Guilherme rockett

Rampage ganha novo motor diesel e versão de entrada

A Rampage ganhou um novo motor 2.2 para substituir o 2.0 das versões a diesel. Turbo, ele gera 200 cv de potência e 450 Nm de torque. Com a novidade, a linha 2025 ficou mais ágil e com redução no consumo de combustível. A gama também recebe uma nova versão para a porta de entrada da gama: a Rampage Big Horn.   O motor 2.2 de quatro cilindros em linha, 16V e 2.184 cm³ gera 200 cv de potência a 3.500 rpm e 450 Nm (45,9 kgfm) de torque a somente 1.500 rpm. Ou seja, é mais potência e força disponíveis em rotações mais baixas. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em menos de dez segundos, enquanto as retomadas de 60 a 100 km/h e 80 a 120 km/h são feitas em 6,4 e oito segundos, respectivamente, resultando em ultrapassagens mais seguras. A transmissão automática de nove marchas recebe um diferencial 14% mais longo, possibilitando a redução de rotação do motor em diferentes velocidades, sem perda da capacidade 4×4. O resultado é uma melhora no consumo de combustível, que pode chegar 10,6 km/l em ciclo urbano e 13,3 km/l em uso rodoviário. A Rampage 2.2 Turbodiesel foi classificada pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) com a nota máxima “A”. O motor 2.2 Turbodiesel tem cabeçote de alumínio e duplo comando de válvulas, coletor de admissão variável, injeção de diesel de alta pressão (2.000 bar), turbocompressor com geometria variável e wastegate elétrica, intercooler ar-água e duplo circuito de refrigeração do motor. O sistema de escape possui duplo sistema de recirculação de gases (EGR) e pós-tratamento com injetor de ureia arrefecido por líquido, controlados por uma só central eletrônica — mudança que só foi possível por conta da adoção de processadores mais rápidos e eficientes. O novo motor 2.2 Turbodiesel está disponível em todas as versões 2025 – exceto R/T – junto da tração 4×4 Auto, que distribui automaticamente a força para os 2 eixos. O sistema de tração também conta com modo reduzida. Outro conteúdo que auxilia a condução do modelo em diferentes tipos de terreno é o assistente de descida em rampa (HDC – Hill Descent Control), assegurando a capacidade off-road que está no DNA da marca.   Big Horn O nome Big Horn já é conhecido por clientes e entusiastas da Ram mundo afora, e agora faz estreia no Brasil. É a versão de entrada, abaixo da Rebel, apenas com motor 2.2 Turbodiesel. Por fora, a Rampage Big Horn possui para-choques dianteiro na cor do veículo e traseiro cromado com sensores de estacionamento; faróis totalmente de Led, incluindo os de neblina, com função cornering para iluminação em curvas e lanternas também Full LED. A grade desta versão é exclusiva, com bordas cromadas e aletas em preto brilhante, destacando o logo localizado na porção superior da mesma. Completam o visual as molduras das janelas e os espelhos retrovisores cromados, e as rodas de liga leve de 17 polegadas com pneus 235/65. A Rampage Big Horn carrega 1.015 kg de carga e a caçamba tem 980 litros de volume. O compartimento oferece revestimento interno, iluminação interna de Led e capota marítima de série. A tampa traseira possui trava elétrica e amortecimento, facilitando o fechamento, e pode ser aberta remotamente através da chave presencial para maior conforto. No interior, a versão Big Horn mantém painel digital de 10,3 polegadas e central multimídia de 12,3 polegadas com Android Auto e Apple CarPlay sem fio. O volante multifuncional tem revestimento premium e borboletas para troca de marchas. Há ainda câmera de ré, carregador por indução e 6 portas USB espalhadas. Ar-condicionado digital dupla zonas com saídas traseiras, chave presencial com partida remota, freio de estacionamento eletrônico com função Auto Hold completam o pacote. Os bancos serão revestidos em tecido e forração premium na cor preta. Os painéis de porta e de instrumentos são macios ao toque e também contam com forração premium. Quando o assunto é segurança, a lista de equipamentos da Big Horn conta com seis airbags (dianteiros, laterais e de cortina); limitador e controlador de velocidade; controles de estabilidade, de tração e de mitigação de rolagem da carroceria; sistema de monitoramento da pressão dos pneus; e freios a disco ventilados nas 4 rodas com ABS e EBD. Baseado nessa informação, divulgada pela fábrica, talvez a principal perda da Big Horn seja nos assistentes mais avançados ao condutor. Mas ainda assim, o pacote é muito completo. O preço da Rampage Big Horn ainda não foi divulgado.     Informações e imagens: assessoria Stellantis

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Megane e-Tech tem alma e DNA Renault

Via de regra, o padrão dos carros elétricos hoje é oferecer um pacote completo de equipamentos, assistências ao condutor e muita força já na primeira pisada. O Renault Megane e-Tech tem tudo isso e algo que outros elétricos não tem: imersão no DNA de uma marca tradicional. O Megane é hoje o carro mais luxuoso e sofisticado à venda pela Renault no Brasil. Foi o primeiro no Brasil a trazer o novo logo em 2D na frente. O desenho do para-choque é imponente. Apenas a grade inferior tem abertura. Os faróis em led tem filete logo abaixo para DRL e luz de seta. Não há faróis de neblina mas há uma opção de ajuste no facho para a luz de clima. Veja o review em vídeo no nosso canal:   A lateral destaca as rodas de 18 polegadas com pneus altos e próprios para encarar ruas e estradas brasileiras. Vemos aqui um carro com silhueta baixa e 1,52 m de altura. Segundo a Renault, as baterias que ficam no assoalho, são mais baixas e permitem que o carro em si fique mais baixo. Ainda assim, a tropicalização elevou a altura da suspensão em 2 cm no nosso país. Mesmo com apliques em preto, falamos aqui de um hatch médio na sua melhor essência.   São 2,68 m de entre-eixos e comprimento total de 4,20 m na nova plataforma modular CMF-EV, criada especificamente para carros elétricos. O destaque na traseira fica por conta das lanternas, que avançam de uma ponta a outra do carro, e o vidro estreito. No alto e ao centro, uma câmera faz as vezes de retrovisor interno, em que o espelho se transforma em uma tela com muito mais clareza e ângulo de abertura na imagem. O conjunto de telas, aliás, é o que mais marca e envolve o interior do Megane e-Tech. O painel de instrumentos e a mídia estão voltados para o motorista e envoltos por saídas de ar verticais e inclinadas. Um conjunto que lembra carros franceses dos anos 1970. Mais: a alavanca de câmbio também está na coluna de direção. O que libera espaço entre os bancos no console central.   Com isso, à direita da coluna de direção, ficam três hastes. Além do câmbio, há alavanca dos limpadores e o comando satélite de interação com a mídia, tradicional nos Renault. Você até erra no início, ligando limpador ao invés de engatar a ré. Mas logo acostuma e percebe o benefício do espaço entre os bancos. O revestimento interno é em tecido, tanto na parte superior do painel frontal quanto nos próprios bancos. Um tecido quadriculado que também remete aos carros franceces mais antigos. E é esse conjunto que faz o motorista se sentir em um carro com DNA Renault e não um modelo qualquer sem alma e origem. Bancos apoiam bem os ocupantes tanto na parte da frente quanto atrás. Porém, lá, a posição das pernas pode incomodar um pouco. Há há túnel central, assim como também não há um rebaixo no assoalho do carro, como nos modelos tradicionais a combustão. Então os joelhos ficam acima da linha de cintura, o que pode incomodar em viagens.   Motor e recarga O motor elétrico tem 220 cavalos de potência e 30,6 kgfm de torque. Isso permite acelerações instantâneas em qualquer situação. Apenas no modo eco elas ficam mais lentas, propositalmente. Porém, a partir do modo conforto, já é possível colar no encosto a cada pisada. Esse conjunto proporciona uma condução bastante agradável quando se roda em trânsito urbano e mais é prazerosa nas rodovias. A autonomia pode chegar a 495 km na cidade e 463 km na estrada segundo dados da marca. Com carga total, nosso teste apontou autonomia próxima dos 400 km, pela informação do painel do carro. A bateria de 60 kWh tem 12 módulos e pode ser recarregada em casa, com tomadas comuns. Mas para isso, você precisará comprar um cabo extra. O que vem no veículo só permite ligá-lo nos carregadores de parede. E aí, o Megane pode ser recarregado tanto nos mais lentos quanto nos rápidos e o tempo de recarga vai variar conforme cada um deles. Nosso teste, em um shopping da zona sul de Porto Alegre, mostrou que eram necessários cerca de 40 minutos para aumentar dos 70% para 100%.   Assistências O conjunto de assistências ao motorista é bastante completo no Megane e-Tech. Começa pelo conforto da chave-cartão presencial. Logo ao se aproximar do carro, as portas se destravam e as maçanetas saltam para fora, para permitir o acesso. O Megane possui alerta de ponto cego nos retrovisores externos e controle de cruzeiro adaptativo. Com ele, é possível rodar na cidade – inclusive em baixas velocidades como 30 km/h – com programação da velocidade máxima da via e a distância para outros carros. Em trecho urbano, é possível ajustar para a distância menor, que já será suficiente para a segurança. E assim, o Megane vai manter a velocidade conforme o carro à frente. E vai ir até a parada total, caso o semáforo feche e os outros carros parem. Depois, se o fluxo voltar a andar em menos de 30 segundos, o Megane acelera e volta a andar sozinho. Se passar desse tempo, basta um toque no acelerador para retomar a programação. A única ressalva para situações em que você está em uma pista do meio da via. O ângulo de leitura do radar é mais aberto e pode entender carros que estão na diagonal como se estivessem à frente, fazendo com que você acabe não passando deles, ainda que a sua faixa esteja livre. Em rodovia, tentamos experimentar o assistente de frenagem e o alerta de colisão frontal. Mesmo com uma aceleração forte contra um caminhão, os sistemas não funcionaram e, por segurança, decidimos não repetir o teste.   Outro assistente aparece no painel: o Megane monitora em segundos a distância para o carro à frente e muda de cor conforme a aproximação. O painel, aliás, permite visualização completa ou mais minimalista e muda

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Corolla Cross estreia na Stock Car

O novo Toyota Corolla Cross que disputará o campeonato da Stock Car Pro Series no ano que vem foi revelado com a carroceria definitiva. Feito sobre a plataforma Audace SNG01, o crossover foi mostrado para as equipes de engenharia e executivos da Toyota GAZOO Racing na Audacetech, braço tecnológico do Grupo Veloci, controlador da Vicar, empresa promotora da Stock Car. O modelo vai acelerar na categoria em 2025, inaugurando uma nova era na competição.   Fabricada pela Magna Compósitos, a carroceria em material compósito inclui fibra de carbono, aramida, fibra de vidro e kevlar. O novo Corolla Cross Stock Car já nasce mais leve, ágil, estável e tecnológico que os carros anteriores da categoria, encerrando a era dos sedãs. Chama a atenção o perfil agressivo da versão de corrida do SUV da Toyota, cujo aspecto esportivo foi bastante acentuado pela presença do extrator e a grande asa ajustável na traseira. Novas tomadas de ar para freios e motor, inclusive sobre o capô, reforçam o visual deste projeto destinado às pistas e fruto de um intenso programa de testes em diversos autódromos do Brasil.   O motor passa a ser turboalimentado e de 2,1 litros com aproximadamente 500 cv de potência, utilizando gasolina Podium. O câmbio inglês de competição XTrac é sequencial e semiautomático, com seis velocidades, e é um dos destaques ao lado da conectividade proporcionada pelo sistema Qualcomm Snapdragon 5G, com sensorização de diversas funções do carro. Com amortecedores reguláveis e importados Penske Racing, a suspensão é independente nas quatro rodas, dotada de triângulos sobrepostos (“duplo A”) e sistema pushrod. Já o conjunto de rodas desenvolvidas no Brasil pela Mangels esconde os discos ventilados HipperFreios, pastilhas Cobreq (ambos projetados especificamente para a Stock Car) e pinças de competição da britânica AP Racing, operados por seis pistões na dianteira e quatro na traseira. Já o cockpit tem monitor e painel com novas funções, além de uma inédita câmera interna de 360 graus que será utilizada em breve durante as transmissões das corridas da Stock Car Pro Series e, também, por um aplicativo exclusivo que será lançado pela categoria.   Informações e imagens: assessoria Toyota  

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15 anos do Fiat 500 no Brasil

Em outubro de 2009, o Brasil foi palco da chegada de um dos veículos mais emblemáticos da indústria automotiva mundial: o Fiat 500. Símbolo do estilo italiano, o compacto urbano conquistou os consumidores com seu design retrô, tecnologia de ponta e uma proposta diferenciada no mercado de automóveis. Agora, 15 anos depois, o modelo é vendido na versão elétrica Fiat 500e. Quando desembarcou no Brasil, o Fiat 500 trouxe uma mistura perfeita de nostalgia, iconicidade e inovação, remetendo ao clássico Nuova 500, um grande sucesso da marca produzido na Itália entre 1957 e 1975, com toda a modernidade necessária para atrair um público urbano e sofisticado. O pacote de equipamentos era completo para a época, equipado com itens como direção elétrica Dual Drive, ar-condicionado digital, sete airbags e ESP (sistema eletrônico de estabilidade). O modelo foi o primeiro Fiat vendido no Brasil com Hill Holder. Além disso, também foi o primeiro automóvel a oferecer sete airbags de série e controle eletrônico de estabilidade. Seja conhecido como “Cinquecento” ou “Quinhentos”, o Fiat 500 evoluiu constantemente, acompanhando as tendências do mercado automotivo e se adaptando às novas demandas de mobilidade. Em 2021, ele chegou ao Brasil totalmente renovado como o primeiro modelo 100% elétrico da Fiat disponível no país. “O Fiat 500 é muito mais do que um carro no nosso lineup, ele é um ícone atemporal que traduz o DNA da Fiat. Ao longo de sua trajetória, o 500 trouxe inovação, estilo e, agora com a versão elétrica, sustentabilidade”, afirma Alexandre Aquino, vice-presidente da Marca Fiat para a América do Sul. Na terceira geração, o 500e foi desenvolvido sobre a nova plataforma Mini EV, que o tornou maior, mais conectado e equipado com tecnologias inéditas para o segmento. Um design moderno e sofisticado mantém a essência charmosa do modelo original, mas com um toque de vanguarda, reforçando sua vocação para transformar o ambiente à sua volta. O motor elétrico do 500e oferece uma potência de 87 kW, o equivalente a 118 cavalos a 4.200 rpm, com um torque impressionante de 220 Nm. Isso permite que o modelo acelere de 0 a 100 km/h em apenas 9 segundos, com retomada de 60 a 100 km/h em 4,8 segundos.   Informações e imagens: assessoria Fiat

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Mudança no City diferencia hatch do sedã

Em 2022 a Honda decidiu ir pelo caminho inverso. Enquanto outras fábricas apostavam em crossovers, ela trouxe um sedã e um hatch bonitos, muito completos e que caíram no gosto do consumidor. Para 2025, há mudanças na dianteira que diferenciam uma carroceria da outra. O hatch ficou mais esportivo e o sedã mais elegante.   O City sedã conta com novidades no para-choque, grade e no acabamento cromado na parte superior. O para-choque passa a ter linhas mais fluidas e limpas, enquanto a grade recebe mais elementos horizontais e fica mais ampla. O para-choque traseiro também é novo. Os elementos refletivos passam a ser horizontais e aplicados em um novo acabamento na parte inferior do para-choque.   No City Hatchback a parte frontal traz também um novo para-choque, com linhas mais arrojadas, e uma grade de desenho mais esportivo, com acabamento Black Piano na junção com o capô. A esportividade também é encontrada em novas formas para o para-choque traseiro, com moldura inferior em preto, que explora a atitude energética e mais esportiva do modelo. Elementos que tradicionalmente tem grande importância no design, as rodas do New City Sedã e New City Hatchback são novas e são comuns aos dois modelos. Na versão de entrada, a LX, as rodas de liga leve são aro 15” com acabamento diamantado e fundo cinza. Nas versões EX, EXL e Touring do New City Sedã as rodas são aro 16” com acabamento diamantado e fundo preto, as mesmas do New City Hatcback EX e EXL. A versão Touring do Hatchback tem uma opção exclusiva de rodas, com acabamento escurecido e fundo preto.     Interior O freio de estacionamento eletrônico é o destaque e provocou redesenho do console das versões EX, EXL e Touring. O sietema Brake Hold acompanha o equipamento e mantém o veículo parado até o condutor retomar a aceleração, sem necessidade de manter o pé no freio. A chegada destes equipamentos trouxe também a adoção de freios traseiros a disco nas versões, o que melhora a qualidade da frenagem. O Wireless Charger, carregador sem-fio para smartphones, é outro item presente no novo console, eliminando assim a necessidade do uso de cabos. A central multimídia oferece Android Auto e Apple CarPlay também sem-fio. As versões EX, EXL e Touring têm ainda portas USB para carregamento de energia: duas do tipo A no painel dianteiro e duas do tipo C para os ocupantes do banco de trás.   A tela LCD traz melhor definição das imagens, nova interface, gráficos melhorados, gama de cores e três papéis de parede diferentes. A câmera de ré, que equipa todas as versões do sedã e está disponível no Hatchback a partir da versão EX, também evoluiu, e agora oferece imagens com melhor resolução. Outro item de destaque é o LaneWatch, disponível nas versões EXL e Touring do sedã e na versão Touring do Hatchback. Desde a versão EX o painel conta com quadro de instrumentos com tela TFT de 4,2” colorida – nas versões EXL e Touring, a tela TFT é de 7”. A versão EX teve está com melhor relação custo-benefício. São itens de série o Honda Sensing onde o Controle de Cruzeiro Adaptativo (ACC) passa a contar com a função Low Speed Follow (LSF), freio de estacionamento eletrônico (EPB) com função Brake Hold e freio a disco na traseira, ar-condicionado digital com ajuste automático de temperatura e 2 portas USB Tipo C na traseira. Rodas de liga leve aro 16”, console central com saídas de ventilação para a traseira e faróis de neblina são outros destaques da versão EX. O ar-condicionado digital Dual Zone, exclusivo das versões Touring – e exclusivo também dentro dos segmentos nos quais competem o New City Sedã e New City Hatchback –, possibilita a seleção de diferentes temperaturas para motorista e passageiro dianteiro, sendo um requinte encontrado somente em segmentos superiores.   Segurança Os dois carros dispõe de seis airbags e as assistências do Honda Sensing estendida às versões EX e EXL. Há controle de cruzeiro adaptativo, acionamento dos freios ao detectar uma possível colisão frontal, detecção das faixas de rodagem e ajuste da direção, correção de evasão de faixa e farol alto automático.     Motor Permanece o quatro cilindros 1.5 flex. Tradicional e muito econômico, ele possui cabeçote, bloco e cárter de alumínio, injeção direta e duplo comando no cabeçote. O motor conta com sistema i-VTEC, que altera a amplitude e duração da abertura das válvulas de admissão, e sistema VTC – Variable Timing Control, que avança ou retarda a sincronia do comando de admissão. Em conjunto, adaptam o motor para a tocada do motorista, seja para economia ou força. A potência máxima declarada é de 126 cv a 6.200 rpm, seja com etanol ou com gasolina. O torque máximo é de 15,8 kgfm a 4.600 rpm (etanol) e 15,5 kgfm a 4.600 rpm (gasolina). O câmbio CVT simula trocas de marcha em pontos fixos quando o acelerador é pressionado de forma intensa. Em declives, a caixa detecta a ação do condutor no pedal do freio e atua como freio motor. As vendas da linha 2025 do New City iniciam em 9 de novembro, quando toda a rede de concessionárias Honda estará abastecida com o lançamento. A garantia é de 3 anos, sem limite de quilometragem.   Preços New City Sedã LX – R$ 117.500,00 New City Sedã EX – R$ 126.000,00 New City Sedã EXL – R$ 134.200,00 New City Sedã Touring – R$ 142.400,00 New City Hatchback LX – R$ 117.500,00 New City Hatchback EX – R$ 125.000,00 New City Hatchback EXL – R$ 133.200,00 New City Hatchback Touring – R$ 141.400,00   Informações e imagens: assessoria Honda

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Onix usado e com procedência

O Chevrolet Onix Plus é um sedã alinhado com o que há de atual em termos de equipamentos, plataforma e segurança. Eu Dirijo experimentou um exemplar ano 2022, versão LTZ com 50 mil km rodados, que está anunciado em nosso espaço de classificados. A versão LTZ é a quase topo na gama do Onix. Acima dela está a Premier. Mas aqui o pacote de equipamentos já é bastante interessante e vamos falar dele mais adiante. Veja o review em vídeo deste Chevrolet Onix no nosso canal:   Por fora, o destaque na dianteira fica por conta dos faróis de neblina na parte inferior do parachoque. Esse equipamento hoje foi substituído pelo DRL incandescente, mas ainda está presente no exemplar de 2022. Na lateral, rodas em liga-leve aro 15, repetidor de seta no para-lamas, espelhos e maçanetas pintadas. O Onix anunciado aqui na Eu Dirijo ainda possui uma série de acessórios, como películas, calha nos vidros, protetores contra unhas nos puxadores de porta, soleiras e parafuso antifurto nas rodas. A vantagem de comprar um carro usado é levar tudo isso sem pagar mais.   Grande, o porta-malas tem 469 litros de capacidade. O espaço é forrado em carpete e, neste carro, ainda possui a bandeja emborrachada, vendida como acessório. Com ela, é possível colocar objetos molhados sem estragar o revestimento.   Interior A versão LTZ se aproxima da Premier com o volante forrado em couro e tela do computador de bordo, com mais resolução e funções. Bancos são em tecido e possuem regulagem de altura. Ao centro, o descança braço está na posição correta. O pacote de equipamentos inclui os quatro vidros elétricos automáticos, espelhos elétricos, ar condicionado, chave presencial e faróis com acendimento automático. A tela de mídia é o sistema My Link da Chevrolet, com funções para configuração do carro e até roteador de sinal de internet, caso o usuário tenha uma linha contratada.   Motor e manutenção O 1.0 turbo de três cilindros é um conjunto capaz de reunir economia e muito desempenho. São 116 cavalos de potência com qualquer combustível. O torque varia entre 16,3 e 16,8 kgfm. Esse propulsor oferece quase toda a força a partir das 1750 rpm, o que significa que o carro tem praticamente toda a disposição na primeira pisada para arrancar.   Junto a isso, médias excelentes de consumo, acima dos 10 km/L na cidade, podendo chegar a 12 ou 13 km/L, conforme o pé do motorista. Na estrada, supera os 16 km/L em tocadas próximas dos 120 km/h. A ressalva do Onix fica por conta do óleo usado no motor. A correia de comando é banhada no lubrificante, que exige a tecnologia Dexos. Portanto, o óleo correto do Onix é o 5w30 Dexos. Não pode ser usado um 5w30 comum. Se isso acontecer, o óleo vai degradar a borracha da correia, provocando rompimento.   Por isso, ao comprar um Onix usado, você deve se certificar das manutenções que foram feitas pelo proprietário anterior. No caso deste, apresentado aqui, o único dono fez todas as revisões em concessionária até os 50 mil quilômetros. O que garante a tranquilidade para o próximo proprietário.   Se o carro que você está interessado não tem histórico de revisões, a primeira manutenção é trocar o óleo e ter certeza do lubrificante Dexos no motor. Além disso, você deve pedir ao seu mecânico para fazer uma inspeção na correia para verificar se há desgaste. A substituição pode custar caro mas é melhor do que o prejuízo de rebentar.   Ao volante Com entrega rápida, o motor 1.0 turbo acorda cedo e faz o motorista grudar no encosto do banco. Casa bem a agilidade com um pouco de suavidade, afinal é um sedã compacto e não um esportivo. Mas o Onix instiga para acelerar. O câmbio automático de seis marchas faz trocas rápidas e em velocidade de cruzeiro, mantém giro abaixo das duas mil rpm.   Com 50 mil quilômetros rodados, não há ruído de freios e suspensão nesse Onix. Pastilhas, aliás, foram trocadas recentemente. O carro passa por ruas de pedra com firmeza e a suavidade típica dos Chevrolet. O sedã tem suspensão mais voltada para o conforto, enquanto o hatch tem ajuste mais esportivo. É sutil, mas ao dirigir cada um, essa diferença aparece.   A ambientação com cluster de ponteiros, linhas mais rebuscadas no painel e a posição dos bancos mostram um carro atual, em sintonia com o que sai da fábrica. Assim, a experiência com o Onix usado é próxima a de um carro zero quilômetro. A grande vantagem deste aqui é o histórico de procedência: um único dono, cuidadoso e que investiu no carro. É a garantia para tranquilidade e ótima experiência nas mãos do próximo proprietário.   Se gostou deste Onix Plus LTZ 2022, acesse o anúncio completo e faça contato com o dono: Paulo Vinícius, (51) 99241.2899. https://www.eudirijo.com.br/classificados/chevrolet-onix-plus-ltz-1-0-turbo-2022/   Reportagem: Guilherme Rockett Fotos: Marco Escada/1ponto8  

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Série do Eclipse Cross comemora rali da Mitsubishi

A Mitsubishi Motors apresenta a série especial Eclipse Cross Motorsports, que celebra os 30 anos do rally de regularidade promovido pela marca japonesa, uma das mais reconhecidas no país por proporcionar experiências 4×4 a seus clientes. Limitado a apenas 100 unidades, o modelo – comercializado com preço de R$ 228.990 – é o primeiro da história da Mitsubishi no Brasil a contar com a participação dos clientes da marca na escolha de seu design. Para tal, a marca promoveu uma votação online que contou com a adesão de mais de 850 participantes, que puderam escolher dentre diversas combinações, desde cor de carroceria até detalhes internos entre as opções que mais lhes agradavam. Baseado na versão topo de linha do Eclipse Cross, a HPE-S S-AWC, o modelo conta com tração 4×4 e tem apelo bastante aventureiro, em linha com o rally de regularidade da marca. Por fora, a série especial Eclipse Cross Motorsports tem carroceria pintada na cor exclusiva cinza Concrete Spot. O uso de acabamentos em preto fosco presentes no para-choques traseiro e dianteiro e, também, nas molduras das caixas de roda criam um contraste que reforçam o espírito off-road da versão. O apelo arrojado do modelo é reforçado pela presença de rodas aro 18 em liga-leve, calçadas com pneus ATR 225/55 R18 – o que reforça sua capacidade off-road, especialmente por conta do sistema de tração 4×4 herdado do lendário Lancer Evolution. O Eclipse Cross Motorsports também conta com rack de teto transversal de estilo WingBar da marca Thule, junto com adesivos Motorsports que remetem à série especial nas portas dianteiras, que se unem a outros adesivos comemorativos aos 30 anos do Rally Motorsports aplicados na coluna B e vidro traseiro.   4×4 A série especial Eclipse Cross Motorsports conta com motor 4B40 MIVEC Turbo de injeção eletrônica direta multiponto semi-sequencial resultando em 165cv de potência e 25,5 kgf.m de torque. O powertrain é combinado à transmissão automática INVECS-III CVT com sistema sequencial Sport Mode com 8 marchas e opção de trocas por meio de haletas dispostas na coluna de direção (Paddle Shifters). Tudo isso aliado ao sistema de controle dinâmico integrado à tração 4WD que garante uma rodagem segura em qualquer tipo de piso – o sistema controla automaticamente a distribuição de torque entre os eixos dianteiro e traseiro. O motorista pode optar por três modos de condução: AUTO, SNOW ou GRAVEL, dependendo das condições de cada tipo de terreno, visando melhorar a precisão na condução e estabilidade.   Segurança A série especial Motorsports também oferece o pacote completo de tecnologia MiTEC com diversos sistemas inteligentes de segurança ativa e passiva, que protegem todos os seus ocupantes e proporcionam uma dirigibilidade segura. Entre eles, sistema de prevenção de aceleração involuntária. Esse conjunto reduz as chances e o perigo de atingir obstáculos a até quatro metros, na frente ou atrás do veículo, caso o motorista pressione fortemente o acelerador por engano com o carro parado ou até 10km/h. Outro assistente é o controle de estabilidade, de tração e o piloto automático adaptativo de nova geração, que diminui e acompanha automaticamente a velocidade do veículo à frente.   Informações e imagens: assessoria HPE  

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Pulse e Fastback chegarão híbridos em novembro

Após a Stellantis divulgar que seu primeiro híbrido-flex concebido e produzido no Brasil será da Fiat, a marca divulgou quais modelos terão essa tecnologia. Com lançamento previsto para novembro, Fastback e Pulse inauguram a nova tecnologia, batizada de Hybrid. Ainda não há detalhes sobre os dois modelos. Porém, as fotos divulgadas pela Fiat mostram uma nova cor azul, diferente do tom Azul Amalfi, que havia na linha do Pulse. As mesmas imagens também mostram Pulse e Fastback em uma possível versão Impetus, topo de gama dos modelos quando equipados com motor 1.0 turbo. “Escolhemos iniciar em um importante segmento com nossos mais desejados: o Pulse e o Fastback, que serão responsáveis por impulsionar essa revolução”, afirma Alexandre Aquino, Vice-Presidente da Marca Fiat para a América do Sul.   Informações e imagens: assessoria Stellantis

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Ranger Black chega 4×2 e mais barata da gama

A Ranger Black chegou e é a opção urbana da picape que chega sem cromados e tração 4×2, junto com o motor 2.0 diesel. As mudanças começam no exterior. A grade dianteira, o santantônio, os retrovisores e as rodas de 18” são na cor grafite “Bolder Gray”. faróis full-LED, sete airbags, câmera e sensor de ré, piloto automático e alarme perimétrico. A picape vem com para-choques dianteiros e maçanetas na cor da carroceria, estribos fixos na cor preta e pneus 255/70R18 All-Terrain, iguais aos da versão Limited. E oferece cinco opções de cores: as perolizadas Preto Gales, Cinza Moscou e Azul Belize, a metálica Prata Geada e a sólida Branco Ártico. A cabine tem bancos parcialmente em couro com o emblema Black no encosto, volante com ajuste de altura e profundidade, painel de instrumentos digital de 8”, multimídia SYNC 4 com tela de 10”, Android Auto e Apple CarPlay sem fio e carregador por indução. O ambiente em tons escuros segue o mesmo conceito de design do exterior.   Motor O conjunto formado pelo motor Panther 2.0 turbodiesel, transmissão automática de seis velocidades e tração 4×2 garante conforto e economia na cidade, com a conhecida força e dirigibilidade da linha. Quem é fã de viagens vai gostar de saber que ela é a mais econômica na estrada: roda 12,4 km/l, e também faz 10,1 km/l na cidade, o que permite uma autonomia média de 880 km com o tanque de 80 litros. Além de controle eletrônico de estabilidade, assistente de partida em rampa e limitador de velocidade, a Ranger Black tem quatro modos de condução que ajustam o veículo automaticamente para o melhor desempenho em cada situação de rodagem: Normal, Eco, Rebocar e Escorregadio. A robustez para superar obstáculos é outro atributo presente no DNA da picape da família Raça Forte da Ford, incluindo a maior capacidade de imersão da categoria, de 800 mm.   Versatilidade A caçamba com capacidade de 1.250 litros e 1.031 kg, se transforma num imenso porta-malas. Há degrau de acesso, seis ganchos de ancoragem, tomada 12 V e tampa com assistência de abertura e fechamento que facilitam o transporte de diferentes tipos de objetos. Ela chega por R$ 219.990, na faixa de entrada da linha. Como oferta de lançamento, a Ford oferece protetor de caçamba e capota marítima elétrica grátis para os cem primeiros compradores do modelo.   Informações e imagens: assessoria Ford

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Basalt First Edition é série de lançamento

O crossover coupé Citroën Basalt tem uma série especial de lançamento bastante completa e que vai seguir em produção enquanto houver demanda. É a First Edition, que está no topo da gama do modelo. Baseado no pacote Shine Turbo 200, o Basalt First Edition inclui itens para diferenciar o modelo, começando pela cor. Com acabamento perolizado, o Branco Nacré é exclusivo da série especial. Ela sempre fará dupla com o teto bitom, pintado na cor Preto Perla Nera. O pacote visual exterior específico do First Edition continua nas rodas de 16 polegadas de liga-leve, que adotam um tom escurecido. Na dianteira, acabamentos cromados ao redor da grade dão ainda mais elegância no visual, enquanto logotipos First Edition nas portas dianteiras identificam a versão especial. No interior a junção de estilo e individualidade avança, com o exclusivo interior – incluindo o teto – totalmente escurecido. Pedaleiras e soleiras recebem um acabamento cromado e os tapetes adotam acabamento único. No painel, uma faixa bitom na cor Gray Smart identifica que estamos a bordo do Basalt First Edition. A lista de itens de série inclui painel digital colorido e customizável, Citroën Connect Touchscreen de 10,25” com Android Auto e Apple Carplay sem fio, trio elétrico, câmera e sensor de ré, ar-condicionado digital automático, porta-malas com abertura elétrica, controle de estabilidade e tração com assistente de partida em rampa, faróis de neblina e alarme com telecomando na chave canivete, entre outros itens. O conjunto mecânico usa o motor 1.0 Turbo 200 de até 130 cv, associado a um câmbio automático CVT de sete marchas e três modos de condução, incluindo a opção de trocas sequenciais pela alavanca. O Basalt First Edition Turbo 200 custa R$ 107.390 em outubro de 2024.   Informações e imagens: assessoria Stellantis

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