Guilherme rockett

Alagamento: sempre devagar

A sequência de chuva que atingiu Rio Grande do Sul provocou inundações e também uma série de alagamentos nas cidades. E muita gente ficou pelo caminho. Era final de manhã na avenida guaíba, zona sul de Porto Alegre, em que a cena do condutor de um Fiat Fiorino foi registrada. O veículo inicia a travessia de um trecho inundado pelo lago Guaíba com a enchente. O motorista não recua e segue avançando até que uma onda se forma na frente do carro. A água tapa até mesmo o capô do motor. Ele segue até que o carro consegue vencer a inundação. A prática é desaconselhada pelos mecânicos. Héctor Besouchet, da Promec, oficina mecânica de Porto Alegre, explica que a cultura de passar rápido remete aos tempos do Fusca, em que o motor ficava atrás. Hoje, a tomada de ar dos carros está voltada para frente. Caso a água entre, vai parar dentro do motor. “Se a tomada de ar é na grade, no capô, essa situação hoje é mais propícia ao calço hidráulico. Se for passar tem que ser sempre devagarinho para não fazer onda”, reforça Hector. Calço hidráulico: o que é? Calço é algo que trava, tranca, segura. Se é hidráulico, estamos falando de uma “trava líquida”. É quando a água entra junto com o ar e vai parar dentro do motor. O mecânico explica que quando a onda aumenta na frente do carro, a água sube o para o para-choque vai até a tomada de ar. O motor aspira essa água para dentro. “E o motor não consegue admitir água. Ele admite ar e combustível em forma de pulverização. Ele comprime para fazer andar e funcionar o ciclo do motor. A água não. A água não comprime.” Hector Besouchet aponta que quando o carro absorve água o pistão vai subir, a água não vai comprimir e o motor vai quebrar.   O que fazer? Atravessar devagar Um motorista consciente consegue minimamente refletir antes de avançar sobre um alagamento ao perceber o dano que pode causar ao próprio patrimônio. “Evitem, se puderem, uma situação de água. A não ser se for uma rua que tu conhece, que não tenha uma parte baixa no meio da avenida. Tu vê que a água está na altura da guia de calçada, mais ou menos”, orienta o mecânico. Em casos de alagamento com a água mais baixa, que não cobre a guia de calçada ou apenas atinge altura dos pneus, a travessia é mais tranquila, mas deve ser feita sempre em baixa velocidade. “Sempre passar devagar, devagarinho.” Em situações nas quais não há como evitar a água mais profunda, o motorista deve parar, engatar a primeira marcha, pisar levemente na embreagem e avançar sempre com giro alto. Assim, o fluxo contínuo de ar não permite que a água entre pelo escapamento. Em baixa velocidade, a onda à frente também é menor. Se o carro for automático, use o câmbio em “L”, “1” ou limite a troca sequencial para que o veículo não avance a marcha e ande só em primeira. Jamais faça troca de marchas no meio da inundação. Outro risco está depois que o dano acontece. É que as apólices atuais de seguro não cobrem casos em que os motoristas enfrentam alagamento. Apenas quando o veículo ficou em uma zona que inundou. “Ele assume o risco e a seguradora não paga”, completa Hector.

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500e é o Fiat mais top hoje no Brasil

Não é a Toro nem o Fastback. Na gama da Fiat, o 500e é o carro mais sofisticado oferecido pela marca hoje no Brasil. O canal VEÍCULOS & VELOCIDADE testou o modelo e apresenta a avaliação em um vídeo, que já está disponível no link abaixo. https://youtu.be/Qhvno8GCLkU Por fora, as linhas do 500 continuam clássicas mas foram renovadas na geração atual. A dianteira tem faróis com iluminação de rodagem diurna e bloco principal em led. Abaixo, há um outro círculo de led que cumpre função mais estética e alterna entre luz diurna e seta. Na lateral as rodas 16 polegadas são pintadas em tom grafite e tem tampa central sobre os parafusos. A maçaneta esconde um comando elétrico de abertura das portas, diferente de outros carros com trinco. Na parte superior da tampa do porta-malas está um aerofólio. As lanternas traseiras são em led, mas na parte inferior do pára-choque estão as luzes de ré e também uma luz de neblina incandescente. O modelo compacto tem porta-malas pequeno, com 185 litros e apenas uma iluminação. Para baixar a tampa, ela se torna pesada no fim do curso e é preciso cuidado para não bater com força.   Interior de couro e tecnológico Dentro do carro, o destaque é o bom acabamento. Portas tem plásticos de qualidade e o mesmo revestimento claro dos bancos, bastante suave no apoio de braço. Os banco em tom claro têm o script da Fiat costurado. O volante de direção é forrado e tem duas cores. No painel, um aplique branco, o mesmo tom da carroceria, com pequenos filetes cinza. O cluster é uma tela de sete polegadas de mais alta resolução quando a gente compara com a que está no Fastback e na Toro. Ele alterna visões e pode mostrar o consumo de energia, mapa do GPS embarcado ou ainda fazer configurações do carro. A mídia é o sistema U Connect da Fiat, de 10,25 polegadas. Ela reúne comando do ar-condicionado, GPS embarcado e permite fazer várias configurações do veículo. Entre elas, a sensibilidade dos assistentes de direção. Entretanto, o volume do rádio não chega em níveis muito altos sem distorcer e a captação do sinal de FM é prejudicada em várias situações próximo de morro, em que carros bem mais baratos conseguem manter a pleno.   Equipamentos e o motor elétrico O Fiat 500e chega em versão única Icon, com comandos elétricos para vidros e retrovisores, ar-condicionado automático , teto solar fixo e um conjunto de assistências ao condutor. A chave é presencial e o fechamento dos vidros é possível mantendo o botão pressionado por mais alguns segundos. O motor gera 87 kW, o que equivale a 118 cavalos de potência. O Torque chega a 220 Newton metro. Ele leva nove segundos para ir de zero a 100 km/h e 4,8 segundos para retomar de 60 a 100 km/h. A bateria usa íons de lítio com 42 kWh e a autonomia dita pela fábrica é de 320 km. No entanto, durante o teste, a autonomia do carro não passou dos 300 km. Ao volante, a suspensão mostra firmeza para fazer curvas em velocidade mais alta e também para superar obstáculos em ruas de paralelepípedo. Apenas no limite ela faz o carro oscilar quando ele roda rápido em ruas esburacadas. O volante de direção é leve e fácil de manobrar. Com dois raios, fica devendo um terceiro apoio para as mãos em direção à parte inferior. O motor do Fiat 500 permite acelerações vigorosas, próprias para subir aclives ganhando velocidade e fazer ultrapassagens. O modelo tem três modos de condução. No modo normal, ele oferece toda a potência e inicia regenerações quando o motorista pressiona o freio. O destaque fica por conta do modo Range, que ativa a função “um pedal” e obriga o motorista a reaprender a conduzir. Deixa-se de soltar o acelerador para pisar no freio, no momento das reduções. Basta aliviar a carga do acelerador para a regeneração já iniciar e provocar uma frenagem. Assim, não vai ser preciso utilizar o pedal do freio, salvo em raros momentos no trânsito. O modo Sherpa limita a potência do carro e desliga o ar-condicionado para a máxima eficiência e o menor consumo possível de bateria.   Assistências: pacote completo Dentro da cidade, há controle de cruzeiro adaptativo. O condutor pode acionar o sistema partir de 30 km/h e o carro passa a manter a velocidade e a distância pré-definida à frente. Quando os outros carros iniciam uma redução, o 500 faz isso sozinho e pode até parar, caso o trânsito pare também. O problema é que mesmo programando a menor distância, o 500 acaba deixando muito espaço à frente, suficiente para que um terceiro carro entre entre o seu e o que está rodando na mesma pista. Outra assistência útil dentro da cidade é o monitor de ponto cego, que acende um triângulo no espelho retrovisor exatamente no momento em que o veículo que vem sai do campo de visão. Em rodovia, essas assistências também são utilizadas e ainda há função do sistema de manutenção do carro em faixa. No 500e, o diferencial é que basta uma correção realizada pelo veículo para aquele identifique o motorista sem as mãos no volante e emita alertas. Ele não é permissivo como outros carros já avaliados e não deixa o motorista dirigir sem as mãos. Ainda tem comutação automática para farol alto, sensor de chuva e de luminosidade e frenagem automática de emergência. Nessa condição, o carro consegue dar uma carga maior nos freios e emite um alerta visual e sonoro ao motorista. O 500 também tem Park Assist, para auxiliar em manobras de estacionamento.   Depois de rodar, a recarga Para carregar, um cabo de seis metros que acompanha o veículo. Ele permite carregamento em tomadas domésticas mesmo sem aterramento. Em wallbox, a carga completa é obtida rapidamente, o que até surpreende quando a gente compara com outros veículos, que demoram mais para recarregar. Por óbvio, é um carro pequeno e com apenas duas portas.

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Linha 2024 da Honda XRE 190

A promessa da Honda XRE 190 2024 quer dar mais equilíbrio para uso em qualquer tipo de terreno com economia, tanto de combustível quanto de exercício. Assim, a marca acredita ter aprimorado a moto trail para atender todos os tipos de uso. A XRE 190 é adequada para o dia a dia, tanto no uso pessoal quanto no profissional. O diferencial é que ela vai além. É competente para passeios de final de semana com potência na medida certa para encarar caminhos fora do asfalto.   Motor Este caráter duplo da XRE 190 tem como aliado o motor monocilindro arrefecido a ar, 4 tempos, dotado de comando único no cabeçote (OHC – Overhead Camshaft), com balancins roletados nas duas válvulas, que proporciona menores ruídos mecânicos e atrito, além de garantir maior durabilidade ao motor. Com 184,4 cc e potência máxima de 16,4 cv (etanol) e 16,3 cv (gasolina), e torque máximo de 1,66 kgf.m (etanol) e 1,65 kgfm (gasolina), e alimentado pelo sistema de injeção eletrônica PGM-FI Flexone, o motor da XRE 190 deriva da unidade que equipa as motocicletas da família CG. A capacidade cúbica foi elevada por intermédio do aumento do diâmetro do pistão. Essa engenharia preservou características de durabilidade e economia acrescentando “pegada”, que permite à trail encarar terrenos ruins com facilidade. O chassi de aço tipo berço semiduplo e as suspensões – dianteira telescópica e a traseira monoamortecida de longo curso proporcionam maneabilidade, capacidade de superação de obstáculos e segurança. A frenagem é tipo ABS com disco dianteiro de 240 mm e disco traseiro de 220 mm.   Pneus pra uso misto A XRE usa os Pirelli MT 60, de medidas 90/90-19 na dianteira e 110/70-17 na traseira. Assim, atende exigências de aderência e estabilidade tanto na terra como no asfalto, aspecto favorecido também pelo baixo peso a seco, de apenas 127 kg. A ergonomia é outro ponto de destaque na XRE 190, cuja posição de pilotagem possibilita domínio em uso urbano e em vias não pavimentadas. O banco de dois níveis e comandos facilitam a pilotagem. Importante fator de praticidade é o bagageiro integrado à amplas alças laterais. O painel digital é com display LCD onde as informações como nível de combustível, rotação do motor, velocidade, hodômetro total, dois hodômetros parciais e consumo de combustível permitem visualização simples em qualquer condição de iluminação.   Tanque e autonomia A autonomia proporcionada pelo tanque de combustível de 13,5 litros é de 350 a 500 km, fator que torna a XRE 190 não apenas prática, mas sobretudo adaptada a percursos rodoviários ou ao uso em regiões distantes dos centros urbanos, sem grande oferta de postos de combustível. A Honda XRE 190 ABS modelo 2024 tem três anos de garantia sem limite de quilometragem, mais óleo Pro Honda grátis em sete revisões (o fornecimento gratuito do óleo é válido a partir da 3ª revisão). O preço público sugerido base São Paulo-SP é: Honda XRE 190 ABS Adventure (Verde Fosco): R$ 20.850,00 Honda XRE 190 ABS (Vermelho Perolizado e Cinza Metálico): R$ 20.360,00

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Expedição Ranger vai cruzar o Brasil

A Ford deu a largada na Expedição Ford Ranger, que vai percorrer todas as regiões do Brasil para convidar clientes a conhecer e dirigir a nova geração da picape. Até o final de novembro, a expedição vai visitar 14 cidades e rodar um total de onze mil km, promovendo a experimentação em circuitos urbanos e off-road, selecionados para demonstrar o desempenho e as tecnologias exclusivas da Nova Ranger. A etapa 2023 da Expedição Ford Ranger partiu de Londrina e Maringá, PR no dia 27 de setembro e seguiu para Campo Grande, MS; Rio Verde, GO; Goiânia, GO; até chegar a Brasília em 15 de outubro. Depois, as picapes vão até Cuiabá, MT (21 e 22/10), Tangará da Serra, MT (25/10), Sinop, MT (28/10), Imperatriz, MA (05/11), Marabá, PA (10/11), Belém, PA (15/11), Teresina, PI (19/11) e Palmas, TO (25 e 26/11). A ação, promovida pela Ford em parceria com a sua rede de concessionárias vai disponibilizar a picape para mais de 1,5 mil test-drives em oito semanas. Ela vai chegar também a outros estados e cidades em 2024, abrangendo os principais mercados consumidores de picapes do país. Cada local terá uma programação diferente, seja na própria revenda ou em espaços especialmente preparados, incluindo também atrações como música, entretenimento e gastronomia. Durante a expedição, os clientes poderão dirigir a Nova Ranger em diferentes versões, incluindo os dois novos motores turbodiesel, o 2.0 e o V6 3.0 – o mais forte da categoria, com torque de 61 kgfm –, com transmissão automática de 10 velocidades e tração 4WD. Construída com chassi maior e mais robusto, a picape tem design musculoso e um nível superior de refinamento na cabine. É a única a oferecer painel de instrumentos configurável com tela LCD de 8” ou 12,4”, multimídia de 10” ou 12”, com conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay e carregador por indução. O veículo traz também tecnologias como piloto automático adaptativo com stop & go, monitoramento de ponto cego com cobertura de reboque, assistente autônomo de frenagem com detecção de pedestres e alerta de tráfego cruzado em marcha a ré, assistente de manobras evasivas, assistente de permanência e centralização em faixa, assistente de cruzamentos e câmeras 360°.   Fotos e informações: assessoria Ford

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Kangoo E-Tech chega em nova geração

A Renault lança no Brasil a nova geração do Kangoo E-Tech 100% elétrico. É uma solução de mobilidade elétrica para empresas ou até mesmo para transportadores autônomos, com foco na redução de custo e poluentes. A van elétrica da Renault vem equipada com um motor de 90 kW (120 cv) e 25 kgfm (245 Nm) de torque instantâneo. No entanto, aqui o foco é uma condução suave e sem estresse em todas as situações. Autonomia: o que é mais importante A bateria é de íons de lítio de 45 kWh, composta por oito módulos independentes. Um projeto que facilita um possível reparo. O modelo possui autonomia de 210 km, segundo o Programa Brasileiro de Etiqueta Veicular (PBEV). A marca divulga autonomia no ciclo urbano de até 329 km e de 300 km no ciclo combinado, de acordo com a norma do INMETRO (SAE J1634). Com isso, os motoristas podem ficar tranquilos ao realizar um dia inteiro de viagens de trabalho, por um custo imbatível de operação. Novidade nesta nova geração é o fato de que esta bateria possui sistema de resfriamento líquido e resistência elétrica permitindo a utilização na zona de temperatura adequada, mantendo assim sua autonomia e relaxamento no tempo de carregamento. As baterias têm garantia de oito anos ou 160.000 km. Durante este intervalo, eles são liberados gratuitamente se sua capacidade diminuir para menos de 70% do seu valor nominal (SOC). Comparada à geração anterior, a bateria possui maior capacidade (33 kWh X 45 kWh), refrigerante líquido, o que ampliou a autonomia e permitiu, também um aumento da garantia, de cinco para oito anos. Modos de condução A gama de configurações de modo de condução/regime de frenagem regenerativa significa que os condutores podem escolher entre seis estilos de condução diferentes para um conforto e autonomia ideais, de acordo com a utilização específica do veículo e as condições de trânsito. As informações relativas ao modo de condução selecionado e gerenciamento de energia elétrica são exibidas em um painel de instrumentos digital colorido de 4,2 polegadas no centro do painel. O modo Eco, que limita a potência e a velocidade máxima do veículo, ajuda a otimizar a autonomia geral e pode ser utilizado ao transportar uma carga leve. O condutor pode escolher entre três modos de frenagem regenerativa: · Cruzeiro (indicador luminoso B1): modo regenerativo limitado, adequado para condução em rodovias e vias rápidas · Drive (B2): modo regenerativo padrão para uso versátil que tem uma sensação de motor à combustão ao pisar no acelerador · Freio (B3): modo regenerativo máximo para uso em engarrafamentos e trechos de serra. No novo Kangoo E-Tech a frenagem hidráulica convencional é assistida por um sistema ARB (Adaptive Regenerative Brake System), que maximiza a quantidade de energia recuperada independentemente do regime de frenagem selecionado. Depois do trabalho, a recarga Para recarregar a bateria, o novo Kangoo E-Tech 100% elétrico oferece opções de carregamento: · Carregamento de 2,3 kW, adequado para carregamento em tomadas domésticas · Carregamento trifásico AC (corrente alternada) de 3,7 kW até 22 kW (inédito em veículos comerciais), configurado para carregamento em postos públicos e wallboxes · Carregador rápido DC de 80 kW (corrente contínua) para carregadores ultrarrápidos de rodovias. A bateria do novo Kangoo E-Tech leva 2h40 (02h30) para passar de 15% a 80% de carga quando conectada a uma Wallbox de 11 kW e menos de seis horas em uma Wallbox de 7,4 kW. O Kangoo E-Tech também pode ser recarregado em uma tomada doméstica padrão ABNT em 220 volts com o uso de um carregador portátil, comercializado separadamente como acessório.   Praticidade e segurança O novo Kangoo E-Tech 100% elétrico oferece um espaço de carga de 4,3 m³. A sua carga útil máxima é de 800 kg e a capacidade de reboque, de 1.500 kg. A porta lateral deslizante extralarga (864 mm) permite a acomodação de grandes objetos e facilidade de carga e descarga em centros urbanos, e seu espaço de armazenamento traz 2,2 metros de comprimento, 1,5 metro de largura e 1,3 metro de altura. A área de carga possui portas traseiras 1/3 – 2/3 que podem abrir de 90° a 180°, facilitando o acesso mesmo que haja pouco espaço atrás do veículo. As travas das portas laterais e traseiras foram removidas para aumentar a resistência à intrusão e ao roubo. Um sistema de supertravamento oferece um nível mais alto de proteção: os controles internos de destravamento das portas só são ativados se a chave for usada. Com isso, em caso de arrombamento da cabine, a área de carga (100% protegida) permanece fechada. Os ocupantes também farão uma jornada com toda a segurança, já que o Kangoo E-Tech está equipado com diversas tecnologias, como quatro airbags, controles de tração e estabilidade (ESP) e assistente de partida em rampas (HSA). Além disso, a bateria é abrigada em uma estrutura de alta resistência e possui plugue de desconexão do sistema de alta tensão e dispositivo de extinção rápida de fogo na bateria no qual, existe um disco de ruptura que se rompe com a pressão da mangueira dos bombeiros , inundando o interior da bateria e auxiliando na contenção de chamas. Design exterior forte e funcional O Kangoo E-Tech apresenta um design inédito, mais forte e funcional: capô horizontal com nervuras, frente elevada e laterais esculpidas. Os destaques cromados e os acabamentos atraentes elevam o design. A dianteira inédita ficou mais vertical, com acabamento cromado que fica entre a grade e o para-choque dianteiro. As lâmpadas apresentam as luzes diurnas em LED em formato C, características da marca Renault. Com as suas laterais esculpidas e ombros pronunciados, o Kangoo E-Tech rompe com o design tradicionalmente quadrado dos veículos comerciais. As linhas horizontais e as portas traseiras curvas e inclinadas conferem ao veículo uma sensação fluida. O modelo traseiro tem proporções mais equilibradas para um visual mais sólido. No novo Kangoo a bitola traseira e mais larga que a anterior para oferecer mais espaço de carga. Os espelhos laterais mais largos (+35 mm de comprimento e +22 mm de largura)

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Corolla mudou. Onde?

Pegue a lupa do Inspetor Bugiganga e a visão além do alcance dos Thundercats para identificar na foto acima o que mudou na frente do Toyota Corolla na linha 2024. Enquanto você procura, já fique sabendo que o sedã da Toyota chega com preços partem de R$ 148.990,00 até R$ 198.890,00. A partir da versão XEi, o Corolla 2024 recebe nova grade frontal. Ela abandona as filetes horizontais para um desenho em forma de colméia, com aberturas exagonais. A versão GLi, o carro preto da foto, segue com a grade anterior. Assim você pode comparar os dois desenhos. As rodas de 17 polegadas das versões mais caras estão diferentes conforme a versão, como você vai ver nas fotos ao longo desta reportagem. A versão GR-Sport do sedã ganha novas rodas com pintura escurecida, além de teto solar, item solicitado pelos clientes dessa versão. O Toyota Gazoo Racing possui alterações mecânicas que priorizam uma dirigibilidade mais esportiva. No caso do Corolla, as mudanças estão na suspensão, com molas e amortecedores mais firmes, braços estruturais ligados ao chassi e defletores na parte inferior do carro, além de interior diferenciado padrão GR-S.   Tecnologia interior Desde quando a geração atual do Corolla chegou, uma das coisas que destoavam no requinte e bom gosto era o painel de instrumentos. Os mostradores eram simples para a proposta do carro. Agora, a partir da versão XEi chega o cluster totalmente digital de TFT com tela de 12,3 polegadas. A versão GLi recebeu o cluster com tela de 7” que antes equipava a versão Altis. Para todas as versões a multimídia tem tela de 9” com espelhamento sem fio para Android Auto e Apple CarPlay. Também foram adicionadas saídas de ar-condicionado para o banco traseiro e duas saídas USB-C para maior comodidade dos passageiros, desde a versão de entrada GLi. Trazendo mais conforto e pensando na redução de ruído na rodagem do veículo, a Toyota equipou as versões XEi, Altis Premium, Altis Hybrid e Altis Hybrid Premium do Corolla com pneus 215/50/R17, mais estreito que o largura 225 anterior e alguns milímetros mais alto também. Ainda que mais bonitos, nem todos os donos gostaram dos pneus finos que a Toyota passou a usar. As versões topo de linha Altis Hybrid Premium e Altis Premium flex receberam acessórios originais que agregam sofisticação e proteção, como friso lateral inferior com detalhes cromados, aplique cromado no farol de neblina dianteiro, soleira iluminada e kit de segurança das rodas de liga leve.   Segurança: todos com assistências Desde a linha 2023, todas as versões do modelo passaram a trazer  de série a tecnologia do sistema de segurança ativa Toyota Safety Sense (TSS), pacote com recursos como o Sistema de Pré-Colisão Frontal (PCS), Sistema de Assistência de Permanência de Faixa (LTA), com função de Alerta de Mudança de Faixa (LDA), faróis altos automáticos (AHB) e Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC). Na linha 2024, a partir da versão XEi, o modelo traz aprimoramentos no Sistema de Pré-Colisão Frontal, com mais precisão na identificação de pedestres e ciclistas. O sedã é equipado de série com sete airbags, câmera de ré com projeção na central multimídia, cinto de segurança de três pontas e freios ABS com EBD. Na linha 2024, as configurações GR-Sport, Altis Premium e Altis Premium HEV passam a contar ainda com sensores de alerta de ponto cego e alerta de tráfego cruzado traseiro.   Motor e potência As versões do Corolla equipadas com o motor 2.0 Dynamic Force Dual VVT-iE 16V DOHC entregam até 175 cv a 6.600 rpm e torque de 21,3 kgfm a 4.400 rpm. A marca promete menor consumo, auxiliado pelas novas medidas de pneus porque diminui a resistência à rolagem do carro.  Os números chegam a 8,4% no consumo rodoviário quando movido a etanol. Já nas configurações híbridas flex, que combinam um motor 1.8 16V ciclo Atkinson, de 101 cv de potência, com dois motores elétricos de 72 cv e 16,6 kgfm de torque, o ajuste nas medidas dos pneus resultou em eficiência 12% superior na estrada com etanol. Todas as versões estão disponíveis nas cores Branco Lunar, Preto Eclipse, Vermelho Granada, Cinza Celestial, Cinza Granito, Prata Supernova e Branco Polar. A configuração GR-SPORT segue oferecida nas três cores Preto Eclipse, Vermelho Granada e Branco Lunar. Não há mais opção do tom de azul.   Informações e imagens: assessoria Toyota

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XL e XLS: gama da Ranger está completa

Agora a gama da nova Ranger está completa. A picape chegou ao mercado em junho, nas versões topo XLT e Limited. A Ford Pro, divisão de veículos comerciais da marca, completa o lançamento com as versões XL e XLS. As novas versões da Ranger têm cabine dupla e o novo motor 2.0 Turbodiesel, com potência de 170 cv e torque de 41,30 kgfm. Na Ranger XL, voltada para o trabalho e frotistas, esse propulsor vem acompanhado de transmissão manual e tração 4×4. Nas versões intermediárias XLS, de uso misto, ele é acoplado a uma nova transmissão automática e conta com a opção de tração 4×2 ou 4×4. A versão XLS ainda pode receber a motorização mais potente da linha, o novo 3.0 V6. Conteúdo e preço Sabe aquela empada que você pensava ser de frango e, ao morder, era de camarão? É assim a versão XL, com para-choques pretos e rodas de aço. Parece “básica” mas a cara despojada esconde um pacotão de equipamentos. Há sete airbags, multimídia SYNC 4 com tela de 10” e conexão sem fio com Android Auto e Apple CarPlay, painel de instrumentos digital configurável de 8”, faróis com acendimento automático e ajuste elétrico de altura, piloto automático, limitador de velocidade, degrau de acesso à caçamba e ajuste de profundidade e altura do volante. A versão parte de R$ 239.990 e traz também sistema de conectividade FordPass Connect, ar-condicionado, vidros elétricos, luz de direção diurna, retrovisores com ajuste elétrico e piscas integrados, tampa da caçamba com assistência de abertura e fechamento, controle eletrônico de estabilidade, assistente de partida em rampa, controle automático de descidas e preparação elétrica para reboque. Externamente, se diferencia pelos para-choques na cor preta e tem rodas de aço de 16”, calçadas com pneus 255/70 R16 All Terrain de baixa resistência à rolagem. A opção seguinte é a XLS 4×2, pensada para uso urbano do cliente que não precisa da tração 4×4. Ela vem com para-choques na cor da carroceria, faróis full-LED, faróis de neblina halógenos, rodas de liga leve de 17” com pneus 255/70 R17 All Season, câmera de ré e sensor de estacionamento traseiro. Na cabine, traz também ar-condicionado para a segunda fileira de bancos, carregador por indução e partida remota com acionamento do ar-condicionado, por R$ 234.990. A XLS 4×4 oferece os mesmos itens, mais a tração nas quatro rodas e pneus 255/70 R17 All Terrain, com preço de R$ 259.990. Já a Nova Ranger XLS 4WD vem equipada com o motor 3.0 V6 de 250 cv e torque de 61,18 kgfm, transmissão automática de 10 velocidades e tração 4WD, que inclui o exclusivo modo automático de tração nas quatro rodas sob demanda, custando R$ 279.990.   Motores O 2.0 Turbodiesel da XL e XLS gera potência de 170 cv em 3.500 rpm e torque de 41,30 kgfm na faixa entre 1.750 e 2.500 rpm. Com força em baixa rotação, é possível arrancadas mortes e está desenvolvido para aplicações severas. São quatro cilindros, pistões de alumínio, turbo de geometria variável e uma tecnologia de redução de atrito que proporciona mais economia e menor nível de ruído. Já é validado para Diesel B20, tem baixas emissões e faz 10 km/l na cidade e 11,5 km/l na estrada. A Nova Ranger XL vem com uma transmissão manual de seis velocidades, a MT88. As versões XLS 4×2 e 4×4 vêm com uma nova transmissão automática de seis velocidades, modelo 6R80. Essa transmissão incorpora um módulo de controle que aumenta a precisão na troca de marchas. Todas as XLS trazem também quatro modos de condução (Normal, Eco, Rebocar/Transportar e Escorregadio). A Ranger XLS 4WD é equipada com o motor 3.0 V6 da Ford, com 250 cv em 3.250 rpm e torque de 61,18 kgfm, que surge na faixa de 1.750 a 2.500 rpm. A engenharia desenvolvida no Brasil validou para o diesel B20 e tem consumo de 8,9 km/l na cidade e 10,2 km/l na estrada. Esse motor vem acoplado à transmissão automática de dez velocidades, com conversor de torque e inovações que geraram mais de 20 patentes para a Ford. Ela usa um fluido de ultrabaixa viscosidade e algoritmos de troca adaptativa em tempo real para proporcionar um funcionamento suave e eficiente, incluindo o recurso de pular marchas (“skip-shift” e “direct downshift”). A lista de itens da Nova Ranger XLS 4WD inclui, ainda, câmbio eletrônico E-Shifter, sistema start-stop, freio a disco nas quatro rodas e freio de estacionamento eletrônico.   Capacidade e robustez A Ranger de nova geração tem a maior bitola e distância entre-eixos da categoria (3.270 mm) e é construída sobre um chassi 30% mais resistente a torções, com longarinas e travessas redesenhadas, feitas de aço especial. A caçamba, de 1.250 litros, é equipada com régua, seis pontos de amarração de carga, tomada 12V, trava com chave e tampa com assistência de abertura e fechamento. O novo conjunto de suspensão dianteira e traseira da picape contribui para oferecer a melhor dinâmica com estabilidade tanto na estrada como no fora de estrada. Além de ter um curso 15mm maior que a geração anterior, ela é a única com amortecedores externos à longarina em todas as séries. Os seus recursos off-road incluem capacidade de imersão de 800 mm, ângulo de ataque de 30°, ângulo de saída de 26°, ângulo de transposição de rampa de 22°, protetores inferiores de aço e ganchos de reboque dianteiros e traseiros. As versões com tração 4×4 possuem diferencial traseiro blocante. Outro fator de economia é o sistema inteligente de monitoramento da vida útil do óleo, que permite estender o seu uso até 16.000 km. Em vez de seguir períodos de quilometragem fixa, a troca é determinada pelas condições reais de uso do veículo, calculada por algoritmos e parâmetros como regime de uso, temperatura e rotação do motor. O sistema avisa o cliente próximo do momento da troca, pelo painel e pelo aplicativo FordPass. Toda a linha é equipada com a central multimídia SYNC 4, com tela touch HD de 10”, conexão com Android Auto e Apple CarPlay

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VW Tiguan de volta

O crossover de sete lugares Tiguan Allspace volta a ser vendido no Brasil pela Volkswagen ainda em 2023. O comunicado foi feito pela marca, junto com fotos externas do modelo. Por fora, o desenho é semelhante ao Tiguan que era vendido anteriormente. O que há de novo são mudanças nos para-choques e grades, com novas molduras e frisos. Um deles, cromado, marca as extremidades em um estilo que deve chegar também no T-Cross e, nele, deve suprimir os faróis de neblina. Na lateral, linhas retas e vincos bem definidos, no padrão Volkswagen. Os vincos começam próximo das rodas dianteiras e vão até as lanternas traseiras, com elementos em led e que avançam para o centro da tampa do porta-malas. Nos para-choques, estão saídas de escape com molduras em tom cinza.   Tiguan: o precursor da onda SUV na VW Foi o Tiguan o primeiro modelo SUV médio lançado pela Volkswagen em 2008. Antes ela já havia oferecido o Touareg, modelo grande. Em 15 anos de história no Brasil, o Tiguan vendeu 60 mil unidades. Completo, o modelo ofereceu itens de carros de luxo e o motor motor EA888 2.0 TSI e sistema de tração 4MOTION, um 4×4 permanente voltado para a perfórmance. O problema era o consumo, bastante elevado, principalmente quando o carro era usado em modo Sport. Em 2018, a segunda geração vinha da fábrica de Puebla, no México. Ele trouxe a terceira fileira de bancos, com nome Tiguan Allspace. Com entre-eixos de 2,79m, podia chegar até 1.870 litros de espaço de carga. Para 2023, o maior crossover da Volkswagen chegará com novo design e promete novidades no segmento e na lista de equipamentos.   Informações e imagens: assessoria VW

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Mustang elétrico no Brasil. Será?

A Ford confirmou que o Mustang Mach-E vai ser lançado em outubro no Brasil. O modelo já aparece entre os carros eletrificados no site da marca, mas ainda não é possível fazer a configuração. O novo Mustang 100% elétrico deixa de ser um coupé clássico, como o V8 a combustão para ser um crossover coupé, na atual tendência de estilo. Ele é um dos dez lançamentos programados pela marca este ano no mercado brasileiro. Mas o público vai entender um Mustang crossover? Veremos. A Ford já havia anunciado no final do ano passado a decisão de trazer o modelo para a região, sem no entanto precisar uma data. O esportivo chega na versão topo de linha, GT Performance, com a missão de ser o primeiro veículo elétrico vendido pela marca no país, ao lado da E-Transit, a van que já roda em um programa de testes com grandes frotistas da América do Sul. “O Mustang Mach-E não é só um veículo elétrico inovador, versátil e empolgante com emissões zero. Ele é um Mustang, um carro que incorpora o espírito de liberdade e o carisma do cupê esportivo mais vendido do mundo”, diz Daniel Justo, presidente da Ford América do Sul. Nos EUA, foi lançado em 2021 e é hoje vice-líder da categoria com mais de 90 mil unidades. Na Europa, também foi bem aceito e superou o marco de 50 mil unidades em março. Além de conquistar importantes prêmios da indústria, o veículo recebeu nota máxima de segurança do EuroNCAP e do IIHS, entidades oficiais de avaliação de segurança veicular nesses dois mercados.   Informações e imagens: assessoria Ford

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É diesel? Não, obrigado!

Picapes e SUV’s a diesel desvalorizaram mais do que as versões dos mesmos carros com motorização flex. A pesquisa foi realizada pela empresa Mobiauto, um dos três maiores marketplaces de carros usados do Brasil. O levantamento foi feito na própria base de dados da Mobiauto. Sete modelos foram enquadrados no critério da pesquisa: Chevrolet S10 Cabine Dupla, Fiat Toro, Jeep Compass e Renegade, Land Rover Discovery Sport, Toyota SW4 e Hilux Cabine Dupla. Já as versões escolhidas foram definidas a partir da apuração das mais ofertadas versus as mais acessadas na plataforma. “Não são versões equivalentes. Algumas delas são topo de linha, outras são intermediárias. O que nós queríamos era apurar os veículos com maior volume de negócios e maior representatividade comercial no segmento de seminovos, tanto flex como as movidas a diesel”, esclarece o economista Sant Clair de Castro Jr, que é consultor automotivo. Os preços capturados para o levantamento revelam a variação percentual entre agosto de 2022 e agosto de 2023. A diferença nos índices de depreciação foi significativa: os modelos flex perderam 6,16% das cotações de um ano atrás. Já os movidos a diesel perderam 13,63%, mais que o dobro do percentual. Mas houve casos gritantes, como os dois modelos da Toyota, que apontaram diferenças de 12 pontos percentuais. Veja a tabela completa. Uma das explicações apontadas pela Mobiauto está no preço do diesel que disparou e está mais caro que a gasolina. O comprador que mora em grandes cidades e comprava diesel por questões de autonomia e custo-benefício, perdeu o interesse. Muitos modelos com esse tipo de combustível estão parados nas concessionárias e revendas. Os modelos a diesel ainda são valorizados no interior do país, onde ainda há a visão de que só eles conseguem mais durabilidade e autonomia necessária para rodar por certas regiões. Em percentuais absolutos de variações, o campeão de toda a pesquisa, que menos desvalorizou, foi o Toyota SW4 2.7 flex. Ele perdeu menos de 1% de um ano pra cá. No entanto, essa versão flex não é mais produzida. Na outra ponta da tabela, o mau resultado da família Jeep encontra explicação na valorização intensa desses modelos durante a pandemia e a oferta abundante, agora, no mercado de seminovos. A queda nos preços é uma acomodação de mercado, conforme o levantamento da Mobiauto.

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