Guilherme rockett

Fiat lidera em 2024

A Fiat manteve a liderança de vendas no Brasil em 2024. É a quarta vez consecutiva que a marca fica na primeira posição do mercado nacional. A Fiat alcançou 521.289 unidades emplacadas, com 20,9% de participação, um aumento de 45 mil unidades em relação a 2023, superando a segunda colocada por mais de 118 mil carros. A Fiat Strada foi a líder de vendas, com 144.690 unidades comercializadas, representando 5,8% de participação, um avanço de 0,3 ponto percentual em relação ao ano anterior. O Argo, com 91.144 unidades e 3,7% de participação, ganhou três posições e terminou o ano em quinto lugar entre os 10 veículos mais vendidos. Já o Mobi ficou com a nona posição, com 67.390 unidades e 2,7% de participação. A marca também se destacou no segmento de picapes, com a Strada, Toro e Titano somando 204.778 veículos vendidos e 43,1% de participação. No mercado de hatches, o Argo e o Mobi foram os responsáveis pela liderança, com 158.576 unidades e 23,2% de participação. Dentro do histórico de liderança, a Fiorino ainda finalizou o mês de dezembro na primeira colocação com 1.024 veículos e 46,4% do segmento de B-Van, assim como a Scudo, primeira colocada entre as D-Van com 452 unidades e 46,6% de participação.   Informações e imagens: assessoria Stellantis

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Ford e as viaturas americanas

A Ford tem história como a marca de carros das forças policiais dos Estados Unidos. Essa experiência ajudou a impulsionar o negócio de veículos comerciais da marca, tanto no país quanto no mundo. A tradição começou com o Modelo T. Com mecânica simples, robusto e fácil de manter, o veículo logo atraiu a atenção das forças policiais. Em 1915, a Polícia de Oakland, Califórnia, ficou tão impressionada com seu desempenho que o adotou como padrão da sua frota de carros leves. Em 1950, a Ford foi a primeira fabricante a oferecer um veículo com pacote policial. Ele trazia três opções de motor: o Ford V8 especial, o Ford V8 100 HP e o Ford 95 HP Six, além de melhorias de engenharia e design, incluindo itens especiais de conforto, durabilidade, velocidade e segurança para as necessidades do trabalho policial. O pacote da Ford se popularizou entre os órgãos de segurança dos EUA e o Departamento de Polícia de Nova York fez o maior pedido registrado até então na época, de 430 veículos. O primeiro modelo policial a usar o nome Interceptor foi introduzido em 1954. O nome já havia sido usado anteriormente em um novo motor V8 de 125 cavalos, vendido como opcional no pacote policial em 1952. Em 1961, uma pesquisa mostrou que 58% dos carros policiais operando nas 50 maiores cidades dos Estados Unidos eram Ford. O Mustang ingressou no serviço especial em 1982 e estrelou uma campanha publicitária que dizia: “Este Ford persegue Porsches para viver”. O anúncio destacava a sua capacidade em curvas e aceleração de zero a 80 km/h em 6,3 segundos, que permitia acompanhar outros carros esportivos da época. Em 1983, o Crown Victoria LTD redesenhado e com pacote especial deu continuidade à história das viaturas policiais da Ford. Seu pacote incluía como opcional um V8 de alta potência, de 5,8 litros, que ajudou a torná-lo a escolha preferida das cidades norte-americanas durante décadas. Muito conhecido, em 1998 o Crown Victoria representava 85% das vendas de veículos policiais de perseguição nos EUA e no Canadá. O Crown Victoria Police Interceptor foi aposentado em 2012 para dar lugar aos Interceptors de nova geração da Ford. Os modelos utilitário e sedã do Police Interceptor 2013 foram os primeiros da indústria a oferecer alerta de ponto cego, alerta de tráfego cruzado e sensor de ré, além de serem os únicos na época com tração nas quatro rodas construídos especificamente para aplicação policial. Em 2017, a Ford revelou seus primeiros carro e picape policiais híbridos classificados para perseguição. Eles foram seguidos em 2020 pelo Ford Police Interceptor Utility, outra inovação da indústria, como primeiro SUV híbrido de perseguição, e pelo Ford Police Interceptor Utility 2025 lançado em 2024.   Informações e imagens: assessoria Ford

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Atrações de férias no complexo Dream Car

O Complexo Dream Car de São Roque preparou uma programação especial de férias. Em janeiro, ocorrerão encontros de veículos e apresentações de drift, tudo com entrada gratuita. O maior polo de entretenimento dedicado a veículos antigos do Brasil também é composto por kartódromo, parque temático e mall com 23 lojas e restaurantes, atendendo com horário ampliado em janeiro. Fuscas por Aí No dia 26 de janeiro há uma nova edição do Fuscas por Aí, encontro que leva o nome da plataforma no Instagram e YouTube. Cem veículos estarão reunidos no estacionamento do Complexo Dream Car, novamente com entrada de graça. Podem participar gratuitamente carros e motos antigas de qualquer marca e modelo, desde que tenham sido fabricados há mais de 30 anos. Basta ir até o Complexo Dream Car de São Roque ou aderir ao comboio. No dia 26 de janeiro sai às 8 horas do Posto Graal localizado no km 29 da Rodovia Castelo Branco, em Barueri. “Sempre aproveitamos para fazer um agito com esse comboio de carros antigos pelas estradas do Estado de São Paulo com destino aos locais dos encontros”, explica o fundador da plataforma e organizador do evento, Rafael Marinari. Ferrari, Porsche e Camaro Outra atração do complexo é a Volta dos Sonhos, que permite locar Ferrari 360 Spider, Porsche 718 Boxster e Chevrolet Camaro. Quem for visitar o Complexo Dream Car com seu veículo elétrico dispõe de 4 carregadores. Informações adicionais: WhatsApp (11) 3090-9147 ou site www.dreamcarmuseu.com.br.   Informações e imagens: Adair Santos, assessoria de imprensa  

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Compass Blackhawk e seus 272 cv

A versão topo de gama do Jeep Compass já foi a aventureira Trailhawk. Hoje, com o lançamento da esportiva Blackhawk, a proposta é bem diferente para atender um consumidor que não busca mais andar longe do asfalto. Mas quer esportividade, desempenho e muita tecnologia.   A proposta esportiva já fica marcada pelos acabamentos, todos pintados na cor do carro, tal como a versão S. A grade ganha elementos em bronze nos anéis. As rodas aro 19 tem desenho exclusivo da versão. Na traseira, o escapamento duplo saliente mostra que este Compass não está para brincadeira. Só fica faltando um emblema “Hurricane” para denunciar o que há embaixo do capô.   Antes de falar sobre isso, o interior do Compass Blackhawk é diferenciado em relação às outras versões. Há bancos em suede com bordado da versão e elementos em bronze. Só a Blackhawk tem uma tela extra no cluster digital de dez polegadas. Nela, estão informações do desempenho, pressão do turbo, força G e outros indicadores. Toda escurecida, falta um pouco de contraste para ajudar na leitura.   A mídia U-Connect preserva funções de mapas, conexão sem fio com celulares e controle do ar digital de dupla zona, que também tem botões físicos. O mais interessante da linha 2025 fica por conta dos assistentes. O Compass ainda tem o assistente de estacionamento, que manobra o carro para você e nós mostramos isso no review em vídeo no nosso canal. Veja no link abaixo:   Além disso, ele ganhou assistentes de direção nível dois. O que isso significa? Que agora o Compass pode fazer curvas sozinho, enquanto mantém a velocidade determinada e a distância para o carro à frente. Esse conjunto de sistemas pode ser usado na estrada ou na cidade. Se o trânsito parar, o Compass acompanha o carro à frente até a parada total.   Para rodovias, é possível usar todas as funções combinadas e apenas segurar o volante, que agora possui um capacitor para identificar mais rápido quando o motorista está sem as mãos. Logo ele alerta no painel. Ou também é possível usar apenas o controle de cruzeiro no modo adaptativo ou tradicional, centralizador em faixa ou apenas fazendo a correção da evasão. Motor 2.0 turbo Mas a experiência mais interessante nessa nova versão do Compass será desligar todos esses sistemas e explorar o desempenho do motor Hurricane. Uma retomada de 60 km/h a cem acontece em poucos segundos, com um vigor nunca antes visto em um Jeep. Rodando a 120 km/h em rodovia a margem de acelerador que ainda há para ser pressionada é enorme. E se o motorista encarar, vai chegar sem esforço aos 200km/h. Não é brincadeira. Nem é para fazer isso. Todo esse desempenho vem do motor Hurricane 2.0 turbo, de quatro cilindros. Ele possui comando de válvulas duplo acionado por corrente e variação na admissão e escape. São 272 cv de potência e 40,8 kgfm de torque. Hoje, um Jeep Compass pode ser tão rápido quanto um Jetta GLI. O motor não é o único responsável pela performance do carro. A suspensão independente nas quatro rodas foi recalibrada e está mais rígida. Os discos de freio dianteiro são maiores. Além disso, este Compass usa o câmbio automático ZF de nove marchas e a tração nas quatro rodas, como as versões diesel. Porém aqui, a ideia não é o uso off-road. Ele até tem modos para isso. Mas a grande vocação do sistema nesta versão Blackhawk é deixar o Compass grudado no chão e gerenciar a força que entrega em cada roda. O resultado disso é um carro com uma performance de um verdadeiro esportivo. Em alta velocidade, o carro está sempre grudado no chão e obedece os comandos do motorista. Faz com que o condutor fique mal acostumado e qualquer outro carro que ele dirigir depois será “manco”.   Todo esse desempenho tem preço? Sim e não. Claro que as versões Overland e Blackhawk, equipadas com o motor Hurricane custam mais caro e podem chegar a R$ 292 mil na mais cara. Porém, manter o 2.0 não é mais caro em relação ao 1.3. As médias de consumo rodoviário se equivalem na estrada, entre 11 e 12 km/l e são levemente mais baixas na cidade, entre 7,5 e 8km/l. No fim das contas, ainda que esteja na mesma geração, o consumidor vai ver valor nesta nova versão quando for trocar o seu série S, ainda que o carro em si não tenha mudado. Reportagem e fotos: Guilherme Rockett

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Preço do seguro para elétricos

O mercado de veículos híbridos e elétricos vem atraindo consumidores em busca de opções mais sustentáveis e econômicas. Os interessados em devem considerar o custo das apólices de seguro, que pode variar. De acordo com dados da Agger, plataforma de gestão e cotações de seguros do Brasil, o preço médio das apólices para carros elétricos é de R$ 3,4 mil, enquanto para os híbridos, o valor sobe para R$ 4,4 mil. Esses custos podem oscilar conforme fatores como marca, modelo, região de moradia do condutor e perfil de risco. Ranking dos modelos mais vendidos Segundo levantamento da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) realizado em setembro, os três modelos mais vendidos de cada categoria são: Elétricos BYD Dolphin Mini – Preço do seguro: R$ 2.695; valor na tabela Fipe: R$ 117.280,00. BYD Dolphin – Preço do seguro: R$ 4.125; valor na tabela Fipe: R$ 147.800,00. GWM Ora 03 – Preço do seguro: R$ 3.770; valor na tabela Fipe: R$ 150.000,00. Híbridos GWM Haval H6 – Preço do seguro: R$ 4.715; valor na tabela Fipe: R$ 208.008,00. BYD Song Plus – Preço do seguro: R$ 5.090; valor na tabela Fipe: R$ 237.521,00. Toyota Corolla Cross – Preço do seguro: R$ 3.860; valor na tabela Fipe: R$ 201.318,00.   Expectativa Com a expansão do mercado de carros elétricos, o custo do seguro deve ser mais competitivo. Gabriel Ronacher, CEO da Agger, ressalta a importância de realizar uma pesquisa detalhada antes da compra: “Assim como em qualquer outro tipo de automóvel, o consumidor deve comparar diferentes cotações de seguro para encontrar a melhor opção que atenda às suas necessidades.” A adoção de veículos eletrificados representa uma oportunidade para unir economia e sustentabilidade, mas exige planejamento financeiro, especialmente em relação aos custos de proteção veicular.   Da redação, informações assessoria Fotos divulgação  

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T-Cross e Virtus Sense

Dois modelos da Volkswagen ganharam a versão de entrada Sense. A partir de agora o novo T-Cross e o Virtus possuem essa opção na base da gama. Polo e Nivus já eram oferecidos nessa versão. A linha Sense da Volkswagen nasceu inicialmente para atender ao público PcD, mas hoje está disponível para o público geral. Virtus Sense Baseado na versão 170 TSI de 116 cv com câmbio manual de cinco marchas, o design exterior tem visual mais robusto e segue oferecendo os mesmos núcleos da versão Highline: as sólidas Preto Ninja e Branco Cristal, e as metálicas Cinza Platinum, Prata Sirius e Azul Biscaia. Ainda no exterior, faróis e lanternas seguem 100% em led com assinatura exclusiva diurna. No interior, o painel de instrumentos digital de oito polegadas acompanha o sistema de infotainment Media Plus II e volante multifuncional. De série, o Virtus Sense entrega seis airbags, assistente de partida em subidas, alerta de frenagem de emergência, sistema de frenagem automática pós-colisão e o bloqueio eletrônico do diferencial. T‑Cross Sense Na linha 2025, o Novo T‑Cross Sense chega com nova roupagem. O crossover segue equipado com o conhecido 200 TSI de 128 cv de potência, aliado à transmissão automática de seis velocidades. No exterior, são três opções de cores: as sólidas Preto Ninja e Branco Puro, e a metálica Prata Pyrit. Assim como o restante da linha do Novo T‑Cross, tanto os faróis como as lanternas são 100% em LED, uma exclusividade do segmento. Por dentro, o destaque fica para a nova central multimídia VW Play de 10,1 polegadas semiflutuante com Android Auto e Apple CarPlay. Na frente do motorista, o painel de instrumentos é digital de oito polegadas e configurável. Ainda no interior, são seis airbags, detector de fadiga, assistente de partida em subida, frenagem automática de emergência com detecção de pedestres, além do sensor de estacionamento traseiro e o volante com ajuste de altura e profundidade. Os dois novos membros da família Sense estarão disponíveis para o público PcD e vendas no varejo a partir de novembro em todas as concessionárias da Volkswagen no Brasil.   Informações e imagens: assessoria VW

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Injeção direta em Tracker e Montana

O Tracker e a Montana estreiam atualizações mecânicas que elevam o torque em até 15% e reduzem o consumo de combustível em até 9%. Tudo isso com menor índice de emissões. Os motores passam a contar com injeção direta e atualizações de software. No Tracker, o 1.0 turbo flex aumenta de 116 cv para 121 cv, enquanto o 1.2 turbo flex vai de 133 cv para 141 cavalos. Em relação a aceleração de 0 a 100 km/h, o crossover da Chevrolet na versão topo de linha fica 1,4 segundos mais rápido. A melhora no desempenho vem acompanhada de maior eficiência energética. A economia de combustível é de quase dois tanques por ano, considerando a rodagem média do brasileiro. O motor 1.2 turbo da Montana ganha também injeção direta e atualizações de software. A potência sobe de 133 para 141 cavalos. Na Montana automática, a aceleração de 0 a 100 km/h está agora 0,8s mais rápida. Na manual a evolução é de 0,6s, comparando com o modelo anterior. 1.0 atual: o 2.0 dos anos 1990 Com as últimas atualizações, o motor 1.0 do Tracker passa a entregar exatamente a mesma potência de propulsores com o dobro do tamanho que equipavam esportivos dos anos 1990, como o 2.0 do Kadett GSi, com 121 cv. A mesma ordem de grandeza se aplica ao torque. Tanto o motor 1.2 do Tracker e da Montana quanto o 2.4 do Vectra de 2008 geram aproximadamente 23 kgfm de força.   Informações e imagens: assessoria GM

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Transformados homologados na Renault

A Renault do Brasil homologou dois novos transformadores de veículos para usos especiais. As empresas Greencar e Actatec receberam o “Agrèment Renault”, um padrão global de certificação de qualidade da marca, que atesta os processos de transformação em veículos Renault. Com isso, a marca amplia para nove o número de empresas certificadas a aplicar as mais de 100 transformações homologadas em modelos como o Kangoo, Kangoo E-Tech, Master, Oroch, Duster, Kwid e Kwid E-Tech. Durante o evento, os transformadores conheceram os diferenciais da linha de veículos comerciais da Renault e da rede PRO+, voltada ao cliente profissional, além de uma exposição de diferentes soluções de veículos transformados, como um Kwid E-Tech furgão, Oroch para viatura tipo canil, Duster Plus Iconic 1.6 e turbo TCe 1.3 flex para uso como viatura policial, Kangoo baú refrigerado, além de diferentes configurações para o Master, como Minibus executivo, plataforma guincho e ambulância. Com os transformadores homologados Renault, o cliente mantém a garantia de fábrica para o veículo e pode utilizar toda a estrutura especializada da Rede PRO+ para revisões e manutenções de rotina.   Informações e imagens: assessoria Renault  

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Rampage 2025 tem nova versão Big Horn

A Ram lançou a versão Big Horn da picape Rampage 2025, já disponível em todo o Brasil por R$ 237.990. Ela chega em posição de entrada na gama, abaixo da Rebel. Equipada com o novo motor 2.2 Turbodiesel de 200 cv e 450 Nm de torque, ele substitui o 2.0 Multijet anterior. O modelo oferece desempenho superior e eficiência, com aceleração de 0 a 100 km/h em menos de 10 segundos. A picape conta com câmbio automático de nove marchas, tração 4×4 automática e consumo de até 13,3 km/l em rodovias. Externamente, a Big Horn se destaca com uma grade frontal escura, rodas aro 17 e cromados nos espelhos retrovisores e para-choque traseiro. A picape é equipada com sensores de estacionamento e câmera de ré em alta definição, além de iluminação full LED. Sua caçamba de 980 litros oferece revestimento e capota marítima. O interior tem bancos em tecido mas preserva o ótimo acabamento. O quadro de instrumentos digital de 10,3 polegadas segue presente, assim como a central multimídia de 12,3 polegadas compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio. A cabine inclui ar condicionado digital de duas zonas e volante multifuncional e carregador por indução. Em termos de segurança, a Big Horn é equipada com seis airbags, controle de estabilidade e tração, freios a disco ventilados e sistema de monitoramento da pressão dos pneus. Informações e imagens: assessoria Stellantis

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