Guilherme rockett

Grand Cherokee estreia nova cor e plataforma com alta tecnologia

O Jeep Grand Cherokee 4xe chega ao mercado brasileiro com a cor Azul Midnight Sky, adicionada à paleta que já inclui Branco Bright, Preto Diamond Black e Cinza Baltic. O SUV híbrido plug-in, tradicional por sua robustez e capacidade 4×4, é ofertado no segmento premium, com preço inicial de R$ 549.990.   O modelo adota a nova plataforma “Adventure Intelligence”, que integra mais de 30 funcionalidades, incluindo monitoramento remoto, alertas de manutenção e chamada de emergência, além de serviços específicos para o modo elétrico, como programação de recarga e climatização via aplicativo. Os clientes têm acesso gratuito à plataforma por 12 meses, podendo optar por assinaturas mensais ou anuais após esse período. Entre os equipamentos de segurança e assistência à condução, o Grand Cherokee 4xe possui condução semiautônoma de nível 2, com frenagem autônoma de emergência, monitoramento de faixa, piloto automático adaptativo e câmeras 360º. Sob o capô, o SUV combina 380 cv de potência e 637 Nm de torque com modos de condução híbrido, elétrico e e-save, proporcionando 206 km/h de velocidade máxima e aceleração de 0 a 100 km/h em 6,3 segundos. O modelo se destaca pelo interior refinado, que inclui teto solar panorâmico Command View, bancos com ajuste elétrico, aquecimento e resfriamento, vidros acústicos e um sistema de som premium Alpine com cancelamento ativo de ruído.   Informações e imagens: assessoria Stellantis

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Jeep Commander Blackhawk: melhor em tudo

A nova versão Blackhawk deu exclusividade, muita força e mais tecnologia para o Jeep Commander. Ela chega para ocupar o topo da gama do modelo de sete lugares da marca. Num primeiro olhar, as peças plásticas pintadas na cor do carro até podem lembrar a versão Overland. Mas basta se aproximar para perceber os apliques em bronze escurecido na grade e no para-choque. São detalhes exclusivos da versão Blackhawk. Junto com eles, os faróis, luz diurna e faróis de neblina totalmente em led seguem presentes. Veja o review no nosso canal:   Na lateral, destaque para as rodas em preto fosco aro 19. Atrás delas, pinças de freio pintadas em vermelho. E isso acontece também no eixo traseiro, que também tem freio a disco. Os dianteiros, por sua vez, são maiores que nas versões 1.3. A traseira ganha destaque com a régua em bronze e a dupla saída de escapamento. A tampa do porta-malas abre de forma automática, seja pelo botão na chave ou pelo sensor de pé. O compartimento é modular. Com os sete lugares em posição, são 233 litros. Com cinco lugares, aumenta para 661 litros. Já quando se rebatem todos os bancos, o compartimento aumenta para 1760 litros até o teto.   Interior Portas dianteiras mantém o revestimento emborrachado e couro macio. Bancos mesclam o couro costurado com camurça. E agora os dois assentos dianteiros tem regulagem elétrica, com memória para o motorista. No painel, o aplique camurça vai de um lado a outro do carro. Toda a ambientação é escura. O teto, porém, ganha claridade com o teto solar panorâmico, que se abre para trás. E esse é equipamento de série na versão Blackhawk. O painel de instrumentos segue a tela de dez polegadas padrão do Commander. Nesta vesão topo, ganhou mais uma página. Além dos mostradores analógicos simulados, ela tem gráficos para pressão do turbo e percentual de potência. Interessante para acompanhar o desempenho. Mas com pouco contraste, é difícil de ler no uso diário. Fora isso, todas as funções do computador de bordo completo seguem presentes. o que falta é uma resolução um pouco mais próxima da que há na mídia u-Connect. Ali estão comandos do ar condicionado, mapa embarcado e a página off-road, exclusiva dos modelos 4×4. Pela mídia, é possível fazer as configurações das assistências do carro. Seja para ligar, desligar ou mudar a intensidade da intervenção.   Assistências É que o Commander 2025 ganhou ADAS nível dois. O sistema reúne a função de todos os equipamentos e permite que o carro possa até mesmo fazer curvas. Porém, não é uma condução autônoma. Por isso, o volante ganhou um capacitor que entende quando os dedos não estão apoiados. E aí, o painel passa a emitir alertas para que o motorista ponha as mãos na direção. O “ADAS” integra o controle de cruzeiro adaptativo com o sistema de correção de evasão de faixa e a centralização. Com essas três funções combinadas, ele praticamente faz todo o serviço sozinho. Centraliza na pista, acompanha curvas e mantém velocidade e distância dos carros à frente. Porém, não é capaz de fazer curvas fechadas ou em alta velocidade sem o motorista. Mas já é uma grande evolução em relação ao anterior. Esse assistente é acionado por um botão novo com o desenho de uma direção, posicionado no volante, ao lado direito. Se o motorista não quiser usar a combinação dos sistemas, que a Jeep chama de “Driver Assist”, é possível usar apenas o controle de cruzeiro adaptativo ou apenas a correção de evasão. E na intensidade que o motorista quiser.   Conforto Com todos os assistentes, o motorista viaja tranquilo. E pode curtir o som Harman Kardon de excelente qualidade mesmo em volumes altos. São 9 autofalantes, subwoofer e 450 Watts de potência. O condutor também se posiciona mais alto no trânsito, como todo o SUV grande. Os passageiros de trás têm conforto e bastante espaço quando são apenas eles no carro. É possível reclinar encostos e recuar assentos para aumentar a área dos pés. Na terceira fileira, não existe milagre. O espaço é apertado e joelhos ficam bem para cima. É possível usar o espaço por quem tem menor estatura e facilidade para entrar.   Motor A versão Blackhawk só é vendida com o motor 2.0 turbo Hurricane. Ele gera 272 cv de potência e 40,8 kgfm, de torque. Atual, tem bloco todo em alumínio, usa injeção direta de combustível e duplo comando variável de válvulas, acionado por corrente. De zero a 100 km/h, a aceleração é em sete segundos. Porém, as novas regras de emissão obrigaram a marca a adotar uma calibragem que deixa um delay maior no acelerador em relação ao que o motor oferece. Na cidade, com muitas aceleradas para aproveitar toda a força, a média de consumo ficou em 6,5 km/L. Porém, em um uso normal, com pé leve, aumenta para 8,5 km/L. Na estrada, é possível chegar aos 12 km/L. Médias bastante aceitáveis quando se leva em conta o padrão e o tamanho do carro. Combinado com esse motor, está o câmbio automático ZF de nove marchas reais. É o mesmo das versões diesel. Porém, neste, a gente percebe que a primeira marcha entra em ação nas arrancadas. Nos diesel, ele arranca em segunda e só usa a primeira como 4×4 reduzida. A tração integral também está presente na versão Blackhawk. Há modo automático, que gerencia o sistema. O escorregadio deixa desligado o controle de estabilidade. Já o lama/areia usa marchas mais reduzidas para elevar o giro do motor e servir como uma caixa reduzida. Ele desliga controles para permitir que o carro patine e saia de situações mais difíceis. Não dá para entender o Commander Blackhawk como um carro pronto e próprio para enfrentar situações de off-road pesadas. Mas ele tem capacidade para ir mais além do fim do asfalto e chegar sem problema na fazenda ou no sítio.   Perfórmance Na cidade o Commander mantém velocidades quando mal se toca o pé no acelerador. Vence aclives com muita

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2008 dispara nas vendas

O novo Peugeot 2008 estreou em agosto com nova geração e registrou um aumento de 63% nas vendas e comparação com o mês anterior. Issoe fez com que a marca conquistasse seu melhor resultado de vendas desde 2015.   Também em outubro, a Peugeot registrou uma participação de 2,8% no segmento B-SUV. O novo 2008 é um dos modelos mais vendidos com essa configuração no Brasil. Ainda nesta semana, o SUV foi eleito o Melhor Carro do Ano no Prêmio Top Car TV 2024 e além de ser premiado na principal categoria, o Novo 2008, em sua versão GT, também foi eleito o “Melhor Utilitário Esportivo até R$ 200.999”.   O 2008 está disponível em três versões, Active, Allure e GT, com preços a partir de R$ 124.990. Todas elas, além de equipadas com o moderno e tecnológico motor Turbo 200, que gera 130 cv de potência máxima. As versões contam com rodas de liga-leve diamantadas aro 17 e a nova central multimidia i-Connect de 10,3 polegadas.   informações e imagens: assessoria Stellantis

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Honda PCX chega na linha 2025

A Honda PCX é a scooter mais vendida do Brasil desde seu lançamento, em 2012. Para 2025 ela recebeu novas cores para as três versões do modelo. Azul escuro perolizado para a topo de linha PCX 160 DLX ABS, vermelho perolizado na intermediária PCX 160 ABS e branco perolizado na porta de entrada PCX 160 CBS. Todas preservam o motor monocilíndrico SOHC de quatro válvulas e exatos 156 cm3, arrefecido a água.   São 16 cv e 1,5 kgfm. O sistema tem o motor de partida com função de gerador. Ele desliga o motor após paradas de três segundos e o religa instantaneamente ao mover o comando do acelerador. Destaque na Honda PCX é o sistema de transmissão CVT, que nas versões PCX 160 DLX e PCX 160 ABS limita perdas de tração do pneu traseiro em pisos de baixa aderência. Uma luz-alerta “T” pisca no painel quando o HSTC entra em funcionamento. O sistema pode ser desligado através de um comando no punho esquerdo. A PCX 160 tem chassi de aço tipo berço duplo com suspensão telescópica na dianteira e um par de amortecedores na traseira. A frenagem, fator diferencial entre as versões, é por discos nas PCX DLX e PCX ABS, com sistema antibloqueio ABS de 1 canal, enquanto na PCX o sistema auxiliar de frenagem é o conhecido CBS – Combined Brake System, que utiliza disco na dianteira e tambor na traseira. Em todas as versões os pneus são 110/70-14 e 130/70-13 Pirelli Diablo Rosso.   Característica marcante das PCX desde sempre é o estudo ergonômico, que favorece o uso por motociclistas de estatura variada, assim como seu design atemporal, capaz de conciliar grande personalidade em formas angulosas, que valorizam a dinamicidade. A assinatura do grupo ótico dianteiro e da lanterna traseira utilizam a tecnologia LED. O painel digital com display Blackout oferece excelente visibilidade e muitas informações.   O compartimento sob banco tem 30 litros de capacidade. O porta-luvas tem entrada USB. A chave da PCX é presencial. As Honda PCX 160 2025 chegam à rede de concessionários Honda a partir de dezembro. A garantia é de 3 anos, sem limite de quilometragem, mais óleo Pro Honda grátis em sete revisões (o fornecimento gratuito do óleo é válido a partir da 3ª revisão). O intervalo de manutenção é de 6.000 quilômetros ou 6 meses após a primeira revisão, que deve ocorrer com 1.000 quilômetros ou 6 meses.   Preços: Honda PCX 160 DLX ABS: R$ 20.234,00 – Azul escuro perolizado Honda PCX 160 ABS: R$ 19.773,00 – Vermelho perolizado Honda PCX 160 CBS: R$ 17.976,00 – Branco perolizado   Informações e imagens: assessoria Honda

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e-Delivery ganha 7% de torque

A Volkswagen Caminhões e Ônibus lança o novo e-Delivery 11 toneladas, o caminhão elétrico da marca. O veículo vem equipado com motor elétrico de 280 kW, com um aumento de 7% no torque. São 2.300 Nm disponíveis desde a partida. Essa performance garante maior força e capacidade de resposta. O peso bruto total do e-Delivery é de 11.400 kg e a capacidade de reboque chega a 3.600 kg, a maior da categoria. Essa configuração, aliada à redução de peso nos componentes do e-Delivery, eleva a capacidade de carga útil para 6.300 kg, na versão com maior autonomia, um aumento de 16% em relação à primeira geração lançada em 2021. Outro destaque do novo veículo é o e-PTO (Power Take-Off). Este sistema permite o uso da energia elétrica das baterias para alimentar componentes auxiliares, como guindastes, bombas e compressores. De fábrica, o sistema é projetado para diversas aplicações, com capacidade de até 30 kW de potência. Entre os carregadores, o diferencial do caminhão elétrico VW é o opcional de corrente alternada (AC), ideal para aplicações que permitem um carregamento mais lento, com um custo de investimento menor para esta opção. O carregador está disponível em duas versões, de 11 e 22 kW. Já os novos carregadores de corrente contínua (DC) estão otimizados com novo sistema de arrefecimento das baterias e trazem maior disponibilidade para o veículo, carregando qualquer variante de baterias de 0 a 80% em até uma hora.   O sistema de regeneração segue presente no novo caminhão, podendo recuperar até 40% da energia nas desacelerações, aumentando a eficiência e a economia de bateria. O modelo vem com opções de três ou seis packs de bateria, que proporcionam até 250 km de autonomia.   No conforto, a suspensão pneumática integral no eixo traseiro garante uma condução mais suave. A nova geração conta ainda com freios eletrônicos (EBS) e sistema de controle de estabilidade eletrônico (ESC), proporcionando maior performance e segurança em frenagens e manobras. O recém-lançado pacote Highline também está disponível para o novo e-Delivery. Além de todos os recursos do pacote Prime, oferece mais diferenciais tecnológicos: painel de instrumentos 100% digital e central multimídia. Lá estão várias informações ao operador, que vão desde a recarga das baterias até informações sobre consumo e regeneração da energia para as baterias.   Informações e imagens: assessoria VWCO

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Novo VW vai se chamar “Tera”

O futuro crossover da Volkswagen teve o nome revelado: VW Tera. O modelo deve entrar abaixo do Nivus na gama da marca, para disputar mercado com modelos mais acessíveis. Criado, desenvolvido e produzido no Brasil, o VW Tera segue os passos do seu familiar Nivus e entra em um segmento inédito para a marca no Brasil. Em relação ao próprio Nivus, ele deve ficar abaixo na gama e acima do Polo. O que coloca em cheque as versões topo do hatch. O desenho foi criado pelo time de José Carlos Pavone, Head de Design Américas da Volkswagen. Produzido na planta de Taubaté (SP), o VW Tera será mais um lançamento da ofensiva de 16 novos produtos até 2028, e chegará para reforçar ainda mais a chamada “Família SUVW”, formada pelo T-Cross, Nivus, Taos e Tiguan.   Informações e imagens: assessoria VW

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Kardian puxa exportações da Renault

Graças ao Kardian, a Renault do Brasil aumentou em 75% a projeção de exportação de carros fabricados no Brasil. O crossover compacto é vendido também na Colômbia, México, Uruguai, Paraguai, Guatemala, Costa Rica, Equador e Peru. A projeção da marca é fechar o ano de 2024 com números de exportação 31% superiores ao previstos no lançamento do modelo. Até o final do ano, mais de 12 mil unidades serão exportadas. A Argentina é o maior mercado importador do Kardian. Graças à alta demanda, a Renault do Brasil aumentou em 75% as projeções de exportação para 2024.   O Kardian é produzido no Complexo Ayrton Senna, a fábrica da Renault no Brasil, que fica no Paraná. Tecnológica, já está na referência da indústria 4.0.   Informações: assessoria Renault

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Stellantis na liderança

A Stellantis fechou outubro como líder no mercado de automóveis e comerciais leves no Brasil, Argentina e América do Sul, sendo a empresa que mais comercializou veículos na região. De janeiro a outubro, a companhia acumulou mais de 752 mil unidades vendidas, com 23,6% de market share, um aumento de 25.743 unidades em comparação com o mesmo período do ano anterior. Em outubro, a Stellantis registrou 88,7 mil emplacamentos no mês, o equivalente a 27,7% de participação de mercado sul-americano. No mercado brasileiro, as vendas da Stellantis somaram 72,8 mil unidades no mês de outubro, o equivalente a 29% de market share. No acumulado do ano, foram mais de 597 mil unidades emplacadas no período, com 29,8% das vendas totais, um aumento de 41.834 unidades em relação a 2023. Na Argentina, a empresa mantém a liderança com mais de 101 mil veículos comercializados no acumulado do ano, o equivalente a 30,2% de participação no mercado argentino. Em outubro, foram emplacadas 13,1 mil unidades no mês, com 31,4% de market share, um avanço de 4,2 pontos percentuais em relação ao ano anterior.   Fiat A Fiat encerrou o mês de outubro com 20,9% de market share e 51.867 unidades emplacadas, mais de 9,5 mil à frente da segunda colocada. Além disso, a marca contou com três modelos entre os dez carros mais vendidos do mercado nacional: Strada, com 14.639 emplacamentos; o Argo com 9.265 unidades vendidas, seu maior volume de emplacamento do ano; e o Mobi, com 6.505 veículos comercializados.   Jeep A Jeep fechou o mês de outubro com 12.014 emplacamentos, seu melhor volume de vendas nos últimos três meses. Com esses números, a Jeep chegou a 99.930 unidades comercializadas em 2024 e 5% de participação no mercado nacional. O Jeep Compass emplacou 5.043 unidades em outubro e superou a marca das 40 mil unidades vendidas em 2024, com 40.369.   Ram No acumulado do ano até outubro, a Ram registrou 25.229 unidades emplacadas, crescimento de 143% na comparação com os dez primeiros meses do ano passado, e uma participação de 1,3% no mercado brasileiro, considerando todos os segmentos de passeio e comerciais leves. Em outubro, o segundo melhor mês de vendas da Ram no ano, a marca emplacou 2.797 picapes no país, com amplo destaque para a Rampage.   Peugeot O novo Peugeot 2008 somou em outubro um aumento de 63% nas vendas em comparação com o mês anterior. Com isso, a marca do leão conquistou seu melhor resultado de vendas desde 2015.   Informações e imagens: assessoria Stellantis  

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VW exporta 12 mil carros em outubro

A Volkswagen do Brasil teve recorde de exportações em outubro, com 12.049 unidades embarcadas no mês passado. É o melhor resultado de exportações registrado pela marca desde abril de 2018, quando foram embarcadas 18.752 unidades no mês. Em todo 2024, a Volkswagen do Brasil embarcou 78.623 unidades, um número 48,5% maior do que o volume de exportações da marca no mesmo período de 2023 (52.940: jan-out). Mais do que embarcar carros em um navio, a exportação envolve toda uma logística na VW, que começa ainda na linha de produção. “Alinhamos todo o programa de nossas fábricas de automóveis no Brasil – Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), Taubaté (SP) e São José dos Pinhais (PR) – aos cronogramas dos navios contratados”, explica Fábio Freccia, gerente executivo de Logística da Volkswagen na América do Sul. A Volkswagen do Brasil concentra suas exportações atualmente em 18 países: Argentina, México e Colômbia – os três principais mercados, em volume de embarques, respectivamente – além de Aruba, Bolívia, Chile, Costa Rica, Curaçao, El Salvador, Equador, Guatemala, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, St. Maarten e Uruguai. Os modelos mais exportados neste ano (jan-out) foram o Polo (26.953 unidades), Saveiro (21.902 unidades), Nivus (13.188) e T-Cross (12.932).   Informações e imagens: assessoria VW  

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Pulse e Fastback híbridos

Pulse e Fastback foram os Fiat escolhidos para estrear a tecnologia híbrida. O motor 1.0 turbo T200 Hybrid passa a equipar as versões Audace e Impetus do Fastback e do Pulse.   Os dois carros são os primeiros Fiat no trabalho da Stellantis para desenvolver a tecnologia Bio-Hybrid. De lá veio a plataforma Fiat Hybrid. A proposta é oferecer mobilidade limpa, segura e acessível no Brasil e na América do Sul. O Polo Automotivo Stellantis de Betim, no Brasil, é o centro global da empresa no desenvolvimento desta tecnologia. Durante os próximos anos, mais de 40 novos modelos e oito powertrains, incluindo opções híbridas e 100% elétricas, serão lançados pela Fiat e as demais marcas da Stellantis com parte dos R$ 32 bilhões em investimentos até 2030.     Motor T200 Hybrid Nas versões híbridas do Fastback e do Pulse, segue o motor T200 Flex e o câmbio CVT de sete velocidades simuladas. O conjunto gera 130 cv e 20,4 kgfm de torque. O sistema híbrido deixou o Fastback 11,5% mais econômico na cidade com gasolina e 9,8% no etanol. O Pulse reduziu 10,7% o consumo, tanto na gasolina, quanto no etanol no ciclo urbano. O sistema híbrido da Fiat possui um motor elétrico que substitui o alternador e motor de partida. Esse sistema híbrido é capaz de gerar torque adicional para o motor a combustão e energia elétrica para carregar as baterias de chumbo-ácido de 68Ah e de íon de lítio de 11Ah, ambas de 12V, que fornecem energia ao motor elétrico. O sistema gera potência de até 3kW. São duas baterias de 12V, sendo uma de chumbo-ácido, localizada no cofre do motor, e outra de íon de lítio, localizada abaixo do banco do motorista). Um módulo de comutação controla as duas baterias de acordo com a estratégia da central eletrônica. O motor elétrico de 12V e 3kW fica conectado ao motor de combustão e é alimentado pela bateria de íon de lítio, que substitui o alternador e o motor de partida.   A operação acontece com quatro modos, durante a condução do carro. Uma delas é o Start-Stop desliga o motor a combustão durante paradas e não pode ser desativado. O “e-Assist” dá assistência do motor elétrico ao motor a combustão em acelerações e retomadas. O alternador inteligente trabalha conforme a condição das baterias. No modo alternador, recarrega. No modo neutro, quando elas estão carregadas, mantém a carga. Por fim, há função de regeneração, capaz de reaproveitar até 25% da energia que seria desperdiçada em um motopropulsor convencional. O motorista acompanha os ciclos pelo painel do carro.   Fastback híbrido O crossover coupé da Fiat chega híbrido nas versões Audace e Impetus, com motor 1.0 turbo. Em termos de conteúdo, os pacotes seguem os mesmos. A diferença fica por conta da opção do Azul Amalfi, que até então, não havia chegado ao modelo. O Fastback é construído sobre a plataforma MLA, consagrada pela robustez de Argo e Strada. Desde a versão Audace, é equipado com sistemas de assistência à direção, com frenagem automática de emergência, assistente de permanência em faixa, e a comutação dos faróis. A central multimídia de 10,1 polegadas agora está presente de série nessa versão. O modelo conta ainda com carregador por indução, navegação embarcada, controle de estabilidade, câmera de ré e ar-condicionado automático digital que possui saída para fila traseira para maior conforto térmico.     Pulse híbrido O Pulse foi o primeiro crossover da Fiat. As duas versões com motor 1.0 turbo ganharam o sistema híbrido. A versão topo Impetus tem painel digital e sistemas de assistência ao condutor com frenagem automática de emergência, assistente de Permanência em Faixa, e a comutação dos faróis.   Preços Pulse Audace T200 Hybrid AT – R$ 125.990 Pulse Impetus T200 Hybrid AT – R$ 140.990 Fastback Audace T200 Hybrid AT – R$ 151.990 Fastback Impetus T200 Hybrid AT – R$ 161.990   Informações e imagens: assessoria Stellantis

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