Guilherme rockett

CR-V chega híbrido e prioriza eletricidade

O Honda CR-V Advanced Hybrid chega em nova geração e com tecnologia híbrida. São três motores: dois elétricos e um 2.0 a combustão. O desenho também mudou. O design tem carroceria larga e longa, como tem sido marca na Honda. Linhas das laterais valorizam a horizontalidade da silhueta. Rodas são de 19 polegadas. O conjunto óptico frontal é totalmente em led, assim como as lanternas traseiras. A grade inferior possui aletas ativas que abrem e fecham automaticamente, melhorando a aerodinâmica e a eficiência. Na traseira, os spoilers na porção final do teto e na parte inferior do para-choque elevam a velocidade do fluxo de ar. A cabine do CR-V Advanced Hybrid tem materiais de qualidade e comandos agradáveis ao toque. Os bancos dianteiros com ajuste elétrico contam com estabilizadores corporais. O espaço interno prioriza o conforto, especialmente atrás. O porta-malas tem capacidade para 581 litros. Mas o espaço pode ser ampliado deslizando os bancos traseiros em até 19 cm. No interior, a tecnologia segue com multimídia de 9 polegadas, painel com tela TFT de 10,2 polegadas, Head-up display, 10 airbags, a operação inteligente da tampa do porta-malas, a conectividade proporcionada pelo myHonda Connect, o sistema de alto-falantes premium Bose e o evoluído sistema de condução assistida Honda Sensing, além do com teto solar panorâmico. Há comandos para o Drive Mode (com modos Econ, Normal e Sport) e freio de estacionamento elétrico. Para passageiros traseiros, há duas portas USB-C e saídas de climatização. O sistema de som premium da marca Bose tem 12 alto-falantes de alta definição, inclusive com canal central dianteiro e subwoofer na traseira. Motor. Ou melhor: motores! O sistema híbrido é o “e:HEV”, com dois motores elétricos dispostos em paralelo. Um para tração e outro para geração de energia. Junto a eles, o motor a combustão de quatro cilindros 2.0 litros DOHC de ciclo Atkinson com injeção direta de gasolina. A tração integral AWD permite segurança e adaptabilidade aos tipos de terreno e condições de aderência. O motor a combustão gera 147 cv de potência máxima e 19,4 kgfm de torque máximo. A este motor está associado o e-CVT, conjunto que abriga os dois motores elétricos: um destinado à propulsão e outro que atua como gerador. Posicionados em eixo paralelo, se caracterizam por ocupar pequeno espaço, com arranjo de transmissão com duas relações fixas – lock-up –, uma mais curta para velocidades intermediárias e outra mais longa para velocidades mais altas ou de cruzeiro. A adoção do lock-up intermediário, um dos destaques do CR-V Advanced Hybrid, melhora a linearidade e a percepção de vigor nas acelerações. A potência máxima do motor elétrico de tração é de 184 cv, com torque máximo de 34,2 kgfm. O sistema e:HEV possui três modos de operação: EV Drive (100% elétrico), Hybrid Drive (elétrico e combustão) e Engine Drive (somente combustão). A alternância entre eles acontece de maneira suave e automática, de acordo com variáveis como topografia, acionamento do acelerador, nível de energia nas baterias, entre outros. O motor elétrico de tração é de alta potência e, na maior parte das condições de rodagem (modos EV Drive e Hybrid Drive), é ele que irá tracionar o veículo. Por isso, a entrega dinâmica é muito semelhante à de um carro 100% elétrico. A diferença é que no Hybrid Drive o motor a combustão poderá atuar para fornecimento de energia, enquanto em EV Drive a energia será proveniente do conjunto das baterias. Esse é um dos diferenciais que tornam o sistema e:HEV único. A grande vantagem é que o condutor não precisa se preocupar em recarregar o veículo, o inteligente sistema híbrido da Honda faz isso automaticamente. No terceiro modo, Engine Drive, a tração será feita pelo motor a combustão, que é conectado diretamente às rodas por meio duas embreagens distintas, uma para ativação do lock-up de média e outra para o lock-up de alta velocidade. Portanto, no CR-V Advanced Hybrid o modo de operação Engine Drive é ativado automaticamente em aceleração moderada em médias e altas velocidades. Tração integral e inteligente A tração integral AWD distribui a força nos dois eixos sob demanda. A proporção varia de 60% dianteira, 40% traseira a 50% para cada eixo. A tração AWD é do tipo full time, ou seja, o CR-V Advanced Hybrid funciona o tempo todo com tração nas quatro rodas, variando apenas a proporção da distribuição de força entre os eixos dianteiro e traseiro. A transmissão da tração ao eixo traseiro se dá por meio de uma compacta caixa de transferência (com embreagem multidisco), conectada ao eixo do diferencial traseiro. A repartição de força entre os eixos dianteiro e traseiro ocorre de acordo com as condições da estrada. Em situações de baixíssima aderência, ao arrancar em piso enlameado por exemplo, o sistema detecta a perda de tração das rodas do eixo dianteiro e, rapidamente, envia um índice maior de força para as rodas traseiras. O sistema também detecta condições de subida, enviando mais torque para as rodas traseiras. Honda Sensing O sisterma atua por meio de uma câmera frontal com 90° de ângulo de varredura e do radar instalado atrás do logotipo da grade frontal. Assim, o conjunto oferece controle de cruzeiro adaptativo mesmo em baixas velocidades até a parada total e retomada do movimento, frenagem para mitigação de colisão, permanência em faixa, evasão de pista e farol alto automático. Cores O CR-V Advanced Hybrid chega em cinco opções de cores: Preto Cristal Perolizado, Prata Platinum Metálico, Branco Topázio Perolizado, Cinza Basalto Metálico e, uma cor inédita e exclusiva do CR-V, Azul Astral Metálico. O preço em junho de 2024 é de R$ 352.900,00.   Informações e imagens: assessoria Honda

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Versa SR dá realce ao sedã da Nissan

Uma versão com um pouco mais de apelo visual foi lançada pela Nissan para o sedã Versa. A SR chega na parte de cima da gama, abaixo da Exclusive e acima da Advance. Além dos itens consagrados do Nissan Versa, como espaço interno, amplo porta-malas e a lista de equipamentos recheada desde a versão de entrada Sense, o Novo Nissan Versa SR traz itens que realçam seu estilo, oferecendo exclusividade aos clientes que buscam algo a mais em um sedã. Por fora, há emblemas SR na grade frontal e traseira, retrovisores externos com indicador de direção pretos, grade frontal também na cor preta, rodas de liga leve aro 16 e aerofólio na tampa do porta-malas. O desenho da geração atual do Versa chama atenção e o coloca próximo ao Sentra, o sedã médio da marca que voltou ao mercado brasileiro. O novo Versa tem silhueta baixa e proporções definidas para o capô, mais longo, e porta malas, mais curto. O conjunto de iluminação tem faróis principais halógenos. Apenas a versão topo Exclusive usa led. Na parte inferior, o conjunto de neblina está preservado. Olhando para a dianteira da versão SR, a grade preta vai se afinando e termina na parte inferior do para-choque. O esquema de cores reforça o apelo visual. Destaque para a cor Vermelho Scarlet, que junto com o Preto Premium não são cobrados por fora. Por dentro, o visual é diferenciado. A nova versão é identificada pela costura dupla em laranja. O painel conta com acabamento em black piano e o volante com material sintético premium. Alumínio é usado no console central, volante, painel frontal e portas, que ainda têm cromados nas maçanetas internas. Além disso, há detalhes com aparência de fibra de carbono nas portas e no painel de instrumentos. Equipamentos De série são seis airbags, chave presencial, tela sete polegadas com Android Auto e Apple CarPlay, controle de cruzeiro, carregador de celular sem fio, bancos com tecnologia gravidade zero, visão 360° com detector de objetos em movimento, alerta de colisão frontal; assistente de frenagem, alerta de objetos no banco traseiro, painel de instrumentos com tela colorida de sete polegadas, vidros elétricos nas quatro portas, entre outros. Motor O 1.6 4 cilindros e 16V segue preservado neste sedã. Um conjunto aspirado com mecânica consolidada. Os dados da ficha técnica da versão Exclusive mostram 110 cv de potência e 15,2 kgfm de torque quando abastecido com gasolina. O motor tem duplo comando de válvulas acionado por corrente. Acoplado ao motor, o câmbio é um CVT. São seis marchas simuladas para reduzir a sensação de aceleração infinita. Desempenho no mercado Desde que essa nova geração do Versa chegou, não é comum encontrar um deles nas ruas de Porto Alegre. Mas, segundo a Nissan, as vendas têm crescido ano a ano desde o lançamento, no final de 2020. No ano passado, por exemplo, o crescimento foi de 57% sobre todo o ano de 2022 – 138% quando comparados os ano-fiscais 2023 e 2022. Outra aposta da marca é no segmento PcD, com aumento de 270% nas vendas no ano passado. Preços Os preços do Versa 2025 partem de R$ 110.590 na versão de entrada Sense e chegam a R$ 132.990 na topo Exclusive. A novidade SR, que amplia a gama do Nissan Versa e surge posicionada entre as versões Advance e a Exclusive, tem preço sugerido de R$ 123.990. Já a Advance intermediária fica em R$ 117.990. Informações e imagens: assessoria Nissan

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Trailblazer muda dianteira e mecânica. Mas a traseira…

A nova Chevrolet Trailblazer acompanhou as mudanças da picape e trouxe avanços para a categoria dos SUVs de aptidão off-road legítima. O utilitário esportivo de grande porte da Chevrolet também evoluiu em conforto. Só que não recebeu mudança na tampa traseira. O modelo compartilha a estrutura com a nova S10 e recebeu todas as inovações que a Chevrolet apresentou para a picape, incluindo a nova geração do motor Duramax 2.8 Turbo Diesel e o conceito de cockpit virtual composto pelo painel digital e a nova central multimídia Chevrolet MyLink. A construção tradicional de carroceria sobre chassi é a configuração ideal para quem necessita de um veículo realmente para todo o tipo de terreno. “A principal qualidade do Novo Trailblazer é oferecer aos clientes um automóvel brutalmente pronto para tudo com novas soluções de engenharia que elevam principalmente o nível de conforto e dirigibilidade”, resume Paula Saiani, diretora de Marketing de produto da GM América do Sul. Enquanto a S10 utiliza suspensão traseira por feixe de molas, própria para carga, a Trailblazer conta com uma suspensão do tipo multilink, pensada para transportar pessoas com comodidade. São sete lugares e três fileiras de bancos, que podem ser rebatidos. O time de engenharia da General Motors promoveu uma recalibração nos amortecedores hidráulicos e revisou toda a geometria do conjunto. As bitolas foram alargadas e o SUV passa a contar com pneus de alto desempenho – um composto de borracha projetado para melhorar o consumo, a estabilidade em curvas e a capacidade de frenagem. A direção elétrica progressiva passou também por atualizações e tem novos pontos de fixação, o que reduziu o nível de vibração que chega até o volante e deixou as respostas mais diretas. Isso melhora as percepções do motorista, otimizando a precisão em manobras, independentemente da velocidade. Outra vantagem é a coluna telescópica, que permite o ajuste do volante em profundidade, além da regulagem de altura. O salto em conforto fica completo com a maior aplicação de materiais suaves ao toque e os novos bancos dianteiros, que utilizam espumas de múltiplas densidades. Quem viaja nos bancos traseiros dispõe de um sistema de ar-condicionado com controle de intensidade e difusores no teto, como em aviões. A parte central do assento e o encosto são mais macios, enquanto os apoios laterais adotam compostos mais firmes. Essa combinação garante melhor acomodação tanto em viagens rodoviárias com a família quanto em aventuras por trilhas radicais. A redução do nível de ruído e de vibração também é marcante. Mérito das placas acústicas adicionais nas portas, nas colunas, no teto e até na parede corta-fogo. Tecnologia Outra novidade do Novo Trailblazer é a versão High Country, que substitui a Premier. Faróis de LED, alerta de ponto cego, alerta de tráfego cruzado traseiro, partida por botão e chave inteligente se somam ao amplo pacote de equipamentos, que inclui assistentes ao condutor: – Frenagem automática com detecção de pedestres – Alerta de colisão frontal – Alerta de saída de faixa – Alerta de pressão dos pneus – Assistente inteligente de frenagem – Acendimento automático dos faróis – Farol alto com ajuste automático – Sensor de estacionamento dianteiro e traseiro – Sensor de chuva com ajuste automático de intensidade – Câmera de ré de alta resolução – Controle eletrônico de oscilação de reboque – Banco do motorista com regulagem elétrica Apesar de ser um modelo off-road premium, a Trailblazer alia robustez e baixo custo de manutenção, sem que seus usuários tenham que abrir mão de tecnologia. Já o visual renovado da dianteira se destaca pela imponência e traços que fazem alusão a utilitários clássicos da Chevrolet. A versão High Country é caracterizada por elementos cromados na nova grade, para-choques, frisos e retrovisores, bem ao estilo norte-americano. Capô, para-lamas, rodas, emblemas e acabamento das lanternas e portas também foram atualizados. Em compensação, o tanto que mudou na frente, não mudou atrás. A traseira segue com as lanternas com pontos de led visíveis, em um estilo já datado. Era novidade em 2012 mas agora já merecia pelo menos uma lente nova. Motor A motorização utilizada na linha 2025 é o Duramax 2.8 Turbo Diesel, de nova geração, que entrega agora 207 cavalos e 52 kgfm. A força máxima passa a estar disponível numa faixa mais ampla, entre 1.600 rpm e 2.400 rpm. Isso garante melhores respostas nas condições de maior utilização do veículo. “Tão relevante quanto a potência e o torque extra é o uso de inteligência artificial na gestão eletrônica do motor, além do uso de machine learning no desenvolvimento de sua calibração. Permitindo assim atingir um alto padrão de equilíbrio entre desempenho, economia de combustível e menores níveis de emissão. Uma relação imbatível na categoria”, diz Fabio Daumichen, engenheiro-chefe do produto. Esse motor trabalha com a nova transmissão automática de oito marchas, que também equipa a Colorado americana, mas com calibração específica para o mercado brasileiro. Na prática, isso se traduz em acelerações lineares, fortes retomadas e trocas de marcha mais suaves. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 9,5s (1s a menos que o modelo anterior), enquanto o consumo de diesel é de 9,2 km/l na cidade e de 11,2 km/l na estrada – até 12% mais eficiente, de acordo com dados do Inmetro. Além disso, o novo SUV da Chevrolet passa a contar com painel digital configurável de 8 polegadas e a última geração do Chevrolet MyLink de 11 polegadas. Ganha ainda carregador por indução, tomada 12V e portas USB dos tipos A e C. Já o Wi-Fi nativo proporciona sinal até 12 vezes mais estável, em comparação com smartphones, e se conecta com o aplicativo myChevrolet para comandar funções do carro à distância, além de viabilizar atualizações remotas de sistemas eletrônicos do veículo pela internet – tudo isso compõe o mais avançado pacote de conectividade da categoria. O serviço do OnStar conta com 13 meses de gratuidade do plano Protect & Connect com 20 Gb de franquia mensal para a versão High Country. Vale destacar que a garantia do veículo é de cinco

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Renault Kangoo de volta com motor a combustão

O Kangoo está voltando ao mercado brasileiro. Além da opção elétrica, a van da Renault chega agora na opção furção com motor 1.6 SCe Flex. O modelo chega ao mercado em versão única, Advanced, com preço de R$ 120.800 e duas opções de cores: branco Glacier e prata Etóile. Por fora, as imagens mostram um carro pouco maior que a Fiat Fiorino. Os para-choques não são pintados em nome da usabilidade. Um friso cromado é o elemento visual na parte inferior da grade. O conjunto de iluminação é halógeno. O destaque fica por conta da porta lateral deslizante. Segundo a Renault, ela foi testada por cem mil aberturas e fechamentos sem apresentar problema. O compartimento de carga tem espaço para 750 kg e de 3,3 metros cúbicos de capacidade. O Kangoo tem 1,86 m de comprimento de área de carga, largura máxima de 1,44 m e altura de 1,22 m no compartimento de carga, com portas assimétricas que abrem até 180º com sistema de trava à 90º para evitar fechamento de forma involuntária. Internamente, o compartimento possui oito ganchos de fixação de carga no assoalho e laterais. A cabine fica separada por uma divisória. Uma escotilha permite ao motorista visualizar o que está atrás. Carro para trabalho A Renault afirma que o time de engenharia percorreu mais de 840 mil quilômetros em testes, com mais de 50 protótipos. Foram mais de 393 mil horas de desenvolvimento do produto. Desde o lançamento da última geração na Argentina, mais de 60 mil consumidores já utilizam o modelo em suas operações. A ideia foi oferecer um produto confiável, robusto e com baixo custo de manutenção, combinando conforto tanto em condição de carga máxima, como rodando vazio. A suspensão dianteira é do tipo MacPherson, independente, montada em uma estrutura com subchassi dianteiro, que reduz vibrações, trazendo mais conforto de rodagem. Atrás, a suspensão é por eixo de torção, com molas helicoidais e barra estabilizadora e barra anti-rolagem, controlando as movimentações da carroceria em qualquer condição de carga. É diferente da Fiorino, que usa a mola parabólica, mais dura, porém resistente. Motor O 1.6 SCe Flex, fabricado no Brasil, gera 115 cv e 15,7 kgfm de torque, o que se traduz em mais agilidade no uso urbano, mesmo em condições de maior carga. A transmissão é manual de cinco marchas. O motor 1.6 traz duplo comando de válvulas variável na admissão, injetores posicionados no cabeçote que garantem alta eficiência e bom desempenho desde as baixas rotações. Com acionamento de comandos feito por corrente, permite durabilidade. Além disso, o Kangoo possui ferramentas para auxiliar no consumo de combustível, como o indicador de troca de marchas. A fábrica afirma que, se usado corretamente, pode proporcionar uma redução de até 5% no consumo de combustível. Outra opção é a função ECO Mode. Para auxiliar o condutor na economia de combustível e no monitoramento de suas viagens, a central multimídia traz as funções Eco Scoring e Eco Monitoring. Na segurança o Kangoo traz Assistente de Partida em Rampa (HSA), Assistente de Frenagem de Emergência (AFU), Controle de Tração (TCS) e Estabilidade (ESP), além de freios ABS com distribuição eletrônica de força de frenagem (EBD). Além disso, o Kangoo traz faróis com regulagem elétrica de altura e sensores de estacionamento traseiros. Conforto e conectividade A cabine tem elementos que lembram o Renault Sandero. Há bancos individuais, ar-condicionado, vidros, retrovisores e travas elétricas, além de um sistema multimídia com tela de sete polegadas sensível ao toque, com Apple CarPlay e Android Auto. São dez compartimentos para pequenos objetos na cabine com 33 litros de capacidade ao todo, incluindo um largo compartimento na parte superior da cabine, com 12 litros de capacidade. Para-choques pretos: não é estilo O desenvolvimento do Kangoo levou em conta os custos de reparação em uma possível colisão. Faróis e lanternas ficam em posição elevada, protegidos pelos para-choques, enquanto a lateral possui proteção para pequenos impactos, o que reduz o custo na hora de fazer um conserto. De acordo com o site da Renault, consultado em junho de 2024, o preço do Kangoo Advance é de R$ 120.800,00.   Informações e imagens: assessoria Renault

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Vendas de Fiat, Hyundai e BYD em maio

Fiat, Hyundai e BYD divulgaram os êxitos nas vendas de veículos no Brasil no mês de maio. De acordo com as marcas, cada uma liderou um segmento de mercado. A Fiat segue em destaque com a picape Strada. A picape compacta da marca voltou a ser o carro mais vendido do Brasil com 10.973 unidades. A marca italiana liderou o mercado brasileiro com 21% de market share e 38.686 veículos emplacados. O que corresponde a 11 mil unidades a mais do que o segundo colocado. Além da Strada, outros dois carros ficaram entre os dez mais vendidos. O Mobi ficou na sexta colocação, com 6.148 emplacamentos, enquanto o Argo alcançou a nona posição, com 5.552 unidades comercializadas. Hyundai lidera venda para consumidor final Os dois modelos produzidos pela Hyundai Motor Brasil em Piracicaba foram os mais vendidos do Brasil no varejo em maio. HB20 e CRETA registraram primeira e segunda posição, respectivamente, no ranking que considera as vendas para o consumidor final, excluindo os volumes destinados a empresas, como locadoras e frotas. Segundo da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), o HB20 fechou o mês com 4.533 emplacamentos no varejo, enquanto o CRETA alcançou 4.250 unidades comercializadas no período. A ressalva feita pela Hyundai é importante porque boa parte das vendas da Fiat Strada são para locadoras ou empresas que possuem frota. O que aumenta o volume comercializado mas não necessariamente mostra uma preferência do consumidor padrão. BYD lidera nos elétricos No mês de maio a BYD se manteve na liderança entre os veículos elétricos, registrando 3.695 unidades cem por cento elétricas emplacadas e mais de 71% de participação de mercado. A BYD vendeu sozinha mais que o dobro dos concorrentes somados (1.461). O líder do mês foi o BYD Dolphin Mini, que sozinho contou com 2.104 unidades comercializadas, seguido do BYD Song Plus, o SUV híbrido plug-in (PHEV) mais vendido do mês, com 1.560 novos carros circulando nas ruas. Na soma de carros elétricos e veículos híbridos, a BYD também segue na liderança, com 5.255 unidades emplacadas, um número que garantiu à marca a permanência entre as 10 maiores do mercado automotivo geral.   Da redação, imagens divulgação.  

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Honda City ganha versões de entrada

Desde que chegou, o novo Honda City só estava disponível nas versões mais completas. Agora a Honda lançou duas versões mais simples para o hatchback e uma mais básica para o sedan. O New City Hatchback ganha as configurações LX e EX, enquanto o New City Sedan passa a ser oferecido também na versão LX. A perda de equipamentos não deixa os carros com aspecto básico nem tira deles o padrão de conforto esperado nos dias de hoje. A nova versão LX do City Hatchback e do City Sedan traz central multimídia de oito polegadas touchscreen com interface sem-fio para Apple CarPlay e Android Auto, botão de partida do motor, faróis com acendimento automático e DRL (luz de rodagem diurna) de LED, lanternas traseiras de LED, antena tipo Tubarão, rodas de liga leve aro 15” com pintura cinza e superfície diamantada, vidros elétricos com a função de subida automática dos vidros com “um toque” e antiesmagamento, coluna de direção com ajuste de altura e profundidade, ar-condicionado, controles de áudio no volante, bancos com estabilizador corporal e revestimento de tecido, banco traseiro bipartido (60/40) e a tecnologia Magic Seat, apenas para o hatchback. O pacote de itens de segurança é outro destaque. Além de 6 airbags (frontais, laterais e do tipo cortina), o City Sedan e o City Hatchback oferecem, em todas as versões, assistente de estabilidade e tração (VSA), assistente de partida em rampa (HSA), sistema de acionamento de luzes de emergência em frenagens severas (ESS), estrutura de deformação progressiva (ACE), alerta de pressão de pneus (TPMS), cintos de segurança de três pontos e apoios de cabeça para todos os ocupantes e sistema Isofix para fixação de assentos infantis. O City Hatchback também ganha agora a versão EX, que já estava disponível no modelo sedã. Além de todo o conteúdo da LX, a nova versão traz chave com função Smart Entry (com destravamento das portas por sensor de aproximação, abertura de porta-malas e abertura e fechamento dos vidros), câmera de ré multivisão com linhas dinâmicas (três vistas), rodas de liga leve aro 16”, faróis de neblina, piloto automático e revestimento do apoio do braço em couro. Ambos os modelos (sedã e hatchback) seguem com as versões EXL e Touring disponíveis. A partir da versão EXL, há myHonda Connect, sensores de estacionamento traseiros, bancos revestidos em couro, painel digital TFT de 7” multiconfigurável, ar-condicionado digital e automático, saídas de ventilação para a traseira, função de travamento das portas por aproximação da chave e LaneWatch – assistente para redução de ponto cego (desde a versão EXL no sedã e apenas na Touring do hatchback). A versão Touring conta ainda com faróis Full-LED, partida remota do motor, sensores de estacionamento dianteiros, espelho retrovisor fotocrômico (no caso de sedã) e o exclusivo Honda Sensing, pacote de tecnologias de segurança e assistência à condução, com sistema que auxilia o motorista a manter uma distância segura em relação ao veículo detectado à frente (ACC), sistema de frenagem para mitigação de colisão (CMBS), sistema de permanência e centralização em faixa (LKAS), sistema para mitigação de evasão de pista (RDM) e sistema de alternância automática dos fachos baixo e alto dos faróis (AHB). O mesmo motor para todos Todas as versões são equipadas com o mesmo motor e o câmbio CVT, com bom desempenho, dinâmica refinada e baixo nível de consumo de combustível. A condução dos dois carros se mostra suave dentro da cidade, sempre com giros baixos, o que mantém o bom consumo de combustível. Na estrada, o motor aspirado atende quando provocado, sem a dinâmica imediata de um 1.0 turbo. Em compensação, a grande vantagem é a confiabilidade do conjunto tradicional no padrão Honda. Todo em alumínio, o quatro-cilindros aspirado é 1.5 litro 16V com injeção direta de combustível e dois comandos de válvulas no cabeçote – um para as oito válvulas de escape e outro para as oito de admissão. O sistema i-VTEC, presente nas válvulas de admissão, tem um came (ressalto) especial para priorizar a potência em rotações mais elevadas do motor. O formato destes quatro cames – cada um responsável por um cilindro – resulta na variação da amplitude e duração da abertura das válvulas de admissão. Na prática, é como se fosse um comando dois-em-um: um com cames otimizados para consumo e outro para desempenho. A variação entre os cames que vão atuar nas válvulas de admissão ocorre por meio de um sistema hidráulico, gerenciado eletronicamente e que considera não apenas a rotação do motor, mas diversos outros parâmetros, como carga sobre o acelerador e até a inclinação do carro em relação à pista. Há ainda o VTC (Variable Timing Control), que atua na sincronização do eixo do comando de admissão. Juntos, VTC e i-VTEC permitem ao motor trabalhar de maneira otimizada em toda a sua faixa útil. Na prática, o que o motorista tem em mãos é um carro com consumo de combustível extremamente baixo com o motor operado em baixas rotações e com performance em regimes mais elevados. Confira os preços e os diferenciais, consultados no site da Honda em junho de 2024: Sedan LX: R$ 115.300,00 Novo Motor 1.5L com injeção direta de 126cv Multimídia 8’’ com interface para smartphones Câmera de ré multivisão Câmbio CVT Porta malas de 519L Sedan EX: R$ 121.700,00 Novo motor 1.5L com injeção direta de 126cv Transmissão CVT com Paddle Shifts Multimídia 8” com interface sem fio para smartphones A/C com saídas para os ocupantes traseiros Chaves com função Smart Entry Sedan EXL: R$ 131.200,00 myHonda Connect Novo motor 1.5L com injeção direta de 126cv Honda LaneWatch – Assistente para redução de ponto cego Painel digital TFT 7” de alta resolução Bancos em couro Sedan Touring: R$ 140.500,00 myHonda Connect Bancos com Estabilizador Corporal – Maior conforto e ergonomia Multimídia 8” com interface sem fio para smartphones Honda SENSING Sensores de estacionamento dianteiros e traseiros Hatchback LX: R$ 113.600,00 Novo motor 1.5L com injeção direta de 126cv Multimídia 8’’ com interface para smartphones Magic Seat – Exclusivo Sistema de Configuração dos Bancos

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Jeep Wagoneer S será primeiro elétrico da marca

A Jeep está lançando o Wagoneer S Launch Edition 2024. É primeiro veículo elétrico a bateria (BEV) da marca no mundo. O SUV será lançado inicialmente nos EUA e Canadá no segundo semestre deste ano e, mais tarde, estará disponível em outros mercados. Oferecido exclusivamente como um BEV, o Jeep Wagoneer S possui autonomia de mais de 480 km com um único carregamento. A potência chega a 600 cv, e mais de 800 Nm de torque. O tempo de aceleração, informado pela fábrica de zero a 96 km/h é em apenas 3,4 segundos. Carregamento sem dificuldade O Jeep Wagoneer S possui uma bateria de 400 Volts e 100 kWh que permite aos proprietários carregar o veículo de 20% a 80% em 23 minutos (com carregador rápido DC). Além disso, também acompanha o modelo um carregador doméstico de 48 Amperes de nível 2 ou créditos de carregamento público disponível no aplicativo Free2move Charge, o ecossistema de carregamento da Stellantis. O Jeep Wagoneer S 2024 foi desenvolvido na plataforma STLA Large, que é altamente flexível e nativa dos BEV. Os designers e engenheiros da Jeep adaptaram a plataforma para ajustar o comprimento, largura, suspensão e as configurações do grupo propulsor e assim proporcionar ao modelo respostas mais rápidas no desempenho. De série, o sistema de tração integral totalmente elétrico oferece uma dinâmica de condução consistente em uma variedade de condições de estrada e terreno. Os módulos de tração elétrica (EDM) desenvolvidos pela Stellantis possibilitam o acionamento independente das rodas dianteiras e traseiras, garantindo uma resposta instantânea de torque. Complementando isso, o sistema de seleção de terreno da Jeep, Selec-Terrain, oferece cinco modos de condução distintos: Auto, Sport, Eco, Snow e Sand. Design O desenho do Jeep Wagoneer S preserva o DNA da marca com uma grade com as características sete fendas, que além de estética ganham a função de iluminar a linha de visão ao aproximar-se do veículo. O Wagoneer S começa a ser vendido na edição Launch Edition, com detalhes escurecidos. Rodas são de 20 polegadas e elementos exteriores em preto brilhante e cinza escuro. O modelo ainda traz acabamentos de realce acetinado e um teto panorâmico de dois painéis como itens de série. O interior tem mais de 45 polegadas de telas em alta definição, incluindo uma tela interativa de 10,25 polegadas para o passageiro. O condutor desfruta de um novo painel de instrumentos de 12,3 polegadas, que oferece um conjunto aperfeiçoado de menus, incluindo elementos específicos de veículos elétricos, como o nível de carga, o estado da bateria e a potência disponível. A tela central de 12,3 polegadas, de série, é equipada com o premiado sistema Uconnect 5, oferecendo novos níveis de resolução. O interior apresenta detalhes novos, incluindo um volante esportivo com costura em vermelha com revestimento antimicrobiano em vinil. Segurança O Jeep Wagoneer S de 2024 oferece uma combinação de mais de 170 elementos de segurança e proteção de série que ajudam a tornar a instrumentação mais fácil de visualizar e ajudam a evitar colisões com tecnologia avançada de assistência ao condutor. O Launch Edition possui funcionalidades como Condução Assistida, Frenagem de Emergência Ativa com detecção de pedestres e ciclistas, Sistema de Detecção de Fadiga do Condutor, Sistema de Reconhecimento de Sinais de Trânsito e Câmera 360º. Com uma arquitetura flexível e uma plataforma aberta definida por software, o Jeep Wagoneer S pode receber funcionalidades e serviços como condução autônoma adicional, desempenho e outras tecnologias através de atualizações over-the-air (OTA). Com as atualizações OTA, o veículo continuará evoluindo. No Brasil Por enquanto, a Jeep não informou se o Wagoneer será lançado no Brasil. Mas o fato da informação do lançamento ter sido divulgada à imprensa nos dá alguma pista. A Stellantis até então assistiu chineses e outras empresas entrarem na eletrificação mas manteve o pé atrás. Chegou a apresentar no Brasil as engenharias de novos modelos híbridos que seriam lançados. Mas nas falas dos seus dirigentes, o tom era ainda de cautela quanto ao uso apenas da eletricidade. Para o Brasil, o Fiat Pulse é um dos cotados para iniciar a oferta de modelos híbridos, a partir das plataformas que foram apresentadas. Por enquanto, apenas o Fiat 500 elétrico e o Jeep Compass 4xe foram apresentados. Mas, especialmente nos híbridos, essa oferta deve aumentar.   Informações e imagens: assessoria Stellantis

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Polo é o novo VW Rock In Rio

Chegou a vez do Polo receber a série especial Rock in Rio,  em homenagem aos 40 anos de história do festival. A versão exclusiva terá produção limitada e segue um pouco da receita do que já esteve em outros modelos da marca. “Com o desempenho de vendas do Polo neste ano, não poderíamos ter escolhido um modelo melhor para celebrar os 40 anos de Rock in Rio”, comenta Roger Corassa, Vice-presidente de Vendas & Marketing da Volkswagen do Brasil. O Polo Rock in Rio é baseado no Polo Track, vendido como modelo de entrada da marca. Ele tem motor 1.0 MPI de 84 cv e 10,3 kgfm de torque. Essa será a terceira edição especial já feita com o Polo no Brasil, começando com o Polo Beats em 2019, passando pelo Polo Track First Edition em 2023 – edição numerada para o lançamento do modelo no mercado nacional. Para a versão especial do Rock in Rio, o Polo Track traz roupagem exclusiva focada no estilo e na música. No exterior, as três cores disponíveis, Branco Puro, Cinza Platinum e Vermelho Sunset, recebem acabamentos em Preto Ninja no teto, maçanetas, retrovisores, nas calotas exclusivas e faixa que cruza a tampa traseira do modelo. Ainda traseira, o adesivo com nomenclatura Track dá espaço ao nome do festival, assim como o capô dianteiro, que recebe o logo aplicado do lado do direito. Nas laterais, adesivo com design exclusivo do Rock in Rio percorre a parte inferior das portas dianteiras e traseiras. No interior, ouvir música é prioridade. No console, a central multimídia VW Play com tela de de 10” polegadas é de série com conexão Apple CarPlay e Android Auto sem fio e sistema de som com seis alto-falantes. Os bancos dianteiros e traseiros trazem revestimento exclusivo em duas cores com a marca do festival em baixo relevo para os quatro ocupantes. O painel também recebe emblema com acabamento em preto piano, inédito na linha Track.   Edições Especiais Rock in Rio Os primeiros foram o Fox e o Gol, ainda em 2011. Este último, chamado de “novo Gol” ainda não tinha recebido atualização no desenho. O Fox, por sua vez, ainda tinha o primeiro desenho de rodas após a mudança. Ambos com três opções de cores exclusivas – branco, azul e vermelho, – estavam equipados com rodas escurecidas, acabamentos em vermelho no interior, sistema de som e volante multifuncional. Já em 2013, na segunda participação da Volkswagen, apenas o Fox ganhou a série especial. Com revestimento de bancos exclusivos, soleiras exclusivas e retrovisores em acabamento fosco para contraste com a pintura, o compacto já tinha grade diferenciada e novas rodas, iguais as que eram usadas na versão topo da época. A lista de oferta ficou mais completa em 2015, quando Saveiro, Gol e Fox receberam edições exclusivas do Rock in Rio. Pela primeira vez, a picape, baseada na versão Highline Cabine Dupla, foi equipada com os revestimentos exclusivos do evento, faixa alusiva na lateral e lanternas escurecidas. No interior, sistema de som mais potente com volante multifuncional acompanhavam as pedaleiras esportivas e os detalhes em vermelho no painel. Encontrar uma delas hoje é missão difícil. Poucas foram vendidas e muitas hoje estão descaracterizadas, sem as faixas laterais. Isso acontece também com os Gol e Fox desse mesmo ano. O pacote de equipamentos era completo, com computador de bordo, sensores de estacionamento, faróis e lanterna de neblina e o som original. Mas muitos carros ficaram nas concessionárias e foram vendidos depois, para clientes que não procuravam pela série e pediam para remover os adesivos laterais. Ou seja, mesmo zero km, teve Gol Rock in Rio que já saiu como se fosse um modelo comum. Tarefa ainda mais difícil é encontrar um dos modelos na cor Azul Night, que surgiu ainda na primeira safra dos Rock In Rio e depois, em anos posteriores, foi adotada na linha. O adesivo cinza combinava com o tom escuro e a decoração do carro. A linha Rock In Rio de 2016 foi a mais completa em termos de gama e também de modelos. Outro destaque desse ano são as rodas de liga-leve, raiadas, que eram diferentes das usadas nas outras versões. Para as outras edições, a VW selecionava versões mais intermediárias na gama para se tornarem Rock In Rio. Desta vez, a escolha foi pelo produto que mais vende, mas em uma configuração de entrada. Será a primeira vez que um Rock in Rio vem com calotas, por exemplo. E também sem opção dos faróis de neblina. Ainda assim o som bom está garantido. Informações e imagens: assessoria VW

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Amarelo Ímola: cor de lançamento do Palio 2001

A chegada da linha Palio 2001 trouxe além do desenho uma cor que marcou época na Fiat. Não pelas vendas mas hoje pela raridade: Amarelo Ímola. Em 1996, quando o Fiat Palio foi lançado, o catálogo de cores tinha quase dez opções, muito além de cinza, prata e branco. Havia azul claro, escuro, roxo, verde e laranja. Os tempos eram outros e havia procura. Porém, a preferência pelos tons neutros começava a ganhar forma nessa época. “É pela segurança.” Um dos argumentos era de que um carro cinza não chamava tanto a atenção quanto um laranja. Em 2000, o último ano de oferta da linha Palio antes da primeira mudança, trouxe o Verde Amazon como destaque, em toda linha Fiat. Mas foi na linha 2000/2001 que o novo Palio estreou na cor mais emblemática: o Amarelo Ímola. As fotos do modelo nos anúncios das revistas e também nos comerciais da TV mostravam sempre a mesma cor. E era possível até mesmo ver a raríssima versão Stile do Palio, com o para-choque sem pintura na grade, as rodas de liga-leve com raios curvos, maçanetas, saias e espelhos pintados. “É hora de rever seus conceitos”, dizia a frase do anúncio na TV. Até mesmo nos testes das revistas, o então “novo Palio” praticamente só aparecia no tom amarelo. A revista Quatro Rodas, por exemplo, chegou a comparar a linha Gol com a linha Palio. Estavam no teste um Palio Young (carroceria antiga), um EX 2 portas e mais dois: Um ELX 1.0 16V e um Stile 1.6 16V, estes últimos na cor Amarelo Ímola. Depois que as versões mais completas foram sendo testadas, outras revistas e publicações passaram a avaliar também a versão de entrada. E foi quando o EX de duas portas também apareceu nessa cor. A cor O Amarelo Ímola era oferecido como opcional de pintura metálica. A cor amarela ganhava profundidade com elementos em alumínio graúdo em sua fórmula. Olhando de perto, essas partículas brilhavam, especialmente ao sol. Não era um amarelo sólido, como o que foi usado anos mais tarde em Palio 1.8 R e Stilo. Era um tom mais puxado para o dourado, acentuado pelos elementos em poliéster alumínio ouro e amarelo cromo. Na época este editor, então com seus 15 anos e já apaixonado por carro, acreditava que a maioria dos Palio vendidos seriam amarelos. Não foi o que aconteceu. A cor mais comum passou a ser a Cinza Steel, quase um prata. Havia também um tom azul metálico escuro e outro cinza menos comum: o Cinza Orione, próximo do grafite. E cadê o amarelo? Difícil ver um na rua, ainda mais em cidade do interior. Brava Amarelo Ímola Além do Palio, o Fiat Brava também poderia vir na cor Amarelo Ímola na época. Fotos da linha 2000/2001 mostram que o Brava ganhava personalidade nessa cor e combinava com as linhas italianas da carroceria. No site da Fiat, havia um tour virtual interno em um Brava. De dentro para fora, via-se a cor amarela em partes do capô e portas. E o carro usado para as imagens ainda tinha teto solar. Mas se é difícil encontrar um Palio Amarelo Ímola, um Brava é ainda mais. Um exemplar apareceu à venda em 2023 numa cidade próxima a Gramado na Serra Gaúcha. Mas já beirava o vale da morte e o anúncio desapareceu no Facebook. Lá em casa Em 2011 o pai do jornalista que escreve este artigo encontrou um Palio 2002 e decidiu trocar o Uno Mille ELX 1995 que tinha na época. – Que cor é? – Ah, é bonito o carro! A resposta para a minha pergunta de certa forma queria desviar a atenção. Mas na verdade nem meu pai entendia bem que cor era aquela. “É um ocre”, dizia. Sem celulares que enviavam imagem, as primeiras fotos do Palio chegaram pra mim por e-mail. – Um Palio Amarelo Ímola! Pensei alto naquele dia. Quando o vi ao vivo pela primeira vez, percebi rodas de ferro da linha VW, para-choques e faróis desalinhados e marcas de repintura em algumas peças. Mas para um carro com 140 mil km e quase dez anos de uso, sabíamos que não seria impecável. Mas se era um EX, como tinha faróis de neblina? E espelhos, maçanetas e saias pintadas? Daí veio a segunda descoberta de que se tratava de um Palio muito raro. 2002 foi o segundo e último ano de oferta do Amarelo Ímola no catálogo da Fiat. Para responder ao Gol Trend, lançado como série especial na linha de entrada do Gol, a Fiat deu perfumaria estética para o Palio EX e o lançou como Palio Century. O EX ganhava rodas aro 14, faróis de neblina e detalhes na cor da carroceria. O manual tinha até um livreto suplementar “Century”. A série especial teve exemplares amarelos fabricados e esse era um deles: Um raro, raríssimo Palio EX Century 1.0 16V Amarelo Ímola 2002. O carro não tinha ar condicionado nem direção hidráulica. Só ar quente, vidros e travas elétricas. A primeira ação foi ver um jogo de calotas. Na época, encontrei o desenho do Fiat Linea T-Jet em aro 14. Lindo. Só não lembrei que as rodas que estavam nesse Palio eram da linha Gol e as calotas não encaixaram. Foi preciso afinar os raios, cortando com ferro quente, para que a colocação fosse possível. Combinou bem porque o carro já havia recebido aerofólio traseiro em algum momento da vida. Depois foi a vez da manutenção, com correia dentada nova, amortecedores e molas. Fora isso, o motor Fire 1.0 16V mostrou que andava bem na estrada quando o giro subia e não deu manutenção. Quando esteve em Porto Alegre, pegou o ano de mudança da sede da Ulbra TV do centro para o campus da universidade em Canoas, na região metropolitana. Assim, passou a pegar estrada comigo todos os dias. Dois anos depois, voltou a viver na fronteira. Foi nesse tempo que uma das calotas se soltou e se perdeu. E eu saí de casa e

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BYD aumenta eficiência e autonomia

A BYD revelou a quinta geração da tecnologia híbrida DM, ao lançar os modelos BYD Qin L DM-i e BYD Seal 06 DM-i. Os modelos alcançaram eficiência térmica global de 46,06%, o menor consumo de combustível com apenas 2,9L/100km e uma autonomia que pode chegar a incríveis 2,1 mil quilômetros. O sedã BYD Qin L DM-i e o BYD Seal 06 DM-i foram apresentados na China. A marca afirma que todos os modelos híbridos plug-in que produz já venderam mais de 3,6 milhões de unidades. Um em cada dois carros dessa tecnologia vendidos na China é da marca BYD. Tecnologia DM de quinta geração Com o novo sistema híbrido, a BYD afirma que os carros ganham aceleração potente, baixo consumo, bom desempenho NVH (ruído, vibração e rigidez), e condução suave, além de ecoeficiência e inteligência. Este avanço é garantido por um powertrain centrado na eletricidade, sistema de gerenciamento térmico de veículo completo e adaptável a todos os climas, além de uma arquitetura elétrica eletrônica que integra eletrificação e inteligência. O chassi da BYD centrado em eletricidade atinge um nível global de eficiência térmica, impulsionado por um motor híbrido de alta eficiência. O sistema híbrido elétrico EHS, otimizado, aumenta a potência em 70,28%, reduzindo perdas de energia e ampliando a eficiência operacional em 92%. Já a inovadora bateria Blade, aprimorada para veículos híbridos plug-in, teve aumento de 15,9% na densidade de energia, fortalecendo a capacidade e desempenho do veículo. O sistema de gerenciamento térmico abrangente regula o calor na bateria, no compartimento do motor e na cabine. Em condições climáticas extremas, conserva energia de forma inteligente: o resfriamento direto da bateria e as grades adaptativas economizam até 10% em calor, enquanto em condições de frio, pode economizar até 8% do consumo de energia. A integração elétrica e eletrônica introduz um controlador híbrido plug-in “sete em um”, multiplicando funções e densidade de potência em 18,3%. A consolidação da VCU (Unidade de Controle de Tensão) e das duplas MCUs (Unidade de Controle do Motor) amplifica a potência em 146%, revolucionando o desempenho e a integração do veículo. A empresa acredita que, com os veículos de nova energia ganhando destaque, o lançamento da quinta geração da tecnologia DM da BYD será um acelerador na transição dos combustíveis fósseis para a energia elétrica na indústria automobilística.   Informações e imagens: assessoria BYD

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