Guilherme rockett

R/T: a despedida da Ram Classic

Para celebrar o legado do motor V8 HEMI, a Ram está oferecendo cem unidades de uma série especial da picape Classic: a versão R/T, uma sigla que tem história. A série marca também a despedida da Ram Classic do Brasil. A Ram Classic R/T valoriza o caráter esportivo com elementos exclusivos desta última safra, a começar pelos faróis e lanternas com máscara negra. Na dianteira, a exclusiva grade com formato em cruz, característica das picapes Dodge desde o lançamento da segunda geração da Ram 1500 com o carneiro montanhês ao centro, no lugar do nome da marca. Por trás da grade, colmeias aspiram muito ar para alimentar o motor e um logo R/T no canto inferior. Adesivos foscos remetem aos Dodges Chargers R/T fabricados pela Chrysler no Brasil nas laterais da caçamba e no capô completam o visual. A marca quer tornar essa Ram colecionável. Por isso, serão vendidas apenas 100 unidades da R/T. Metade na cor Preto Diamond e 50 no tom Vermelho Flame. Cada uma será numerada. Os donos recebem um kit com uma caixa metálica de ferramentas e uma pasta de couro com certificado de aquisição com o número do chassi da unidade e uma carta escrita por Juliano Machado, Vice-Presidente da marca Ram para a América do Sul, parabenizando pela compra. No mais, a picape que é a caminhonete full-size mais acessível do Brasil, entrega muita força, capacidade e conforto para cinco ocupantes adultos, atributos que conquistaram quase 3 mil clientes somente em 2023. Tudo isso com o motor V8 HEMI de 5,7 litros, que entrega incríveis 400 cv de potência e 556 Nm de torque, com tecnologia MDS, que desativa quatro dos oito cilindros para reduzir o consumo, e acoplado à caixa automática de oito velocidades TorqueFlite. O volume da caçamba de 1.424 litros e a capacidade de reboque de 3.534 kg demonstram mais uma vez toda a capacidade de uma picape Ram, além da tração 4X4 com reduzida. Por dentro, a central multimídia Uconnect de 8,4 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay e navegação embarcada, som premium Alpine de 10 alto-falantes com 506 watts de potência, bancos dianteiros aquecidos e ventilados e com comandos elétricos, bancos traseiros rebatíveis e com diversos porta objetos, e muitas outras tecnologias embarcadas. Completam o visual esportivo da picape as rodas de 20 polegadas e o escapamento duplo. A Ram Classic R/T marca a despedida da picape do mercado brasileiro e estará à disposição com preço público sugerido de R$ 359.990 a partir do dia 4 de junho às 10h até acabarem os 100 exemplares. A marca Ram seguirá com seus modelos importados 1500 (também equipado com o motor 5.7L V8 HEMI®), 2500 e 3500 e também com a picape produzida no Brasil, a Rampage. Além da Ram Classic R/T, limitada a 100 unidades, as últimas unidades da Classic Laramie e Laramie Night Edition seguirão disponíveis aos clientes enquanto houver estoque. A picape Dodge e a sigla R/T No Brasil, nascia em 1969 a picape mais potente produzida no país, a Dodge D 100. Fabricada pela Chrysler no ABC Paulista, utilizava o mesmo motor do Dodge Dart, um V8 5.2 L de 198 cavalos. A D 100 foi produzida no país até 1975 e ainda há alguns exemplares rodando por aí ou nas garagens de alguns colecionadores. A sigla R/T veio no Dodge Charger para o Brasil. O modelo era a variação mais desejada do Dart e foi fabricado até o início dos anos 1980. Mas ele não foi o único modelo com a sigla R/T no Brasil. Em 1998, a então Chrysler inaugurava uma planta industrial na cidade de Campo Largo, Paraná, de onde saía uma das picapes mais potentes do mercado e a mais luxuosa, a famosa Dodge Dakota nas configurações básica, com um motor 2.5, e Sport, movida por um 3.9 L V6, ambos a gasolina. Mas nos anos 2000 foi a lançada a versão mais apimentada do modelo, a R/T. Equipada com o motor V8 Magnum 5.2 L com 232 cv, era não só a picape mais potente, como o automóvel mais potente produzido no país à época. Em 2023, a picape Rampage também recebeu versão R/T e segue em produção. Informações e imagens: assessoria Stellantis  

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Cem mil híbridos da Toyota

A Toyota do Brasil atingiu os cem mil veículos híbridos vendidos, considerando as marcas Toyota e Lexus. Segundo a empresa, a cada três automóveis eletrificados em circulação no país, um é Toyota ou Lexus. No último ano, mais de 21 mil unidades híbridas foram vendidas entre as duas marcas, 20 mil foram dos modelos Corolla e Corolla Cross produzidos em Indaiatuba e Sorocaba. Esses números refletem o avanço da mobilidade sustentável por meio da tecnologia híbrida flex desenvolvida no Brasil, que combina a alta eficiência do motor elétrico com as baixas emissões de CO2 do motor flex quando abastecido com etanol. É uma tecnologia prática, acessível, sustentável e totalmente em linha com a vocação de biocombustível do Brasil. “Nossa estratégia prevê que todo novo modelo fabricado no Brasil conte com uma versão híbrida flex para o mercado doméstico”, complementa Rafael Chang, CEO da Toyota para a América Latina e Caribe. Desde a introdução dos primeiros híbridos no mercado nacional, com a chegada do Prius, em 2013, a entrada do Corolla híbrido flex e, posteriormente, do Corolla Cross híbrido flex, a Toyota evitou a emissão de 78 mil toneladas de CO2 na atmosfera. A marca afirma ainda que são mais de um milhão de quilômetros rodados e servidos por um amplo estoque de peças de reposição e equipe treinada.   Os eletrificados no Brasil O primeiro eletrificado da fabricante foi lançado onze anos atrás: o Toyota Prius, primeiro híbrido produzido em série no mundo, colaborou para a popularização de uma tecnologia até então desconhecida no país. Em 2019, chegou o sistema híbrido flex, apresentado oficialmente no Corolla sedã e que, desde 2021, também equipa o SUV Corolla Cross. Em 2020, a Lexus passa a ser a primeira marca do Brasil a ter o seu line-up 100% eletrificado. E, desde abril deste ano, a Toyota amplia seu leque de opções com o RAV4 Hybrid Plug-in, o primeiro híbrido plug-in da marca no País. Parte dos R$ 5 bilhões do investimento já confirmados até 2026 inclui a fabricação nacional de um novo veículo compacto híbrido flex, que será lançado em 2025, e de outro modelo híbrido flex desenvolvido especialmente para o Brasil. Paralelamente, a fabricante realiza no país testes pioneiros com a tecnologia híbrida plug-in utilizando etanol, que estão associados a uma possível futura produção nacional de veículos PHEV-FFV (híbridos plug-in flex fuel).   Informações e imagens: assessoria Toyota

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Reportagem mostra Mercedes de Senna mergulhada na enchente

O jornalista Fábio Almeida e o FilMaker e diretor de TV Arthur Cerri embarcaram em uma missão durante a enchente em Porto Alegre. Foram visitar a FuelTech, empresa multinacional que produz equipamentos eletrônicos para a performance de automóveis. A empresa fica na região do aeroporto Salgado Filho e também foi inundada. A ideia da reportagem surgiu do próprio Arthur, que conhecia a FuelTech e sabia que havia um carro especial na empresa. O vídeo está postado no canal do Youtube do jornalista e pode ser acessada neste link: No vídeo, Fábio e Arthur contam como foi chegar de barco até a empresa. Lá, ainda há uma lâmina de 1,8 metros de profundidade. Um investimento de R$ 20 milhões tomado pela água. O destaque da reportagem fica por conta de um carro que não foi possível ser retirado da empresa. O Mercedes 600 SL, um modelo conversível de 1993, que pertenceu a Ayrton Senna e estava na Fueltech para passar por reparos no sistema eletrônico. O carro ficou mergulhado e agora terá de ser totalmente restaurado. A reportagem tem imagens exclusivas de como está o Mercedes 600 SL V12 hoje. Conforme conta o repórter Fábio Almeida, está escorado sobre uma mesa. A imagem do FilMaker Arthur Cerri mostra o conversível ainda tomado pela água. Assista o vídeo! Da redação, imagens reprodução redes sociais

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Jimny volta a funcionar após dez dias na enchente

Um Suzuki Jimny acordou depois de um mergulho de dez dias na enchente que atingiu a cidade de Canoas, no Rio Grande do Sul. Nem o proprietário do carro acreditava que o jipe voltaria a funcionar. O momento em que o carro deu a partida foi contato em um vídeo gravado pelo dono e postado no perfil @suzukijimnybr no Instagram. É de lá que vieram parte das imagens que compõe esta reportagem. https://www.instagram.com/reel/C7SNG2fOA98/?igsh=M2h0aWpkbGU3NzAx O proprietário Daniel Lopes conta que comprou o Jimny há dois anos e meio. O carro ficou estacionado perto de casa, no bairro Harmonia, um dos atingidos pela enchente. “Na verdade, na verdade mesmo, eu achei que não ia funcionar. Eu tentei fazer funcionar porque não tinha mais carro pra andar. Eu e minha esposa estávamos a pé e tinha que fazer funcionar de um jeito ou de outro”, lembra o dono. O Jimny do Daniel é uma versão rara de 2016. É o 4-Work Off Road. Uma configuração criada pela Suzuki brasileira que dava à versão de trabalho ainda mais capacidade fora de estrada. Quando ele percebeu que não teria mais como tirar o carro do lugar por conta da enchente, desligou a bateria para não prejudicar o módulo do carro. Cerca de dez dias se passaram até que a água baixasse um pouco. Daniel retirou o módulo do Jimny e o levou para secar com soprador térmico e limpa contato. Isso ajudou a preservar o componente, que não ficou tanto tempo em contato com a água. No dia em que foi resgatar o jipe, o Daniel levou um filtro e quatro litros de óleo para o motor. Fez a troca no local onde o carro estava. E ainda colocou um pouco de óleo diesel para a primeira partida. Foi quando ele percebeu que havia água no corpo de borboleta. Retirou essa água e usou limpa contato nos cabos de vela e conectores do motor. Com óleo e filtro novos e sem o módulo instalado, ele retirou uma vela e deu a partida para sair a água da parte de cima do motor. Fez isso nos quatro cilindros. Depois, montou as quatro velas e bateu o arranque. Foi quando o carro voltou a funcionar. “Eu achei inacreditável o que aconteceu”, conta o proprietário. Ele ainda puxou a vareta de óleo e conferiu o tanque de gasolina. Não havia sinais de água. “Daí eu dei uma volta na minha rua e ele apresentou água. Não sei se foi por causa do óleo diesel ali.” Foi quando Daniel fez uma segunda troca de óleo e levou o Jimny em um posto de combustível. Lá, foram mais quatro trocas de óleo até a água sair de vez e limpar o motor por dentro. “Limpamos e agora ele está cem por cento o carro”. Hoje o Jimny segue funcionando, ainda com a marca da enchente na lataria. Além da limpeza, o próximo passo será revisar o sistema de tração, que foi acionado e não voltou para o 4×2. “Mas o painel, vidros, funcionam”, reforça o dono.   Reportagem: Guilherme Rockett Imagens: reprodução redes sociais

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Duster: detalhes que fazem diferença

A linha 2025 do Renault Duster recebeu mudanças que fazem diferença mais para quem usa do que para quem vê. Ainda assim o modelo segue como uma das melhores opções para quem quer busca um crossover mais próximo de um SUV raiz. Veja nosso review em vídeo no canal da plataforma EU DIRIJO:   Por fora, uma olhada rápida dá a entender que há mudanças. Porém, vai ser preciso um pouco mais de atenção para perceber que faróis têm novo desenho com rearranjo da luz de condução diurna e também bloco em led para a luz baixa. Isso melhora muito a iluminação à noite. A grade tem menos elementos cromados o que dá um aspecto mais esportivo. A versão Iconic Plus pode receber os faróis de milha acoplados no para-choque de impulsão, dentro do chamado kit Outsider. Isso reforça a imponência da dianteira do carro. Os faróis de neblina seguem instalados na parte inferior do para-choque e são de série nas duas versões. Essa área não tem pintura e realça o aspecto aventureiro.   Na lateral estão rodas novas apenas para a versão Iconic Plus, diamantadas em tom escurecido. A versão Intense Plus, intermediária e agora porta de entrada, permanece com o desenho que já tinha. Na traseira, o redesenho acabou com a polêmica nas lanternas. Elas receberam elementos em led diferentes do Jeep Renegade e que já poderiam ter sido pensadas assim desde quando essa nova geração chegou. O exterior do Renault Duster segue com o estilo clássico mais próximo de um SUV raiz. E até a gente pode chama-lo de SUV aqui na plataforma Eu Dirijo, por conta dos ângulos de ataque de 30 graus, saída de 34,5 graus e a elevada altura do solo de quase 24 centímetros.   Interior Por dentro, a nova geração trouxe muito mais requinte com acabamento de porta com tecido e material em couro, assim como os bancos. A versão Iconic Plus tem revestimento totalmente em couro. Já a versão Intense também tem aplique de couro e mescla com tecido, de boa qualidade e impressão. O painel com linhas horizontais recebe acabamentos em metal e a tela de mídia central. O cluster tem instrumentos analógicos e uma tela central monocromática que reúne informações de computador de bordo, modo de condução e ainda os controles do controle de cruzeiro e limitador de velocidade. O porta-malas tem 475 litros e é forrado em carpete. Tem ganchos para pendurar sacola e iluminação. No banco de trás, o espaço surpreende negativamente. É que pelo porte do carro, se espera mais. Há menos área para as pernas do que no Fiat Cronos por exemplo. No entanto isso não deixa desconfortável. Banco acomoda bem, e repete o revestimento dos dianteiros. A perda fica por conta do acabamento das portas, que tem apenas plástico para quem vai atrás. Motor A versão Iconic Plus pode ser equipada com o motor 1.3 turbo TCe. Esse propulsor está em linha com o que há há mais atual na gama da Renault. É alimentado por turbo, tem válvula West Gate eletrônica e um aprimoramento na parte interna dos cilindros para reduzir atrito. O bloco também tem formato delta, para reduzir a massa e chegar a uma temperatura ideal de funcionamento mais cedo. Tudo isso quer ajudar a economizar combustível. Na prática o que a gente vê é um desempenho bem superior ao 1.6 16 válvulas e um consumo ligeiramente melhor. Acelerando o 1.3 turbo, o ganho de velocidade é progressivo e não tão instantâneo quando a gente compara com o propulsor T270 da Stellantis, que dá a sensação de uma entrega mais imediata. É uma característica do carro da Renault ser mais suave e a proposta aqui não é esportividade, ainda que ambos os motores tenham números parecidos. O 1.3 turbo TCe gera 170 cavalos e 27,5 kfgm torque. Dirigir o Duster na cidade não é uma tarefa difícil, ainda que o carro instigue proporções maiores. A boa altura do solo faz ele passar imune em ruas esburacadas e lombadas. Também não traz medo para enfrentar alagamento. Além disso, deixa o motorista olhando o trânsito por cima, característica que muitos concorrentes já perderam. Para quem sai de um Duster da geração anterior, o upgrade em termos de acabamento é muito grande, fazendo o dono pensar que está em um carro diferente, de categoria superior. Além disso, o modelo também está silencioso e não replica para dentro o ruído da rua. Tela multimídia tem pareamento com celulares sem fio. Esse conforto é adicionado ao carregador de celular por indução, de série na versão Iconic. Outro equipamento exclusivo da versão topo é o indicador de ponto cego nos retrovisores e o sistema de câmeras 360 graus, com imagem traseira, fontal e das duas laterais. Mas mesmo a Intense Plus já tem controle de cruzeiro até na versão manual. Também tem sistema start stop e assistente de partida em rampa. Soluções que facilitam o uso. Conclusão O Duster segue sendo um bom carro pra quem precisa de espaço. Mas é melhor ainda para quem gosta do estilo mais tradicional dos modelos SUV, que muitos concorrentes hoje perderam. Ele ganhou requinte e foi bastante aprimorado na geração atual. O problema é que o preço acompanhou toda essa evolução. Hoje, o modelo se tornou menos acessível, assim como quase todos os outros carros também se tornaram. Segundo o site da Renault, a versão Intense manual mais barata fica em R$ 125,9 mil na cor preta, sem custo. O modelo avaliado, Iconic Plus, cor cinza Cassiopée, motor Turbo e o pack Outsider deixam o carro em R$ 161,7 mil. A consulta foi feita em maio de 2024. Reportagem: Guilherme Rockett

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T-Cross chega renovado e mais equipado

O T-Cross foi o primeiro crossover compacto da Volkswagen produzido no Brasil. Ele chega agora com design renovado, nova iluminação externa e com melhorias no acabamento interno. O novo visual começa pelo novo conjunto de iluminação. Todas as versões do crossover saem de fábrica com faróis totalmente em LED. Há assinatura diurna (DRL) e noturna (luz de posição), pisca, função farol baixo e farol alto. O modelo perdeu os faróis de neblina no parachoque, que eram característica do anterior. Na parte traseira, as lanternas são em LED, interligadas por uma outra iluminação de posição. Atrás há lanterna de neblina do lado esquerdo e iluminação de marcha a ré em ambos os lados. Na dianteira, o T-Cross tem identidade visual renovada por conta do novo para-choque e grade. Na lateral, as rodas têm desenho inédito, desenvolvido especialmente para o mercado local. A traseira teve mudança no para-choque com visual mais robusto. Interior e tecnologia A Volkswagen afirma ter feito estudos para a escolha dos materiais. Painéis ganharam mais detalhes suaves ao toque e costuras. Portas ganharam tecido na parte central. Estes elementos contemplam as versões Comfortline e Highline. Além disso, o apoia braço também é revestido em vinil. Os bancos foram reformulados e passam a ter novos tecidos com a inscrição “T-Cross” na parte superior. O porta-malas tem capacidade de 373 litros/420 litros, conforme medição VDA. Ainda no painel estão a mídia VW Play com tela de 10,1 polegadas e conexão com celulares. Ela agora dá ideia de estar flutuante, e disponível de série para todas as versões. Motor São duas opções: 200 TSI, presente na versão 200 e Comfortline, e 250 TSI da Highline. Ambos atrelados ao câmbio automático de seis marchas. O zero a 100 km/h fica em 8,6 segundos na configuração 250 TSI e em 10,0 segundos na 200 e Comfortline. Em termos de segurança, o sistema de frenagem autônomo de emergência com reconhecimento de pedestre estreia em todas as versões, assim como o sensor de fadiga e o alerta sonoro e visual para o uso do cinto de segurança dianteiro e traseiro. A versão topo de linha Highline oferece como opcional pacote “ADAS”, que inclui assistente de estacionamento (Park Assist), detector de ponto cego com assistente traseiro de saída de vaga e assistente ativo de mudança de faixa (Lane Assist). 200, Comfortline e Highline são equipadas com controle adaptativo de velocidade e distância, frenagem autônoma de emergência com detector de pedestre, seis airbags (sendo dois frontais, dois laterais nos bancos dianteiros e dois de cortina). Cor de estreia e Pacote Dark O Novo T-Cross estreia a cor Cinza Ascot para a versão Highline, sendo exclusiva para o pacote Dark (veja a seguir). Além disso, estão disponíveis outras seis opções: Preto Ninja, Branco Puro, Cinza Platinum, Vermelho Sunset, Prata Pyrit e Azul Norway. Na versão topo há opção do pacote Dark, que inclui teto e retrovisores pintados na cor Preto Ninja, rack de teto longitudinal na cor preta, rodas de liga 17” escurecidas, logotipos escurecidas na lateral e traseira e pneus Seal Inside. Pacotes de opcionais Para incrementar a versão de entrada 200 TSI, os clientes podem optar pelo pacote Interactive, que contempla câmera de ré traseira, espelhos retrovisores externos eletricamente ajustáveis e rebatíveis com função tilt-down do lado direito, rodas de liga leve de 17” e sensor de estacionamento dianteiro. Para a Comfortline são dois os pacotes opcionais disponíveis. O Sky View II oferece teto solar panorâmico, espelho retrovisor interno anti-ofuscante automático, sensor de chuva e duas luzes de leitura na frente. O Design View tem revestimento dos bancos parcialmente em couro, coluna e tetos escurecidos. O Highline tem três ofertas. Sky View, com teto solar panorâmico e duas luzes de leitura na frente, ADAS, e Pacote Dark, ambos citados anteriormente. Consultamos o configurador do site da Volkswagen na data da publicação desta matéria (23/5/2024), mas não havia link para consultar os preços do T-Cross.   Informações e imagens: assessoria VW

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Shineray lança nova scooter Urban

A Shineray do Brasil está lançando a Urban 150 EFI, uma nova scooter com acabamento premium e conectividade. A marca aposta em equipamentos e na tecnologia, com estrutura compacta e motor potente. A scooter tem linhas laterais com ângulos e recortes retos. O visual mais refinado fica por conta dos apliques cinza na parte inferior atrás da roda dianteira. A frente conta com faróis duplos e cada um com dois blocos de iluminação. A lista de equipamentos oferece facilidades ao condutor. Há chave presencial e porta-USB. O painel de instrumentos da Urban 150 EFI é digital LCD colorido com GPS e conectividade sem fio com o celular. É possível fazer o espelhamento e navegação, utilizando o sotfware Carbit Ride. A tela grande tem grafismo bonito e está próxima das que tem sido utilizadas nos carros mais atuais que têm painel digital. Freios e segurança O freio ABS é nas duas rodas com controle de tração. Os faróis tem iluminação full led para melhorar a visibilidade. A velocidade máxima é de até 110km/h e torque máximo de 13 Nm a seis mil rotações. O motor ainda conta com injeção eletrônica. O Start-Stop é outra funcionalidade que a Urban traz. Ele desliga o motor em paradas rápidas no trânsito. Além de melhorar o consumo de combustível, ajuda na redução da emissão de gás carbônico. A Urban está disponível em uma cor inédita, azul turquesa, além das tradicionais preta, branca e vermelha. O preço público sugerido é de R$ 16.290.   Informações e imagens: assessoria Shineray

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Mustang GTD vai para Europa

A Ford encerrou esta semana a pré-venda do Mustang GTD nos EUA, com mais de 7.500 pedidos dos modelos 2025 e 2026 do supercarro de edição limitada. Agora, a marca prepara o seu lançamento na Europa, tendo como principal vitrine as 24 Horas de Le Mans e outras competições Inspirado no Mustang GT3 de competição, o Mustang GTD é a versão de rua mais rápida de todos os tempos do esportivo. Equipado com motor V8 5.2 de mais de 800 cv, ele conta com peças de fibra de carbono, aerodinâmica ativa e outros recursos desenvolvidos para as pistas pela Ford Performance, divisão de carros de alto desempenho da marca. A lista de compradores do Mustang GTD na América do Norte, segundo a marca, inclui clientes de diferentes perfis, na maioria ligados às competições. A comunidade esportiva foi responsável por mais de 20% do fluxo registrado no site de venda. Um quarto dos inscritos já são proprietários do Mustang e um em cada cinco possui veículos de outras marcas com nível similar de performance. Na Europa, a estreia do Mustang GTD será nas 24 Horas de Le Mans, em junho. Depois, ele será visto também nas 24 Horas de Spa, no Festival de Velocidade de Goodwood e fará uma cronometragem oficial no famoso circuito de Nurburgring. Em todas as competições o objetivo é vencer os melhores do continente, no ano da comemoração de 60 anos do Mustang. “Testamos o Mustang GTD extensivamente na América do Norte, incluindo os circuitos de Sebring e Virgínia. Os testes agora continuam na Europa e nossa meta é fazer um tempo de volta de menos de sete minutos em Nurburgring”, diz Greg Goodall, engenheiro-chefe do programa Mustang GTD.   Informações e imagens: assessoria Ford

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Fiat Cronos 1.0: econômico no posto e na oficina

Hoje o Fiat Cronos não é o sedã compacto número um em vendas no mercado. Mas no futuro, quando o consumidor com menos dinheiro quiser um carro simples e racional no mercado de usados, ele será a compra mais certeira. A plataforma Eu Dirijo experimentou a versão Drive 1.0 do Fiat Cronos. Hoje é ela que está na porta de entrada, depois que a 1.0 sem nome deixou de existir no catálogo. Veja o review no nosso canal no YouTube: Por fora, as alterações bastante sutis feitas na grade se mantém. Fora isso, a linha 2024 ganhou luz de condução diurna na parábola do farol alto. Na lateral, as rodas são aro 15 com calotas, espelhos retrovisores e maçanetas são na cor do carro e há aplique na coluna central. Esses elementos tiram aquele ar de carro básico. O friso nas portas do carro avaliado é acessório e pode ser comprado nas concessionárias. A traseira preserva as linhas mais marcantes dos desenhos da Fiat e também as lanternas com luz em led. Por dentro, o Argo Drive de tempos atrás tinha aplique em tecido nas portas. Este Cronos não tem mais. A versão Drive tem os quatro vidros elétricos com simples toque para todas as posições mas o espelho retrovisor elétrico é opcional e vem junto com a câmera de ré e a roda de liga leve no mesmo pacote. A mídia U-Connect com tela de sete polegadas é de série e conta com conexão com fio para celulares e permite fazer configurações do carro. O volante já tem o miolo mais novo, igual ao usado no Fiat Pulse e segue com a boa pega e apoio para os dedos. O cluster mantém os grafismos de sempre nos instrumentos. Ainda assim, tem computador de bordo completo até mesmo com o indicador de pressão dos pneus. O desenho do painel segue o mesmo desde que o Cronos foi lançado. No entanto a sobreposição de texturas e materiais ainda agrada e as três saídas de ar centrais são um diferencial. Bancos em tecido preto não são luxuosos mas são macios e confortáveis. Atrás, destaque para o grande espaço para as pernas, que aumenta bastante o conforto dos ocupantes. É maior inclusive que o espaço da Renault Duster. O porta-malas está entre os maiores da categoria com 509 litros de capacidade. Em carros sedã, a abertura do compartimento prejudica um pouco o acesso. Mas lá dentro é fácil de acomodar as bagagens, ainda que o carro não tenha ganchinho para pendurar sacola de supermercado, como é padrão nos modelos outros da Fiat. Dirigindo Conduzir o Cronos 1.0 na cidade exige uma compreensão maior sobre o carro. Sedã com motor 1.0 aspirado não tem torque e respostas imediatas. Assim, arrancadas em semáforo serão mais lentas do que outros modelos. No entanto, o Cronos 1.0 mantém facilmente a velocidade do trânsito e das vias. O motor Firefly tem 71 cv de potência e 10 kgfm de torque quando abastecido com gasolina, condição em que fizemos a avaliação.  O câmbio tem as três primeiras marchas mais curtas, o que faz com que o giro do motor suba rápido e o motorista apresse logo para a quarta e a quinta marcha. O indicador de troca no painel ajuda. O motorista se acomoda bem e tem boa visibilidade com espelhos grandes e fácil o acesso aos comandos. Para profissionais que vão dirigir o carro durante todo dia, o Cronos será amigável e confortável, com suspensão macia. E ainda assim mais elevada em relação aos concorrentes. O carro não raspa no chão e anda em ruas de pedra de maneira suave. Na estrada, fazer ultrapassagens exige que o motorista tenha um pouco de planejamento para as acelerações graduais. Não adianta afundar o pé no acelerador que o carro não vai responder. O que é preciso é uma aceleração mais gradual com pé até três quartos do curso do acelerador para que o carro vá ganhando velocidade aos poucos. Em estrada plana, ele mantém tranquilamente as velocidades mais altas e não deixa o motorista na mão. Na cidade, o consumo do Fiat Cronos, rodando em trânsito um pouco mais severo, ficou em 11 km/l. Poderia ser melhor com uma condição mais tranquila nas ruas. Na estrada ele passa dos 16 km/l facilmente. No fim das contas, pagar mais de R$90 mil por um Cronos 1.0 pode assustar em um primeiro momento, mas é preciso levar em conta que o preço dos carros hoje. O Cronos será aquela compra racional e certeira, sem surpresas. Muito além de gastar pouco combustível, a manutenção será fácil com peças acessíveis e facilidade em futuros reparos ou substituição de peças de desgaste. Valor que o primeiro proprietário talvez nem perceba. Mas os próximos, certamente perceberão. E será fácil encontrar os próximos donos na hora da revenda.   Fotos: Marco Escada Reportagem: Guilherme Rockett

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BYD Song Plus ganha bateria maior

O novo BYD Song Plus DM-i, chega na versão 2024/2025 com a bateria com mais que o dobro de autonomia. Passa de 50km para 105km, para atender às demandas dos consumidores brasileiros. A nova autonomia do BYD Song Plus DM-i 2024 é de 1.200 quilômetros no total. Isso graças a bateria com 18,3 kWh de capacidade. No quesito tecnologia, também foram feitas melhorias no modelo, que agora tem a sua tela multimídia central giratória de 15,6 polegadas, abertura do carro via cartão NFC e utilização da ferramenta NFC também via celular, além do retrovisor traseiro passar a ser fotocrômico. Quem comprar o novo BYD Song Plus DM-i também passará a ter no modelo de ano 2024/2025 a bateria com a mesma garantia de oito anos, mas agora sem limite de quilometragem. A garantia do veículo foi aumentada para seis anos e também sem limite de quilometragem. O novo BYD Song Plus DM-i 2024/2025 chega ao Brasil com com preço público sugerido de R$ 239.800,00, nas cores Time Grey (cinza), Snow White (branco), Delan Black (preto) e Dome Blue (azul).   Informações e imagens: imprensa BYD

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