Guilherme rockett

Novo Ford Explorer chega com engenharia brasileira

A Ford vai iniciar a venda do Explorer 2025 no segundo trimestre nos Estados Unidos. Com três fileiras de bancos e sete lugares, o utilitário esportivo é referência há mais de 30 anos no mercado. Além de visual mais robusto, o Explorer 2025 traz um interior redesenhado e o novo sistema de infotenimento Ford Digital Experience. Pela primeira vez, ele também oferece em algumas versões o sistema de direção sem as mãos Blue Cruise, para uso em determinadas estradas da América do Norte. A gama 2025 do Explorer O novo Explorer será oferecido nas versões Active, de entrada, ST-Line, com visual esportivo, ST, de alto desempenho, e topo de linha Platinum, com motor 2.3 EcoBoost ou 3.0 V6 EcoBoost, de 400 cv. Todas têm tração traseira, com 4WD opcional, e transmissão automática de dez velocidades recalibrada. O novo design inclui grade dianteira maior, faróis de LED mais esguios, protetor dianteiro e difusores laterais mais largos que ajudam a rebaixar visualmente o veículo. As versões ST-Line, ST e Platinum têm a opção de teto preto. Na traseira, as novas lanternas de LED avançam pelo porta-malas, conectando-se ao nome Explorer no centro. As rodas são de 18, 20 ou 21 polegadas. A cabine, mais refinada, traz novas texturas, cores e materiais suaves ao toque, com painel redesenhado para ampliar o espaço dos ocupantes. Além de bancos dianteiros aquecidos e oito entradas USB, há um sistema de iluminação em sete cores opcional. Nova experiência digital O Explorer é o primeiro veículo da marca a trazer o novo sistema de infotenimento Ford Digital Experience, que prioriza o uso da voz para controlar várias funções, como temperatura, navegação, busca, música, rádio, chamadas, mensagens, agenda e aparelhos domésticos, por meio do Google Assistant ou Alexa. A integração com o Google Maps permite navegar tanto pela tela central de 13,2” como pelo painel de instrumentos de 12,3”. Além de conexão com Android Auto e Apple CarPlay, é possível baixar e usar aplicativos de música, audiolivros e podcast sem depender de um smartphone. Quando o carro está estacionado, o usuário pode ver TV e vídeos em aplicativos e até jogar games, conectando um teclado ou controle via Bluetooth.   Time de brasileiros nos Estados Unidos A engenharia brasileira participou do desenvolvimento de itens do SUV, trabalhando em parceria com o time dos Estados Unidos. A renovação do modelo é mais um exemplo da capacidade do Centro de Desenvolvimento e Tecnologia da Ford Brasil, instalado na Bahia, que hoje responde pela criação e aprimoramento de um terço das funcionalidades embarcadas nos veículos Ford ao redor do mundo. Nesse trabalho, mais de 50 pessoas participaram do desenvolvimento de vários itens, incluindo testes e integração de processos de engenharia. Entre eles, estão o refinamento de vários elementos do exterior e interior – como faróis, lanternas, tampa traseira, paineis de portas e USBs. Outros exemplos são o novo alerta de ocupante do banco traseiro, que evita o esquecimento de crianças no interior do veículo, e a saudação de boas-vindas com animação no painel e iluminação quando o motorista abre e fecha a porta.   Informações e imagens: assessoria Ford

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Copa HB20 abre calendário 2024

A Copa Hyundai HB20, abriu a temporada de 2024 no Autódromo Internacional Orlando Moura, em Campo Grande (MS). A categoria corre pelos principais autódromos brasileiros, reunindo grids de até 40 carros. A competição segue dividida em três categorias: Super, para iniciantes e pilotos de trajetórias mais recentes; Elite, com foco em competidores de nível intermediário; e Pro, dedicada aos pilotos mais experientes e com maior histórico de competições. Em sua quinta temporada, a Copa Shell Hyundai HB20 conta com seis patrocinadores, sendo eles Shell, Gabardo, Brazzo, Hyundai Financiamentos e Goodyear. Também apoiam a competição as marcas Hipper Freios, Monacco, Tecpads, Inflow e Real Radiadores. Os carros são o modelo HB20 da Hyundai, equipados com motor 1.6 aspirado e câmbio automático com sistema de troca no volante. Os carros foram fabricados em um lote único na Hyundai para que sejam exatamente idênticos entre si. Depois receberam preparação pela equipe H-Racing, com os mesmos equipamentos resistentes e duráveis, para garantir que nenhum piloto fique em desvantagem e, principalmente, proporcionar maior sinergia dos custos envolvidos. Tudo isso permite atingir uma cavalaria 20% superior à original – cerca de 160 cv –, podendo alcançar 200 km/h. Todos os carros são abastecidos com etanol Shell V-Power. Em 2024 a Copa Hyundai HB20 terá oito etapas que acontecerão aos finais de semana, no formato “rodada dupla” para os carros, ou seja, haverá duas corridas que vão garantir o mesmo número de pontos na classificação geral. A meta é reduzir custos, já que os pilotos utilizarão as mesmas estruturas e logística, sem prejudicar o lado esportivo do campeonato. O total será de 16 provas na temporada. Desde sua criação, em 2019, a Copa Hyundai HB20 já realizou mais de 70 provas, com aproximadamente 40 carros no total em cada temporada. Durante os quatro anos de disputas, zero intercorrências referentes a motorização da fabricante sul-coreana. A competição é também a que mais cresce na história do automobilismo nacional e tem se mostrado uma excelente plataforma dentro e fora dos circuitos, com disputas emocionantes na pista e atraindo mais de 100 marcas que alavancam a iniciativa B2B, com ações de relacionamento e engajamento de clientes. Quanto custa uma temporada da Copa Hyundai HB20? O investimento previsto para a temporada completa da Copa Hyundai HB20, por veículo inscrito, é de R$ 250 mil, o que contempla um pacote de serviços que permite ao piloto simplesmente “sentar e acelerar”, com base no conceito seat and drive. O que é oferecido para cada piloto? O valor de R$ 250 mil pela temporada contempla o veículo durante o período do campeonato, sua manutenção e a preparação para cada etapa; o suporte de engenheiros, mecânicos e telemetristas a cada etapa; a logística do veículo para cada autódromo; a estrutura de pista e autódromo; um (1) novo jogo de pneus para cada etapa (serão usados às sextas, sábados e domingos) e combustível para todo o final de semana. Como os carros saem da fábrica? Saem de fábrica pintados na cor branca, sem bancos, acabamento interno, quadro de instrumentos, sistema de áudio e de ar-condicionado, estepe e janelas laterais. O que é acrescentado nos carros pela H-Racing? A H-Racing acrescenta reforço estrutural no habitáculo do piloto (santantônio), composto por arco em aço-carbono com oito pontos de fixação, cinto de segurança com seis pontos, extintor de incêndio, sistema de telemetria, injeção ProTune PR4, policarbonato nas janelas laterais e na tampa do porta-malas, suspensão de competição e rodas 15×6. Também são acrescentados banco esportivo tipo concha, provado e aprovado por cada piloto, e identificação visual dos carros, conforme os patrocínios exclusivos dos competidores. Calendário da Copa Hyundai HB20 14/04 – Goiânia/GO 16/06 – Nova Santa Rita/RS 04/08 – Interlagos/SP 01/09 – Cascavel/PR 13/10 – Mogi Guaçu/SP 17/11 – A Definir 08/12 – Goiânia/GO Ficha técnica dos carros da Copa HB20 MOTOR Gamma 1.6l 16V DOHC CVVT Flex 4 em linha Posição Transversal anterior Bloco e cabeçote em Alumínio Diâmetro (mm) X curso dos pistões (mm) 77,0 X 85,4 Cilindrada (cm³) 1.591 Potência máxima (cv @ RPM) 160 (E) @ 6.500 RPM Torque máximo (m.kgf @ RPM) 17,8 (E) @ 5.400 RPM ALIMENTAÇÃO Comando de válvulas DOHC CVVT Comando duplo, variável na admissão TRANSMISSÃO Automática 6 marchas Tração Dianteira FREIOS Dianteiro Disco ventilado Traseiro Tambor PNEUS E RODAS 195/55 R15 Suspensão (dianteira e traseira) McPherson (dianteira), eixo de torção (traseira), com amortecedores e molas de competição, calibrados para cada circuito DESEMPENHO Velocidade máxima (km/h): 200km/h (E) Aceleração de 0 a 100 km/h (s): 10,2 (E) SEGURANÇA Arco em aço-carbono com oito pontos de fixação, cinto de segurança com seis pontos e extintor de incêndio. * Equipamentos de segurança homologados pela FIA/CBA. TECNOLOGIA Sistema de telemetria incorporado   Informações e imagens: assessoria Hyundai

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BYD aumenta investimento na Bahia

A BYD vai aumentar o investimento que faria no Brasil. O valor inicial era de três bilhões de reais. Agora, a marca promete investir R$ 5,5 bilhões. O anúncio foi feito no complexo industrial de Camaçari, na Bahia, onde está a fábrica da qual a BYD agora tem a posse. O valor é 83% a mais do que anunciado inicialmente. “Nos últimos 30 anos, pouco foi investido no setor automotivo no Brasil. Mas a chegada da BYD mexeu com o mercado e agora várias outras montadoras estão anunciando investimentos para o longo prazo”, afirmou Stella Li. A direção da BYD também anunciou a construção de cinco prédios residenciais, que serão destinados aos funcionários da fábrica. Os empreendimentos ficarão a 3,5 km de distância do complexo, em uma área de aproximadamente 81 mil m² e terão a capacidade de abrigar 4.230 pessoas. Com a geração de 10 mil empregos e o investimento da BYD, até o fim de 2024, os primeiros veículos da BYD começarão a ser montados no complexo. A produção completa dos carros na Bahia deve começar entre 2024 e 2025 e terá capacidade instalada de 150 mil veículos por ano na primeira fase de implantação, podendo chegar a 300 mil veículos numa segunda etapa. Ao todo, o complexo possui uma área total de 4,6 milhões de m² que foram comprados do Governo da Bahia por R$287.816.458,00. Na primeira fase de obras, serão 26 novas instalações entre galpões de produção, pista de testes e outras estruturas que vão ocupar uma área de cerca de 1 milhão de m². BYD lidera vendas de elétricos e híbridos A BYD confirmou, mais uma vez, a liderança de emplacamentos no mercado brasileiros em fevereiro de 2024, segundo informações da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave): foram 2.523 carros elétricos comercializados ou 69,8% do segmento, fato que assegurou o primeiro lugar absoluto do mercado. A greentech vendeu sozinha mais do que a soma de todos os concorrentes juntos. A BYD foi também a marca que mais emplacou entre os modelos híbridos, com 1.900 unidades e 28% de share.

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Titano põe Fiat nas picapes médias

Em quase 50 anos no Brasil, a Fiat lança hoje a sua primeira picape média. A Titano chega para concorrer com as “cabine sobre chassi” e vai disputar mercado na linha de Hilux e S10, o grupo chamado “D-picapes”. Com a Titano, a marca oferece produtos em 97% de cobertura no segmento de picapes. São três versões que chegam ao mercado. A Endurance é a de entrada e você vê nas fotos a picape na cor branca e com plásticos sem pintura. A Volcano é a picape branca com detalhes cromados e rodas de liga-leve. A topo é a versão Ranch, picape vermelha nas fotos desta reportagem, A nova picape veio de um projeto global da Stellantis. Versões dela já rodavam por outros países como Peugeot Landtrek. Para o Brasil, ela recebeu novas suspensões, coxins de cabine, rodas, bancos e calibrações específicas que garantem mais conforto sem perda da capacidade off-road, além de maior distância do solo e aderência. E também para o Brasil, passou a ter marca Fiat pelo sucesso de Toro e Strada e também porque a marca Peugeot poderia não ser bem vista nesse segmento. Números e capacidades A nova Fiat Titano tem 5.330 mm de comprimento, 2.221 mm de largura (com espelhos), 1.898 mm de altura (com barras longitudinais) e 3.180 mm de distância entre eixos. A picape possui 235 mm de distância do solo, 29° de ângulo de entrada e 27° de ângulo de saída. Outro destaque é a caçamba, com a promessa de ser o maior volume da categoria, com capacidade de 1.314 l (NET) sem protetor de caçamba (1.211 l com o item). Ela possui 1.630 mm de comprimento, 1.925 mm de largura e 500 mm de altura. A versão Endurance, da foto ao acima, não oferece proteções na caçamba. Esses equipamentos surgem a partir das versões mais caras. Aí vem o santo antônio, protetor e capota marítima. A Titano também conta com rodas de liga-leve de até 18”, que além de darem um ar mais robusto à picape, também possuem grande funcionalidade na utilização off-road e ao carregar cargas mais pesadas. Falando nisso, a picape possui capacidade de carga de mais de uma tonelada, mais precisamente, de 1.020 kg e 3.500 kg de reboque. Por fora e por dentro A frente é composta pela nova grade, que antecipa a nova linguagem de design da marca, com temas geométricos, além de uma nova interpretação da Fiat Flag. Faróis tem assinatura em LED e o skidplate completam o visual do modelo. Externamente, o conjunto de maçanetas e retrovisores cromados com o estribo lateral adicionam ainda mais requinte à picape. Por dentro, a Titano oferece um interior confortável e funcional. No total, são 27 litros de porta-objetos, divididos de forma inteligente para facilitar o dia-dia do motorista e passageiros com espaços para armazenamento até abaixo dos bancos. Também há ganchos retráteis nas costas dos bancos dianteiros, que podem ser usados para pendurar bolsas ou mochilas de até 4 kg, que evitam que o objeto caia durante a condução. O painel mescla ponteiros e tela digital colorida 4.2” e central multimidia de 10”, voltados para o motorista. Além disso, ainda é possível conectar e carregar dispositivos eletrônicos através das duas entradas USB acessíveis diretamente no console central. Os bancos são de couro de alta qualidade com costuras que realçam o requinte do modelo. Os assentos dianteiros possuem ajuste elétrico garantindo um conforto extra. Já os traseiros, são modulares e podem ser rebatidos, o que permite capacidade de transporte de até 100kg atrás da segunda fileira de bancos. Vale dizer o volante multifuncional também é em couro. A nova picape da Fiat está disponível nas cores metálicas Vermelho Tramonto, Preto Carbon e Prata Billet, além da sólida Branco Ambiente. Tecnologia e segurança A Nova Fiat Titano tem central multimídia de 10” que pode ser personalizada e navegação embarcada TomTom, que facilita o acesso as várias configurações do carro, além de contar com Apple Carplay™ e Android Auto™, para conexão com o celular. Há ar-condicionado digital dual zone e keyless entry’n go (chave presencial com partida por botão). Além disso, traz também alerta de posição do volante, que avisa e orienta o motorista para alinhar a direção antes de sair com o carro, útil para evitar pequenas colisões ao sair de vagas. A câmera 360° off-road é outro importante diferencial. Além de auxiliar o motorista na hora de estacionar, é ativada automaticamente quando obstáculos são detectados durante a direção. Tudo isso graças às quatro câmeras distribuídas no exterior do veículo, que garantem que esteja pronta para enfrentar qualquer terreno. Vale ressaltar que ela é a única do seu segmento a possuir este recurso. Em relação à segurança, conta com seis airbags, sete alças de segurança e recursos que auxiliam o condutor. A picape traz alerta de saída de faixa, que, por meio de uma câmera, reconhece linhas contínuas ou descontínuas, analisa a imagem e aciona um alerta visual e sonoro em caso de desvio de direção. Outra funcionalidade é o “Hill Descent Control” (HDC), assistente para descidas que permite um controle perfeito e seguro da Titano e da sua trajetória em declives acentuados. O sistema permite a descida do veículo em baixa velocidade, proporcionando mais controle e segurança. A Nova Fiat Titano conta também com detector de pressão dos pneus (TPMS). O recurso garante que o motorista seja informado continuamente em caso de perda de pressão em um ou mais pneus diretamente na tela da picape, além de avisar sobre um possível furo antes que o pneu esvazie totalmente. Esta é uma vantagem em termos de segurança fora de estrada e ajuda a manter a pressão ideal para controlar o consumo de combustível. Para completar, a Titano é equipada com ESP (Electronic Stability Program), que garante maior estabilidade e segurança na condução, assistente de partida em rampa (hill start assist), controle de tração e o Trailer Swing Control, que traz estabilidade para o reboque. O ABS com EBD (Antilock Braking System com Electronic Brakeforce Distribution) é outro recurso

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Renault Kwid Intense na nossa avaliação

Em tempos de transporte individual por aplicativo, nas grandes cidades é possível que não há que nunca tenha andado em um Renault Kwid. O modelo subcompacto ganhou espaço por estar presente na oferta das locadoras e também por ser um dos modelos mais baratos hoje no mercado. Por isso, quem está procurando carro passou a olhar com mais atenção pra ele. O canal Veículos & Velocidade experimentou a versão Intense, intermediária na gama do Kwid à combustão.   Com a chegada das versões mais básicas do Citroën C3, o trio de modelos mais baratos do Brasil fica composto também com o Fiat Mobi. Mas comparando o desenho dos três carros, o modelo da Renault se destaca no apelo visual, mais interessante a partir da versão Intense. Ele ganha de série calotas que se parecem com rodas e há opção da roda de liga-leve com teto bicolor. Além disso, há elementos para a iluminação diurna em Led e o farol de dupla parábola. A grade dianteira é imponente para um subcompacto, com todo o apelo crossover. Na lateral, destaque para espelhos pretos e aplique nas molduras das caixas de roda. É a partir da versão Intense que o Kwid ganha lanternas com elementos em led para iluminação noturna, item inexistente nos outros dois carros. A partir do ano modelo 2024, ele recebe repetidor de seta na lateral e um botão para abertura do porta-malas na tampa. Na parte inferior do pára-choque, não há pintura e o modelo também não tem sensor de estacionamento. Há sim a câmera de ré e também a possibilidade de abertura do compartimento de bagagens por um botão na chave.   O espaço é para 290 litros. Comprido, acomoda bem as bagagens ao oposto do que se encontra no Fiat Mobi. Também tem revestimento completo em carpete de boa qualidade.   Couro num subcompacto? Na parte interna, a versão Intense a apresenta bancos com aplique em couro sintético, tecido com elementos em azul e costuras aparentes. O painel, ainda que em plástico rígido, tem elementos em preto piano, assim como a moldura da alavanca de câmbio. Uma sofisticação que não existe nos concorrentes. O sistema de mídia é o Media Evolution da Renault, que inclui conexão com celulares e também mostra informações do computador de bordo do carro, além da pontuação para uma condução mais econômica. O painel de instrumentos eliminou ponteiros. No lugar deles estão leds que vão se acendendo conforme o giro do carro sobe e também indicam a temperatura do motor e o nível no tanque de combustível. O velocímetro é digital em uma tela de baixa resolução que também inclui informações do computador de bordo. Para puristas que apreciam dirigir, o contagiros é impreciso porque as escalas são de 500 em 500 rotações. Para um usuário comum, talvez isso não faça diferença. A chave é do tipo canivete com comandos para travamento e destravamento e também a abertura do porta-malas. Mas os vidros não levantam com um toque no botão. É preciso fechar as janelas antes de desligar o carro. Os traseiros são a manivela. A versão Intense tem o espelho retrovisor elétrico de série, o que facilita o uso no dia a dia. Além disso, todas as versões têm indicador de portas abertas, capaz de apontar qual delas que não está fechada corretamente. Motoristas de aplicativo vão perceber a utilidade dessa função. No banco traseiro, o padrão de revestimento é o mesmo, com materiais diferenciados na categoria. O espaço para as pernas é mais apertado até pelo tamanho do carro. A movimentação de pés é razoável. É preciso ter em mente que o carro é pequeno para saber o que esperar dele. Não dá para entrar pensando estar em um sedã médio. O volante não tem ajustes e o banco não tem regulagem em altura. Pessoas de estatura mediana conseguem encontrar uma boa posição de condução. O problema é que ao acionar a embreagem, o joelho e o pé ficam mais altos. No trânsito intenso, pode gerar desconforto.   O que não é legal Uma característica do Renault Kwid é a vibração excessiva quando o carro arranca ou faz manobras em ré. Chega ao ponto de passar barulho forte para dentro do carro. Essa vibração, possivelmente, vem do conjunto de motor e câmbio “trabalhando”. No caso do Kwid, a suspeita é que os coxins que apoiam o conjunto propulsor são subdimensionados e incapazes de filtrar toda essa vibração. No Fiat Mobi, por exemplo, isso não acontece.   Por outro lado, a direção elétrica é extremamente leve e com o volante pequeno, fica fácil do motorista fazer manobras. Não há comandos no próprio volante porque os botões da mídia estão um comando satélite logo atrás, exatamente como no Scenic de tempos atrás.   O motor 1.0 O motor 1.0 SCe três cilindros tem duplo comando de válvulas no cabeçote e acionamento por corrente. São quatro válvulas por cilindro. O conjunto gera 68 cavalos de potência com gasolina e 9,4 kgfm de torque com o mesmo combustível. O que garante agilidade para arrancadas e capacidade para rodar em estradas mantendo velocidades mais altas. Não será, claro, capaz de acelerar como um 1.0 turbo. Mas pelo tamanho do subcompacto, ele oferece sim desempenho suficiente. Dentro da cidade, é fácil dirigir e o carro e se consegue sair de situações de aperto com tranquilidade porque é pequeno e agil. Aclives mais intensos vão exigir reduções de marcha e um embalo antes. Pisos irregulares acabam sendo sentidos em parte pelos ocupantes. No entanto, a suspensão elevada garante que o carro não vai tocar no chão. Ele também consegue passar em quebra-molas ou faixas elevadas sem oferecer risco. Estacionar o carro carro e uma tarefa fácil, especialmente auxiliada pela câmera de ré. Os mais experientes não vão sentir falta do sensor de estacionamento. Mas ele poderia estar presente pelo menos como opcional. Os números de consumo são excelentes, chegando a 12,5 km/l de média com gasolina na cidade e superando os 17 km/l na estrada. Se a

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Nosso teste: Rampage Laramie

Olhando por fora, a grade com cromados da versão Laramie da Rampage é imponente. Quando você senta ao volante, Confirma que não está apenas em uma Fiat Toro mais evoluída. Experimentamos no canal Veiculos & Velocidade a versão Laramie com motor diesel, para entender o conceito e a proposta dessa picape. No fim das contas, vai o spoiler: talvez seja essa a melhor Ram para o Brasil.     Por fora O exterior da versão Laramie é marcado pelos cromados e também pelas peças plásticas nas molduras laterais pintadas na cor do carro. Nessa das fotos, o tom é o “Maximum Steel”, ou “aço máximo”. O conjunto de iluminação é totalmente em led e inclui faróis duplos na dianteira, seta dinâmica e o faróis de neblina na parte inferior. As rodas de liga-leve aro 18 polegadas usam pneus para asfalto e tem face totalmente diamantadas. Frisos no entorno dos vidros, maçanetas e espelhos são cromados. Na caçamba, não há um santo antônio, o que também acontece nas irmãs maiores da Rampage. A caçamba não vem com cobertura de série mas é completamente revestida com protetor. Há iluminação e a tampa desce de maneira suave graças aos amortecedores. O parachoque tem aplique cromado na versão Laramie. Há sensores de estacionamento e alerta de tráfego cruzado.   Ao abrir a porta Os revestimentos das portas dianteiras mantém o material suave ao toque que caracteriza tanto os carros da Jeep quanto as picapes da Ram aqui no Brasil. Há uma sobreposição de tons e couro preto e marrom. O painel tem o mesmo desenho do Jeep Compass e Commander, mas ao centro, a mídia fica colocada em tamanho mais horizontal. Bancos são em couro marrom, com encostos dignos de um sofá em couro. Não são bancos que têm grande apoio na lateral e que querem envolver o motorista. Aqui a ideia é deixar o condutor sentado em um sofá tal como carros americanos mais tradicionais. O painel de instrumentos é a tela de dez polegadas que já está presente em Compass e Commander. No entanto, Tem grafismos específicos na linha da Ram. As funções de um computador de bordo super completo com avisos, alertas, monitoramento do consumo de combustível, tudo está lá e é fácil de acessar porque os comandos têm o mesmo padrão da linha Jeep. A mídia é, talvez, a expressão mais interessante do sistema U-Connect, especialmente porque os mapas ficam largos. além disso, as funções de áudio e o paramento sem fio para celulares estão disponíveis. destaque para o carregador de celular por indução na parte inferior do painel, com saída de ar-condicionado. Os comandos do ar, aliás, podem ser feitos pela tela ou pelos botões físicos, com atalhos para o desembaçador ou para a refrigeração máxima. Na parte de trás, as portas tem acabamento pouco diferente do dianteiro, com plásticos mais rígidos. No entanto, nada que perca o padrão da linha Ram e ainda preserva o couro no apoio de braços. Bancos deixam ocupantes em posição “cadeirinha”, onde o conforto é bem melhor do que nas picapes tradicionais construídas no sistema chassi mais cabine. Na Rampage, feita em monobloco, as vantagens ficam por conta do conforto. Mas antes de falar sobre isso, é preciso contar que ela ainda possui seis portas USB para carregamento de celulares. Duas na frente e quatro atrás. Dessas, duas são no padrão USB-C, mas atual. Construção e suspensão A Rampage é mais um produto construído sobre uma variação da plataforma Small Wide do grupo Stellantis. A Small Wide é usada em Toro e na linha da Jeep. Isso faz com que a suspensão traseira seja independente do tipo multilink. Como é uma picape monobloco, ela tem muito mais conforto do que a construção tradicional de cabine sobre chassi. Se a Toro já era a picape mais confortável entre todas as vendidas no Brasil, a Rampage eleva esse padrão com mais luxo e sofisticação. Se o conjunto será tão durável quanto uma picape tradicional, a gente não pode apostar. Mas certamente vai levar os passageiros para a fazenda de forma muito mais confortável. Vendo de outra forma, a Rampage pode ser a picape que você vai ter para viajar, andar na cidade, ir até o seu local de trabalho. Lá na fazenda você vai pegar a Toyota Hilux cabine simples e básica para fazer o serviço pesado.   Motor diesel A Rampage Laramie tem as duas opções de motores: Hurricane e o 2.0 a diesel Multijet, o mesmo que a gente já conhece da Fiat Toro e linha Jeep. Ele gera 170 cavalos de potência e 38,8 kgfm de torque. É um propulsor de quatro cilindros em linha, turbo, com injeção direta de combustível – no caso o diesel. Ele tem comando de válvulas duplo no cabeçote e acionamento por correia dentada. O conjunto é mais próprio para força, porque faz a capacidade da caçamba superar uma tonelada. Na Rampage a gasolina, Esse número fica abaixo dos mil quilos. É a versão mais própria para quem vai fazer o uso da Rampage como picape. O câmbio automático tem nove marchas e o sistema de tração é 4×4 permanente. A Rampage não tem um botão no painel para bloquear atração em 50% para cada eixo. Isso é possível nos modelos da Jeep. O único botão que há é para acionar a tração 4×4 reduzida. Acionada, passa a utilizar a primeira marcha nas arrancadas, quando normalmente faria isso em segunda marcha. Além disso, as marchas seguintes serão até a terceira, de forma mais reduzida, para simular essa condição. Não é como um 4×4 reduzido tradicional, em que você tem engrenagens reduzidas para cada uma das marchas. Ainda assim, o sistema funciona e é capaz de fazer com que a Rampage possa transpor obstáculos. Se é o mais adequado para o uso em condições severas, onde apenas tratores iriam passar, aí só os futuros donos vão dizer. Se é que eles vão usar para isso. Ao volante Dirigir a Rampage na cidade é uma experiência em que

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Corolla esportivo chega ao Brasil

A Toyota Gazoo Racing, divisão esportiva da marca, trouxe as últimas 30 unidades do GR Corolla Launch Edition, nas versões Core e Circuit, para o Brasil. Os carros são comercializados com uma placa de identificação numérica e uma capa para o GR Corolla, também numerada, e porta-documentos exclusivos. Apresentado oficialmente em julho, o GR Corolla chegou ao mercado com o status de primeiro esportivo da Toyota a desembarcar no Brasil. O GR Corolla é equipado com um motor 1.6 turbo de três cilindros, capaz de entregar 304 cv e um torque de 37,7 kgfm. Esse é o mesmo propulsor turboalimentado G16E-GTS usado no GR Yaris, apenas com aprimoramentos para ganho maior de potência. Seu câmbio manual de seis velocidades proporciona uma experiência de condução empolgante, enquanto o sistema integral GR-FOUR garante uma tração eficiente nas quatro rodas, em qualquer tipo de terreno. O propulsor também se beneficia de tecnologias de automobilismo que maximizam seu desempenho, incluindo resfriamento de pistão de jato de óleo múltiplo, válvulas de escape de grande diâmetro e uma porta de admissão parcialmente usinada. A combustão é alimentada pelo sistema de injeção direta D-4S da Toyota, que opera em alta pressão para dispersão máxima de combustível. Versões A versão Core (20% do mix) conta com bancos esportivos de couro e suede na cor preta, com detalhes e costuras em vermelho e encostos de cabeça com emblema GR. Na versão Circuit Edition (80% do mix), o principal diferencial é o teto de fibra de carbono, que baixa o peso e ajusta o centro de gravidade do veículo. Além disso, são acrescentados head-up display (HUD), alerta de ponto cego (BSM) e carregador por indução. As últimas 30 unidades do GR Corolla Launch Edition estão disponíveis nas cinco GR Garage que a Toyota Gazoo Racing possui atualmente no Brasil, localizadas em São Paulo, Sorocaba (interior de São Paulo), Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba.   Informações e imagens: assessoria Toyota

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Mais cores na Chevrolet: bem vindas!

Por ruas mais coloridas. Poderia ser uma campanha nossa aqui na Eu Dirijo. Mas a notícia que vem da Chevrolet nos anima: a marca regista aumento da participação de carros coloridos e está colocando quatro opções inéditas de pintura na linha 2025. Um deles é o Azul Boreal que estreia junto com a nova Spin. A Chevrolet possui um time de especialistas responsáveis por identificar tendências e ajudar a desenvolver novas soluções de pigmentação. O Azul Boreal, que estreia com o Novo Spin até o fim de março vai chegar simultaneamente para o Tracker e a Montana. “Todo lançamento da Chevrolet costuma trazer sempre uma cor distinta, capaz de evidenciar o caráter do veículo, ressaltar os elementos do design e marcar o momento. São aproximadamente três anos trabalhando para definir a paleta de cores ideal para um modelo, pois a preferência do consumidor está sempre mudando de direção. A moda, a arte e a arquitetura, tudo acaba influenciando”, explica Alexandre Ameri, gerente de design da GM América do Sul. A tendência são automóveis mais coloridos, observa levantamento feito pela Chevrolet, que vem registrando crescimento da procura por cores mais vivas. O azul, o vermelho e o verde representam atualmente 14% das vendas da linha Chevrolet no Brasil, 3pp (Pontos Percentuais) a mais do que em 2019. O modelo de alto volume que tem puxado este fenômeno no portfólio da marca é a atual geração do Onix – tanto o hatch como o sedã. Os modelos, aliás, foram lançados em 2019 com a opção Azul Seeker, até então única alternativa para quem queria fugir da escala do branco ao preto. Cada tinta é desenvolvida para destacar importante uma característica do veículo. Mais fechado, o novo Azul Boreal da nova Spin remete à tecnologia, enquanto o Azul Seeker, mais vivo do Onix, remete à conectividade. Já o Azul Eclipse evidencia a sofisticação devido ao seu aspecto escuro, por exemplo. Todas elas trazem pigmentos capazes de gerar múltiplos efeitos dependendo da incidência e do ângulo da luz. Ao todo, a Chevrolet oferece 18 opções de cores quando somada todas as combinações do portfólio. Cada um dos 12 modelos disponíveis atualmente na rede de concessionárias tem, em média, meia dúzia de cores, entre sólidas, metálicas e, em alguns casos, até peroladas. Além do novo Azul Boreal, três outras cores inéditas farão sua estreia na linha 2025 e serão reveladas junto com os próximos lançamentos da marca. A oferta de novas cores vira a curva da Chevrolet, que por um bom tempo teve uma oferta menor de opções. Nos anos 90, Corsa e Vectra poderiam vir em tons vermelhos “bordô”, verdes metálicos e azuis, como o Azul Vandrik, tom mais claro, bastante popular no Corsa Wind e Super. Depois, nos anos 2000, a oferta de cores ficou restrita a preto, branco, cinza e apenas um tom diferenciado. Havia um azul escuro para o Corsa de segunda geração, logo substituído por um bege metálico. Foi só após o lançamento da atual Montana, em tom verde, que a GM começou a ampliar a oferta de cores na gama.   Da redação, com informações assessoria GM

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C3 Aircross: chega a opção de 7 lugares

O novo Citroën C3 Aircross de sete lugares teve os preços apresentados pela marca. O modelo chega em três versões com valores a partir de R$ 117.990 na modalidade de venda on-line. Com isso, ele se torna o veículo capaz de transportar até sete pessoas mais acessível do mercado. A Chevrolet Spin no pacote LT 7 lugares automática parte de R$ 120,8 mil. Vale lembrar que o valor ainda é referente à Spin pré-facelift. Mas voltando ao Aircross, ele chega nas versões Feel, Feel Pack e Shine. Todas equipadas com o motor Turbo 200 de até 130 cv e câmbio CVT de sete marchas. De série, ele vem com controle de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, luzes de rodagem diurna (DRL) com leds, direção elétrica, ar-condicionado com sistema de ventilação suplementar no teto e sistema multimídia Citroën Connect Touchscreen com tela de 10,25 polegadas com Android Auto e Apple Carplay sem fio e seis alto-falantes. Na gama versões, é possível encontrar equipamentos como sensor e câmera de ré, painel digital customizável de 7”, rodas de liga-leve de até 17” e bancos com forração premium, entre outros itens. Comodidade e praticidade O Novo Aircross conta com sistema de remoção dos bancos da terceira fileira. O mecanismo permite rebatê-los e/ou removê-los individualmente. Os assentos pesam aproximadamente 8 kg e podem ser armazenados em uma exclusiva bag Mopar, comercializada à parte, para serem transportados com facilidade. Caso a opção seja mantê-los no veículo e ainda assim houver necessidade de espaço, é possível colocar bagagens sobre os bancos da terceira fileira dobrados, pois sua estrutura reforçada permite a colocação de peso sem risco de danos ao conjunto. O Aircross sete lugares possui um porta-malas capaz de comportar até 493 litros de bagagem. Quem precisar de mais espaço pode comprar barras transversais de teto oferecidas pela Mopar para a fixação de um baú ou suporte de bicicletas. Os passageiros podem dispor de porta-copos e conectores USB para a recarga de celulares posicionados de forma inteligente na cabine, distribuídos ao longo das três fileiras de assentos, de acordo com a versão.   Lista de equipamentos do modelo: Aircross 7 Feel Turbo 200 AT – R$ 117.990 (venda on-line) – Motor Turbo 200 de até 130 cv – Câmbio automático CVT de sete marchas, com trocas sequenciais e três modos de condução – Citroën Connect Touchscreen de 10” com Android Auto e Apple Carplay sem fio com comandos no volante – Três entradas USB, incluindo duas para a segunda fileira – Monitoramento de pressão dos pneus – Controle de estabilidade e tração com assistente de partida em rampa – Luzes de condução diurna (DRL) com leds – Seis alto-falantes – Ar-condicionado – Banco do motorista com regulagem de altura – Vidros dianteiros e traseiros elétricos com função one touch – Rodas de 16” com pneus 205/65 – Travas elétricas com acionamento por telecomando da chave – Alarme – Bocal do combustível com destravamento elétrico – Barras longitudinais no teto – Dois assentos na terceira fileira rebatíveis e removíveis – Sistema de ventilação no teto – Exclusivo logotipo 7 no porta-malas Opcionais: – Pack Protection (Protetor de cárter + protetor de soleira) – Pack Design (Embelezador da grade dianteira + protetor lateral de portas) Aircross 7 Feel Pack Turbo 200 AT – R$ 127.990 Todos os itens da versão Feel mais: – Sensor de estacionamento traseiro – Rodas de liga-leve de 16” – Airbags laterais – Apoio de braço no banco do motorista – Retrovisores elétricos Opcionais: – Pack Protection (Protetor de cárter + protetor de soleira) – Pack Comfort (Faróis de neblina + câmera de ré) – Pack Design (Embelezador da grade dianteira + protetor lateral de portas) Aircross 7 Shine Turbo 200 AT – R$ 136.590 Todos os itens da versão Feel Pack mais: – 2 portas USB de recarga rápida para a terceira fileira – Rodas de liga-leve de 17” e pneus 215/60 – Faróis de neblina – Câmera de ré – Bancos e volante com forração premium – Controlador de velocidade com limitador integrado – Skid plate frontal e traseiro – Grade do radiador na cor preto brilhante – Acabamento exclusivo traseiro na cor preto brilhante Opcionais: – Teto bitom Preto Perla Nera ou Branco Banquise – Pack Protection (Protetor de cárter + protetor de soleira) – Pack Design (Embelezador da grade dianteira + protetor lateral de portas)   Informações e imagens: assessoria Stellantis

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Renault começa produção do Kardian

Revelado em outubro no Rio de Janeiro, a Renault iniciou em 21 de fevereiro de 2023 a produção do Kardian no Complexo Ayrton Senna. A fábrica do Paraná é a primeira do mundo a produzir o crossover, que inaugura uma nova plataforma, um novo motor 1.0 turbo flex e uma nova caixa de câmbio automático de dupla embreagem. O Kardian é o primeiro carro do Renault International Game Plan 2027 e será lançado no mercado brasileiro em março. A Renault também iniciou nesta semana a pré-venda do Kardian. Os pedidos podem ser feitos no site do modelo, em que o futuro proprietário compra um sinal de mil reais. Com isso, o cliente tem acesso a reserva do carro e entrega prioritária, além da garantia de preço de pré-venda. O carro será entregue a partir do final de março. http://prevenda.kardian.renault.com.br/r-pass Na pré-venda estão disponíveis as três versões de acabamento: Evolution, Techno e Première-Edition, com preços a partir de R$ 112.790. Todas com o novo motor turbo TCe de 125 cv com 220 Nm combinado ao câmbio automático EDC (Efficient Dual Clutch). O Kardian quer se diferenciar por recursos normalmente encontrados no segmento superior, como as rodas de 17 polegadas, o console mais alto com alavanca de velocidade do tipo “e-shifter”, bem como as regulagens do sistema Multi-Sense, que permitem customizar a condução e o ambiente interno, por meio de luzes. O veículo é equipado com seis airbags e 13 sistemas avançados de assistência ao motorista (ADAS), como o controle de velocidade adaptativo (ACC) e alerta de distância segura (DW).   Informações e imagens: assessoria Renault

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