Guilherme rockett

Old Stock volta a Interlagos

Equipes e pilotos já estão preparados para disputar a terceira etapa do campeonato da Old Stock Race 2024. Os Opalas disputarão duas etapas de provas neste final de semana, 22 e 23 de junho. O piloto Thiago Lourenço, líder do campeonato na categoria Pro, busca se distanciar dos rivais. Ele está 15 pontos a frente do segundo colocado, Rafael Lopes, e 30 pontos distante do terceiro, Rodrigo Helal. Na divisão Old Man, disputa ainda mais acirrada. Apenas dez pontos separam os cinco primeiros colocados: Perseu Alarcón, Fábio Mencarelli, Marcelo Apostólico, Luiz Carlos Zapelini e Marco de Sordi. Na sexta-feira, dia 21 de junho, os treinos livres acontecem às 11h30 e 16h30. As emoções ficam ainda maiores no sábado, dia 22, pois a classificação – com transmissão ao vivo pelo YouTube da Old Stock Race – acontece às 10h55. A primeira corrida está marcada para 16h50. No domingo, dia 23, tudo estará pronto para receber a nação opaleira. Às 7h o portão T/L já estará aberto para recepcionar os fãs do automobilismo raiz, no parque totalmente equipado com food trucks, lojas de souvenires, encontro de carros antigos, e show com a banda Rock ao Cubo. A segunda corrida, do domingo, acontece às 12h05, também com transmissão ao vivo.   Informações e imagens: Fernando Martins, assessoria de imprensa

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Encontro de clássicos e solidariedade em Porto Alegre

O Auto Clássicos Clube reuniu carros antigos e também promoveu a solidariedade na última edição da “Quinta Noturna”. Donativos foram arrecadados para vítimas da enchente na zona norte de Porto Alegre. Veja no nosso canal no YouTube: O evento aconteceu no estacionamento do Shopping Boulevard, na avenida Assis Brasil, zona norte da capital gaúcha. Os Volksvagen já são presença confirmada nos eventos do Auto Clássicos. Destaque para os Fuscas e Brasília. Modelos dos anos 90 também já estão participando. Carros da linha Fiat, como o Tempra, Uno 1.6 R e o Palio 16V estão entre os novos colecionáveis. O mesmo ocorre na Volkswagen. Não só as versões esportivas do Gol, mas também os Santana estavam no encontro. Dois esportivos chamaram a atenção. Um Fiat Coupé amarelo e um Miura X8. Os modelos da década de 70, que há bastante tempo são presença nos encontros, também estavam por lá. Destaque para um Opala coupé e o Maverick do colecionador Yuri Ferrer. Participantes contribuíram com diversos itens para os desabrigados pela inundação na zona norte de Porto Alegre: cobertores, materiais de higiene e limpeza, cestas básicas além de alimentos não perecíveis. Foram quase cem carros colaborando nesta 68ª edição da Quinta Noturna Auto Clássicos. Fotos: Marco Escada/1ponto8

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Concessionária cria série do 208 baseada nos carros de rali

Um verdadeiro tributo ao 205 Rallye foi criado pela concessionária Peugeot Le Lac, de Curitiba, Paraná. Trata-se do Peugeot 208 Rallye, uma série especial limitada a três carros. Eles receberam personalização semelhante ao modelo original, que marcou época nas provas de rali europeias. Veja em vídeo: Baseado na versão de entrada Live Pack, o modelo foi pintado na cor branca, clássica nos carros de rali. Esta é exatamente a cor da pintura do Peugeot 205 Rallye original e também das rodas de aço, que perderam as calotas da versão Live Pack. Esse toque de estilo deixou o 208 exatamente como eram os Peugeot 205 e 106 Rallye, lançados na Europa nos anos 80 e 90. A personalização inclui ainda adesivos junto à grade dianteira e nas laterais, com as mesmas cores do que estava no carro que inspirou a equipe da Le Lac. Por dentro, mantém o pacote da versão Live Pack, com bancos em tecido e sistema de mídia. O motor é o 1.0 Firefly da Stellantis. Outro detalhe de estilo foram os emblemas com o nome da série especial. Há um na tampa traseira e mais dois nas laterais, junto à coluna C, exatamente como na versão Style do 208. O que mostra atenção da concessionária aos padrões da fábrica. O lançamento da série especial, criada pela Le Lac, ocorreu durante as provas do Rally da Graciosa, competição realizada em Antonina, no Paraná. Três unidades da série 208 Rallye foram produzidas e estão à venda nas concessionárias da Peugeot Le Lac por R$ 80.490,00. Imagens: Acir André/Le Lac Peugeot

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Strada ou Saveiro: qual a melhor?

Fiat Strada e Volkswagen Saveiro são hoje as duas picapes compactas oferecidas com cabine simples, despojadas de luxo e preparadas para o trabalho. Uma delas é referência em resistência. A outra leva pela dirigibilidade. A plataforma Eu Dirijo experimentou a Strada Endurance 1.4 e a Saveiro Robust 1.6, as duas ano 2023 e nas versões cabine simples. Qual delas é a melhor? Exterior A Fiat Strada está em segunda geração e recebeu um desenho que agrada o consumidor. A versão Endurance tem para-choques sem pintura e faróis halógenos. A receita é a mesma da Saveiro. Só que na Strada o conjunto é mais imponente. A picape da VW até ganhou mudanças, mas elas só vieram agora em 2024. A lateral da Strada mostra o que a Fiat chama de “cabine plus”. Há uma vigia atrás dos vidros das portas. No entanto, esse recurso serve para aplicar na Strada as portas dianteiras do Fiat Mobi. Na Saveiro, o desenho de linhas retas é mais harmonioso. Ela usa portas de Gol, porém da rara versão duas portas que surgiu em 2014. Veja o Review da Strada Endurance aqui: As rodas são aro 15 e de ferro nas duas picapes. Na traseira, a Strada tem lanternas no estilo da Fiat Toro. O conjunto das duas picapes é incandescente. As duas oferecem abertura suave da tampa, que não despenca de imediato e é mais leve para movimentar. Capacidade de carga A Strada oferece 1354 litros e 720 kg de capacidade na caçamba. Há ganchos para amarração de carga na parte interna e superior. Já a Saveiro tem uma caçamba menor com 924 litros e 712 kg de capacidade. Em compensação, também há os mesmos pontos de amarração para a carga. As duas picapes também oferecem uma espécie de aerofólio na capota que é funcional para prender cargas e a grade junto ao vidro traseiro. Veja o Review da Saveiro aqui:   Motor O jogo vira quando a gente começa a falar do que está embaixo do capô. A Strada Endurance de 2023 ainda tem o motor 1.4 Fire Evo da Fiat. Reconhecido pela confiabilidade e durabilidade, esse 1.4 já esteve em vários carros da marca. Mas para 2024, a versão recebeu o novo 1.3 Firefly, que agora passa a ser oferecido em toda a gama aspirada da picape. As versões topo têm o motor 1.0 turbo. O 1.4 garante força apenas suficiente para a Strada. O desempenho atende para rodar na cidade com caçamba vazia mas não empolga. Os números com gasolina são de 85 cv potência e 12,4 kgfm de torque. A Saveiro, por sua vez, já tem em 2023 o motor EA211 1.6 com 16V. São 106 cv de potência e 15,4 kgfm de torque com gasolina e isso faz muita diferença. Basta uma arrancada em sinal com mais força para o giro subir rápido, o torque aumentar e a Saveiro disparar. É uma condução que empolga e dá mais prazer ao dirigir. O motor 1.6 trabalha junto com o câmbio manual VW com alavanca curta e trocas certeiras, melhor que o da Fiat Strada. E é justamente aqui que a gente já tem uma grande diferença entre as picapes: quem aprecia desempenho vai gostar mais da Saveiro. Interior Por dentro, o que as duas têm em comum é o plástico simples, presente em portas e painel. Bancos recebem tecido simples, nada de luxo. Na Strada, eles são mais macios e acomodam melhor. Na Saveiro a regulagem de altura não melhora o conforto porque é aquela que surgiu no final dos anos 90 e só levanta a parte de trás do assento. O painel da Strada é mais moderno, com diferenças de texturas e as saídas de ar verticais, inspiradas na Toro. Tenta dar sofisticação, mas não consegue. A Saveiro repete o último desenho adotado em Gol e Voyage, com linhas horizontais e saídas de ar verticais. Nesse caso, a vantagem da Strada vem no maior número de porta-objetos. Quando a gente olha para o cluster, o painel de instrumentos, na Strada a gente bate de cara com aquele desenho do Fiat Mobi, com tela do computador de bordo sobrepondo o velocímetro. É um painel que denota (e remete muito) para algo simples e básico. Ok, tem computador de bordo. Mas quando a gente olha para o desenho clássico da Saveiro, com velocímetro na direita, conta-giros na esquerda, ele enche mais os olhos, mesmo que não tenha marcação para consumo e autonomia, como a Fiat tem. Em equipamentos, aliás, a Strada oferece o computador de bordo mais completo, inclusive com aviso de limite de velocidade. A Saveiro não tem nada disso. Mas aqui é preciso fazer uma ressalva importante. A Strada Endurance, de 2023 tinha vidros e travas elétricas vendidos como opcional. A que está à venda conosco, por exemplo, não tem vidros elétricos. A Saveiro já tem esses dois itens de série. Então em equipamentos, ela supera a Strada. Direção hidráulica e ar condicionado são de série em ambas. Ao volante A altura mais elevada da Strada dá a ela mais capacidade. Seja para enfrentar situações na cidade ou até para ser usada “para fora”. E aqui a gente tem mais um critério que faz diferença pra muita gente. Em um uso rural, a Strada será melhor. Dentro da cidade, essa altura da Strada deixa o motorista em posição mais elevada no trânsito e acompanha até mesmo a altura dos crossovers atuais. A Saveiro, por sua vez, é mais baixa e coloca o motorista naquela posição típica dos Volkswagen raiz. O acerto de bom torque e câmbio certeiro deixa a dirigibilidade mais esportiva e agrada quem gosta de dirigir. A suspensão traseira da Strada, com a mola parabólica, é mais robusta e capaz de suportar peso e carga por muito tempo sem reclamar. Se essa for a sua necessidade, temos aqui mais um critério de exclusão da concorrente. A Strada é referência em resistência. Mas dentro da cidade ou em rodovia, essa suspensão será menos confortável. Não que a Saveiro

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Haval H6 ganha versão intermediária

Uma versão intermediária do Haval H6 está sendo lançada pela GMW no Brasil. É o PHEV19. Mas para entender o que essa sopa de letrinhas significa a gente começa falando da gama desse modelo. O Haval H6 foi o primeiro carro da GWM aqui no Brasil. Ele chegou em versão híbrida “padrão”, chamada HEV. Acima dele havia o PHEV, também híbrido, porém plug-in. Ou seja, aquele carro que tem um motor a combustão, outro elétrico e que você ainda pode ligar na tomada para carregar a bateria. A versão topo é a GT, com desenho diferenciado. O Haval H6 PHEV vem com uma bateria de 34kWh e dois motores elétricos. Um para tracionar as rodas da frente e outro para as traseiras. Só que esse modelo tem preço de R$ 279 mil (junho/2024). São R$ 65 mil a mais que a versão HEV, que é também híbrida, porém perde o “P” de plug-in. Ou seja, não carrega na tomada. Essa lacuna de preços se explica por conta da bateria maior e também dos dois motores elétricos do PHEV. No entanto, é no meio desses dois que está o preço do BYD Song Plus, também híbrido plug-in, de R$ 229 mil. Então, o que fez a GWM? Criou o PHEV19, um SUV híbrido plug-in, com uma bateria menor e apenas um motor elétrico, que traciona as rodas dianteiras do carro. É uma simplificação do outro, que agora se chama PHEV34. O número no final da sigla corresponde à capacidade da bateria. São 19kWh no PHEV19 e 34 kWh no PHEV34.   Equipamentos Na lista do conteúdo dessa versão intermediária, nada muda. Pelo contrário. O teto solar que antes era opcional agora vem de série em todos os Haval H6. Bancos ganharam apliques em tom claro e um friso bronze agora está nas portas e painel. O cluster de dez polegadas segue com a tela de boa qualidade com informações dos radares externos. Os sensores apontam aproximação de outros veículos e também fazem as assistências ao condutor. Há também sistema de câmeras para visão 360 graus e aérea. Entre as assistências, destaque para a memorização do percurso. Útil quando você precisa sair de ré de um estacionamento. O carro grava o caminho e faz sozinho a manobra de saída.   Potência O motor 1.5 turbo trabalha mais para carregar a bateria do que para tracionar o veículo. São apenas duas marchas. A GWM divulga apenas a potência combinada do conjunto, que no PHEV19 é de 326 cv. Para o motorista, a sensação de força aparece de forma mais instantânea por conta da propulsão elétrica. E, ao fim do dia, ele ainda pode ser recarregado em casa, em um carregador de parede, inclusive com a opção de tomada para recarga rápida. O GWM Haval H6 PHEV19 custa R$ 229 mil em junho de 2024.   Imagens: GWM

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Expoclassic 2024 vai acontecer em agosto no RS

A Expoclassic 2024 vai acontecer nos dias 16, 17 e 18 de agosto em Novo Hamburgo. A exposição marca a retomada dos eventos nos pavilhões da Fenac após a pior tragédia climática registrada na história do Rio Grande do Sul. Além de destinar parte dos recursos arrecadados com bilheteria para a Associação dos Lesados Medulares do Rio Grande do Sul (Leme), a entidade promotora da mostra, o Veteran Car Club Novo Hamburgo, já recebeu e redistribuiu mais de 100 toneladas de donativos enviadas por clubes de veículos antigos de todo o Brasil. Todos os anos, o evento proporciona renda a centenas de expositores dos mais variados segmentos, desde restaurantes até lojas de peças e antiguidades, passando também por prestadores de serviços. “Neste momento estratégico para a economia gaúcha, a Expoclassic torna-se ainda mais importante, pois inúmeras empresas estão contando com a realização do evento para recuperar um pouco do faturamento e bens perdidos durante as enchentes de maio. Portanto, visitar este evento gaúcho é uma maneira de valorizar e ajudar o Estado”, explica o organizador da Expoclassic, Evandro Scholles. Presidente da Fenac, Márcio Jung lembra que os pavilhões têm sido local de acolhimento para milhares de atingidos e também para triagem de donativos. Segundo ele, o encontro de carros antigos será a primeira exposição realizada na Fenac após as históricas enchentes, marcando a retomada das feiras. “A Expoclassic é um evento aqui do Rio Grande do Sul que recebe apaixonados por carros e expositores de diversas partes do Brasil, assim como do exterior. Essa paixão vai fazer muito bem ao povo gaúcho”, salienta. Anualmente, visitantes de vários Estados, bem como da Argentina e Uruguai, movimentam restaurantes, postos de combustíveis, lojas e a rede hoteleira da região de Novo Hamburgo, que fica lotada durante os dias de programação. Reservas dos estandes e demais espaços da Expoclassic 2024 já podem ser feitas pelo WhatsApp (51) 9 9322-6985 e e-mail comercial@ceika.com.br. Doações ainda podem ser feitas via Pix Desde o início de maio, dezenas de associados e amigos do Veteran Car Club Novo Hamburgo trabalham para descarregar alimentos, água e roupas provenientes de entidades e empresas do RS e também de diversos Estados. Em um único dia, 6 de junho, chegaram a Novo Hamburgo mil colchões doados pela Confraria dos Gigantes, clube de caminhões de São Paulo. Quem desejar, ainda pode fazer doações de qualquer valor para o Veteran Car Club Novo Hamburgo por meio da chave Pix (CNPJ) 02.505.435/0001-13. Os recursos arrecadados são repassados sob a forma de alimentos a moradores atingidos pelas cheias. Chevrolet Bel Air 1957 recebe o prêmio The Best em Criciúma Bastante raro no Brasil, o Chevrolet Bel Air 1957 conversível conquistou o prêmio máximo do 11º Encontro de Veículos Antigos, realizado entre a última sexta-feira e domingo (7 a 9 de junho) em Criciúma, Santa Catarina. Representando o Veteran Car Club Novo Hamburgo, o veículo recebeu o troféu The Best, destacando-se entre mais de 530 automóveis expostos. O modelo já ocupou a ilha principal da Expoclassic no ano passado e, nesta edição, poderá novamente ser conferido na mostra gaúcha. Neste ano, o destaque é o caminhão de bombeiros norte-americano Hurricane 95. Fabricado em 1986, conta com uma escada de 29 metros que pode alcançar a altura de um prédio de 11 andares. Único desse modelo no Brasil, tem 475 cv de potência e 30 toneladas de peso. O Bel Air que arrebatou o troféu The Best tem uma pintura na cor Coral e capota branca. O interior também é na cor clara e os bancos têm acionamento elétrico, assim como teto retrátil de lona. Sob o capô, este rabo-de-peixe traz motor V8, que está acoplado ao câmbio automático de duas velocidades. “O prêmio foi muito merecido, pois o carro é raríssimo e está impecavelmente conservado’’, endossa Antônio Adalberto Canarin Júnior, presidente do Veteran Car Club Sul-catarinense, entidade promotora do 11º Encontro de Veículos Antigos. O troféu foi entregue por diretores do clube e pelo presidente da Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA), Andrés Pesserl, ao presidente do Veteran Car Club Novo Hamburgo, Clódio Silva. Cerca de 10 mil pessoas conferiram as atrações durante os três dias de programação, realizada no Centro de Eventos José Ijair Conti, em Criciúma. Para prestigiar a mostra catarinense e também divulgar a Expoclassic 2024, 15 integrantes do Veteran Car Club Novo Hamburgo participaram da programação de sexta-feira até domingo. Além do ônibus do clube, o BlueStar, os associados levaram o Bel Air e outros 5 veículos para a exposição.   Texto e fotos: Adair Santos/assessoria de imprensa

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Uma Rampage e 1,2 mil km para fazer doação ao RS

O canal Opinião Sincera trouxe doações de São Paulo para Rio Grande do Sul na caçamba de uma Rampage R/T. A ação mobilizou montadoras, funcionários e o Gustavo Dias, integrante do canal no YouTube, que dirigiu a picape carregada da capital paulista até Porto Alegre. A ideia de trazer donativos nos carros da frota de teste das fábricas surgiu em uma conversa com o Jorge Augusto, do canal Compre Car TV. “Ele teve essa ideia, de poder trazer os donativos com carros e fazer testes com esses carros já carregados. Lá com o Jorge Augusto quem se mobilizou foi a Volkswagen para emprestar a Amarok e conosco quem se mobilizou foi a Stellantis, pra emprestar a Rampage”, conta Gustavo. Ele viajou até São Paulo no final do mês de maio e recebeu a picape e as primeiras doações dos funcionários da Stellantis, empresa que reúne as marcas Fiat, Abarth, Jeep, Ram, Citroën e Peugeot no Brasil. Depois, a primeira parada foi na Honda, no bairro Morumbi, para receber mais donativos arrecadados pelos funcionários da empresa. Antes de pegar estrada, o Gustavo ainda esteve com a oficina e loja Garage 665. Na tarde de sexta-feira, o Gustavo pegou estrada rumo ao Rio Grande do Sul. Eram tantas doações que veio mochila até nos pés do banco do passageiro. A Rampage vermelha emprestada pela Stellantis é a versão R/T, topo de gama, equipada com o motor Hurricane 2.0 turbo e o câmbio de nove marchas. Os 272 cv de potência deram conta suficiente para ultrapassagens e os trechos de serra entre São Paulo e Curitiba. “O carro, ele se comportou muito bem. Ela é uma picape que não parece uma picape, parece um SUV”, conta Gustavo. “É muito boa pra fazer ultrapassagens porque ela não sente. A carga que estava nela, ela não sente porque tem muita potência realmente. O consumo é um pouco alto até, por causa da serra ali em São Paulo. Termina que o consumo no final da viagem foi de 9,6 km/L.” A viagem até Curitiba levou seis horas. O Gustavo passou a noite na capital paranaense e no sábado seguinte pegou estrada para Porto Alegre. Mas logo no trecho de descida de serra, na divisa do Paraná com Santa Catarina, um acidente fez com que ele ficasse três horas parado no trânsito. Isso fez o retorno durar doze horas de percurso ao total. Ainda assim, com a tranquilidade da Rampage para percorrer os 1,2 mil km. As doações O canal Opinião Sincera está mobilizado desde que os resgates de pessoas ainda aconteciam em Porto Alegre, quando a água do Guaíba superava os cinco metros. Vale lembrar que o transbordamento do lago acontece aos 3,6 m segundo o padrão mais recente. Desde então, Gustavo Dias e Felipe Hill receberam da Chevrolet uma Trailblazer para transportar doações na paróquia Santa Ana, na zona leste de Porto Alegre. O SUV raiz ajuda na arrecadação e também para levar donativos até as regiões afetadas. A última ação reforçou esse trabalho. “Eu trouxe basicamente roupas, calçados, brinquedos e livros para as crianças”, reforça Gustavo. “E essas doações são entregues para pessoas que necessitam. Então as pessoas são selecionadas. No começo as pessoas apareciam na paróquia e levaram as coisas. Agora a gente está começando a selecionar mais as famílias, as pessoas que precisam, e a gente leva até essas pessoas.” A paróquia Santa Ana fica na rua Emílio Otto, 98, bairro Morro Santana, em Porto Alegre.   Imagens: arquivo pessoal Reportagem: Guilherme Rockett

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Kia Stonic: melhor que Pulse, Nivus, Kardian?

Entre os concorrentes diretos, o Kia Stonic é pouco lembrado no mercado é o único com tecnologia híbrida. Será que isso faz dele melhor do que Fiat Pulse, Volkswagen Nivus e Renault Kardian?   É do ano de lançamento, 2022, o exemplar que a plataforma Eu Dirijo experimentou e que inclusive está anunciado nos nossos classificados. Se você se interessar pelo carro, é possível fazer contato com o nosso consultor Ronaldo Diehl: 51 98148.4685. Visual Comparado com os concorrentes, o Stonic é menos visto na rua. É um modelo importado, oferecido pela Kia. O estilo é de crossover compacto, com apliques em plástico ora sem pintura, ora em tom cinza, para reforçar o visual. A dianteira tem faróis com bloco elíptico e também uma luz de conversão real, que se acende quando o motorista vira o volante com os faróis ligados para um dos lados. Faróis de neblina são em Led. Na lateral, as rodas de liga leve são aro 17, o que mantém uma boa margem de pneu para rodar em pisos ruins. Na traseira, Apliques no para-choque seguem o estilo mais aventureiro. A combinação de cores do nosso Stonic tem o tom branco na maior parte da carroceria e o vermelho no teto. Quando novo, há uma série de possibilidades para cores, capazes de tornar o modelo exclusivo. Interior padrão Kia Plásticos sem rebarba, perfeitamente encaixados e que inspiram qualidade e durabilidade marcam o interior do modelo. Bancos tem mescla de tecido e couro. O acabamento não é de um carro de luxo mas basta olhar e sentir para perceber que é melhor que os concorrentes. O pacote de equipamentos deixa o Stonic recheado com ar-condicionado digital, câmbio automatizado de sete marchas, chave presencial, faróis automáticos, airbag frontais e laterais, controle de cruzeiro, câmera de ré sensores de estacionamento. Há também tela multimídia no painel com pareamento de celulares. O crossover compacto repete o bom acabamento para os ocupantes do banco de trás. O espaço para as pernas não é gigante mas suficiente para acomodar os passageiros. Destaque fica por conta do banco traseiro com encosto mais inclinado, que garante uma posição mais confortável. Híbrido leve O grande mérito do Kia Stonic é o sistema de propulsão. O motor da combustão é auxiliado por um elétrico, que auxilia principalmente em arrancadas e até consegue impulsionar o carro sozinho em velocidade de cruzeiro. Esse sistema é chamado “híbrido leve”, quando o propulsor elétrico é menor e o carro trabalha quase todo tempo com o motor a combustão acionado. É diferente de um Toyota Corolla ou até diferente de modelos da Honda. Mas sobre eles a gente fala em momento oportuno. O carro híbrido se destaca pela economia de combustível nos percursos urbanos, quando as arrancadas no trânsito são impulsionadas pelo propulsor elétrico. No Stonic, esse motor tem 2 kgfm de torque. Além de auxiliar o motor a combustão, ele é capaz de manter o carro em velocidade de cruzeiro sozinho, no modo velejar. Mas como a bateria é pequena, isso acontece apenas em alguns momentos. O propulsor a gasolina, por sua vez, é 1.0 turbo da família Kappa, a mesma da Hyundai. A potência combinada do carro é de 120 cv e 20,4 kgfm de torque. Em trânsito urbano, as acelerações acontecem de forma rápida e tão logo o modelo chega em velocidade de cruzeiro, o câmbio automático avança as marchas e deixa as rotações sempre baixas, entre 1,5 e 2 mil rpm. Numa retomada, ele reduz duas ou três marchas e aumenta o giro para entregar desempenho. Na prática, o Stonic não fica pra trás na rua porque toda força do motor elétrico é despejada instantaneamente na hora das arrancadas. Depois, para ganhar velocidade e manter a velocidade de cruzeiro, o motor a combustão atua. Em um carro puramente a gasolina, não há essa força extra instantânea.  Uma pisada mais forte na acelerador faria com que ele consumisse mais combustível. No nosso caso, é a eletricidade que atua. É exatamente dentro da cidade que o sistema elétrico influencia no bom consumo. As médias ficam entre 12,5 e 13,7 km/l, equivalentes às do ciclo rodoviário. Isso porque na estrada, para manter altas rotações, o motor a combustão funciona por mais tempo. A bateria menor que a de um híbrido padrão ou de um carro elétrico, é carregada nas desacelerações, com a regeneração de energia, e também quando o motor a combustão está ativado. A medida que ela vai recebendo carga, também vai entregando essa energia para as rodas. Um passo à frente Quando a gente olha o preço dos carros zero km, o valor cobrado pelo Stonic fica próximo das versões topo de linha de Pulse e Kardian. No entanto, nenhum deles tem eletrificação e o bom acabamento do Kia. E, além disso, é possível encontrar ótimas oportunidades como nosso Stonic 2022 com apenas 1,6 mil km rodados, à venda aqui na Eu Dirijo. Por conta disso, o modelo da Kia está um passo à frente dos concorrentes. Se nada disso for suficiente para te convencer, vale lembrar que a Kia é referência em durabilidade e baixíssima manutenção dos seus carros. Com o Stonic não será diferente.   Reportagem e fotos: Guilherme Rockett  

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Old Stock faz prova em Interlagos

A segunda etapa da Old Stock Race, competição raiz do automobilismo brasileiro, trouxe uma pitada a mais de emoção para a disputa dos bravos Opalas: a tradicional chuva que sempre aparece no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Assim, todo o planejamento feito por equipes e pilotos foi modificado para as condições de pista molhada. Na primeira prova, realizada no sábado à tarde, a largada já trouxe fortes emoções, com a disputa de Pedro Pimenta e o pole-position Thiago Lourenço, escapadas de Rafael Lopes, Konrad Viehmann e a rodada de Kaká Freire após toque do Opala do piloto Dr. Campos. Desde o início, franca disputa pelo pódio entre Pimenta, Felipe Matos, Rafael Lopes e Konrad Viehmann. Da mesma maneira, no pelotão do meio, Robinson Molly, Rodrigo Helal e Álvaro Vilhena também buscavam escalar. Na última volta, no entanto, fim de prova para Pimenta, que manteve a segunda posição até enfrentar uma quebra, deixando o espaço aberto para Matos. Thiago Lourenço, por sua vez, cruzou na primeira posição com soberania total. O pódio foi composto por Thiago Lourenço (1º lugar), seguido por Felipe Matos, Rafael Lopes, Rodrigo Helal, Alvaro Vilhena e Robinson Molly. Na segunda corrida, realizada no domingo, tudo diferente. Mesmo com a pista ainda mais molhada, largada limpa. Thiago Lourenço pula na frente e o comportamento dos Opalas mostra o motivo da Old Stock Race ser a competição mais ‘casca grossa’ do Brasil. Após rodar, Thiago Lourenço perde a liderança para Rodrigo Helal e Rafael Lopes. Ambos, então, passam a ter um desempenho muito superior e se destacam dos demais. Ao final, Helal passou a ter problemas no freio, o que fez com que Lopes se aproximasse e, na última volta, garantisse a primeira posição. O pódio foi fechado por Rafael Lopes em primeiro, seguido por Rodrigo Helal, Thiago Lourenço, Konrad Viehmann, Felipe Matos e Robinson Molly. O próximo encontro dos Opalas da Old Stock Race com a pista acontece no dia 23 de junho, também no Autódromo de Interlagos. Todas as informações podem ser encontradas nas redes sociais da competição.   Informações e imagens: assessoria de imprensa  

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Ducati Diavel V4 chega com desempenho e tecnologia

A Ducati Diavel chega motor V4 Granturismo de 1.158 cc, 168 cv e 12,8 kgfm de torque. Um motor potente para combinar com a personalidade superesportiva da moto. O novo desenho tem características das nakeds esportivas e das muscle cruisers. A idéia é atender motociclistas diferentes, desde os entusiastas que procuram uma moto mais confortável e elegante, aos que preferem experimentar o motociclismo num ambiente mais urbano e descontraído e aos amantes do desempenho e da iconografia relacionada com as corridas de arrancada. Linha inconfundível As linhas musculosas tem com “ombros” largos e escapamento de quatro saídas. A inspiração veio dos muscle cars. Luzes dianteiras e traseiras e os piscas são full-LED. Os dois conjuntos formam uma assinatura visual na frente e atrás. Os piscas dinâmicos estão integrados ao guidão, em frente aos reservatórios de controle do freio e da embreagem. Outro elemento distintivo da Diavel V4 é o enorme pneu traseiro 240/45. As rodas são de liga leve de cinco raios com superfícies usinadas e são um dos elementos mais refinados da estética da Diavel V4. Motor A Diavel adota o motor V4 Granturismo de 1.158 cc, um elemento central do design da motocicleta e, ao mesmo tempo, uma escolha técnica que melhora o desempenho, a dinâmica e o prazer de pilotar. O virabrequim contra-rotativo reduz o efeito giroscópico e aumenta a agilidade da motocicleta. A potência chega a 168 cv e o torque máximo chega a 12,8 kgfm a 7.500 rpm. 0,5 a mais que a Multistrada V4. Mesmo potente, é suave desde as rotações mais baixas. Em uma tocada leve, o sistema desliga os cilindros traseiros. Assim, o motor opera como um cilindro duplo ou como um cilindro quádruplo com uma transição imperceptível.   Chassi e ergonomia O desempenho do motor V4 Granturismo é combinado com agilidade e dinâmica. A Diavel V4 tem um peso em ordem de marcha sem combustível de 223 kg, o que representa uma economia de mais de 13 kg (-5 no motor, -8 no veículo) em comparação com a Diavel 1260 S, graças à leveza do V4 Granturismo e às ações específicas de muitos de seus componentes. O resultado é uma motocicleta capaz de acelerações e desacelerações de tirar o fôlego. De fato, o desempenho do V4 Granturismo de 168 cv, combinado com o pneu traseiro 240/45 e uma engrenagem dedicada, permite acelerar de 0 a 100 km/h em menos de três segundos. O sistema de freios, do tipo superesportivo, com discos de 330 mm e pinças Brembo garante frenagem em tempo recorde: até 11,5 m/s2: um valor que geralmente caracteriza as motocicletas de corrida, obtido somente graças a uma calibração muito refinada do sistema ABS. O piloto fica em assento baixo com pedais centrais e guidão alto 20 mm mais próximo do que na Diavel 1260. O conforto também melhora em viagens longas graças à suspensão traseira, que aumenta o curso em 15 mm. A Diavel V4 oferece três modos de potência e quatro modos de pilotagem: Sport, Touring, Urban e o novo Wet, projetado para superfícies de baixa aderência. Os modos de pilotagem permitem que o motociclista adapte o fornecimento do motor e a intervenção dos sistemas de auxílio à pilotagem (Ducati Traction Control na versão Cornering, ABS Cornering e Ducati Wheelie Control) à situação e às preferências do motociclista. O Cruise Control torna os deslocamentos em rodovias mais relaxados, enquanto o Launch Control proporciona arrancadas incríveis e o Ducati Quick Shift up/down torna as mudanças de marcha em geral menos cansativas e mais eficazes na pilotagem esportiva. O piloto pode gerenciar todos os sistemas eletrônicos por meio de controles retroiluminados no guidão e no novo painel TFT colorido de 5 polegadas, que também oferece conectividade Bluetooth para emparelhar o smartphone e usá-lo para chamadas, mensagens de texto e música, ou usar o sistema de navegação curva a curva (disponível como acessório) por meio do aplicativo Ducati Link.   Informações e imagens: assessoria Ducati

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