Guilherme rockett

Fastback Abarth tem performance e imersão esportiva

Motor e câmbio com ajuste esportivo, suspensão redesenhada e pensada para condições mais intensas e um ronco nos escapamento. O Fastback Abarth traz o DNA esportivo da marca do escorpião na linha da Stellantis. As melhorias no carro tornaram o modelo bem mais interessante pra quem aprecia a performance. Mas antes de comprar, é preciso pensar se no longo prazo o proprietário vai conviver com tudo isso. Veja o review em vídeo no nosso canal: Por fora, faróis principais e os de neblina são com iluminação em led e a faixa sobre eles imita carbono. Na lateral os apliques são na cor do carro, diferentes dos plásticos sem pintura das outras versões. Teto é preto Assim como os espelhos. As rodas são de 18 polegadas, pensadas para a performance, mas sobre isso falaremos mais adiante. A traseira tem destaque para o aerofólio sobre a tampa do porta-malas e o emblema ao centro. Na parte inferior, está a saída dupla de escapamento. Dentro do compartimento são 516 litros líquidos, muito espaço para bagagem. O que falta são os ganchos para pendurar sacolas, presentes em outros modelos da Fiat.   Por dentro No interior, o painel ganhou acabamento que imita fibra de carbono e é suave ao toque na faixa central. Segue lá o friso vermelho, de uma ponta a outra e ainda tem o emblema Abarth. Bancos são em couro sintético com emblemas da marca do escorpião e costuras em tom contrastante. O volante também tem revestimento em couro sintético e usa o miolo antigo do Argo para abrigar o emplema do escorpião. O cluster é digital de sete polegadas e mostra já na tela inicial o indicador de potência, o indicador de força G e a pressão do turbo. Assim, os Abarth são os únicos que têm a opção de deixar o mostrador completo na tela inicial. A mídia é o sistema U-Connect da Fiat em uma tela de dez polegadas com Android alto e Apple CarPlay sem fio. Os quatro vidros são elétricos assim como os retrovisores. O ar-condicionado é digital de simples zona comandado tanto pela tela multimídia quanto pelos botões no painel. Em frente à alavanca de câmbio está o carregador de celular por indução com uma saída de ar-condicionado exclusiva pra ele. No em torno da alavanca está o console, que aumenta o requinte do carro mas tira um pouco o espaço das peças pernas dos ocupantes. Atrás, bom espaço e movimentação de pés adequada. A Fiat usa assentos mais curtos no banco traseiro para aumentar a distância deles para os encostos dianteiros. Já o encosto traseiro é um pouco mais inclinado em relação ao Pulse, melhor para viagens. A chave presencial facilita a entrada e saída do carro e conta com um sensor na maçaneta para que, apenas com o toque, o carro já destrave a porta, sem precisar apertar no botão.   As diferenças para as outras versões O Fastback Abarth é construído sobre a plataforma MLA. As rodas aro 18 são mais largas e tem construção mais leve. A suspensão ficou cinco milímetros mais baixa em relação aos outros Fastback. Molas e amortecedores têm calibragem específica. Os amortecedores, por sua vez, são 21% mais duros. Tudo isso garante estabilidade e dirigibilidade. O escape duplo e esportivo tem ronco mais aprimorado, exatamente pensado para dar essa ambientação ao carro. Rodando dentro da cidade, essas características tornam o Fastback mais áspero. Pedras das ruas de paralelepípedo serão sentidas dentro do veículo assim como a passagem por quebra molas ou outros obstáculos. Não é esse o chão dele. É quando você vai para a rodovia e vai rodar em velocidade mais alta que a versão esportiva mostra a que veio. A estabilidade é garantida, aceita a curvas rápidas sem inclinar o carro e com bastante margem para um pé mais pesado.   Motor e câmbio Embaixo do capô o motor é o 1.3 turbo T 270, com 180 cavalos com gasolina e 27 kgfm de torque. Ele faz de zero a 100 km/h em 7,6 segundos e atinge 220 km/h de velocidade máxima. Acoplado está o câmbio de seis marchas, o mesmo da linha Jeep mas que aqui recebe calibração esportiva e vai fazendo reduções de marcha quando o motorista está reduzindo a velocidade. Com isso, a condução da versão Abarth é sempre com giro mais alto. Dentro da cidade, é preciso tocar na aleta atrás do volante para avançar uma marcha e manter a rotação mais baixa quando a tocada é tranquila. Dentro da cidade, o consumo fica em torno dos dez quilômetros com litro de gasolina. No teste, chegou aos 13 km/l na rodovia. Se as velocidades forem dentro dos limites, ele vai além. Mas se o modo Poison for utilizado com frequência, aí sim ele vai consumir mais. Nesse modo, mudam a carga da direção, a vetorização do torque com a distribuição maior da força em curvas e o câmbio entra em uma calibração ainda mais esportiva. Com isso, as respostas ficam mais instantâneas e o giro do motor sobe mais. O Fastback Abarth conta com assistente de evasão de faixa, que devolve o carro ao centro da faixa quando perceber a evasão, e alerta de frenagem de emergência. Nessa condição ele aumenta a carga dos freios para que o mínimo toque produza um efeito maior de frenagem e emite um som para chamar atenção do motorista. Ele não possui controle de Cruzeiro adaptativo e nem alerta de ponto cego nos retrovisores.   Conclusão Com certeza o acerto do carro é diferenciado e o Abarth é uma versão esportiva “raiz”. A questão que precisa ser avaliada é se o dono vai conviver com tudo isso no longo prazo. Se o objetivo for só o motor mais potente, a versão Limited Edition é mais interessante. Se nada disso for problema, o Abarth é uma opção das mais em conta para quem aprecia performance e precisa de espaço. Em abril de 2024, o Fastback Abarth custa R$161.000. Por toda a imersão que oferece, é

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Novo Honda CR-V é quase elétrico

Na sexta geração, o Honda CR-V chega renovado e híbrido. Os dois motores elétricos são dispostos em paralelo. Um para tração e outro para geração de energia. O propulsor 2.0 a combustão tem quatro cilindros, ciclo Atkinson com injeção direta de gasolina. A tração integral permite segurança e adaptabilidade aos tipos de terreno e condições de aderência. Por dentro, materiais de qualidade no habitáculo, teto solar panorâmico, multimídia com tela de 9 polegadas, painel com tela TFT de 10,2 polegadas, 10 airbags, e o myHonda Connect. Novo desenho A carroceria larga e longa trás a noca característica Honda. O conjunto óptico frontal é Full-LED, assim como as lanternas traseiras. As rodas são de 19 polegadas. Na cabine percepção qualidade com alto padrão de acabamento. Os bancos dianteiros com ajuste elétrico. Os passageiros do banco de trás ganharam mais espaço. O porta-malas tem 581 litros de capacidade. A tampa tem acionamento elétrico acionado pelo pé. O painel exibe a trama metálica que oculta os difusores de ventilação. Controles do sistema de climatização de duas zonas são centrais. A porção central do painel é ocupada pela tela multimídia sensível ao toque de nove polegadas. A tela do cluster tem 10,2 polegadas e é configurável. Há ainda carregador wireless e duas portas USB, além de uma tomada 12V. Ao lado da alavanca de câmbio, estão os comandos relacionados ao Drive Mode (com modos Econ, Normal e Sport), freio de estacionamento elétrico e outros. Um compartimento com surpreendentes 9 litros posicionado entre os bancos dianteiros tem tampa com abertura automática que serve de apoio de braço central. Tecnologia híbrida O motor a combustão gera 147 cv de potência máxima e 19,4 kgfm de torque máximo. A ele está associado o e-CVT, conjunto que abriga os dois motores elétricos: um destinado à propulsão e outro que atua como gerador. Com arranjo de transmissão, são duas relações fixas: uma mais curta para velocidades intermediárias e outra mais longa para velocidades mais altas ou de cruzeiro. A potência máxima do motor elétrico de tração é de 184 cv, com torque máximo de 34,2 kgfm. O sistema e:HEV possui três modos de operação: EV Drive (100% elétrico), Hybrid Drive (elétrico e combustão) e Engine Drive (somente combustão). A alternância entre eles acontece de maneira suave e automática, de acordo com variáveis como topografia, acionamento do acelerador, nível de energia nas baterias, entre outros. O motor elétrico atua na maior parte das condições de rodagem e é ele que irá tracionar o veículo. A diferença é que no Hybrid Drive o motor a combustão poderá atuar para fornecimento de energia, enquanto em EV Drive a energia será proveniente do conjunto das baterias. No terceiro modo, Engine Drive, a tração será feita pelo motor a combustão, que é conectado diretamente às rodas por meio duas embreagens distintas, uma para ativação do lock-up de média e outra para o lock-up de alta velocidade. A tração integral AWD distribui a força motriz nos dois eixos sob demanda – a proporção varia de 60% dianteira / 40% traseira a 50% para cada eixo. A tração AWD é do tipo full time, ou seja, o CR-V Advanced Hybrid funciona o tempo todo com tração nas quatro rodas. Honda SENSING: segurança O conjunto de tecnologias avançadas de segurança e assistência ao motorista oferece câmera frontal e radar atrás do logotipo da grade. Assim há controle de cruzeiro adaptativo, frenagem de emergência, assistência de permanência e evasão de faixa e farol alto automático. O CR-V ainda tem dez airbags de série: frontais, tipo cortina, joelhos, laterais dianteiros e laterais traseiros. O preço público sugerido é R$ 352.900.   Informações e imagens: assessoria Honda

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Toro mais barata

Após a chegada da Fiat Titano, a marca reduziu em até R$ 10 mil no preço de toda a linha flex da picape Toro. As versões que receberam a atualização no preço são a Endurance, Freedom e Volcano equipadas com motor turbo 270. A Endurance ficou R$ 6 mil mais barata, enquanto as duas versões topo de linha da gama flex da picape (Freedom e a Volcano), tiveram redução de R$10 mil. Junto com a Strada, a Fiat lidera o mercado de picapes no Brasil. Os preços da Toro Toro Endurance Turbo 270 Flex AT6: de R$152.990 para R$146.990 Toro Freedom Turbo 270 Flex AT6: de R$166.990 para R$156.990 Toro Volcano Turbo 270 Flex AT6: de R$181.990 para R$171.990   Informações e imagens: assessoria Fiat

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Ônibus elétrico da VW será fabricado em 2024

O ônibus elétrico da Volkswagen vai ser fabricado em 2024. O e-Volksbus está em desenvolvimento no centro mundial de engenharia em Resende, RJ. “Depois de acumularmos quilometragens suficientes em testes com o chassi elétrico da VWCO e também com o primeiro caminhão elétrico desenvolvido no país, daremos início à produção no segundo semestre de 2024″, afirma Rodrigo Chaves, vice-presidente de Engenharia da Volkswagen Caminhões e Ônibus. O e-Volksbus iniciou seus primeiros testes em maio do ano passado. O modelo tem capacidade de 22 toneladas e uma autonomia de até 250 km, com sistema de carregamento voltado ao período noturno para maximizar a produtividade. Além disso, vem com sistema de frenagem, que maximiza a autonomia da bateria e reduz o desgaste dos freios do veículo, e o sistema Eco-Drive Mode, que ajusta o consumo de energia do veículo. Outro diferencial é que tem proteção contra inundação, adequando o produto às realidades de operação Brasil.   Informações e imagem: assessoria VWCO

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Spin: quase uma nova geração

Se a gente olhar de fora, não dá para dizer que se trata de uma nova geração. Mas quando a gente olha por dentro, o banho de loja foi grande. A nova Chevrolet Spin preservou a estamparia lateral mas ganhou muito em tecnologia e refinamento. Assim, se despediu daquele acabamento que lembrava muito o Onix de primeira geração. Antes de seguir com o texto, uma ressalva. Aqui na Plataforma Eu Dirijo, vamos tratar Spin como “a Spin”. Isso porque nós entendemos a Spin como uma minivan, tal como a Zafira que a antecedeu. A marca afirma que o modelo é um crossover. O que pra nós é outro tipo de carro. Dito isso, vamos ao que interessa. A dianteira é o que mais chama atenção. O capô está mais alto e com vincos. Faróis são em led com a barra da grade integrada. Eles melhoram em três vezes a iluminação comparado com os anteriores. Na lateral, molduras pretas contornam para-lamas e a parte inferior, exatamente na ideia de dar um ar mais aventureiro. A traseira tem lanternas com elementos em led maiores que as anteriores. A Spin antiga era mais baixa e raspava a frente com frequência. Essas mudanças melhoraram a transposição de obstáculos, como lombadas, valetas e rampas de garagem. O ângulo de ataque foi de 15,5 graus para 16,6 graus, e o de saída, de 22,9 graus para 24,4 graus. A altura subiu 1,6 cm. Interior de outra geração O espaço está garantido. São até sete lugares ou 756 litros de volume no bagageiro. As melhorias no interior aumentaram a percepção de conforto para todos os ocupantes. O modelo ganha opção de ar-condicionado digital e de saída de ar dedicada para a segunda fileira de assentos. O volante é o adotado na linha Onix atual, com base reta. Finalmente, o desenho de três raios que surgiu no Camaro e foi usado em toda a linha desapareceu. Já foi tarde. Materiais são mais requintados, suaves ao toque. Há novos nichos, como um apoio para smartphones e um segundo porta-luvas emborrachado. O espaço aumentou 50% para porta-objetos. O cluster tem tela digital de oito polegadas, que agora está integrada com a mídia de onze polegadas. É o estilo adotado na Montana e que deve seguir para toda alinha, chamado Virtual Cockpit System. O motorista pode escolher entre seis tipos de layouts, desde um visual minimalista até um mais completo, com a tensão da bateria ou o percentual da vida útil do óleo, por exemplo. A mídia tem Wi-Fi nativo e entradas USB dos tipos A e C, além de projeção para Android Auto e Apple Car Play sem fio. Sete lugares: o diferencial A configuração de sete lugares tem terceira fileira de bancos fixada à carroceria e que pode ser rebatida. A opção pela configuração fixa, em vez da removível pelo usuário, melhora a segurança e reduz de ruídos. Na geração anterior, essas peças móveis geravam grilos. Motor 1.8: a mágica da GM Quando a Spin 2020 chegou, o motor 1.8 SPE família 1 foi aprefeiçoado e ficou muito econômico. Agora a GM afirma que o propulsor foi novamente aperfeiçoado e ficou onze por cento mais eficiente. Acelerações e retomadas também ganharam mais agilidade. São 111 cavalos de potência e 17,7 kgfm de torque. O novo módulo de gerenciamento eletrônico tem o dobro da capacidade de processamento e é o mesmo utilizado pelo Tracker. Ele que deu vigor extra para a nova Spin. Nas configurações que dispensam o pedal da embreagem, o 0-100 km e o 80-120 km/h ficaram quase um segundo mais rápidos, considerando gasolina no tanque. Agora a aceleração máxima é feita em 11,8s (g) e 11,0s (e), enquanto a retomada é feita em 9,8s (g) e 9,3s (e), respectivamente. De acordo com o Inmetro, a Spin é capaz de percorrer 13,4 km/l na estrada e 10,5 km/l na cidade (com gasolina). Se usar apenas etanol, as médias são de 9,3 km/l e 7,4 km/l. Números bons para um veículo de 4,42 m de comprimento, 1,2 tonelada e mais de 500 kg de capacidade de carga. A nova Spin estreia em três versões de acabamento: LT, LTZ e Premier. São duas caixas de transmissão, manual ou automática, ambas com seis marchas.   Informações e imagens: assessoria GM  

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Muita tecnologia no Renault Kardian

A arquitetura da nova plataforma modular do Renault Group trouxe ao Kardian traz 13 dispositivos avançados de assistência ao motorista (ADAS). Fizemos aqui uma lista com os principais para que você possa conhecer em detalhes esse novo modelo. Controle de velocidade adaptativo (ACC): Depois que o condutor define uma velocidade específica, o sistema utiliza sensores para ajustar automaticamente a distância de segurança correta levando em conta a aceleração e desaceleração do veículo da frente. Quando não há um veículo à frente, o controle de velocidade adaptativo funciona como um controlador de velocidade normal, mantendo a velocidade programada. Quando um veículo é detectado à frente, o controle de velocidade adaptativo mantém uma distância de segurança dele. Essa distância é pré-definida pelo próprio sistema em função da velocidade. O motorista pode ajustá-la entre quatro possibilidades. O sistema pode ser ativado em velocidades entre 30 km/h e 160 km/h. Alerta de colisão frontal (FCW): Adverte o condutor em caso de risco de colisão frontal detectado pelo radar frontal localizado no para-choque. Além do alerta sonoro, um aviso visual é exibido na tela do sistema de navegação nas situações em que se espera que o condutor acione a frenagem. Frenagem automática de emergência (AEB): Para automaticamente o carro se o condutor não reagir em tempo após o alerta de colisão frontal do sistema FCW. Alerta de distância segura (DW): Avisa o condutor sobre o intervalo de tempo que o separa do veículo que segue à frente, para que sejam respeitadas as distâncias de segurança entre os dois veículos. Este sistema funciona acima de 30 km/h, mas é desativado quando o controle de velocidade adaptativo é acionado. Alerta de ponto cego (BSW): Por meio de uma luz de LED piscando nos retrovisores, avisa o condutor quando um veículo se encontra fora de seu campo de visão, durante uma mudança de faixa, por exemplo. Câmera multiview: São quatro câmeras que simplificam a vida do condutor durante as manobras em marcha à ré e de estacionamento, mostrando na tela da central multimídia de 8” todos os obstáculos localizados na frente, atrás e nas laterais do veículo. Além desses, o Kardian tem também os assistentes mais comuns que já estão presentes em outros carros. São eles a câmera e o sensor de estacionamento traseiro, sensor dianteiro, sensor crepuscular, controle de cruzeiro (piloto automático), limitador de velocidade e assistente de partida em rampa. Segurança e satisfação São seis airbags: dois frontais (condutor e passageiro), dois laterais e dois do tipo cortina, que é item de série em todas as versões do Kardian. Na segurança ativa, destaque ainda para o controle eletrônico de estabilidade. O novo motor turbo TCe 1.0 flex do Kardian faz parte da mesma família do motor turbo TCe 1.3 flex, que já é usado em Duster e Oroch. Esses dois propulsores compartilham 70% de componentes, tendo como características um alto torque em baixas rotações e baixo consumo de combustível. Na prática, a Renault usou a mesma receita da Stellantis com os motores GSE T200 e T270. O 1.0 turbo entrega 125 cv de potência e 220 Nm de torque, sendo 200 Nm (90% da força máxima) já disponível a 1.750 rpm. Esse motor traz as mesmas tecnologias que a Renault desenvolveu nas pistas da Fórmula 1. Há injeção direta central com 200 bar de pressão, turbocompressor com válvula wastegate eletrônica e duplo comando de válvulas variável com atuadores elétricos, que garantem uma combustão otimizada com mais performance e menos consumo de combustível. O consumo urbano fica em 13,1 km/l com gasolina e 9 km/l com etanol, segundo dados do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular do Inmetro. Motor com tecnologia de ponta O turbocompressor trabalha com a pressão máxima de 1.5 bar, controlada pela válvula wastegate eletronica. Assim, 90% do torque máximo surge em 1.750 rpm. A injeção é direta de combustível e o comando de válvulas é duplo no cabeçote. Ele tem temporização variável das válvulas de admissão e escape, permitindo variação contínua dos ângulos de abertura e fechamento das válvulas. Outro destaque é o cabeçote em formato delta. Essa construção permite um tamanho mais compacto reduzindo massa, centro de gravidade mais baixo e auxiliando no controle térmico do motor. O coletor de escape integrado ao cabeçote proporciona uma melhor resposta do turbo, otimizando a curva de torque. A tecnologia desse propulsor vai além. O motor ainda recebe tratamento em carbono nos componentes móveis do cabeçote, anéis e pinos dos pistões. Motor moderno, câmbio novo A caixa de marchas tem dupla embreagem úmida. Este sistema agiliza a troca das marchas sem interrupção no torque, graças ao trabalho simultâneo das duas embreagens. As marchas também podem ser trocadas manualmente usando as paletas do câmbio tipo borboleta atrás do volante. O sistema úmido melhora o resfriamento das duas embreagens e aumenta a vida útil. Com o nome técnico DW23, este câmbio faz a sua estreia mundial com o Kardian. Segundo a Renault, esse tipo de câmbio já foi vendido mais de 1,3 milhão de veículos no mundo como Captur, Megane, Scenic, Talisman Espace, Traffic, Alpine A110, entre outros. O funcionamento acontece com duas meias caixas de câmbio. Uma para marchas pares e outra para marchas ímpares, controladas eletronicamente. Ao soltar o pedal do freio gradativamente, o veículo já inicia o movimento, sem necessidade de pressionar o pedal do acelerador. O câmbio EDC já deixa automaticamente a próxima marcha selecionada, proporcionando assim uma troca de marcha instantânea para todos os estilos de condução em quaisquer situações (modos Sport, Eco e My Sense), tanto no modo automático como no manual com os paddle-shifts.   Versões e equipamentos Evolution turbo TCe câmbio EDC – R$ 112.790 6 airbags (frontal, lateral e de cortina) Controlador de velocidade e limitador de velocidade (CC + SL) Assistente de partida (HSA) Sensores de estacionamento traseiro e câmera de ré Controles eletrônicos de estabilidade e tração (ESP+ASR) Sistema de monitoramento de pressão dos pneus (TPMS) Cluster digital 7” Câmbio e-shifter e Paddle-Shift Multimídia com tela de 8” com Android Auto e Apple CarPlay com espelhamento

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Vem Citroën novo por aí

Depois da chegada do C3 Aircross, a Citroën deve apresentar uma variante crossover coupé do modelo. O carro novo já tem nome: Basalt. As formas do modelo devem ser reveladas em uma apresentação nesta quarta-feira, dia 27 de março de 2024. Não deve ser ainda a apresentação oficial do modelo, mas sim imagens externas para que o público possa já ter uma ideia do lançamento. A expectativa é que o Basalt use as formas dianteiras do C3 Aircross, que é diferente do hatch. O modelo também deve ter as bitolas mais largas, como já acontece nessa versão familiar.   Da redação, imagens Citroën

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Renault Kardian chega com motor e plataforma nova

O crossover Kardian foi lançado oficialmente pela Renault no Brasil. O modelo estreia plataforma, câmbio e motor totalmente novos assim como a nova identidade de marca, com o logo “Nouvel R”. Por fora, a grade frontal exibe desenhos em formato de diamante com efeito 3D. Os faróis têm dois módulos de cada lado. Na parte superior, uma faixa estreita com luzes de rodagem diurna e os piscas em LED. Na parte inferior, o bloco principal, também em led. Há faróis de neblina na parte inferior do para-choque apenas na versão topo. A traseira exibe a assinatura luminosa que caracteriza os modelos da Renault, com as lanternas em formato de C. A lateral tem linhas que lembram o novo Dacia Sandero com os elementos característicos dos crossovers como barras de teto, capô horizontal esculpido e para-choque reforçados pelos protetores. Com um comprimento de 4,12 m (1,75 m de largura e 1,54 m de altura), o Kardian está posicionado no segmento B. Estas dimensões fazem dele o modelo ideal para um uso na cidade. São 2,6 m de entre eixos e 358 litros (VDA) no porta-malas. As versões techno e première edition tem rodas aro 17. As barras de teto são montadas no sentido longitudinal e podem ser transformadas em barras transversais para suportar até 80 quilos de carga.     No interior O console tem capacidade de oito litros para a armazenagem de objetos, integrando um apoio de braço e quatro entradas USB (duas na frente e duas para os passageiros traseiros) disponíveis já na versão techno. Ele também oferece um espaço especialmente dedicado ao smartphone, com um sistema de recarga por indução sem fio com resfriamento, solução que a Fiat trouxe no Brasil. A alavanca de marchas é do tipo e-shifter, sem acionamento mecânico. A manopla de comando tem formato de joystick. O freio de estacionamento eletrônico vem a partir da versão techno. A interface do painel de instrumentos digital de sete polegadas permite escolher entre três modos de visualização: um traz as informações dos sistemas de assistência ao condutor (ADAS), outro destaca o conta-giros e um terceiro prioriza a velocidade com design minimalista. A central multimídia de oito polegadas é flutuante com conexão Android Auto e Apple CarPlay com e sem fio. Essa tela também oferece acesso às regulagens do sistema Multi-Sense, os modos de condução do carro. Assim, o comportamento e o ambiente a bordo do veículo mudam de acordo com a vontade do condutor: Eco, Sport e My Sense (personalizável) oferecido na versão première edition. Nas versões techno e première edition o Kardian traz sistema de áudio com seis alto falantes (dois boomers e dois tweeters na dianteira e dois coaxiais na parte traseira) desenvolvido para a cabine do modelo. A nova plataforma modular O Kardian inaugura a Renault Group Modular Platform (RGMP), uma plataforma modular, flexível e global para os segmentos B, C e LCV, que permite a aplicação de múltiplas motorizações, incluindo sistemas híbridos. Essa base inédita permite o desenvolvimento e produção de veículos com comprimentos entre quatro e cinco metros, com modularidade nas dimensões de entre-eixos (quatro medidas entre 2,6 e três metros). A RGMP também traz uma arquitetura eletro-eletrônica que permite tanto a adoção de sistemas de propulsão convencionais (monocombustível e flex) ou híbridos E-Tech (híbrido leve, 100% híbrido e do tipo plug-in), com torque entre 200 e 370 Nm. Essa arquitetura também habilita a aplicação de tecnologias como sistema de assistência ao condutor (ADAS), componentes e estrutura de segurança passiva, além de eficiência na gestão energética.   Informações e imagens: assessoria Renault

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Legacy: a série especial da Audi RS6 Avant

A comemoração de aniversário de 30 Anos da Audi Brasil trouxe um presente especial para os puristas: o lançamento no país da nova Audi RS 6 Avant Legacy. A versão é exclusiva, criada especialmente para o mercado brasileiro. A station mais esportiva do mundo ganhou novo visual, mais equipamentos e ajustes dinâmicos que reduziram o seu peso total e deixaram o seu desempenho ainda mais esportivo. O logotipo “Audi 30 years” gravado no vidro traseiro identifica a série especial limitada a apenas 15 unidades, as quais serão entregues ao mercado brasileiro ao longo deste ano de 2024. O modelo está disponível na rede de concessionárias da fabricante no país, com garantia ampliada de três anos e preço sugerido de R$ 1.364.990,00. “O Audi RS 6 Avant Legacy é fruto de uma parceria com o time de Audi Sport em celebração aos 30 anos da Audi no Brasil. Nesse sentido, conseguimos o que parecia impossível: tornar ainda mais exclusivo um dos modelos mais icônicos e lendários de nossa história”, destaca Renato Celiberti, Head de Vendas da Audi do Brasil. Como é a nova versão A nova RS 6 Avant Legacy é baseada no modelo RS 6 Avant Performance, que também desembarca neste ano no Brasil. Ambas as versões compartilham as mesmas características mecânicas e números de desempenho. Os diferenciais da versão Legacy em relação à Performance estão no acabamento, que entrega customização exclusiva. Externamente, há pacote exterior em carbono fosco (item exclusivo da RS6 Legacy), rodas de 22 polegadas na cor bronze, forjadas, com pinças de freio pretas e pneus Continental Sport Contact 7. O modelo recebe também a pintura Audi Exclusive Azul Ascari fosca (cor exclusiva da RS6 Legacy no Brasil). Além disso, há uma gravação personalizada com numeração individual da 1ª a 15ª unidade localizada no vidro traseiro. O interior Audi Exclusive oferece bancos e laterais das portas nas cores preto e cinza, costuras contrastantes no volante e da parte superior do painel na cor bronze. O modelo traz ainda cinto de segurança cinza, logo RS bordado em bronze e tapetes personalizados RS com costuras contrastantes em bronze. Além disso, há customização do vidro traseiro tem o logotipo “Audi 30 years” gravado a laser no vidro traseiro que identifica a série especial. Desempenho sem precedentes O consagrado propulsor 4.0 litros TFSI V8 biturbo foi lapidado para oferecer um desempenho ainda mais instigante. Para isso, recebeu turbo-compressores maiores, aumento da pressão máxima – que subiu para 2,6 bar, contra 2,4 bar do anterior – e um ajuste fino de software de controle do motor e transmissão para respostas ainda mais rápidas do conjunto mecânico. A potência subiu de 600 para 630 cv, entre 6.000 a 6.250 rpm, e o torque de 800 para 850 Nm, de 2.050 a 4.500 rpm. Essa força flui por meio da transmissão tiptronic de oito velocidades para o sistema de tração integral permanente quattro, que permite ao motorista superar com tranquilidade terrenos acidentados e escolher entre quatro modos de condução pelo Audi drive select – Comfort, Auto, Dynamic e Individual. Esse conjunto permite ao superesportivo acelerar de 0 a 100 km/h em somente 3,4 segundos – 0,2s mais rápido do que o modelo anterior. Já o 0 a 200 km/h é feito em 11,7 segundos. A velocidade máxima é de 280 km/h. Além disso, há um novo sistema de exaustão para intensificar a experiência sonora. Configurado como uma engrenagem planetária, o diferencial central distribui a força motriz na proporção de 40:60 aos eixos dianteiro e traseiro. Se necessário, automaticamente mais torque é direcionado ao eixo com melhor tração. Até 70% pode fluir para as rodas dianteiras e até 85% para as rodas traseiras. Por fim, a tecnologia de assistência elétrica, composta por uma bateria de íons de lítio e um alternador de correia (BAS) em um sistema elétrico primário de 48 volts, combina desempenho, eficiência e redução no nível de emissão de poluentes. Por meio dele, o modelo pode se deslocar em velocidades entre 55 e 160 km/h com o motor desligado e, em seguida, o BAS reinicia o propulsor rápida e confortavelmente. Durante a desaceleração, o BAS pode recuperar até 12 kW de energia. O sistema start-stop começa a funcionar em 22 km/h. O modelo oferece ainda a tecnologia do eixo traseiro dinâmico, que possibilita girar as rodas traseiras em até cinco graus. Em baixa velocidade, elas viram na direção oposta às rodas dianteiras, reduzindo o diâmetro de giro. Em alta velocidade, elas viram na mesma direção do eixo dianteiro, reforçando a estabilidade durante as mudanças de faixa. Design clássico: é uma SW A carroceria Avant, como a Audi chama as station wagons, é hoje algo exclusivo, principalmente no Brasil. São linhas agressivas e vincos proeminentes na vocação esportiva do modelo. Na dianteira estão as tomadas de ar e os faróis Full LED Matrix de série, com luz de direção dinâmica e Audi Laser Light, separam a grade singleframe hexagonal em estrutura de colmeia. Saias laterais reforçam a silhueta. Na traseira, lanternas em LED que invadem a tampa do porta-malas e as duas saídas de escapamento ovais completam de forma harmoniosa o visual. No total, houve uma redução de oito quilos no peso do veículo, considerando as novas rodas, além de um notável aprimoramento do isolamento acústico. Em frente ao motorista surge o Audi Virtual Cockpit com layout RS e novas barras coloridas ambientam o interior. O painel exibe inúmeros dados sobre o veículo, desde a temperatura e pressão dos pneus, torque, potência e temperatura do óleo do motor, até os tempos de voltas, medições de aceleração e forças “G”. No modo manual, uma luz indicativa sinaliza ao condutor o momento ideal para troca de marcha. O head-up display possibilita ao condutor visualizar as principais informações sem desviar os olhos do caminho. Por fim, um carro familiar O desempenho esportivo coexiste com a aptidão familiar do veículo, que se revela no excelente espaço para o ocupante e ao generoso porta-malas – são 565 litros de capacidade, tamanho suficiente para as malas durante as

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Financiar ou alugar? O que é melhor?

O número de brasileiros desejando conquistar um carro próprio tem crescido nos últimos anos. Para se ter uma ideia, 70% das pessoas economicamente ativas têm o interesse em adquirir um carro no Brasil, segundo o Índice de Mobilidade do Consumidor, elaborado pela consultoria EY. Diante deste cenário, consumidores se questionam: qual é a melhor opção: alugar ou comprar um carro? “Se pararmos para pensar, ambas as opções possuem inúmeras vantagens e desvantagens”, comenta Stefano Mazzaferro, diretor de vendas da Kovi, startup de carros por assinatura. De acordo com o profissional, o ponto principal é entender qual delas é a ideal para o momento financeiro de cada indivíduo. “Por exemplo, se o consumidor não tem condições financeiras de lidar com um financiamento e não quer lidar com a burocracia de adquirir um veículo novo, a assinatura de um carro é a melhor opção. Agora, se o objetivo for ter um carro próprio para ter maior liberdade e independência, a melhor opção é o financiamento”, explica. Então, para qualquer decisão, é necessário planejamento e diagnóstico das finanças antes de dar um primeiro passo. Para ajudar as pessoas a entenderem melhor as vantagens de financiar ou não um veículo, o executivo listou algumas dicas.   Vantagens da Assinatura Quando se adquire um veículo por assinatura, o consumidor não precisa lidar com algumas atividades consideradas burocráticas, como IPVA, documentação, seguro e manutenção do carro. Consequentemente, o número de clientes por assinatura dobrou nos últimos três anos. Em 2020, 80 mil pessoas contrataram o serviço, enquanto em 2023 foram 160 mil, segundo dados da Associação Brasileira de Locadoras de Automóveis (Abla). Além disso, essa opção permite que o motorista devolva o veículo ao final do prazo estabelecido no contrato, sem preocupações ligadas à revenda e depreciação, presentes no dia a dia de quem opta pelo financiamento. Com essa opção, o consumidor tem ainda a oportunidade de escolher por quanto tempo deseja ficar com o veículo, quanto pretende rodar com o carro e saber exatamente quanto gastará durante o uso do serviço. Vantagens do Financiamento Quando falamos sobre financiamento de veículos, a primeira coisa que vem à mente é o preparo financeiro. Isso porque ele vem acompanhado de alguns custos como emplacamento, documentação, IPVA, licenciamento, seguro e revisões. Quem adquire o automóvel conta, idealmente, com pagamentos que cabem no bolso. Além disso, ele permite que o condutor tenha mais liberdade para ir para qualquer lugar, a qualquer momento, sem que seja necessário se preocupar com o transporte público ou a disponibilidade de carros de aplicativo, e explorar novos destinos, que deixarão boas memórias no futuro. “Na dúvida, é importante que o consumidor coloque na ponta do lápis os gastos fixos da assinatura de carro e do financiamento. Dessa forma, ele conseguirá escolher a opção que mais cabe no seu bolso e evitar contratempos futuros”, finaliza o executivo.    

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