Guilherme rockett

Urban e Terra são as séries especiais da L200

Limitadas a apenas 200 unidades cada, as picapes representam a versatilidade de uso de um veículo como a L200, ideal tanto para o dia a dia no campo quanto para a vida nas grandes metrópoles. Com aparência que denota à vida no campo, a série L200 Triton Sport Terra traz bancos em couro com desenhos que remetem a elementos encontrados nas tradicionais sedes de fazendas do interior do Brasil, carroceria em duas cores e acabamentos exclusivos. Já a L200 Triton Sport Urban traz aparência mais arrojada que evoca à excelente performance e robustez da linha L200, características bastante importantes para o dia a dia no trânsito das grandes cidades e consumidores de espírito jovem. As duas picapes são produzidas na fábrica da HPE, em Catalão, GO. A empresa afirma que as duas séries mostram a capacidade da fábrica para produzir veículos personalizados, conforme a demanda. “Nossa montadora está comprometida em oferecer produtos e serviços, trazendo picapes que combinam um desempenho excepcional, inovação tecnológica e design arrojado, proporcionando aos nossos clientes uma experiência de condução incomparável em qualquer terreno e em todas as ocasiões”, afirma Mauro Luis Correia, CEO da Mitsubishi. L200 Triton Sport Terra Comercializada com preço a partir de R$ 319.990, a L200 Triton Sport Terra traz carroceria em duas cores, nas opções Preto Ônix, Cinza Londrino, Branco Fuji e Bege Jizam, todas com a parte inferior em marrom escuro, uma referência direta ao estilo do campo. Há detalhes externos e internos em acabamento marrom. É o caso das partes inferiores do para-choque dianteiro, carroceria e para-choque traseiro e conta também com novas rodas de aro 20. A grade frontal, skid plate traseiro e dianteiro com acabamento na cor prata e o rack de teto é em preto fosco. O brasão “Terra” que identifica esta versão está presente nas portas dianteiras, tampa da caçamba e, também, no painel da picape. A tampa traseira possui sistema para auxílio na abertura e guarnições de vedação que reduzem a entrada de poeira e água no interior da caçamba. O compartimento, por sua vez, recebeu uma nova cobertura com acionamento elétrico por meio de controle remoto, iluminação LED e uma tomada 12V no interior. Por dentro O interior da L200 Triton Sport Terra recebe acabamento amadeirado que reveste parte do console central, as saídas de ar e a manopla de câmbio. Os bancos pretos têm brasões gravados em detalhes marrom no encosto e apoio de cabeça. Para o motorista, o ajuste é elétrico. Tapetes também são exclusivos da série. L200 Triton Sport Urban Comercializada com preço a partir de R$ 309.990, a L200 Triton Sport Urban está disponível em quatro opções de cores de carroceria: Cinza Concrete Spot, Preto Onix Peal, Branco Fuji e Azul Baikal. O visual remete ao dinamismo das grandes cidades. Há detalhes em acabamento preto brilhante, presente na parte inferior do para-choque, dos paralamas, da grade dianteira e do para-choque traseiro. Em contraste, acabamentos em preto brilhante estão presentes no teto, rack de teto, nos skid plates traseiro e dianteiro e no aerofólio de cabine. Já as rodas de aro 18 e desenho exclusivo dão um toque a mais no visual arrojado que a versão oferece a seus clientes. Já o habitáculo foi pensado em atender o cliente da cidade. O acabamento em preto brilhante reveste a moldura do console central e das saídas de ar do painel e a manopla de câmbio. Os bancos são revestidos em couro preto, assim como os acabamentos das portas. O sistema de entretenimento traz tela sensível ao toque de sete polegadas. Nas séries especiais “Terra” e “Urban” estão novos autofalantes premium da JBL com subwoofer portátil. Já o ar-condicionado digital dual-zone é bastante eficiente e conta com sistema de captação de ar para distribuição aos ocupantes traseiros por meio de saídas de ar colocadas no teto. Mecânica Assim como as demais L200 Triton Sport, as séries especiais Terra e Urban são equipadas com o sistema de transmissão automática de seis velocidades com opções para trocas sequenciais na alavanca seletora e Paddle Shifters na coluna de direção. O motor é o 2.4 Turbodiesel de quatro cilindros com estrutura leve em alumínio, o que ajuda a otimizar o consumo de combustível. Ele traz a tecnologia de válvulas variáveis MIVEC e turbina de geometria variável, que o torna capaz de desenvolver 190 cv de potência e torque de 43,9 kgfm. Tração A L200 Triton Sport Terra e Urban são versões robustas no 4×4 com o exclusivo Off-Road Mode, um moderno e tecnológico recurso que deixa a picape ainda mais preparada para encarar os mais variados terrenos. São quatro opções que garantem um excelente desempenho em diversos tipos de piso: Cascalho, Lama/Neve, Areia e Pedra. Cada modo tem uma configuração específica e todas são capazes de otimizar a tração para cada tipo de piso, alterando automaticamente a entrega de potência do motor e ajustando transmissão e os controles de estabilidade e de tração. O sistema 4X4 Super Select oferece ao motorista quatro modos distintos de operação incluindo a reduzida. 2H – Usado para estradas e vias públicas, privilegia a economia de combustível com desempenho suave. 4H – Ideal para estradas em condição de chuva. 4HLc – Ideal para situações off-road como terra, lama e areia 4LLc – Ideal para subidas ou descidas íngremes, rochas, areia e lama. Para situações em que uma ou mais rodas estão destracionadas, a picape conta ainda com o Sistema Ativo de Controle de Tração (ATC), que monitora a rotação das rodas e atua desacelerando a roda que tem menos aderência, enviando a tração para a roda mais bem apoiada ao solo. Adicionalmente controla o torque do motor para evitar escorregamentos. Ambas as versões possuem ainda bloqueio de diferencial traseiro, que pode ser usado em situações onde os veículos possuem baixa aderência em uma das rodas e garante que as duas rodas de um mesmo eixo tracionem sempre juntas. Informações e imagens: assessoria Mitsubishi /*! elementor – v3.22.0 – 26-06-2024 */ .elementor-column .elementor-spacer-inner{height:var(–spacer-size)}.e-con{–container-widget-width:100%}.e-con-inner>.elementor-widget-spacer,.e-con>.elementor-widget-spacer{width:var(–container-widget-width,var(–spacer-size));–align-self:var(–container-widget-align-self,initial);–flex-shrink:0}.e-con-inner>.elementor-widget-spacer>.elementor-widget-container,.e-con>.elementor-widget-spacer>.elementor-widget-container{height:100%;width:100%}.e-con-inner>.elementor-widget-spacer>.elementor-widget-container>.elementor-spacer,.e-con>.elementor-widget-spacer>.elementor-widget-container>.elementor-spacer{height:100%}.e-con-inner>.elementor-widget-spacer>.elementor-widget-container>.elementor-spacer>.elementor-spacer-inner,.e-con>.elementor-widget-spacer>.elementor-widget-container>.elementor-spacer>.elementor-spacer-inner{height:var(–container-widget-height,var(–spacer-size))}.e-con-inner>.elementor-widget-spacer.elementor-widget-empty,.e-con>.elementor-widget-spacer.elementor-widget-empty{position:relative;min-height:22px;min-width:22px}.e-con-inner>.elementor-widget-spacer.elementor-widget-empty .elementor-widget-empty-icon,.e-con>.elementor-widget-spacer.elementor-widget-empty .elementor-widget-empty-icon{position:absolute;top:0;bottom:0;left:0;right:0;margin:auto;padding:0;width:22px;height:22px} /*! elementor – v3.22.0 – 26-06-2024 */

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Renegade com teto removível é raro de encontrar

Em 2016, quando o Jeep Renegade foi lançado, trouxe duas opções de teto solar. O vidro, com abertura panorâmica, e a opção removível, com duas peças que podiam ser retiradas. Raro, só foi oferecido como um opcional. E custava caro. Veja o review no nosso canal. É assim o Jeep Renegade Trailhawk 2.0 Turbo diesel 4×4 que está sendo oferecido para venda aqui na plataforma Eu Dirijo. E a gente garante que vai ser difícil você encontrar outro igual a esse. O lançamento do Renegade marcou o início de uma nova era na marca Jeep no Brasil. Com produção nacional pela então FCA, Fiat Chrysler Automóveis, o Renegade foi o primeiro modelo a ser produzido na fábrica de Goiana, PE. O desenho de linhas parrudas instigava para uma aventura. No entanto, a vocação do Renegade era mesmo ser um carro urbano. Exceto por uma versão. A Trailhawk era vendida com motor 2.0 Multijet e tração 4×4. Para receber o motor diesel, a Jeep precisou explicar e convencer as autoridades de que o câmbio de nove marchas oferece uma tração 4×4 reduzida, exigência da lei. Assim, o Renegade a diesel sempre arranca em segunda na cidade. A primeira marcha só entra quando o motorista usa o moto 4wd low. Essa versão também tinha preparação para fora de estrada, com reforço em suspensão, proteções inferiores e até rodas menores com pneu de maior altura. O problema é que ela custava caro e poucas pessoas compravam. Mas queriam que as outras também tivessem a mesma aptidão. Não, né. O teto removível A propaganda de lançamento do Renegade chamava atenção para as duas opções de teto solar. O panorâmico de vidro foi o mais comum e, no primeiro ano, era opcional até na versão Sport, de entrada. Já o removível podia ser comprado à parte apenas na versão mais cara Trailhawk. O opcional encarecia o modelo em cerca de R$ 10 mil. O que era caro em 2016. Para comparar, um Palio Fire, o carro mais barato da época, custava R$ 27,5 mil na versão de entrada. O preço base do Renegade topo na época era de R$ 117 mil. Por isso, encontrar um Renegade Trailhawk já não é uma tarefa fácil. Mais difícil ainda será encontrar um completo com o teto removível como este que está à venda aqui na plataforma Eu Dirijo. O que é opcional e está aqui O teto solar removível funciona de duas formas. A primeira elétrica, com acionamento por um botão no teto. A lâmina se desloca para trás e abre. Porém, o diferencial fica no modo manual. Uma pequena chave que acompanha o kit de bordo do veículo libera uma trava. Depois, basta puxar a alavanca para liberar a folha do teto e removê-la. O mesmo procedimento pode ser feito atrás. Assim, temos um Renegade bem ao estilo Wrangler, com uma experiência diferenciada de uso. Para um passeio de fim de semana ou até para aliviar o estresse na cidade, a curtição vale muito. Além do teto solar, outro equipamento que precisava ser pago à parte são os faróis de xenônio, com o bloco elíptico. O comum é ver Renegade com a parábola tradicional. Por dentro, a versão topo recebia detalhes em vermelho nos autofalantes e na coifa da alavanca de câmbio. A central multimídia com tela de três polegadas era de série e tinha câmera de ré com linha guia dinâmica e navegação embarcada. Havia também sensores de chuva e crepuscular para os faróis. Motor e tração O Multijet 2 estreou no Renegade com muita força, desempenho e economia. No lançamento, quem reclamou do motor 1.8 teria ficado com sorriso no rosto se tivesse pago a mais para ter um 2.0. A dinâmica era diferente do atual 1.3 Turbo T270. O motor linha força mas a entrega era mais linear. E, na estrada, quando o motorista percebia, estava muito acima dos limites de 100km/h. O Multijet 2.0 tem injeção direta, quatro cilindros, 16 válvulas e acionamento do comando por correia. São 170 cv de potência e mais de 35 kgfm de torque. Ele vem acoplado ao câmbio ZF de nove marchas, que não sofreu o problema do trocador de calor dos 1.8 seis marchas Aisin. A tração 4×4 funciona no modo automático como padrão. Sozinho o renegade ajusta a força entre as rodas e prioriza a tração dianteira em uso urbano e rodoviário. Girando o seletor, o condutor pode alternar entre modos pré-definidos para neve, areia, lama e o exclusivo modo Rock, para terrenos pedregosos. Essa última função só vem nas versões Trailhawk. O condutor mais experiente no off-road ainda pode usar o 4×4 bloqueado (4wd lock), para que a tração fique 50% em cada eixo. Ou ainda o 4×4 reduzido(4wd low) com botões específicos. O Jeep Renegade nunca teve como proposta uma trilha pesada. Mas sim um passeio, uma aventura de fim de semana. E pra isso a suspensão independente nas quatro rodas dá muito conta do recado. Garante conforto no asfalto e passa suave pelos pisos ruins. E hoje, 168 mil km depois Impressiona muito a suspensão do Renegade Trailhawk que pudemos experimentar. Um carro com quase 170 mil km rodados não apresenta ruído ou batidas. Se mantém em linha reta, alinhado e ainda é capaz de passar por buracos e imperfeições com valentia. Dirigir um Renegade é sempre uma experiência interessante porque o carro tem estilo próprio. Capô longo, parabrisa mais vertical. Tudo dentro da ideia de remeter às origens do Jeep. O conforto é garantido pelo isolamento acústico bom e a suspensão independente que filtra imperfeições e garante firmeza. Ao volante, o motor diesel mostra valentia. É aquela força que a gente sente e que ela vem vindo numa crescente, tal como acontece em picapes. Ele tanto pode ser suave numa condução urbana como atende quando provocado para ultrapassagens. E o mais interessante é que mesmo com uma quilometragem alta, o carro mantém a disposição sem falhas. O mesmo ocorre com o câmbio, que faz as trocas de marcha sem trancos. O

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Linha 2024 da F-150 chega no segundo semestre

A Ford anunciou o lançamento da nova F-150 2024 no Brasil no segundo semestre. A versão atualizada da picape, lançada no começo do ano nos Estados Unidos, traz aprimoramentos no design, na tecnologia e nos equipamentos para ampliar a sua liderança global no segmento. Picape mais vendida da América do Norte há 47 anos consecutivos, a F-150 também está presente nos principais mercados do mundo, incluindo China, Ásia, Europa, Austrália, África e América do Sul. No Brasil, ela foi lançada há pouco mais de um ano e tornou-se um símbolo de robustez, segurança, conforto e sofisticação. Atualmente na 14ª geração e com mais de 41 milhões de unidades produzidas, a F-150 tem carroceria feita em liga de alumínio ultrarresistente, que reduz o peso e aumenta a rigidez do veículo. O interior requintado e espaçoso impressiona pelo alto padrão de conforto. A nova F-150 2024 traz tecnologias e recursos desenvolvidos com propósito para avançar ainda mais na capacidade de enfrentar qualquer desafio, com o desempenho e robustez. Todas as especificações da linha serão apresentadas mais próximo do lançamento.   Foto e informações: assessoria Ford

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Blazer elétrica já chegou ao Brasil

O primeiro lote comercial da Blazer EV desembarcou no mês de junho no porto de Vitória, ES. O SUV premium elétrico da Chevrolet chega em breve ao mercado para marcar o início do período de maior transformação da empresa no país. “Este é um momento histórico para nossa empresa, que se prepara para celebrar 100 anos de atividades no Brasil. Estamos focados na mobilidade sustentável e o Blazer EV inaugura um novo patamar tecnológico entre os elétricos. Outras importantes novidades estão por vir’’, afirma Fabio Rua, vice-presidente da General Motors América do Sul. A GM está abraçando a oportunidade e a responsabilidade de criar um planeta melhor para todos, seguindo com a visão de um futuro com zero acidente, zero emissão e zero congestionamento. Com o lançamento de novos produtos, a estratégia engloba recursos avançados de segurança veicular e conectividade, com veículos cada vez mais eficientes do ponto de vista energético e ambiental.   Informações e imagens: assessoria GM

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Novo Peugeot 2008 está chegando

A Peugeot divulgou as primeiras imagens com detalhes do que deve ser a nova geração do Peugeot 2008, o crossover compacto da marca. Baseado nelas, a gente pode afirmar que ele será diferente do e-2008, já vendido como elétrico por aqui. É que o 2008 elétrico que está à venda hoje no Brasil já recebeu mudanças na dianteira lá na Europa. O carro ganhou mais volume no elemento das garras do leão e perdeu os faróis de neblina. Essa geração substituiu lá fora o 2008 “antigo”, que ainda era vendido no Brasil com a mesma carroceria de 2015, quando foi lançado. Agora, o que está prestes a chegar ao nosso mercado é a segunda geração do crossover com motores a combustão. Pelas imagens divulgadas pela marca, a assinatura visual com as garras do leão será o destaque na dianteira. A grade deve ostentar o novo emblema da Peugeot, uma releitura do que era usado no passado. O novo 2008 será o primeiro Peugeot Brasileiro com o emblema novo. Na lateral, o vinco segue ascendente para terminar na lanterna traseira. A tampa do porta-malas terá o logo escrito “Peugeot” ao centro, como acontece no atual hatch 208. Quem já andou no e-2008 sabe que o nível de requinte aumentou. Segue o estilo Peugeot, com formas e materiais aprimorados. O novo 2008 será outro carro, bem mais sofisticado. A motorização deve seguir na linha do atual Turbo 1.0 T200 ou o T270 1.3 da Stellantis, já usado em outros modelos. Segundo o comunicado da Peugeot, o lançamento será ainda em 2024. E o 2008 “antigo”? Em julho de 2024, o Peugeot 2008 “antigo” ainda é vendido em quatro versões. São duas com o motor 1.6 16V aspirado e outras duas com o 1.6 THP, o turbo que fez bastante sucesso em vários carros da então PSA, grupo que reunia Peugeot e Citroën e foi incorporado à Stellantis. No configurador do site da marca, o preço parte de R$ 109,9 mil para o Allure 1.6 e chega em 134,9 mil no Griffe turbo. A versão de entrada não tem jeito de básico. Vem com rodas de liga-leve, faróis de neblina e barras no teto. Ar condicionado é manual, há tela multimídia e câmera de ré. Os vidros são elétricos nas quatro portas, chave é canivete e tem alarme integrado. O 2008 já vem também com controle de cruzeiro e limitador de velocidade. Na versão topo Griffe, ele recebe, além do motor turbo de 173 cv, o teto panorâmico de vidro, sensor de chuva e dos faróis, bancos em couro, ar digital de duas zonas e um som com seis autofalantes. O conjunto se mostra interessante porque, na mesma faixa de preço, o pacote é mais completo em relação a outros modelos. Em geral, modelos em fim de geração são vendidos com desconto e é o que já acontece com o 208. Por isso, quem não liga tanto para o carro mais atual e gosta de custo-benefício, tem uma oportunidade por aí.   Da redação, com imagens assessoria Stellantis

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Fiat Pulse chega aos 150 mil carros. Vale?

O Fiat Pulse somou 150 mil unidade fabricadas. O modelo chegou em outubro de 2021 para ampliar a linha da marca. Além de ser comercializado no Brasil, o veículo é exportado para 12 países da América Latina. Mas no fim das contas o Pulse inaugura uma categoria ou substitui outros produtos da Fiat? O design é contemporâneo e o modelo veio com tecnologia de ponta graças aos assistentes à condução. Em 2024, até maio, a marca está na terceira posição do ranking de SUVs com 10,3% de participação no segmento. Aos olhos da Fiat e da classificação de mercado, o Pulse é um SUV. Mas para nós, aqui na plataforma Eu Dirijo, ele é um crossover. Três motores diferentes podem equipar o Pulse: 1.3 Firefly aspirado, 1.0 Turbo 200 e 1.3 Turbo 270. São três tipos de câmbio: manual, automático CVT e automático seis marchas. A gama de versões cresceu em relação a quando o carro foi lançado. Parte pelas duas versões Drive a R$ 104.990,00 o manual e R$ 112.990,00 no CVT. Ambas são equipadas com motor 1.3, assim como a S-Design, acima, por R$ 117.990,00. Depois, a gama passa para as versões turbo T200, com o Audace por R$ 120.990,00 e o topo Impetus em R$ 135.490,00. Param por aí os Pulse de “marca” Fiat. Mas acima deles está o Pulse Abarth, 1.3 Turbo por R$ 151.990,00.   No lançamento, o destaque do Pulse era a oferta do pacote ADAS, Advanced Driver Assistance Systems, os assistentes ao condutor. Frenagem autônoma de emergência, alerta de mudança involuntária de faixa e comutação automática de farol alto vinham de série a partir da versão Audace. Depois, passaram a ser opcionais nessa versão e agora são disponíveis apenas no Pulse Impetus. Pelo menos, a boa central multimídia de 8,4 polegadas segue disponível nas versões de entrada e cresce para 10,1 polegadas nas opções topo de linha. Ambas oferecem conectividade Android Auto e Apple CarPlay sem fio e o Fiat Connect////Me, a plataforma de serviços conectados da marca.   Dirigindo Mais do que o visual e o recheio de equipamentos, o Pulse se destaca pela dirigibilidade muito bem acertada pela Fiat. Para isso, a Fiat desenvolveu uma calibração de suspensão e ainda instalou uma barra na dianteira. Com isso, é possível abusar do Pulse em curvas e sentir que o carro obedece a todos os comandos do motorista. Essa suspensão leva até as rodas a aceleração rápida do motor Turbo T200. Foi o Pulse o primeiro carro equipado com esse propulsor que agora está até em outras marcas da Stellantis. Basta apertar o botão Sport vermelho no volante para o motorista ganhar um comportamento ainda mais instigante. As versões com motor 1.3 Firefly se mostram interessantes porque preservam a boa dirigibilidade do Pulse. Ainda que com menos potência, elas oferecem um propulsor de mecânica fácil e consolidada. E também mais econômico que o 1.0 Turbo. É substituto ou nova categoria? Para responder essa pergunta, podemos seguir por dois caminhos. Até a chegada do Pulse, a Fiat ainda não tinha um crossover legítimo na gama, exatamente pensado como tal. A linha Adventure eram versões de outras carrocerias. O Argo Trekking é um hatch aventureiro. Então, ok, pode ser uma nova categoria na Fiat. No entanto, se a gente colocar a relação de mercado que havia entre o Palio e o Punto, de tempos atrás, podemos perceber que o Argo e o Pulse seguem nessa mesma linha. A diferença é que antes havia apelo nos modelos hatch médios. Eles eram vistos como um degrau acima dos carros de entrada. Hoje a preferência do consumidor é pelo crossover. Mas em termos de posicionamento de mercado, o Pulse é hoje o produto que atende o cliente do Punto. Usado Já há oferta de Pulse no mercado de usados e a escolha pela versão mais adequada depende de alguns critérios. A versão mais garantida é a Drive, seja automática ou manual. Isso por conta do motor 1.3 Firefly, bastante usado na gama Fiat e já consolidado em termos de resistência e manutenção. Se a opção for pelo desempenho, as versões turbo são as mais indicadas. O motor T200 não teve relatos de falhas crônicas. No entanto, exige troca de óleo no tempo correto e, como todos os carros atuais, não deve tolerar muitos descuidos na manutenção. Procure pela versão topo Impetus. Porém, se não encontrar, dê preferência para o Audace fabricado entre 2021 e 2022. A linha 2023 já perdeu os assistentes ao condutor. Além dos equipamentos, a cor azul Amalfi deixou de ser oferecida em toda a gama. Você também poderá encontrar o Pulse Abarth usado. Porém, se a escolha for por ele, seja o segundo dono. Porque quanto mais tempo passar, mais chance ele terá de cair em mãos erradas. Da redação, com informações assessoria Fiat

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Veteran Car Club divulga próxima Expoclassic

Faltando menos de dois meses para a realização da Expoclassic 2024, o Veteran Car Club Novo Hamburgo participou do 3º Encontro do Antigomobilismo Gaúcho e do 3º Clássico Sobre Rodas nos pavilhões da Festa da Uva, em Caxias do Sul. O clube de carros antigos de Novo Hamburgo/RS levou para a Serra gaúcha 25 modelos raros, incluindo um caminhão Peterbilt 359 ano 1981 e dois ônibus, um Marcopolo Viaggio geração 4 ano 1991 e o seu ônibus BlueStar (Nielson Diplomata 380 ano 1987). Outra atração é o Chevrolet Bel Air 1957 conversível que foi carro-destaque da Expoclassic 2023 e que também conquistou o prêmio The Best no 11º Encontro de Veículos Antigos de Criciúma (SC), realizado entre os dias 7 e 9 de junho. “Esta exposição torna-se ainda mais importante porque marca a volta dos eventos antigomobilistas no Rio Grande do Sul após a calamidade que quase destruiu nosso Estado. Uma novidade importante é que, durante a programação, receberemos a incumbência de organizar o 4º Encontro do Antigomobilismo Gaúcho em paralelo com a Expoclassic 2025”, adianta o presidente do Veteran Car Club, Clódio Silva. Os dois eventos em que o clube participou são realizados pela Sociedade Caxiense de Automóveis Antigos (SCAA) com o apoio da Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA). O presidente da SCAA, Franco Stedile, adianta que, em retribuição ao gesto do Veteran Car Club, uma comitiva da entidade participa todos os anos da programação da Expoclassic. “Os clubes mantêm uma amizade recíproca em torno de uma mesma paixão, o carro antigo, contribuindo para a troca de experiências e para o fortalecimento dos eventos’’, avalia. Expoclassic ocorre de 16 a 18 de agosto A maior mostra de veículos antigos em área coberta do Brasil, a Expoclassic chega à 21ª edição e está confirmada para os dias 16, 17 e 18 de agosto nos pavilhões da Fenac, em Novo Hamburgo. Visitantes de diversos Estados, bem como da Argentina e Uruguai, movimentam restaurantes, postos de combustíveis, lojas e a rede hoteleira da região de Novo Hamburgo, que fica lotada durante os dias de programação. Todos os anos, o evento também proporciona renda a centenas de expositores, desde lanchonetes até lojas de peças e antiguidades, passando também por prestadores de serviços. Reservas dos estandes e demais espaços da Expoclassic 2024 já podem ser feitas pelo WhatsApp (51) 9 9322-6985 e e-mail comercial@ceika.com.br.   Texto e imagens: Adair Santos/Assessoria de Imprensa Expoclassic

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Caminhão HR entra na linha 2025

O caminhão leve Hyundai HR já está sendo vendido na versão 2025. O utilitário passa a ser oferecido na rede unificada de concessionárias Hyundai, incluindo o suporte para serviços de pós-vendas e peças. O Novo Hyundai HR é pensado para o trabalho pesado do dia a dia nas cidades com foco no condutor que valoriza características como durabilidade, baixo custo de manutenção, economia de combustível, e capacidade de carga, além da facilidade para manobras em áreas com restrição de espaço e a flexibilidade em receber diferentes soluções de implementos. O sucesso do Hyundai HR está atrelado também ao fato de oferecer vantagens, como a permissão para trafegar em grandes centros urbanos em que a circulação de caminhões é restringida pela legislação. O HR ainda dispensa a necessidade de habilitação específica para caminhões, podendo ser conduzido com CNH de categoria B. Produzido sob licença em Anápolis (GO) pela CAOA Montadora, apresenta em sua versão atual a introdução de diferenciais com freio elétrico e seleção de tração 2WD/4WD, além de luz de condução diurna integrada ao farol e adequação aos níveis de emissões determinados pelo Proconve L7. Primeiro veículo comercial da Hyundai a ser produzido no Brasil, no ano de 2007, o HR ultrapassou recentemente a marca de 100 mil unidades fabricadas. Com capacidade de carga útil de 1.800 kg, o modelo é equipado com motor 2.5 litros Turbo Diesel, capaz de fazer 10,2 km/l, combinado ao câmbio manual de 6 marchas e torque máximo de 26 kgfm. Freios ABS, faróis de neblina de série e airbags para motorista e passageiro também estão no pacote. A cabine vem equipada com ar-condicionado, direção hidráulica, vidros elétricos e sistema de som com bluetooth. No painel de instrumentos com display de 3,5 polegadas, o condutor conta com sistema de proteção contra descarga de bateria, odômetro digital com duas medições e relógio digital. No entanto, falta um conta-giros. O preço sugerido é de R$ 179.990. A garantia é de quatro anos, sem limite de quilometragem.   Informações e imagens: assessoria Hyundai

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Rampage já tem um ano de vida

A picape Rampage chegou ao primeiro aniversário. O modelo já superou a marca de 20 mil picapes vendidas na América do Sul. Além do sucesso no Brasil, ela também é comercializada em outros mercados, como Argentina e Chile. No Brasil, a Rampage já vendeu mais de 19 mil unidades nos primeiros doze meses de comercialização. Se considerarmos somente 2024, já são pouco mais de 10 mil unidades no acumulado do ano até aqui. A chegada da primeira picape da Ram concebida e desenvolvida no Brasil, elevou a presença da marca em território nacional. Considerando o acumulado de vendas de 2024 em relação ao mesmo período do ano passado, o crescimento da Ram é de 205%. A Rampage posicionou a Ram em um novo lugar no mercado brasileiro, com um patamar de vendas mensais. A Rampage Desenvolvida no Polo Stellantis de Goiana (PE), a picape reforçou os atributos de força, capacidade, luxo e tecnologia. Agora dentro de um novo segmento de mercado para a marca e muito importante para o Brasil e de toda a América do Sul. Apoiados por times internacionais, o projeto da Rampage foi realizado por mais de 800 engenheiros e técnicos no Brasil, superando 1,2 milhão de horas de desenvolvimento. A Rampage recebeu onze dos dezesseis prêmios conquistados pela Ram no Brasil em 2023. “Melhor picape”, “Melhor Projeto de Carroceria”, “Destaque Comportamento Dinâmico e Segurança”, são apenas alguns dos títulos que a Rampage recebeu, respectivamente, das premiações Car Awards Brazil 2024, Troféu 2023 SAE Brasil Car Body e Mecânica Online. Além de eleita como Carro do Ano por voto popular no Prêmio Mobilidade Estadão, o modelo também recebeu troféus no Prêmio AutoData como “Lançamento Comercial Leve e Picapes”, no Carsughi L’Auto Preferita 2023 na categoria “Picape intermediária”, ABIAUTO 2023 em “Picape Média” e “Carro do Ano”, e, na certificação da Top Car TV como “Melhor Picape Acima de R$ 191.000” e “Carro do Ano Top Car”. Além de sucesso absoluto nas vendas e premiações, a picape ainda conquistou um feito inédito no setor automotivo ao rodar sem parar por 24 horas no Circuito Panamericano, pista de testes da Pirelli, no interior de São Paulo, feito este atestado pela CBA – Confederação Brasileira de Automobilismo. Recentemente, a Ram também apresentou uma nova variação para a Rampage, a Laramie Night Edition. Nesta configuração, equipada com o excelente motor 2.0L Hurricane 4 de 272 cavalos de potência, as peças cromadas típicas da versão Laramie dão lugar à peças em preto brilhante ou pintadas na cor da carroceria e o interior traz couro preto e revestimento do teto e das colunas também em preto.   Informações e imagens: assessoria Stellantis

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Ford reformula fábrica de motores na Argentina

A Ford fez uma remodelação na fábrica de Pacheco, na Argentina, para o lançamento da nova Ranger na América do Sul. Agora, inicia também a produção local de motores, em uma nova planta digital inaugurada no complexo, com processos de produção da indústria 4.0. A nova unidade vai produzir, na mesma linha, os dois motores turbodiesel que equipam a Ranger: o Lion 3.0 V6, com 250 cv e o maior torque da categoria, de 600 Nm, e o Panther 2.0 de quatro cilindros, com 170 cv e torque de 405 Nm, reconhecido pela força e economia de combustível. A planta de motores segue o conceito avançado de manufatura 4.0 já adotado nas demais áreas da fábrica, com alto nível de tecnologia, automação, conectividade e sustentabilidade. O uso da digitalização e o controle inteligente de processos contribuem para garantir grau máximo de qualidade e eficiência na produção. “A melhoria contínua dos nossos produtos e da nossa competitividade é chave para o negócio da Ford na região. Desde o seu lançamento, a Nova Ranger avançou em todos os indicadores. A qualidade é um grande diferencial do produto, que impacta diretamente na satisfação dos nossos clientes”, diz Martín Galdeano, presidente da Ford América do Sul. Segundo ele, mesmo sendo um veículo com 95% de peças novas, a Ranger atual já iniciou a produção no mesmo patamar de qualidade da geração anterior, uma plataforma que foi aprimorada em mais de 10 anos de melhoria contínua. “Isso é um fato inédito e, com a localização dos motores, estamos dando mais um passo nesse processo de melhoria constante”, destaca o executivo. Qualidade e vendas O nível de satisfação dos clientes da Ranger aumentou mais de 20% desde a chegada da nova geração. Quando comparada a outras plantas da Ford no mundo, a fábrica de Pacheco também se destaca no quesito da qualidade, com um índice 28% melhor que a média global de reparos a cada mil veículos produzidos. Essa evolução também ajuda a explicar o sucesso comercial da picape, que além de conquistar os principais prêmios da categoria dobrou o volume de vendas na América do Sul. Hoje, ela já soma 37.000 unidades na região. “No Brasil, a Ranger foi a picape que mais cresceu em 2023, com um avanço de 42,5% e mais de 20.000 unidades. E este ano, até maio, as vendas subiram 41%, somando mais de 9.700 unidades”, afirma Pedro Resende, diretor de Vendas e Rede da Ford. Sistemas inteligentes A nova fábrica de motores de Pacheco tem capacidade instalada para produzir 82 mil motores por ano em dois turnos e foi desenvolvida com a participação da engenharia regional. O seu sistema inteligente de gestão da qualidade utiliza mais de 2.000 sensores e mais de 50 câmeras para o monitoramento dos motores e componentes. “Além de robôs em operações críticas, usamos sistemas de inteligência artificial e aprendizado de máquina para garantir altíssima precisão, capazes de detectar variações de 0,004% no processo”, diz Kleber Fernandes, diretor de Qualidade da Ford América do Sul. “E toda a operação é feita de forma sustentável, com 100% de energia renovável e zero geração de resíduo para aterro.” As 129 estações de trabalho possuem controle automático de tarefas, incluindo sistema inteligente de aperto de parafusos. Elas também foram projetadas para otimizar a ergonomia e o conforto dos operadores, que receberam mais de 5.000 horas de treinamento. O ambiente com pressão positiva e os sistemas inteligentes de climatização e iluminação LED contribuem para o bem-estar e a produtividade.   Manufatura 4.0 A Ford investiu US$ 660 milhões na fábrica de Pacheco para a produção da Nova Ranger e ampliou em 70% a capacidade instalada, para 110 mil veículos ao ano. Essa transformação incluiu a instalação de uma linha de prensas de alta velocidade, de até 2,5 mil toneladas, e 318 novos robôs inteligentes na área da carroceria, com soldas automáticas. A pintura introduziu a tecnologia de tinta com alto teor de sólidos. As linhas foram equipadas também com controle automático de ferramentas de torque, escaneamento 3D para controle dimensional e mais de 1.000 câmeras e sensores, monitorados em tempo real com o uso de inteligência artificial para garantir o padrão superior de execução da picape.   Informações e imagens: assessoria Ford

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