para aguentar o trabalho. Rodar com o modelo na cidade exige um pouco de adaptação do condutor que não está habituado com a posição de conduzir. Falta uma regulagem de altura do banco do motorista para que os joelhos não fiquem elevados em relação ao assento. O volante é mais inclinado, próximo ao de um Kia bongo. No entanto, para quem está habituado com as entregas neste tipo de veículo, o modelo surpreende pela quantidade de itens e equipamentos que possui. No fim das contas, os dois carros de trabalho da BYD mostram que a marca está apostando alto no Brasil e tem soluções para todo o tipo de necessidade. Também não abre mão de oferecer carros completos mesmo que eles sejam comprados por uma pessoa para serem utilizados por outras.      

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GWM está fazendo “Ora”

É assim mesmo, sem o “h” que se escreve o nome da submarca da Great Wall Motors, a GWM. A fábrica tem por hábito lançar submarcas para cada tipo de carro. O Haval é a marca da linha de SUV’s e agora o Ora será o hacth. O primeiro modelo oferecido será o Ora 03 (zero-três). Depois do sucesso do compacto Dolphin, da BYD, o hatch médio Ora deve chegar custando entre R$ 150 mil e R$ 200 mil. O modelo já foi apresentado ao público em São Paulo e mostra um desenho interessante. Num primeiro momento seria como se fosse possível misturar um Porsche com um Kia Stonic. E o resultado disso, surpreendentemente, ficou legal. Na dianteira, faróis redondos e paralamas arredondados, bem ao estilo Porsche. Na lateral, essas linhas conseguem se harmonizar com um desenho da linha de cintura um pouco mais reto e ascendente em direção a traseira do carro. Na parte de trás, mais uma ruptura, com lanternas embutidas junto ao vidro traseiro. Os executivos da GWM realizaram pesquisas e verificaram que o consumidor estava disposto a ter um segundo carro e queria que este modelo fosse totalmente elétrico. Ele poderia ter um SUV grande, como o Haval H6. Mas também gostaria de ter um outro, menor, para a família. Para isso, o cliente não estava disposto a investir tanto quanto o outro mas o equivalente a versões do Jeep Renegade ou do Honda H-RV. A marca promete duas versões, uma delas, a GT, com mais personalização, detalhes em vermelho e uma bateria maior. Os dois carros devem vir bastante completos. Os bancos, por exemplo, serão elétricos e se afastam do volante quando motorista abre a porta para descer do carro. O acabamento promete misturar materiais em plástico brilhante com tecidos em estilo camurça, uma combinação bonita e sofisticada. Os carros devem começar a chegar nas concessionárias já neste segundo semestre para o test-drive dos clientes. Depois a marca vai aceitar encomendas para só então poder fazer a entrega aos consumidores.   Imagens: GWM

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Montana RS: versão nova da picape

A Montana Premier perdeu o posto de topo de gama na linha para a nova versão RS. Na prática, a diferença está nos ítens estéticos que foram agregados. Com a RS, a Montana passa a ter cinco versões: a MT manual, LT, LTZ, Premier e RS. Por fora as diferenças estão na grade estilo colméia com detalhes em preto brilhante, rack de teto com santo antônio integrado, rodas aro 17 com face usinada, retrovisores preto brilhante, revestimento de bancos em preto com costuras em vermelho e molduras de painel e volante em preto. Entre os principais equipamentos de série da Nova Montana RS estão faróis Full LED com regulagem de altura e acendimento automático, sistema OnStar com resposta automática em caso de acidente, botão de emergência e assistência na recuperação veicular, Wi-Fi nativo com sinal até 12 vezes mais estável, atualização remota de sistemas eletrônicos, aplicativo myChevrolet para comandar funções do veículo à distância, ar-condicionado digital automático, sensor de estacionamento traseiro com câmera de ré, airbags frontais, laterais e de cortina, além de alerta de ponto cego. A lista de itens de série inclui ainda painel multimídia integrado MyLink com tela de 8″, função áudio streaming e Bluetooth para até 2 smartphones simultaneamente, Android Auto e Apple CarPlay com projeção sem o uso de cabo e carregador por indução, chave presencial, computador de bordo com informações que inclui indicador de vida útil do óleo e monitoramento de pressão dos pneus, além da caçamba Multi-Flex – com a tampa traseira que possui o recurso de alívio de peso na descida. Mesmo com tudo isso, a Chevrolet ainda insiste em vender faróis de neblina como acessórios, pagos à parte na concessionária, mesmo em uma versão topo de mais apelo visual. Deveriam ser de série. A lista dos acessórios segue com subwoofer da marca JBL dimensionado à acústica da cabine e as divisórias Multi-Board para a caçamba. Para quem gosta de um toque extra de personalização, a Nova Montana RS conta com pedaleiras esportivas em alumínio, soleiras de portas iluminadas, escapamento em aço inoxidável e opção de letras 3D com diversas opções de cores (vermelha, cromada, preta e cromo escurecido) em alto relevo para a inscrição “Chevrolet” na tampa traseira. A caçamba leva 874 litros e até 600kg de carga. A Nova Montana RS estreia em quatro opções de cores externas: Branco Summit, Vermelho Chili, Preto Ouro Negro e a inédita Cinza Rush. A primeira aparição pública do modelo acontece durante o Festival Interlagos, de 20 a 23 de julho, em São Paulo.     Motor é o mesmo 1.2 turbo A picape da Chevrolet é equipada com motor 1.2 Turbo Flex com até 133 cavalos de potência e 21,4 kgfm (210 Nm) de torque. O propulsor traz uma calibração alinhada com a proposta multiuso do veículo. Este mesmo acerto segue para os demais sistemas mecânicos, como a transmissão automática, a direção com assistência elétrica progressiva e a suspensão traseira, que traz um sistema de duplo batente de rigidez variável para manter a picape sempre estável e confortável, independentemente se ele está transitando com carga mínima ou máxima. O bom comprtamento em curvas segue com resposta precisa da direção, com baixa rolagem e inclinação da carroceria, o que facilita o controle e traz maior sensação de confiança ao volante. A Nova Montana RS acelera de 0 a 100 km/h em 10,1 segundos e a velocidade máxima é limitada eletronicamente em 180 km/h. De acordo com dados do Inmetro, o modelo percorre na estrada, com gasolina, 13,3 km/l e, na cidade, 11,1 km/l. Com etanol os números são: 9,3 km/l e 7,7 km/l, respectivamente. A versão RS vem para fortalecer a Montana entre as média-compactas, segmento de picape que mais cresce atualmente no país. Recentemente a Chevrolet apresentou a Nova S10 Midnight e a marca prepara até o fim deste ano o lançamento da Silverado, para ocupar o posto de maior e mais imponente modelo do portfólio.  

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Nova Montana: picape para quem?

A nova Chevrolet Montana trouxe uma proposta bem clara para o segmento de picape com base em monobloco. O modelo da Chevrolet consegue ser confortável para o uso diário, econômico e ainda garante capacidade para o passeio no sítio de final de semana. O canal Veículos e Velocidade, no YouTube, testou dois modelos e o resultado das avaliações está no link abaixo. https://youtu.be/1yg5npAzohU Pode ser aquela picape não necessariamente para quem precisa mas apenas quer uma picape. Este é um conceito que se aplica à nova Chevrolet Montana. Por fora, ela traz o estilo visual da Chevrolet que deve vir em próximos lançamentos. Na parte mais superior, um filete serve de iluminação diurna. O bloco principal dos faróis está em posição intermediária, junto com o espaço da luz de seta. Mais abaixo, a um nicho para a instalação do farol de neblina. O equipamento só é vendido como acessório e precisa ser instalado e pago a parte nas concessionárias. Na lateral, a linha de cintura é reta desde a caçamba até o capô. Em um primeiro momento, a gente estranha. Depois, é possível se acostumar com o conjunto, que tem a coluna em ângulo próximo de 45° e, com isso, deixa o pára-brisa mais curto e com caimento mais acentuado. As rodas de liga-leve em tom cinza são de série na versão Premier assim como as barras no teto. Entre os equipamentos vendidos como acessório, estão estribos, frisos e também o Santo Antônio. Na parte traseira, lanterna com iluminação convencional e uma barra escura que une os dois conjuntos de iluminação. A assinatura Chevrolet é em baixo relevo. Como acessório, tem um emblema para ser instalado no espaço.   A caçamba e a modularidade do espaço a caçamba tem 874 litros e 600 quilos de capacidade para transporte. O grande destaque está no sistema modular que também é vendido como acessório. Trata-se do Multiboard, um conjunto de bandejas e divisórias que deixa o espaço praticamente um porta-malas. A tampa superior tem nichos para o transporte de cargas menores. Uma divisória central reduz o espaço para que a bagagem não corra para o fundo da caçamba. A capota marítima tem um sistema de vedação mais eficiente, que faz com que a água corra para fora do compartimento. A versão Premier vem equipada com um acabamento superior em relação às outras. Dentro do carro, o motorista conta com chave presencial, ar-condicionado digital e automático, carregador de celular por indução, câmera de ré e sensor de estacionamento traseiro. A lista de equipamentos ainda inclui direção com assistência elétrica, vidros elétricos nas quatro portas com sistema automático para descida ou subida, computador de bordo e o sistema de mídia My Link. O câmbio automático é equipamento de série das versões Premier e LTZ. Embaixo do capô, todas as versões da Montana usam o motor 1.2 Turbo, com uma calibração para maior Torque e força. O que é mais próprio para uma picape. Atrás, o sistema de batente duplo na suspensão garante mais estabilidade e um conjunto firme, tanto com carga ou sem carga. Isso ficou comprovado quando a Montana rodou por piso irregular, estradas esburacadas e também no asfalto. Em qualquer uma dessas circunstâncias, a caçamba não pula quando vazia e a estabilidade é garantida. O consumo de combustível exclusivamente urbano fica entre oito e nove quilômetros com litro quando o trânsito é mais intenso ou há mais aclives. Em condições de fluxo normal, é possível chegar aos 11 km/l dentro da cidade. Em rodovia, o consumo pode variar. Para viagens a 100 km/h, com mais acelerações, é possível chegar a 14 ou 15km/l. Motoristas mais comedidos ou que rodem por piso plano em baixas velocidades conseguem atingir marcas de 17km/l. Bem na cidade, bem na estrada Rodar com a Montana dentro da cidade vai exigir alguns dias de ajuste para quem teve antes um Tracker ou um Onix. O estilo de picape, com a caçamba, exige um tempo curto para adaptação. No entanto, ela não é exatamente um carro grande. Mas sim médio. O raio de giro deixa um pouco a desejar para manobras em espaços pequenos, como mercados ou estacionamentos. No entanto, no trânsito a Montana mantem o mesmo conforto do Tracker, com bancos que apoiam bem o corpo e uma posição de dirigir próxima de um crossover atual, não muito alta. Na parte traseira, o espaço para as pernas não é grande mas está dentro do que se espera para uma picape, em que é preciso garantir parte do tamanho do carro para a caçamba. Quatro adultos podem andar bem, mas sem esperar conforto de sedã médio. Conduzir a Montana é garantia de um rodar suave e com giro baixo quando o motorista mantém uma tocada suave. Ao exigir do motor para uma manobra, há um pequeno delay no turbo, até ele “encher”. Depois disso, o conta giros varre a escala do painel e a picape ganha agilidade. Sobra capacidade para ultrapassagens ou para uma tocada mais esportiva. No fim das contas, a característica de que a Montana é uma picape mais para quem quer estilo fica reforçada, junto com a vocação mais urbana. Nem por isso, anula a capacidade do modelo para enfrentar o passeio ao sítio ou por uma região um pouco além do asfalto.

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Linha nova para o veterano C4 Cactus

Rodas novas e detalhes em vermelho tentam dar um ar de novidade para o Citroën C4 Cactus, que chega na linha 2024. O modelo também recebeu três novas entradas USB e mudanças no porta-objetos entre os bancos dianteiros. No entanto, um dos grandes destaques do Crossover é o motor turbo THP, que ainda está presente na versão topo de gama. Por fora, as novas rodas de 16 e 17 polegadas melhoraram o visual e estão mais conectadas com o desenho original do carro, quando o Cactus foi lançado ainda fora do país. Outra mudança fica nos elementos na cor laranja ao redor dos faróis de neblina e nos Airbumps laterais. O aplique em plástico é uma releitura do que havia na lateral do primeiro Cactus, que não chegou aqui no Brasil. Olhando por dentro, estão novos tecidos e a tela Citroën Connect de dez polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio. A Citroën promete uma interface intuitiva, com características dos sistemas que já vem sendo usados nos modelos da Stellantis. Era uma evolução necessária para o modelo, que ainda tinha uma tela com interface antiga e poucas funções. As novas entradas de conexão USB estão abaixo da tela central, à frente do novo porta objetos entre os bancos dianteiros e outra voltada para o banco de trás. O porta-objetos ficou maior e recebeu uma cobertura regulável, que pode correr para frente para dar mais conforto aos braços dos ocupantes dianteiros. A Citroën oferece um carregador de celular sem fio à frente do cambio automático como acessório. Entre os equipamentos de série, todas as versões tem ar-condicionado digital com controle automático de temperatura e sistema de abertura de portas e partida do motor por botão. A chave, então, passa a ser presencial.   Performance do motor THP O motor 1.6 16 válvulas está na maior parte da linha, desde a versão Live até a Feel Pack. O topo da Gama é a versão Shine Pac, com o motor 1.6 turbo de 173 cavalos. Com isso, ele acelera de zero a 100 km/h em 7,7 segundos e chega a 212 km/h. A versão topo de gama ganha freio a disco nas quatro rodas, seis airbags e o sistema Grip Control. Um comando giratório permite o motorista selecionar programas para diferentes tipos de piso, seja um asfalto seco, estradas enlameadas ou com pedras soltas. O motor turbo consegue chegar a 13,4 km/l de consumo de gasolina. Com o tanque de 55 litros, a autonomia pode chegar a 730 km.   Abaixo, a lista dos preços e dos equipamentos de série de cada versão: Novo SUV Citroën C4 Cactus 2024 Live 1.6 Automático: R$ 106.990 Novo SUV Citroën C4 Cactus 2024 Feel 1.6 Automático: R$ 110.990 Novo SUV Citroën C4 Cactus 2024 Feel Pack 1.6 Automático: R$ 115.990 Novo SUV Citroën C4 Cactus 2024 Shine Pack 1.6 THP: R$ 129.990 Itens de série de cada versão: Live 1.6 Automático – Luzes de condução diurna (DRL) de leds – Controle de estabilidade e tração com assistente de partida em rampa – Câmbio automático de seis marchas com opção de trocas sequenciais – Ar-condicionado digital com controle automático de temperatura – Alarme perimétrico – Vidros, travas e retrovisores elétricos – Abertura das portas e partida do motor por chave presencial – Controlador e limitador de velocidade – Citroën Connect Touchscreen de 10” com Android Auto e Apple Carplay sem fio – Três conectores USB Tipo A – Barras de teto Opcionais: – Pintura metálica Feel 1.6 Automático Todos os itens da versão Live mais: – Faróis de neblina – Rodas de liga-leve de 16 polegadas diamantada – Câmera de ré Opcionais: – Pintura metálica Feel Pack 1.6 Automático Todos os itens da versão Feel mais: – Airbags laterais – Carregador de celular por indução (sem fio) – Bancos e volante revestidos com TEP – Barras de teto tipo “Flottant” – Rodas de liga-leve de 17” diamantada – Sensor de pressão dos pneus – Faróis com acendimento automático – Limpador do para-brisas com acionamento automático Opcionais: – Pintura metálica ou perolizada – Teto bitom Shine Pack 1.6 THP Todos os itens da versão Feel Pack mais: – Airbags de cortina – Grip Control – Motor THP com até 173 cavalos – Alerta de saída de faixa – Indicador de descanso – Alerta de colisão – Frenagem automática de emergência – Roda de liga-leve de 17” diamantada “Cross” Opcionais: – Pintura metálica ou perolizada – Teto bitom   Imagens: assessoria Stellantis

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Ram vende mais em 2023

Com os 4.633 emplacamentos conquistados de janeiro a junho, a marca Ram se aproximou do resultado obtido ao longo de 2022 inteiro (5.056 unidades). Em relação aos primeiros seis meses do ano passado, o crescimento foi de impressionantes 336%. A campeã de vendas continua sendo a 3500, que acumulou 2.164 registros no semestre – número que se equipara ao total de 2022, de 2.201 emplacamentos. A vice-líder da marca do poder inigualável foi a Classic, com 1.087 unidades. Apesar disso, em junho, o maior destaque ficou para os 247 registros da 1500. Atrás dela vieram a 3500 (174) e a Classic (153). As três picapes ficaram entre os dez veículos mais vendidos do mercado premium no mês passado. Em 2009, a marca Ram foi lançada como uma divisão independente, focada em atender às demandas dos compradores de picapes e em entregar veículos que sejam referência de qualidade. Com uma linha completa, a Ram produz utilitários que dão conta do trabalho pesado e de transportar famílias para onde elas precisam. A Ram é parte do diverso portfólio de marcas oferecidas pela Stellantis.

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Novo Polo é o mais vendido

Os descontos promovidos pelo governo federal mudaram o cenário da venda de carros no Brasil. O Volkswagen Polo cresceu e foi o carro mais vendido do Brasil em junho. O modelo também é, pela segunda vez consecutiva, o líder no segmento de hatches compactos no País. Foram 9.949 unidades comercializadas. A gama do modelo começa com o Polo Track, mais simples, que veio para ser o carro de entrada depois do fim do Gol e é vendido no configurador da VW como um modelo distinto. Depois, o chamado “Novo Polo” começa na versão MPI e chega na topo de gama, a esportiva GTS.       Veja abaixo os preços (julho/2023) e os destaques das versões: Polo Track – R$ 81.370,00 Ano-modelo 2023 4 Airbags (2 frontais, 2 laterais nos bancos dianteiros) Ar-condicionado com filtro de poeira e pólen Direção elétrica Faróis halógenos Rodas de aço aro 15 Polo MPI – R$ 86.390,00 Faróis e luzes de condução diurna em LED Rodas de aço aro 15″ com calotas Sistema de som touchscreen “Composition Touch” com App-connect Polo TSI – R$ 95.990,00 Espelhos retrovisores externos eletricamente ajustáveis com função tilt down no lado direito Faróis e luzes de condução diurna em LED Painel de instrumentos digital configurável de 8″ Rodas de liga leve aro 15″ Polo Comfortline – R$ 106.290,00 “Keyless” – sistema de alarme anti-furto com comando remoto “Kessy” – acesso ao veículo sem o uso da chave e botão para partida do motor Faróis e luzes de condução diurna em LED Painel de instrumentos digital configurável de 8″ Rodas de liga leve aro 15″ Polo Highline – R$ 113.290,00 Ar-condicionado digital “Climatronic” com filtro de poeira e pólen “Easy drive” – direção elétrica Carregador sem fio (wireless) para smartphones Faróis e luzes de condução diurna em LED Painel de instrumentos digital configurável de 10,25” (Active Info Display) Rodas de liga leve aro 16” Sistema de som touchscreen “VW Play” com tela colorida de 10″ e App-Connect Polo GTS – R$ 146.790,00 Faróis de LED com sistema de iluminação IQ. LIGHT com farol alto adaptativo e luz de condução diurna de LED integrada Painel de instrumentos digital Rodas de liga leve 18″ Volante multifunções em couro, com seletores basculantes   Informações e imagens: VW

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