Guilherme rockett

BMW M3 chega em duas versões

O novo BMW M3 está ainda mais agressivo e equipado. Com mudanças visuais no exterior, no interior e ainda mais auxílios ao motorista, o modelo acaba de chegar ao Brasil em duas versões: Competition e Competition Track.  Por fora há atualizações na dianteira. Os faróis têm um novo design dos Daylights, que agora apresentam luzes verticais, realçando uma aparência ainda mais agressiva ao modelo, que mantém os para-choques dianteiro, traseiro e saia lateral exclusivos da BMW M. As rodas têm 19 polegadas na dianteira e 20 polegadas na traseira contam com design aerodinâmico completam o visual agressivo do modelo. Por dentro, além do BMW Live Cockpit Professional, uma tela curvada, composta por duas telas, com 12,3” (painel de instrumentos) e 14,9” (multimídia), como todo BMW M que se preze, o novo M3 é repleto de acabamentos de fibra de carbono na cabine. O modelo traz como novidade um novo formato de volante, com base achatada e marcação 12 horas na cor vermelha. As saídas de ar-condicionado também foram redesenhadas e agora estão mais modernas e harmônicas ao cockpit do carro. Os bancos, na versão Track, são tipo concha e com estrutura de fibra de carbono, material nobre e tão desejado em carros com apelo esportivo.   Debaixo do capô, o BMW M3 Competition e o Competition Track são equipados com um motor biturbo com tecnologia M Twin Power de seis cilindros em linha, que envia toda sua força para o eixo traseiro por meio da transmissão M Steptronic com Drivelogic. São 510cv a 6.250 rpm e 650Nm de torque entre 2.750 e 5.500 rpm, capazes de levar o sedã com alma de superesportivo de 0 a 100km/h em 3,9 segundos e a velocidade máxima de 290km/h. Para reduzir a velocidade, são utilizados freios esportivos M, que acomodam o máximo desempenho. Na versão M3 Competition são discos duplos ventilados e perfurados de 380 mm x 36 mm no eixo dianteiro e 370 mm x 24mm na traseira, pinças na cor azul com 6 pistões na dianteira e um pistão na traseira. Já na versão M3 Competition Track são discos duplos ventilados e perfurados de carbono-cerâmica com 400 mm x 38 mm no eixo dianteiro e 380 mm x 36mm na traseira, pinças na cor dourada com 6 pistões na dianteira e 1 pistão na traseira. A tração traseira em conjunto com diversos elementos em fibra de carbono, diferencial M de deslizamento limitado e efeito autobloqueante e a suspensão M adaptativa contribuem para o melhor desempenho dinâmico, ajudando o veículo a ser mais rápido e preciso. Botões seletores M Drive possibilitam a memorização de duas configurações distintas de condução com ajustes de motor, direção, suspensão, freios, ronco e transmissão: M DSC (controle dinâmico de estabilidade) e M Dynamic Mode, que permite explorar o potencial dinâmico longitudinal e lateral do carro somado ao auxílio de dinâmica de direção oferecido pelo DSC. No que diz respeito à tecnologia, o sedã conta com sistema interativo para facilitar a condução do veículo e proporcionar uma melhor experiência a bordo, tais como: Driving Assistant Professional, Parking Assistant Plus, assistente de farol alto, faróis BMW Full Led Adaptativo, M Head Up Display, carregamento wireless para celulares, BMW Drive Recorder, Active Protection, ar-condicionado de 3 zonas. Os modelos acompanham o BMW ConnectedDrive, que fornece serviços como: Chamada de Emergência Inteligente, aviso de manutenção por telemetria, navegação com informação de trânsito em tempo real, portais de notícias, clima e aplicativos, além de serviços remotos que podem ser acionados a partir do app My BMW, como trancar e destrancar as portas, buzinar, localizar o veículo e enviar destinos diretamente ao sistema de navegação. Ainda é possível utilizar aplicativos de smartphones, com preparação para Apple CarPlay e Android Auto sem fio. O novo BMW M3 já está à venda nas concessionárias da BMW no Brasil nas versões Competition e Competition Track em nove opções de cores para a carroceria (Branco Alpino, Preto Safira, Azul Portimão, Vermelho Aventurine, Vermelho Toronto, Cinza Skyscraper, Cinza Brooklyn, Amarelo São Paulo e Verde Ilha de Man) e quatro opções de acabamento interno (Couro Full Merino Yas Marina Blue/Preto, Couro Full Merino Silverstone/Preto, Couro Full Merino Laranja Kyalami/Preto e Couro Full Merino Preto/Preto).  Os preços são de R$ 858.950,00 para o BMW M3 Competition e R$ 961.950 para o BMW M3 Competition Track.   Foto e informações: assessoria BMW

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Novo Nivus e a versão GTS

O Nivus 2025 teve a dianteira renovada e deve ganhar uma versão GTS. Apresentando novo design e iluminação, o modelo trás outros quatro lançamentos: a central multimídia VW Play Connect; o app Meu VW 2.0; pacote opcional Outfit inédito; e a aguardada versão esportiva GTS que, a pedido do público, chegará às concessionárias em 2025.   Em 2020, o Nivus foi apresentado como o primeiro modelo da Volkswagen criado, desenvolvido e produzido no Brasil. Um orgulho nacional que nasceu das mãos do Head de Design Américas da marca, José Carlos Pavone. Indo na contramão do caminho já conhecido dos modelos da marca, que são concebidos na Alemanha e importados para outros países, o Nivus foi exportado para mais de 43 países no mundo e ainda foi o primeiro modelo desenvolvido no Brasil que passou a ser produzido na Europa, na fábrica de Pamplona, na Espanha, usando o nome Taigo. Para 2025, o SUV cupê apresenta design renovado, explorando as linhas mais esportivas na dianteira com grade maior e mais imponente. Agora, tanto na dianteira como na traseira, os faróis e lanternas recebem conexão em LED entre os dois extremos, o ‘light strip’, entregando uma assinatura noturna inédita – e a primeira vez em um modelo da VW no Brasil. Por outro lado, o modelo perdeu os faróis de neblina, como já aconteceu em outros VW. Na traseira, o para-choque recebe nova linha em destaque e marcações da carroceria na laterais, oferecendo um aspecto mais largo e esportivo ao SUVW. As lanternas, além do ‘light strip’, tem nova assinatura, mais horizontais e refinadas. Nas laterais, as novas rodas de 17 polegadas para a versão Highline tem acabamento diamantado e preto piano, além do novo ‘badge’ aplicado no para-lama dianteiro. O Nivus tem paleta com sete opções disponíveis. As novidades ficam para a cor de lançamento herdada da linha RS da Audi, Azul Turbo, e a Azul Titan, tom de azul inédito nos carros da Volkswagen no Brasil. Ainda fazem parte da gama a conhecida Cinza Moonstone, o Vermelho Sunset, a Cinza Platinum, o Branco Cristal e o Preto Ninja. No interior, os bancos receberam nova roupagem exclusiva com costuras redesenhadas e acabamento inédito. Nas portas e painel, o revestimento ‘soft touch’ acompanha as costuras dos bancos em contraste.   VW Play Connect e o Meu VW 2.0 Embarcada no Nivus em 2020, a VW Play, central multimídia de 10,1 polegadas, chegou e se tornou referência em conectividade e experiência de usuário. Agora, chega em nova geração para atender às necessidades da era de conectividade da marca que está nascendo. Com internet embarcada, o VW Play Connect possui independência para conectar o carro ao seu dono, sem a necessidade de parear o celular ou conectá-lo a uma rede Wi-Fi. Com os mais de 15 aplicativos disponíveis na loja online, o motorista pode chegar em qualquer lugar usando o Waze ou curtir suas playlists no Spotify sem tirar o telefone do bolso. Além disso, a VW Play Connect será responsável por compartilhar as informações do veículo diretamente com o app Meu VW, que agora lança sua versão 2.0. Serão 15 funcionalidades oferecidas no carro conectado para deixar ainda mais simples e segura a interação com seu carro. Dentre elas estarão: travar e destravar o veículo, localização em tempo real, acionamento da buzina e pisca alerta, modo manobrista, controle de perímetro, restrição de horário, gestão de saúde do carro com mais de 90 alertas, entre outras funções. Todos os clientes que comprarem seu Novo Nivus no lançamento terão 1 ano grátis para todas as funções de conectividade e até três giga grátis de internet por mês até junho de 2025, para uso em todos os apps no VW Play Connect.   Pacotes Outfit e ADAS Acrescentando ainda mais estilo e presença ao Nivus, o antigo Pacote Bicolor abre espaço ao novo Pacote Outfit. São mais de 12 elementos exclusivos aplicados à versão Highline, que oferecem ao cupê uma aparência mais apimentada.   No exterior, o teto, retrovisores, maçanetas e frisos dianteiros e traseiros recebem pintura em preto piano, além dos ‘badges’ em preto com nome Outfit. As rodas de 17 polegadas também aparecem escurecidas. Na cabine, os bancos recebem roupagem exclusiva com escrita Outfit nos encostos dianteiros, com costuras no painel, portas e apoia braço em destaque. Além de todas as funções do carro conectado, a segurança também foi “apimentada” para o Novo Nivus com o novo Pacote ADAS. Além do ACC, AEB e assistente saída de vaga traseira já de série no Nivus, o opcional oferece Lane Assist, Detector de Ponto Cego com marcação nos retrovisores externos, Travel Assist que contribui para uma condução mais segura e confortável em diversas situações, e o Park Assist para manobras paralelas e perpendiculares automática.   Motor Nada muda na parte mecânica. Segue o 1.0 turbo de até 128 cv e 20,4 mkgf de torque, além do câmbio automático de seis marchas. Porém, uma nova versão vai agregar mais potência e esportividade ao Nivus   GTS está confirmado A pedido do público, a histórica versão GTS, já equipada no Passat Pointer, Gol, Polo e Virtus, agora chegará como opção mais completa do Novo Nivus, com roupagem exclusiva e o reconhecido motor 250 TSI. As versões Comfortline e Highline chegam ainda em 2024, com pré-venda aberta a partir do lançamento. O cliente poderá conhecer o modelo nas concessionárias a partir do dia 23 de novembro. Já a versão GTS, chegará as lojas no primeiro semestre de 2025. Novas informações serão divulgadas em breve.   Informações e imagens: assessoria VW

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Centro de peças da VW vai receber investimento

O centro de peças da Volkswagen completou 20 anos. Chamado Parts and Accessories Center – Centro de Peças e Acessórios, a estrutura fica em Vinhedo, SP. O PAC receberá parte dos investimentos de R$ 16 bilhões anunciados pela Volkswagen para o Brasil até 2028. O valor será destinado a automatizações e transformação digital no centro de Vinhedo, que opera com a mais alta tecnologia e inovação. É lá que estão peças e acessórios da Volkswagen do Brasil, Volkswagen Caminhões e Ônibus e Audi, marcas que integram o Grupo Volkswagen. São 132.000 metros quadrados de área, 25 milhões de peças armazenadas, 650 fornecedores e 730 colaboradores. “O PAC de Vinhedo é fundamental para os resultados da Volkswagen, tanto do ponto de vista financeiro, com faturamento superior a R$ 2 bilhões por ano em peças e acessórios, quanto de satisfação dos nossos clientes, oferecendo excelência no Pós-vendas aos modelos Volkswagen, inclusive clássicos da marca que são paixões nacionais”, afirma Ciro Possobom, CEO da Volkswagen do Brasil.   Maior estoque da América Latina O Centro de Peças e Acessórios de Vinhedo conta com itens originais para todos os veículos Volkswagen com, no mínimo, 10 anos após o fim de sua produção no Brasil e 15 anos para o mercado de exportação. O PAC de Vinhedo também inclui estoque de peças para veículos clássicos Volkswagen, que são verdadeiros ícones e movimentam inúmeros fãs da marca no Brasil e no mundo. “Caso o cliente precise de peças para modelos Volkswagen como Fox, up! ou New Beetle, o PAC de Vinhedo estará pronto a atender. Até mesmo peças de veículos clássicos, como Apolo, Logus, Fusca ou Kombi. Esse é um grande diferencial da Volkswagen frente os concorrentes”, completa o CEO. São exportados anualmente, a partir do PAC de Vinhedo, mais de 1.200 containers de 40 pés com peças destinadas a 22 países. O centro recebe onze mil linhas de pedidos diariamente, 90% faturados no mesmo dia. “São peças originais e com a garantia que apenas as concessionárias Volkswagen podem oferecer”, diz Roger Corassa, vice-presidente de Vendas & Marketing da Volkswagen do Brasil.   Meio ambiente O Centro de Peças e Acessórios da Volkswagen foi a primeira unidade da empresa a operar com energia elétrica 100% renovável, desde 2020. Uma iniciativa estendida para todas as fábricas da Volkswagen do Brasil. Outro ponto importante que reforça o compromisso da Volkswagen do Brasil com o meio ambiente é a nova estratégia de desenvolvimento de embalagens sustentáveis e com melhor qualidade. O PAC de Vinhedo tem o máximo reúso de caixas no fluxo produtivo, reduzindo de forma significativa o consumo de papelão e madeira. Em breve, o PAC de Vinhedo iniciará uma nova estratégia de distribuição por cabotagem marítima para o Nordeste e fluvial para a cidade de Manaus (AM). A navegação pela costa permite economia de combustível e redução anual de emissões de CO2 com ganhos ambientais que equivalem a 19 mil árvores plantadas ou 3.500 m2 de geleira não derretida.   Informações e imagens: assessoria VW

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Nissan Kicks vira casa de aventureiros nos Andes

O casal de brasileiros Camila e Guilherme Knabben, conhecidos como Estica e Dale, está percorrendo 40 mil quilômetros pela Cordilheira dos Andes a bordo de um Nissan Kicks equipado com cama. A partida foi em maio de 2024 de Florianópolis, Santa Catarina. Eles já passaram pela Argentina e Chile. Ao longo dos próximos seis meses, percorrerão mais cinco países da América do Sul: Bolívia, Peru, Equador, Colômbia e, possivelmente, Venezuela. O Kicks tem uma cama instalada no espaço do banco traseiro e do porta-malas. O crossover da Nissan já havia sido usado na expedição da Patagônia e está servindo de hospedagem durante toda a aventura. O carro conta também com mantas removíveis de isolamento térmico no assoalho e vidros para controle da temperatura durante a noite. “Dormir em nosso Kicks nos permite acampar em lugares incríveis e praticamente inacessíveis,” explica Guilherme. “Já acordamos com vistas de tirar o fôlego, desde geleiras até vulcões ativos.” Para esta jornada dos Andes, a novidade é o bagageiro de teto, que os permite carregar mais itens. Desde o início da expedição foram mais de 9,5 mil quilômetros rodados. Atravessaram a fronteira da Argentina com o Chile, a estrada dos Caracoles, composta por 29 curvas em montanhas com neve. Também passaram pelo ponto mais alto da Ruta 40, na Argentina, a 4.895 metros de altitude. “Com gelo na pista, cruzamos diversas vezes rios ao lado de penhascos e pedras soltas. Foi uma conquista enorme”, relembra Guilherme. Os aventureiros estão enfrentando também um dos invernos mais frios do século. “Dormir a -16 graus dentro do carro e ver pela manhã a nossa garrafa com água virar uma pedra de gelo ao lado da nossa cabeça, foi chocante! Até nosso azeite de oliva congelou, nem sabíamos que isso era possível”, comenta. A primeira expedição do Estica e Dale com o Nissan Kicks, no ano passado, teve como destino a Patagônia. Os dois rodaram mais de 13 mil quilômetros durante 36 dias partindo de Florianópolis (SC) até o Ushuaia, na Argentina.   Informações e imagens: assessoria Nissan

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Uma tinta para repelir calor

A Nissan testa uma pintura automotiva para reduzir a temperatura ambiente do interior dos veículos em dias quentes. A inovação ajuda a reduzir o consumo de energia do sistema de ar-condicionado. O aeroporto de Haneda proporcionou o ambiente para realizar avaliações do desempenho da tinta, sob um ambiente exposto a altas temperaturas. Ainda em fase de testes, os resultados até o momento têm sido impressionantes. Estacionado lado a lado sob o sol, um veículo tratado com a pintura fria da Nissan apresentou redução de até 12 graus Celsius nas temperaturas da superfície externa e um interior mais fresco de até cinco graus em comparação a um veículo com pintura automotiva tradicional. O desempenho de resfriamento da tinta é particularmente perceptível quando um veículo fica estacionado ao sol por um longo período. Uma cabine mais fria não é apenas mais agradável de entrar, mas também requer menos tempo de funcionamento do ar-condicionado para resfriar o habitáculo a uma temperatura confortável. Isso ajuda a reduzir a carga do motor ou, no caso de um veículo elétrico, a consumir menos energia das baterias.   Inovação que se adapta O metamaterial incorporado à pintura fria da Nissan apresenta duas partículas de microestrutura que reagem à luz. Uma partícula reflete os raios infravermelhos próximos da luz solar que normalmente causariam vibrações em nível molecular dentro da resina da tinta tradicional para produzir calor. A segunda partícula permite o verdadeiro avanço. Ele cria ondas eletromagnéticas, que neutralizam os raios solares, redirecionando a energia do veículo para a atmosfera. Combinadas, as partículas da pintura fria da Nissan reduzem a transferência de calor para superfícies como o teto, capô, portas e painéis. O que cria o ambiente menos quente dentro do carro.   Informações e imagens: assessoria Nissan

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Hyundai Creta muda, ganha motor e equipamentos

O Hyundai Creta teve a dianteira e a traseira renovadas. O visual ficou mais moderno mas será que consegue se harmonizar com a mesma lateral da geração anterior? Além do que desenho, também teve mudança em motorização. A versão topo de linha Ultimate agora é equipada com o motor 1.6 turbo de 193 cv e substitui o antigo 2.0 aspirado.   Desenho A grade frontal traz linhas sólidas em comparação com a geração anterior e uma nova aplicação da logomarca Hyundai. Faróis estão redesenhados, sob o conceito “seamless lighting”. Uma faixa em led percorre toda a frente do carro e luzes de seta sequenciais nas pontas. A lateral preserva vincos e a coluna “C” foi redesenhada. As rodas serão oferecidas em 16 polegadas para a versão Comfort, 17 para versões Limited e Platinum, design exclusivo para a versão N Line, e 18 polegadas para a versão topo de gama Ultimate. Na traseira, novo conjunto de lanternas em led percorre o porta-malas de ponta a ponta. O nome do modelo deixa de estar centralizado e é realocado no canto baixo esquerdo do porta-malas. A motorização está identificada no lado oposto. A Hyundai considera uma nova geração do Creta e oferece em sete cores: Preto Onix, Branco Atlas, Prata Brisk, Prata Sand, Azul Sapphire, Cinza Silk e a inédita cor de lançamento Cinza Shadow. A opção dual tone (teto preto) acompanha todas as cores exceto Preto Onix e Prata Sand.   Interior O cockpit foi reprojetado, a começar pelo painel de instrumentos de 10,25 polegadas integrado à multimídia, também de 10,25 polegadas, para as versões Platinum, N Line e Ultimate, na nova linguagem de design interno mundial da Hyundai. Nas outras versões, o cluster digital é parecido com o que já existe em HB20 e modelos da Kia. Com pontos de contato em soft touch, o modelo traz a sofisticação de categorias superiores e oferece combinações de cores internas nas opções Preto, Preto e Marrom, e Cinza Claro com Cinza Escuro, além de uma opção exclusiva para a versão N Line, em Preto e Vermelho. Antes, o painel era em plástico. Apenas passava a ideia de ser suave ao toque, mas era rígido. Os bancos, em couro nas versões Platinum, N Line e Ultimate, contam com sistema de ventilação para o motorista. Em sua versão topo de gama, o Hyundai Creta oferece ainda ajuste elétrico de quatro posições para os bancos dianteiros. Teto solar panorâmico com comando de voz, ar-condicionado automático de duas zonas, retrovisor interno eletrocrômico, carregador de celular por indução e seletor de modo de direção (eco, confort e sport) estão entre as funcionalidades.   SmartSense O pacote de segurança Hyundai SmartSense chega mais completo. Além da Smart Camera 360°, oferece Câmera para Monitoramento de Ponto Cego, que exibe no display central do painel de instrumentos, em vídeo, a visão do ponto cego para a direção indicada após acionar o sinal de mudança de faixa. O Sistema de Frenagem Autônomo atua quando há risco de colisão frontal com pedestres, outros veículos, ciclistas e em convergências à esquerda. Há ainda assistentes de ermanência e centralização em faixa, detector de fadiga, farol alto adaptativo, assistente de tráfego cruzado traseiro e controle de velocidade adaptativo. O freio de mão é elétrico.   Conectividade Segue o bom sistema Bluelink com serviços de rastreamento e recuperação veicular, possibilidade de realizar comandos pelo celular para ligar o carro, abrir as janelas, receber alertas, ajustar a temperatura do ar-condicionado automático digital e acessar o sistema da Smart Camera 360°. Este último permite visualizar, pelo aplicativo no celular, o que se encontra ao redor do veículo antes de se aproximar para embarcar. É possível ainda buscar e acessar pontos de interesse através de um mapa no aplicativo do Bluelink e enviá-los para o multimídia do carro. Ao traçar uma rota, o sistema de navegação indicará o melhor caminho usando informações de tráfego em tempo real.   Motor: 2.0 se despede As versões Comfort, Limited, Platinum e N Line do Hyundai CRETA seguem com motor 1.0 turbo flex GDI, de injeção direta de combustível. Ele recebeu atualização para melhorar o consumo de combustível. O propulsor de três cilindros entrega potência de 120 cv, com torque máximo de 17,5 kgfm logo aos 1.500 rpm. Entre as atualizações do motor 1.0 turbo, o coletor de exaustão está agora acoplado ao cabeçote do motor, resultando em melhor eficiência térmica do conjunto. Também, foi substituída a válvula termostática por um novo sistema de válvula inteligente, que agora é controlada pela ECU do motor. A bomba de óleo ganhou uma nova tecnologia que, de forma automática e controlada pela ECU do motor, consegue regular a pressão do óleo de maneira mais eficiente, de acordo com a necessidade de lubrificação do motor. A grande novidade da nova geração fica por conta da inédita motorização 1.6 Turbo GDI, a gasolina, de sete marchas, exclusiva da versão topo de linha Ultimate. Com potência máxima de 193 cv e torque de 27,0 kgfm a 4.500 rpm, trata-se da mais potente da categoria. Neste motor, a caixa de câmbio de sete marchas tem embreagem dupla (DCT 7). Segundo a Hyundai, apresenta maior eficiência energética ao transferir 94,9% do torque do motor graças à viscosidade aprimorada do óleo de transmissão e da utilização de rolamentos de menor fricção. O diferencial vem com junta selada, que previne danos e potenciais vazamentos. Ambos os motores tiveram seu nível de consumo otimizado em comparação à geração anterior. Para o motor 1.0 Turbo GDI, anteriormente mapeado para percorrer 12 km por litro de gasolina na estrada, a nova taxa passa a ser de 12,7 km/l, representando uma melhoria de 6% em consumo. No caso do motor 1.6 Turbo GDI, a otimização é de 9% na comparação com o motor 2.0 aspirado, que equipava a versão Ultimate até então. Agora, o Creta topo de linha é capaz de fazer 13,5 km por litro de gasolina na estrada.     Preços Para as opções com motor 1.0 turbo GDI, não há aumento de preço em

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Civic tem mais tecnologia mas se afastou do mercado

Está difícil de ver um deles nas ruas. A décima primeira geração do Civic foi lançada no Brasil na versão híbrida. Porém, chegou em um patamar mais elevado de preços e até em tamanho. O que fez o Honda se afastar do seu principal concorrente Toyota Corolla. No entanto, a geração atual traz avanços tecnológicos e construtivos. Produzido na Tailândia, o Civic agora é híbrido. Ele inaugura a tecnologia que combina dois motores elétricos de alta eficiência com um motor a combustão 2.0 ciclo Atkinson. O consumo médio de 18,3 km/l na cidade destaca a eficiência do veículo. O modelo possui três modos de condução: elétrico, híbrido e combustão. A segurança foi aprimorada com o pacote Honda Sensing, que inclui controle de cruzeiro adaptativo, frenagem para mitigação de colisão e assistente de permanência em faixa. O Civic Híbrido também é o primeiro da marca a trazer airbags laterais traseiros, totalizando oito airbags. O design do carro recebeu renovação estética, com uma carroceria de estilo esportivo e um interior de alto padrão. O porta-malas de 495 litros é um dos maiores do segmento, oferecendo praticidade e inteligência. Propulsão híbrida O “e:HEV” conta com um motor elétrico de alta potência, 184 cv e 32,1 kgfm. Trabalha junto com o motor 2.0 a gasolina de 143 cv de potência e 19,1 kgfm de torque. É alimentado por injeção direta, uma das novidades em relação ao que equipa o Accord Híbrido. Já o segundo motor elétrico cumpre função de gerador de energia para o conjunto de baterias de íons de lítio. Na prática, o sistema e:HEV entrega acelerações típicas de modelos esportivos, além de reduzido nível de consumo de combustível. De acordo com o Programa Brasileiro de Etiquetagem, o consumo é de 18,3 km/l na cidade e 15,9 km/l na estrada. Na grande maioria das situações, o Civic Híbrido é tracionado pelo motor elétrico (EV Drive). O Hybrid Drive é ativado nos momentos de maior pressão sobre o acelerador. Em ambas as situações, o motor a combustão é ativado para girar o motor gerador, suprindo a maior demanda de energia elétrica. O Engine Drive é o modo em que a tração é feita prioritariamente pelo motor a combustão. É ativado em situações de velocidades mais elevadas e constantes. Quando o motorista demanda a máxima potência o e:HEV trabalha no modo Hybrid, com o motor a combustão podendo tracionar, mas trabalhando majoritariamente em conjunto com o gerador para produzir eletricidade para o motor elétrico tracionar também. Frenagens e desacelerações produzem recuperação de energia, o que amplia a economia especialmente em situações de tráfego “para-e-anda”. Equipamentos Condutor e passageiro dispõem de uma central multimídia com tela de 9 polegadas. Nela estão funções como telefone, navegador e controle do sistema de áudio via touchscreen. A adoção de um painel de instrumentos digital de 10,2 polegadas permite personalizar informações sobre a condução. A prioridade é para velocidade, nível de energia armazenado ou regenerado e dos dispositivos de gerenciamento do estado geral de funcionamento do veículo. Uma exclusividade do Honda Civic Híbrido é o We Power, instrumento que age como uma espécie de conta-giros. Substitui a apresentação em RPM pelo percentual de potência. Sob condução mais forte e com o modo Sport ativo, o Civic Híbrido será tracionado exclusivamente pelo motor elétrico, que direcionará sua força para as rodas simulando trocas de marchas. Nesta condição, a rotação do motor acompanhará as trocas de marchas, realçando a percepção de esportividade, com uma sonoridade e dinâmica similar à de carros esportivos com transmissão de dupla embreagem. Nas frenagens e desacelerações, o ponteiro do We Power desce à área Charge, indicadora do status da recuperação de energia. A força de desaceleração pode ser ajustada por meio de paddle shifts junto ao volante, com indicação do nível (quatro, no total) também no campo Charge. Ainda fazem parte do pacote bancos dianteiros com ajustes elétricos, chave com partida remota, ar-condicionado dual zone, banco traseiro com encosto rebatível, carregador sem-fio para celular, portas USB iluminadas na traseira, teto solar e limpadores de para-brisa inteligentes. Em setembro de 2024, o preço do Civic é de R$ 265,9 mil. Informações e imagens: assessoria Honda

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Há vagas na GWM

A GWM Brasil iniciou as contratações para a fábrica em Iracemápolis, no interior de São Paulo. Os primeiros líderes serão fundamentais para a criação dos processos produtivos, ampliação da linha de montagem e treinamento dos primeiros colaboradores. Até o final deste ano, a GWM planeja contratar 100 funcionários, com uma meta de 700 novos empregos até o começo da produção, no primeiro semestre de 2025. “O início das contratações marca um importante avanço para a GWM Brasil e nossa operação em Iracemápolis. Estamos comprometidos em formar uma equipe sólida e altamente treinada, que será essencial para a nossa produção e crescimento na região, com foco na geração de empregos no País”, afirma Ricardo Bastos, diretor de Assuntos Institucionais da GWM Brasil. Os primeiros treinamentos serão realizados internamente, mas, em breve, a montadora contará com a parceria do SENAI, que atualmente já faz a capacitação dos técnicos da rede de concessionárias da GWM. “Essa colaboração é fundamental para garantirmos que nossa equipe esteja bem-preparada para os desafios do mercado brasileiro e para a qualidade que nossos clientes esperam”, destaca Bastos. A produção na nova fábrica de Iracemápolis está programada para o primeiro semestre de 2025 com o lançamento do SUV híbrido Haval H6. Antes do começo da produção, a GWM realizará uma cerimônia de inauguração, prevista para ocorrer no meio do semestre. Inicialmente construída para ter uma capacidade instalada de 20 mil veículos por ano, a fábrica da GWM será ampliada e modernizada para atingir a capacidade produtiva de 50 mil unidades dentro de três anos. O foco da operação em Iracemápolis será a nacionalização. A GWM já planeja logo no início da produção um significativo conteúdo local, que inclui componentes como pneus, vidros, rodas, bancos e chicotes elétricos, entre outros, além de garantir que o processo de pintura dos veículos também seja realizado localmente desde o princípio. “Nosso objetivo é alcançar 60% de nacionalização dentro de três anos, o que nos permitirá iniciar a exportação para a América Latina”, completa o diretor. O início da produção na fábrica de Iracemápolis faz parte da primeira fase do projeto de investimentos da GWM no mercado brasileiro, que totaliza R$ 10 bilhões até 2032. Apenas nessa primeira fase, que vai até 2026, o aporte será de R$ 4 bilhões.   Informações e imagens: assessoria GWM

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Quando Saveiro é melhor que Strada

O lançamento da Volkswagen Saveiro com o facelift deixou a picape da Volkswagen mais competitiva no mercado e aumentou a participação dela entre as compactas. Ainda que a geração da Saveiro seja mais antiga em relação à Fiat Strada, sua principal concorrente, há mais vantagens, especialmente se o uso não for tanto para transportar carga ou andar em pisos ruins. A começar pelo preço, no final de setembro de 2024, a versão de entrada da Saveiro é a Robust cabine simples que, na cor preta, custa R$ 101.990. Na Fiat, a versão de entrada é a Endurance com a chamada cabine plus, que na prática se comporta igual a uma cabine simples. O preço inicial da Strada é de R$ 104.990. No entanto, a Saveiro tem vidros e travas elétricas de série. Na Fiat é preciso acrescentar mais R$ 1750 para incluir esses itens junto com alarme e comando elétrico da abertura da tampa de combustível. Passamos então para quase R$ 107 mil só para igualar as duas. Se o preço for o critério principal da compra, a Saveiro já sai na frente. Outro principal trunfo da Saveiro em relação à Strada é o motor 1.6 16 válvulas EA211. Ele surgiu para as versões mais sofisticadas de Fox e Gol e hoje permaneceu na Saveiro. Ele pode atingir até 116 cavalos de potência e gerar 16,1 kgfm de torque. Esses números superam o propulsor 1.3 4 cilindros Firefly da Fiat, com potência máxima de 77 cavalos e 13,7 kgfm de torque. Ao volante, a performance da Saveiro mostra respostas bem mais instantâneas típicas dos Volkswagen mais raiz. Ela, aliás é um dos últimos descendentes dos carros brasileiros que consagraram a marca. Veja mais sobre a Saveiro Robust no nosso review em vídeo:   É claro que os dois propulsores são totalmente diferentes em termos de origem e construção. O 1.6 da Volkswagen é um motor mais antigo e que ainda usa correia dentada no acionamento do comando de válvulas. O motor 1.3 Firefly da Fiat é moderno e se mostra robusto depois de ter sido aplicado em vários modelos. Tem corrente no acionamento de válvulas, o que garante mais tranquilidade na manutenção. Aqui não há um vencedor. Ainda que o motor mais moderno possa ser ligeiramente mais econômico e tem se mostrado tão resistente quanto o antigo Fire, o EA211 da VW é confiável e, por estar há bastante tempo no mercado, é dominado por todos os mecânicos. A outra vantagem da Saveiro em relação à Fiat Strada é o comportamento dinâmico. Ela não tem a mesma altura do solo e, principalmente a mesma suspensão. O desenho da Saveiro é mais próximo de um carro convencional com molas helicoidais na traseira. Na linha 2024, a Volkswagen desenvolveu o sistema de batente duplo, que faz com que a picape balance menos quando estiver sem carga. Esse tipo de suspensão é muito mais próprio para quem aprecia dirigir e busca mais conforto. Ainda assim, se mostra resistente para um carro de trabalho. A diferença para Strada é que a picape da Fiat usa o sistema de molas parabólicas, um conjunto extremamente resistente e durável. É capaz de rodar sem problemas durante toda a vida útil da picape. Esse desenho deixa a Strada mais própria para carregar mais peso por mais tempo. No entanto, a picape da Fiat é mais dura do que a da Volkswagen. Veja o review da Fiat Strada Endurance: No fim das contas ainda que as duas sejam concorrentes diretas, têm construção bastante diferente e podem oferecer vantagens e desvantagens, a depender do modo de uso de cada dono. Mas no fim das contas, se o critério de desempate for o preço, hoje a Saveiro está em vantagem.   Saveiro Extreme As mudanças trouxeram uma nova versão topo de gama. Sai a Cross e entra a Extreme, herdada da Amarok. Por fora há novas rodas, emblema em preto piano, adesivos e faixa em preto fosco que conecta as lanternas. Veja o review em vídeo da Saveiro Extreme: No interior, os bancos são revestidos em couro com detalhes em cinza. Da série, há mídia Composition Touch, câmera de ré, coluna de direção com ajuste de altura e profundidade, faróis de neblina, indicador de controle da pressão dos pneus e volante multifuncional em couro. No pacote opcional Tech, o motorista encontra o botão off-road na parte superior do painel, ativando as funções fora de estrada do Saveiro como o HDC (Hill Descent Control), que utiliza o sistema de ABS para controle em rampa na terra, sem a necessidade de acelerar ou frear. O pacote ainda traz retrovisor fotocrômico, piloto automático, sensores de chuva e crepuscular.     Reportagem: Guilherme Rockett

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Citroën Basalt chega mais sofisticado que C3

O terceiro produto da linha C-Cubed da Citroën chegou ao mercado. O crossover coupé Basalt quer reunir design, espaço, conforto e foco nos ocupantes. São três versões a partir de R$ 89.990. A gama será composta por Feel, Feel Turbo 200 e Shine Turbo 200. À elas se soma a série especial de lançamento First Edition. Em todas, o Basalt terá de série um pacote competitivo de equipamentos, além de atributos diferenciados em seu segmento. Estilo e funcionalidade O nome “Coupe” vem de uma palavra francesa e se refere a um tipo de carroceria com caimento suave na traseira. A gente pode entender que é a forma mais adequada para dar porta-malas de sedã para um modelo crossover, onde a carroceria “três-volumes” não casaria tão bem. O que a Citroën está fazendo com a linha do C3 é criar uma família de carros em sintonia com o conceito SUV, preferência do público hoje, e que aqui na Eu Dirijo, a gente entende como Crossover. Assim, em uma analogia com o passado, o C3 hatch tem a variante Aircross, equivalente a uma SW e o Basalt equivalente a um sedã. Porém, todos eles mais altos e com caracterização de crossover. A plataforma CMP, moderna, possibilita tudo isso. O entre-eixos de 2,64 m permite a criação de um estilo proporcional, que une a dianteira e traseira de balanços curtos e favorece ângulos de entrada e saída. No Basalt, nenhuma curva ou linha tem somente uma função. Vincos nos para-choques, laterais e teto transmitem solidez ao mesmo tempo em que conferem ainda mais resistência às peças. As elevações na parte posterior do teto otimizam a aerodinâmica e favorecem o posicionamento das articulações do porta-malas. O resultado é uma grande abertura da tampa sem perda de espaço para a cabeça de quem está no banco traseiro. Como todo o crossover, estão elementos escurecidos ao redor dos arcos dos para-lamas e na parte inferior dos para-choques. A função é de proteção da carroceria contra pequenos impactos de detritos ou outros elementos no dia a dia. A cor de lançamento é um azul, chamado Cosmo Blue. Esse tom faz estreia na gama Citroën no Brasil e é exclusivo do Basalt. Junto com ele estão o vermelho Rouge Ruby, o Prata Artense, o Cinza Grafito, o preto Perla Nera e o Branco Banquise — com a especial adição do tom perolizado Branco Nacré, exclusivo do Basalt First Edition. Na versão Shine também há a opção de teto bitom na cor Perla Nera. Interior O espaço é projetado para receber até cinco adultos. O painel adota faixa no tom Solar Bronze. O cluster, painel de instrumentos, é digital de sete polegadas. A central multimídia é a Citroën Connect Touchscreen de 10,25 polegadas com Android Auto e Apple Carplay e seis alto-falantes. A novidade é o ar-condicionado automático, que permite a escolha da temperatura. Bancos e revestimentos seguem o padrão já adotado no Aircross. Ou seja, ainda há plásticos rígidos em portas. Mas o revestimento em material sintético atende bem. Tapete voador A suspensão do Basalt foi projetada para que fosse entregue o máximo de conforto sem qualquer tipo de concessão. Com isso, ele pode rodar nas mais diferentes ruas e estradas sem perda de robustez e eficiência. O Basalt usa pneus 205/65 e rodas de liga-leve de 16 polegadas em todas as versões. A direção é elétrica e o ar-condicionado foi preparado para o clima intenso da América do Sul, capaz de refrigerar ou aquecer a cabine rapidamente. De série em todas as versões há também retrovisores, vidros e travas elétricas, câmera de ré, monitoramento da pressão dos pneus, painel digital colorido, alarme com comando na chave canivete, airbags laterais e faróis com DRL em led. O destaque fica por conta do porta-malas de 490 litros (padrão VDA) e tampa com abertura total. O encosto do banco pode ser rebatido e aumentar o espaço. Motor São duas opções de motor, já consagradas. O 1.0 Firefly três cilindros, conhecido pela robustez em diferentes produtos da Stellantis. Estreou ainda no Fiat Uno. No Basalt, ele é associado a um câmbio manual de cinco marchas e possibilita consumo de combustível de até 14,6 km/l com gasolina na estrada. O outro é o Turbo 200, 1.0 3 cilindros de 130 cv, que estreou no Pulse e está na maioria dos produtos. Vem casado com câmbio automático CVT de sete marchas simuladas e três modos de condução. O propulsor Turbo 200 é o único da categoria com o exclusivo sistema Multiair III, que possibilita o ajuste constante do tempo e amplitude de abertura das válvulas de admissão de forma automática. Para o motorista isso resulta em ainda mais performance com muita eficiência. First Edition O Basalt First Edition terá elementos de design para entregar mais estilo, inclusive na cor Branco Nacré Perolizada, única e exclusiva da versão. O visual especial continua com para-choques dianteiros com apliques cromados, rodas de liga-leve de 16” escurecidas, pintura bitom com teto Perla Nera e logotipos alusivos à versão nas portas dianteiras. O interior tem pedaleiras cromadas, tapetes exclusivos, soleiras metalizadas, painel com faixa bitom na cor Gray Smart e teto totalmente escurecido. A série especial custa R$ 107.390. Informações e imagens: assessoria Stellantis Versões, preços e equipamentos Feel Feel Turbo 200 Shine First Edition Feel Basalt Feel – R$ 89.990 – Motor 1.0 Firefly e câmbio manual de cinco marchas – Painel digital colorido de 7” customizável – Airbags laterais dianteiros – Citroën Connect Touchscreen de 10” com Android Auto e Apple Carplay sem fio com comandos no volante – Câmera de ré – Três entradas USB – Luzes de condução diurna (DRL) com leds – Seis alto-falantes – Ar-condicionado – Banco do motorista e volante com regulagem de altura – Vidros dianteiros e traseiros elétricos com função one touch – Rodas de 16” de liga-leve com pneus 205/60 – Travas elétricas com acionamento por telecomando da chave canivete – Alarme – Bocal do combustível com destravamento elétrico Feel Turbo 200 Basalt Feel Turbo 200 – R$ 96.990 Todos

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