Guilherme rockett

T-Cross recebe cinco estrelas em teste de colisão

O Volkswagen T‑Cross recebeu nota máxima nos testes de segurança do Latin NCAP, que avalia o nível de segurança dos modelos vendidos na América Latina e Caribe. A entidade atribuiu ao modelo cinco estrelas nos quatro campos de avaliação: proteção aos adultos, crianças, pedestres e segurança ativa. Os resultados obtidos são válidos para todas as versões do Novo T‑Cross produzidas na fábrica em São José dos Pinhais (PR) e exportadas para 15 países da América Latina. Reformulado em 2024, o T‑Cross recebeu pacote mais completo de segurança. Ele passou a contar na linha 2025 sistema de frenagem independente de emergência com reconhecimento de pedestre em todas as versões. Também há sensor de fadiga e o alerta sonoro e visual para o uso do cinto de segurança dianteiro e traseiro. A versão topo de linha Highline oferece como pacote opcional ADAS, que inclui assistente de estacionamento (Park Assist), detector de ponto cego com assistente traseiro de saída de vaga e assistente ativo de mudança de faixa (Lane Assist). 200, Comfortline e Highline são equipados com controle adaptativo de velocidade e distância, frenagem autônoma de emergência com detector de pedestre, e seis airbags (sendo dois frontais, dois laterais nos bancos dianteiros e dois de cortina). Ainda fazem parte da lista de equipamentos fixação de assento de criança, freios ABS com distribuição eletrônica de frenagem, controle eletrônico de estabilidade, controle de tração e bloqueio eletrônico do diferencial, assistente para partida em derrotas, função frenagem de manobra entre outros. O Latin NCAP (New Car Assessment Program) é um programa independente de avaliação de carros novos para a América Latina e Caribe. Em parceria com organizações internacionais como Global NCAP, FIA (Federation Internationale de l’Automobile), FIA Foundation, ICRT (International Consumer Research & Testing), e o apoio do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). O Latin NCAP tem como objetivo oferecer aos consumidores da América Latina e Caribe avaliações independentes e imparciais de segurança dos carros novos, divulgando os resultados de acordo com os protocolos vigentes durante a avaliação. No caso do Volkswagen T-Cross, a proteção para passageiro e adulto chegou a 36.92 pontos, o que equivale a 92% da nota máxima. A proteção para passageiro e criança ficou em 44.00 pontos e 90%, para pedestres foram 31.50 pontos e 66% e, por fim, nos sistemas de assistência à segurança, a pontuação foi de 36.53 e 85%. Por conta disso, o veículo recebeu as cinco estrelas.   Informações: assessoria VW Imagens: Latin NCAP e VW  

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Golf GTI: a hora é agora!

Quando a sigla “GTI” está estampada na traseira de um Golf, significa que já estamos falando de um mito. Independente do ano, o Golf GTI é um carro consagrado e ainda hoje é referência em termos de dirigibilidade e comportamento dinâmico. Para quem aprecia o carro vale uma dica: a hora de comprar é agora. A plataforma eu dirijo experimentou um Golf GTI 2014, já na última geração que foi oferecida no Brasil pela Volkswagen. O review completo está disponível no nosso canal no YouTube.   A começar pelo exterior, o destaque do Golf GTI fica por conta da grade com friso vermelho e do para-choque, diferenciado em relação às outras versões. Os faróis de neblina ficam escondidos atrás de um conjunto de frisos pretos. O farol principal tem xenônio no projetor para luz baixa e luz alta. Na lateral, as rodas aro 17 são o destaque, junto com a silhueta mais baixa do hatch médio, que se fecha com o aerofólio sobre a tampa traseira. As lanternas em led avançam para o centro da tampa, assim como também encostam na coluna C larga, típica do Golf. Por dentro, o padrão de acabamento destoa em relação aos Volkswagen atuais. O Golf é bem mais sofisticado e luxuoso quando a gente compara com qualquer um dos crossovers que ocupam a mesma faixa de preço que o hatch ocupava. Destaque para o painel com material emborrachado e suave ao toque. Os instrumentos analógicos envolvem a tela central do computador de bordo. O sistema de mídia já estava disponível e tinha inclusive navegação embarcada e possibilidade de visualizar situações do carro. Teto solar era opcional junto com os bancos de couro. Praticamente está disponível em todos os exemplares. Mais raro é o sistema de auxílio ao condutor com Front Assist, sistemas para manter o carro na faixa e o controle de cruzeiro adaptativo. Esses equipamentos eram opcionais. Ao volante, o Golf GTI mostra um comportamento dinâmico de dar inveja em muitos modelos atuais. A suspensão tem acerto perfeito para obedecer aos comandos do motorista. O ajuste consegue equilibrar conforto com esportividade. Estar ao volante de um Golf GTI é ter um carro na mão e pronto para obedecer comandos. O ajuste do carro permite que o motorista entre mais forte em curvas e saia delas com sorriso no rosto. No Golf GTI 2014, o motor é o EA888, 2.0 turbo da Volkswagen, oferecido inclusive nas versões topo de linha do Jetta de anos seguintes. O conjunto propulsor gera 220 cavalos de potência e 35,7 kgfm de torque. Essa força chega às rodas através de um câmbio automatizado DSG de seis velocidades. Ele permite trocas sequenciais, inclusive com aletas atrás do volante. É esse câmbio que faz as rodas cantarem em pneu em uma tocada mais esportiva ou até mesmo em uma arrancada um pouco mais forte em sinais de trânsito. Se o carro é espetacular, difícil é localizar um exemplar como este, que a plataforma Eu Dirijo teve a possibilidade de dirigir. O modelo é praticamente original, quase sem alterações. Exceto pela suspensão levemente rebaixada. O Golf em questão passou sua vida na cidade de Santa Cruz do Sul na mão de apenas dois proprietários. Seguirá para um terceiro muito em breve. Mas isso explica seu estado impecável de conservação. Por isso, a nossa recomendação, caso você se interesse por um Golf GTI: faça a compra agora. Vai ficar cada vez mais difícil encontrar um exemplar ainda original. Os que restarem vão custar caro.     Reportagem e fotos: Guilherme Rockett  

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Propaganda eleitoral em carros pode inviabilizar seguro

Com a aproximação das eleições municipais em outubro e o aumento das campanhas eleitorais nas ruas, os proprietários de veículos devem estar atentos a um fator crucial que pode impactar a cobertura do seguro automotivo: a propaganda eleitoral nos automóveis. Isso porque, em certos casos, essa prática pode inviabilizar a cobertura oferecida pelas seguradoras. “Quando um veículo é utilizado para propaganda eleitoral, ele pode ser considerado um ativo de marketing, sujeito a regulamentações específicas”, explica André Costa, CEO da Touareg Seguros, corretora de São Paulo que atua desde 2011 no país. Essas regulamentações podem levar as seguradoras a classificar o veículo como um meio de comunicação ou publicidade, o que pode alterar as condições da apólice e, eventualmente, resultar na exclusão da cobertura em caso de sinistro. “Se o carro for utilizado exclusivamente para campanhas políticas, ele pode ser considerado um veículo comercial para fins publicitários, o que geralmente não está coberto pelas apólices de seguro automotivo pessoal”, ressalta Costa. Além disso, a legislação eleitoral exige que os veículos usados para propaganda cumpram normas específicas, como evitar poluição visual e sonora. O descumprimento dessas regras, ou a percepção da seguradora de que o veículo não está em conformidade, pode levar à aplicação de multas, ao cancelamento da cobertura ou à recusa de pagamento de sinistros. “É essencial que o segurado, antes de adicionar qualquer propaganda ou realizar modificações no veículo, consulte seu corretor de seguros sobre a política da seguradora, evitando mal-entendidos”, alerta Costa. “Cada empresa possui critérios próprios para análise de risco e aceitação em relação a modificações, como a adesivação, comum durante as campanhas eleitorais, observando especialmente se o carro segurado é usado para fins particulares ou profissionais.” A Touareg Seguros ainda destaca que, se a seguradora não cobrir o uso do veículo para propaganda eleitoral, o segurado pode buscar opções de cobertura especializadas. Existem seguradoras que oferecem apólices adaptadas para veículos utilizados com fins publicitários. Também é importante que toda a documentação relacionada ao uso do veículo para propaganda esteja em conformidade com as normas eleitorais, com os comprovantes necessários para apresentar à seguradora, se necessário.   Informações: assessoria de imprensa/Touareg Seguros Foto: Marco Escada

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Honda XRE 190 2025 chega com mudança no design e tecnologia

A Honda acaba de lançar a nova XRE 190 2025. A moto mantém a tradição de versatilidade que consagrou o modelo desde a estreia em 2016. O motor monocilíndrico OHC de 184,4 cm³, derivado da CG 160, está adaptado para proporcionar maior potência e torque. O design, modernizado com o uso de um tanque metálico revestido por partes plásticas, proporciona maior resistência a impactos e facilita manutenção. O conjunto ótico agora é totalmente em LED, tanto no farol quanto na lanterna traseira. O painel de instrumentos, no estilo Blackout, inclui o indicador de marcha engatada e permite ajustar a iluminação em cinco níveis diferentes. O sistema de suspensão da XRE 190 também evoluiu. A nova suspensão dianteira de 33 mm, substitui os 31 mm do modelo anterior. É mais robustez e estabilidade em terrenos irregulares. As rodas raiadas, com aros de 19 polegadas na frente e 17 polegadas na traseira, são equipadas com pneus Pirelli MT60, conhecidos por sua aderência em diferentes superfícies. Em termos de segurança, a XRE 190 2025 mantém o sistema de freios ABS na roda dianteira, com disco de 240 mm e cáliper de pistão duplo. Na traseira, o freio a disco de 220 mm garante uma resposta eficaz. A motocicleta também incorpora uma prática tomada USB-C, localizada próxima ao painel, permitindo o carregamento de celulares e dispositivos móveis durante o uso. O motor FlexOne da XRE 190 é um dos pontos fortes do modelo. A potência máxima é de 16 cv com etanol e 15,9 cv com gasolina, a 8.000 rpm. O torque atinge 1,66 kgfm com etanol e 1,65 kgfm com gasolina, a 6.000 rpm, proporcionando um desempenho eficiente tanto em vias urbanas quanto em estradas. A XRE 190 2025 atende às exigências do PROMOT 5, o que significa emissões reduzidas de poluentes como monóxido de carbono, hidrocarbonetos e óxidos de nitrogênio, além de menor nível de ruído. O modelo esta disponível nas cores Vermelho Perolizado, Azul Metálico Fosco e na versão Adventure, que traz um visual exclusivo em Cinza Perolizado. O preço sugerido é de R$ 22.060 para a versão standard e R$ 22.496 para a Adventure. A Honda oferece uma garantia de três anos, sem limite de quilometragem, e óleo gratuito em sete revisões, a partir da terceira. A XRE 190 2025 chega às concessionárias a partir de outubro de 2024.   Informações e imagens: assessoria Honda

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L200 Triton GL: versão de entrada é boa opção

A picape Mitsubishi L200 tem uma versão de entrada que é pouco falada, mas tem boa oferta no mercado de usados e pode até ser comprada zero km na concessionária. A L200 Triton GL oferece o essencial para o trabalho: motor a diesel, tração 4×4 com reduzida, pacote básico de equipamentos e muita capacidade no fora de estrada. Veja o review da L200 Triton GL 2023 no nosso canal do YouTube:   No exterior a versão GL já recebeu aperfeiçoamentos em relação a quando foi lançada, na atual geração em 2017. A partir de agora os para-choques são pintados assim como as molduras nas caixas de roda. Por exigência de lei, ela também ganhou o sistema de luz de condução diurna. O bloco circular fica no espaço onde antes as versões topo tinham alojados os faróis de neblina. Na picape que a plataforma Eu Dirijo teve a oportunidade de experimentar, as molduras do DRL já haviam ficado pelo caminho. Na lateral as rodas de ferro são aro 16 polegadas. Elas denunciam a versão mais básica. Porém, se o proprietário quiser pintar em preto ou então cinza escuro, como as viaturas da polícia civil do RS, a aparência melhora um pouco. Espelhos retrovisores e maçanetas não tem pintura. Na traseira, para-choque em ferro e tampa com o break light instalado acima do logotipo da Mitsubishi. Essa solução faz com que a luz elevada de freio seja vista, mesmo quando a picape estiver completamente carregada. Por isso a luz não está sobre o vidro traseiro na capota. Nas outras picapes, ela perde função quando se aplicam cargas até a altura do teto.   Interior A sobreposição de materiais plásticos presentes nas portas e no painel da L200 Triton GL mostra um conjunto simples mas que, visto de longe, não mostra simplicidade. A aparência é de um material de qualidade com bons encaixes e, pelo menos visualmente, agradável ao toque. Há vidros elétricos nas quatro portas, travas elétricas e ar condicionado. O painel de instrumentos tem cluster com conta-giros e velocímetro analógicos. Ao centro, a tela central reúne informações dos marcadores de combustível, temperatura do motor e um pequeno algarismo para o computador de bordo. A medição das médias de consumo fica em litros a cada cem km, o que não é o padrão mais usual no Brasil. Não há sistema de mídia e o rádio presente na picape avaliada foi colocado como acessório. Destaque no interior fica por conta do câmbio manual de seis marchas.   4×4 O seletor giratório do sistema de tração foi adotado a partir desta geração da Mitsubishi L200. As versões mais completas, como a HPE, possuem quatro posições no seletor, porque a tração é a chamada de Super Select II. Ela possui diferencial central para equilibrar o giro das rodas. Assim, permite que a picape ande com o sistema 4×4 acionado em pisos de alta aderência, como asfalto molhado, por exemplo. Não é o caso da versão GL e também da versão Savana, que experimentamos em outro vídeo. Essas duas L200 possuem o sistema Easy Select, com três posições no sistema 4×4. Ela anda em 4×2 com tração traseira, 4×4 com tração nos dois eixos e também com a função reduzida. esse caso, o sistema não permite que a tração seja acionada em asfalto molhado ou piso de alta aderência porque não há correção na rotação das rodas. O review em vídeo da L200 Triton Savana está aqui no nosso canal no YouTube.   Motor O MIVEC DI-D 2.4 turbo tem quatro cilindros e 16 válvulas. A injeção de combustível é direta e a potência chega a 190 cavalos. O torque tem 43,9 kgfm. Segundo a ficha técnica, a velocidade máxima é de 190 km/h e a aceleração de 0 a 100 km/h fica em 10,2 segundos. O consumo urbano fica em 10,5 km/L por litro de óleo diesel e o rodoviário em 12,5 km/L. Esse motor é produzido na fábrica da HPE em catalão, no Estado de Goiás, onde a L200 é fabricada no Brasil. O propulsor é todo construído em alumínio e tem se mostrado extremamente resistente. É capaz de rodar por muitos quilômetros sem apresentar problema. Uma das únicas ressalvas fica por conta da exaustão de gases no sistema EGR, apresentada pela equipe da mecânica Promec em Porto Alegre. Uma possível solução seria a retirada da válvula, mas é importante consultar sempre o profissional de mecânica.   Ao volante Dirigir uma L200 com câmbio manual é uma experiência diferente de quase todos os carros atuais. A direção hidráulica não é pesada mas a gente sempre lembra que está o volante de um carro forte e alto. A ideia da picape “casca grossa” está sempre presente. O manuseio das marchas e do conjunto de embreagem não é difícil mas também é bem longe do conjunto certeiro e leve que a gente encontra na VW Amarok. Ainda assim, quem aprecia a condução de um veículo mais raiz, vai se sentir muito à vontade nessa L200. Com uma carroceria de proporções mais estreitas, ela não passa tantos apertos assim dentro da cidade. Vai fazer falta o sensor de estacionamento traseiro mas que é facilmente colocado como acessório. No fora de estrada, é onde a valentia da L200 se mostra a pleno. A suspensão tem capacidade para filtrar imperfeições e aguentar desaforos por muito tempo. E o sistema de 4×4 da picape também reage e mantém a aderência nas rodas, andando em piso de baixa aderência. A tração reduzida vai estar disponível para situações mais fortes e, por ser tratar de uma Mitsubishi não vai deixar o motorista na mão. Os bancos em tecido são simples mas mantém o projeto criado pela fábrica para sempre colocar o motorista para o centro. Assim como não há luxo, não se pode dizer que há desconforto dentro da proposta. Atrás, encosto mais reto e espaço reduzido, no padrão do que se encontra na categoria das picapes médias construídas sobre chassi.   Capacidade A caçamba tem 1050 kg de carga útil

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Fiat lança série para comemorar 125 anos

Argo, Pulse, Fastback, Strada e Toro ganham uma série especial em comemoração aos 125 anos da Fiat no mundo. A “Tributo 125” reúne o que é mais desejado de cada modelo, com detalhes nas cores e acabamentos. E, para a alegria da redação da Eu Dirijo, todos os carros tem faróis de neblina, equipamento que a Fiat estava deixando de lado em alguns modelos. A Fiat celebra 125 anos de história em 2024, desde a fundação em Turim, na Itália. Batizada de Tributo 125, a série especial chega ao mercado com os principais modelos. A marca pegou a versão mais vendida de cada um deles e aplicou um pacote de conteúdo mais completo. A série traz combinação de materiais premium e identidade visual que remete à história da empresa. Começa pelas cores, que tem o branco e o cinza como destaques da série e sempre combinadas ao teto preto para todos os modelos. Outras tonalidades cinzas e a preta estão disponíveis, a depender do modelo, mas o destaque, que deixa a série ainda mais exclusiva, é a disponibilização do branco Alaska (perolizado) para os modelos Argo, Pulse, Fastback e Strada, uma cor que não é ofertada para eles. Além das cores, as rodas e os badges escurecidos reforçam o visual. No interior, bancos e volante em couro vem junto com acabamento em bronze. Ar-condicionado digital e central multimídia estão presentes em todos os carros. “O Brasil é um dos principais mercados da Fiat no mundo, então não poderíamos deixar de comemorar os 125 anos da marca em grande estilo. Para isso, trouxemos a série Tributo 125, que combina nosso legado de tradição com a inovação que o público brasileiro mais valoriza. Colocamos o olhar do cliente no centro das decisões e essa série especial é um presente para os fãs da marca, que poderão vivenciar uma parte da nossa história em cada detalhe, desfrutando de um nível de conteúdo excepcional aliado a um excelente custo-benefício”, destaca Alexandre Aquino, vice-presidente da Marca Fiat para a América do Sul. Argo A Drive 1.0 foi a versão escolhida. Ela já tinha a central multimídia de série. Agora ganhou bancos e volante em couro, ar-condicionado digital e a possibilidade de pintura perolizada bicolor. Conta ainda com badges laterais, rodas em liga leve escurecidas aro 15, faróis de neblina, sensor de estacionamento traseiro e câmera de ré. Pulse No Pulse, a novidade vem em dose dupla: a versão Drive T200 está de volta. E é ela que recebe o pacote Tributo 125. Bancos e volante em couro, rodas escurecidas de liga aro 17, faróis de neblina, câmera de ré e a central multimídia de 10,1 polegadas, pintura perolizada ou metalizada bicolor são os diferenciais. Fastback A versão de entrada T200 do Fastcack, que chegou para aproveitar os descontos do governo e ficou na linha, foi a escolhida. Novamente estão bancos e volante em couro, central multimídia de 10,1 polegadas, pintura com teto bicolor, badges laterais da série e rodas de liga leve escurecidas de 17 polegadas. A chave é presencial com partida remota, freio de mão elétrico, faróis de neblina e acabamento interno escurecido. Strada A picape líder de vendas teve a versão Volcano Automática como base para a série Tributo 125. Ar-condicionado digital, câmera de ré, comando borboleta para troca de marchas no volante em couro, acabamento interno escurecido, bancos em couro e tecido e teto pintado em preto brilhante estão presentes. As rodas de liga-leve escurecidas são do mesmo desenho das versões Ranch e Ultra.  Toro Na Tributo 125, a Toro entrega os equipamentos da versão Volcano, equipada uma tela Multimídia de 10,1 polegadas, câmera de ré e sistema ADAS (Assistência Avançada ao Condutor). O visual tem rodas de liga leve escurecidas, acabamento interno escurecido, volante revestido em couro, bancos que mesclam couro e tecido, além de um teto pintado em preto brilhante. Além dos detalhes no visual, exclusivos da edição especial. Preços Argo Tributo 125: R$93.990 Pulse Tributo 125: R$128.990 Fastback Tributo 125: R$133.990 Strada Tributo 125: R$134.490 Toro Tributo 125: R$ 184.490   Informações e imagens: assessoria Fiat

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Joy é o Onix que não chamava “Onix”

A Chevrolet fez a história se repetir: assim como o Corsa se tornou Classic, o Onix virou Joy. E foi assim que carros antigos seguiram em produção junto com as gerações mais novas dos modelos. A história do Corsa Classic nós já contamos aqui na plataforma Eu Dirijo. Chegou a vez de falar um pouco sobre o Joy, o Onix que já não se chamava mais “Onix”. A nomenclatura “Joy” começou a ser utilizada na linha Corsa e Meriva para designar a versão mais barata desses modelos. Em 2017, passou ao Onix, quando as outras versões ganharam um facelift e a frente antiga seguiu sendo oferecida. Para ficar mais barato, o Onix Joy recebeu mudanças como a posição dos botões dos vidros elétricos. Eles passaram a ser acionados junto à alavanca do freio de mão, entre os bancos, para reduzir fios e componentes. Até aí, a nomenclatura Joy era o “sobrenome” do Onix. Mas em 2020 com a chegada da segunda geração do compacto, o Chevrolet Joy passou a ser a geração antiga do Onix, produzida junto com o atual. Tal como o Corsa e o Classic. Foi assim que ele permaneceu por mais um ano em produção. É exatamente de 2021, o último ano de fabricação, o Chevrolet Joy da série Black que está no vídeo no canal Eu Dirijo no YouTube. Nesse ano, ele já havia recebido a frente com novos faróis e para-choques que haviam sido adotados no facelift do Onix em 2017. A série Black se diferenciava pelos faróis com lanterna em led e pelas calotas em tom grafite. No carro testado, já foram substituídas por outro desenho. Por dentro, o Joy Black tem os bancos com aplique em material que simula couro. O grafismo do painel usa um tom amarelado, ao contrário do azul que sempre foi utilizado na linha do Onix. O carro não esconde a proposta de ser simples. Não tem marcações de consumo no painel e também não trazia tela de mídia. As portas traseiras possuem acionamento manual para os vidros. Todos os revestimentos são em plástico. Porém, os bancos melhoram a impressão. Destaque para o sistema de chave canivete, com comandos para o travamento de portas e abertura do porta-malas. O Chevrolet Joy foi um dos últimos modelos vendidos no Brasil com a configuração 1.0 do motor GM Família um. Já chamado de SPE, trazia atualizações como uma bobina para cada cilindro, o que melhorava o desempenho e o consumo de combustível. Ainda hoje é conhecido como um dos motores mais confiáveis ​​e de mais fácil manutenção do Brasil. Com direção elétrica, fica muito mais fácil dirigir o Chevrolet Joy na cidade. O modelo também tem suspensão macia e oferece conforto bem ao estilo Chevrolet. É um carro com bom espaço interno, onde motorista e passageiros se acomodam com tranquilidade. Muitos desses carros foram vendidos para frotas, situação em que o desconto oferecido pela fábrica para pessoas jurídicas tornou o modelo mais atraente. Sem isso, a diferença de preço para a nova geração deixava o Joy em desvantagem. No mercado de usados, esses carros já começam a aparecer, tornando-se uma boa opção para quem procura mais espaço e não abre mão do custo-benefício e facilidade de reparo.   Reportagem e fotos: Guilherme Rockett

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Por que não descartar o 208 1.6 16V

A chegada do novo Peugeot 208, com a frente renovada, tirou de linha o motor 1.6 16 válvulas que acompanhava o compacto. Problemático quando surgiu, ele se tornou uma excelente para quem quer melhor desempenho, combinado com uma estrutura tradicional. A partir de agora, será opção com custo-benefício no mercado de usados. Conhecido pela sigla EC5, o motor 1.6 16 válvulas estreou no Brasil com o lançamento do 206 em 1999. Ficava em um cofre apertado exigia paciência dos mecânicos para manutenção e assistência. Acabou que ninguém gostava muito de trabalhar com ele. Com a desvalorização de muitos carros franceses, acabou recebendo o tratamento em mãos não tão experientes. Logo a fama pegou. Mesmo assim, esse motor 1.6 foi bastante usado na Peugeot e também equipou vários carros da linha Citroën. Quando a atual geração do 208 foi lançada, foi ele o escolhido para equipar o modelo. Nem mesmo o 1.2 turbo permaneceu. Maduro e com melhor disposição dentro do cofre do motor, ele hoje é um conjunto com relativa facilidade de peças e também com mais profissionais conhecedores da construção desse propulsor. O que é uma vantagem para quem busca um veículo equipado com o EC5. É o caso do Peugeot 208. Até o ano-modelo 2024, versões como a Allure e a Roadtrip ainda estavam equipadas com esse motor. A partir de agora, elas podem ser ótimas opções no mercado de usados. É da versão Active o Peugeot 208 1.6 16V avaliado no Canal da Eu Dirijo no YouTube. Com o lançamento do 208 atual, apenas dois motores são oferecidos: o 1.0 aspirado Firefly, comum à linha Fiat e Citroën, e o 1.0 turbo GSE, que equipa modelos como o Pulse, o Fastback e agora a versão topo de gama do Citroën C3, o You! A opção do 1.6 deixou de ser oferecida, e os carros equipados com esse motor podem ter uma depreciação um pouco maior a partir de agora. E é por isso que eles se tornarão a melhor opção de custo-benefício para quem procura um 208. O 208 1.6 16 válvulas gera 115 cv e 15,4 kgfm quando abastecido com gasolina. É mais potência e torque em comparação com a versão Style, equipada com o motor 1.0, que gera 71 cv e 10 kgfm de torque com o mesmo combustível. Só isso já garante acelerações e retomadas com muito mais fôlego. O desempenho do carro é completamente diferente. Ele ganha mais corpo e mais consistência quando o motorista pisa no acelerador. Outro aspecto importante é que boa parte das versões com motor 1.6 16 válvulas estão equipadas com câmbio automático. Há bastante tempo, já não é mais a problemática caixa AL4, que esteve em carros do antigo grupo PSA, Peugeot e Citroën. O câmbio que está no 208 atual é produzido pela Aisin e tem seis marchas. É uma caixa consolidada que faz trocas muito suaves, praticamente sem que o motorista perceba. Ela ainda possui o trilho em curva, com posições mais definidas para cada comando do carro, seja drive ou ré, por exemplo. Só isso já é uma grande vantagem em relação ao 208 Firefly, que é equipado apenas com câmbio manual de cinco marchas. Equipado com essa caixa automática, o Peugeot 208 1.6 também tem controle de cruzeiro e limitador de velocidade. Os dois comandos são acionados através de uma peça na coluna de direção, sob a alavanca de seta. Depois que você se acostuma com os comandos, fica fácil de usar. E para quem faz uso do carro em trechos rodoviários, há uma grande vantagem em dirigir sem precisar do pé no acelerador. Portanto, se você está procurando por um Peugeot 208, vale muito a pena levar em consideração as versões equipadas com o motor 1.6 16 válvulas, especialmente se equipadas com câmbio automático. Elas serão opções com melhor custo-benefício para quem precisa de mais desempenho e o conforto do câmbio automático.   Reportagem e fotos: Guilherme Rockett

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Linha 2025 da Pajero Sport trouxe mudanças

A Pajero Sport 2025, chegou com desenho atualizado, interior mais luxuoso e manteve as principais características. Um carro robusto, capaz de trafegar em várias condições de terreno. Disponível em quatro versões diferentes, o veículo pode ser considerado o mais avançado SUV já produzido pela Mitsubishi Motors. E aqui é sim um SUV: um carro com altura elevada, capacidade de tração com o sistema 4×4 e porte. A nova Pajero Sport chega em quatro versões: HPE: R$ 349.990 HPE-S: R$ 379.990 Legend: R$ 419.990 Legend Black: R$ 425.990   Por fora A linha 2025 do Pajero Sport traz grade dianteira remodelada com novos grafismos e um novo padrão de malha para a porção central. Esses elementos são realçados pelo acabamento em preto brilhante e prata acetinado, com diferentes aplicações para cada versão. A Legend, topo de linha, oferece retrovisores, maçanetas e a moldura da tampa traseira na mesma cor da carroceria. Se harmonizam com o acabamento em cromado escurecido presente nas molduras dos para-lamas. Ela também traz rodas de aro 20 diamantadas com acabamento em verniz fumê. Já as versões HPE e HPE-S são equipadas com rodas redesenhadas de liga-leve de aro 18, que combinam com a grade frontal na cor prata acetinado e com o novo conjunto do skid plate dianteiro e traseiro no mesmo tom. Os retrovisores, maçanetas e a moldura da tampa traseira são cromados de série que, juntos, potencializam a elegância do modelo. A linha Pajero Sport 2025 conta com quatro opções de cores de carroceria: o branco perolado “White Diamond”, o cinza “Graphite Gray Metallic”, o preto “Jet Black Mica”, e a nova tonalidade prata “Blade Silver Metallic”.   Por dentro O interior da linha Pajero Sport 2025 foi atualizado para oferecer a todos os ocupantes uma experiência premium a bordo, em um ambiente confortável. Uma das mudanças mais evidentes está na adoção de um novo volante multifuncional redesenhado com três raios. Ele se destaca no interior porque atrai pela esportividade e quebra a expectativa mais monótona ao entrar. Os sete bancos presentes no Pajero Sport 2025 receberam revestimento em couro premium com duas opções de cores: preta ou bege, à escolha do cliente. O mesmo revestimento também foi adotado em detalhes das portas, no painel e no console central e que, junto com o acabamento em preto brilhante presente em diversas partes do interior, criam um ambiente sofisticado. No painel de instrumentos a versão Legend recebe novo cluster digital de oito polegadas em TFT de alta definição, com novos grafismos.   Legend Black A versão Legend Black foi introduzida na linha Pajero Sport 2024 como uma série limitada. No entanto, por conta do grande sucesso e excelente aceitação pelo público, a marca decidiu torná-la uma versão definitiva na linha 2025 do SUV. Além de incorporar todos os itens de série da versão Legend, o veículo apresenta diferenciais que o tornam ainda mais sofisticado. O design combina a nova grade dianteira com os skid-plates dianteiros e traseiros. Todo o acabamento é em preto brilhante. A versão só é vendida na cor preta. A Pajero Sport Legend Black 2025 recebe também revestimento premium nos bancos, combinado com as cores preto e bordô, que conversam com o forro de teto preto. O ambiente é de requinte. Além de sistema de aquecimento para os dias frios, os bancos também contam com revestimento com a tecnologia que evita a absorção de raios ultravioleta e, assim, mantém sempre a temperatura dos mais baixa.   Motor Todas as versões da linha Pajero Sport 2025 trazem o motor MIVEC 2.4 turbo diesel, feito em alumínio. Ele gera 190 cv e 43,9 kgfm de torque. São 16 válvulas, duplo comando de válvulas no cabeçote, turbocompressor e injeção direta de combustível. Segundo a marca, combina eficiência energética com aceleração vigorosa. Esse motor também é usado na linha da picape L200, inclusive nas duas versões que passaram pelo canal da Plataforma Eu Dirijo no You Tube: GL e Savana. O sistema de transmissão automática de oito marchas tem foco na baixa rotação do motor e economia de combustível. Há opção de troca sequencial pelas aletas atrás do volante.   Off-road O sistema de tração Super Select 4WD-II (SS4-II) oferece ao motorista quatro modos distintos de operação, incluindo a reduzida, ideais para o tráfego em diferentes tipos de terreno. Por meio do seletor no console central, ele pode facilmente escolher o melhor ajuste, dependendo do local e das características do piso: 2H, 4H, 4HLc e 4LLc. No fim do texto, a gente tem um esquema de como funciona cada função. A linha Pajero Sport 2025 conta ainda com o Off-Road Mode, recurso que deixa o SUV ainda mais preparado para encarar os mais variados terrenos. São quatro opções: Gravel, Mud/Snow, Sand e Rock. Aqui vale uma ressalva: o sistema de tração dos carros da Mitsubishi sempre foi o mais completo. Porém, a apresentação das funções é da maneira tradicional. Carros mais atuais começaram a apresentar “modos” de tração conforme o tipo de terreno ao invés das funções de 4×4, reduzida, etc. E com isso, há a impressão de que outros modelos são mais preparados para isso. No entanto, o que esses carros fazem é usar mesmas (e as vezes até inferiores) funções com uma apresentação diferente. A Mitsubishi fez isso mas manteve a apresentação tradicional (e mais correta) dos seis sistemas de tração. Retomando, cada modo tem uma configuração específica e todos são capazes de otimizar a tração para cada tipo de piso, alterando automaticamente a potência do motor e ajustando transmissão, sistema de freios e os controles de estabilidade e de tração. As informações são exibidas no painel de instrumentos e mostram como cada roda está atuando individualmente. Esses ajustes deixam ainda mais fácil transpor obstáculos e se aventurar em todas as condições, tornando viagens e expedições mais prazerosas e seguras. Além disso, o SUV conta com bloqueio do diferencial do eixo traseiro, o RD Lock. Em situações extremas, quando as rodas ficam suspensas em valetas transversais ou terrenos erodidos, o modelo é capaz de superar facilmente o obstáculo com um

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Citroën Basalt está chegando

Aos poucos, a Citroën vai divulgando mais informações sobre o Basalt, a variante coupé do C3. O modelo será pensado para ter distância mais elevada do solo, capô alto, dianteira vertical, para-lamas alargados e vidro traseiro com ângulo mais inclinado. Além da proposta visual diferenciada, a união entre o estilo crossover com a fluidez do coupe prioriza também a aerodinâmica. Linhas de teto inclinadas se estendem até a parte traseira. E de uma forma mais curta em relação ao Fastback. O Basalt será o terceiro integrante do projeto C-Cubed. Essa iniciativa focou no desenvolvimento de modelos inéditos e específicos para as diferentes necessidades de seu consumidor. Integram o C-Cubed, além do Basalt, o C3, hatch com atitude SUV, e o Aircross, que é o veículo para até sete pessoas criado para ser acessível. O Basalt virá equipado com o motor 1.0 Turbo 200 produzido em Betim (MG). É o mesmo propulsor da Stellantis que estreou no Pulse, foi para Fastback, Strada, passou para o Peugeot 208 e chegou no C3 You. O motor Turbo 200 reúne conceitos inovadores como o comando de válvulas MultiAir III, turbocompressor refrigerado com wastegate elétrica e injeção direta de combustível. Ainda não há data para o lançamento do Basalt.   Informações e imagens: assessoria Stellantis

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